MÓDULO 1 - Mitos, construções e naturalizações do gênero - PowerPoint PPT Presentation

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MÓDULO 1 - Mitos, construções e naturalizações do gênero

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  1. MÓDULO 1 - Mitos, construções e naturalizações do gênero Discursos e linguagens dos mecanismos de poder hoje, suas bases na matriz heterossexual Comologia, natureza/ Cultura e poder Como se produz os gêneros. Masculino e feminino na ordem simbólica e nas práticas sociais

  2. Como se produz os gêneros. Masculino e feminino na ordem simbólica e nas práticas sociais?

  3. 1. Linguagem e SexismoORGASMO DE UMA MARIA-GASOLINA

  4. EnFiat, enFiat!Vem KA, meu Diplomata, da um Cherokee no meu pescoço..Vem Logus!EnFiat o seu Picasso na minha Xantia!Eu sei que você Dakota do recado.Tira meu Blazer!Vem que sou toda Parati.Você não imagina o Quantum eu quero Dart, seu Besta!Ai amor, só você me enlouquece e me oFusca.Meu Gordini, desse jeito, eu te dou um Premio.

  5. Ai amor, Kadett, que eu não estou te achando seu Picasso?! Ai achei.Vou te dar o que eu Tempra você.Vai Variant de posição. Sim, agora com outro Tipo.Vai, enFiat seu Pointer Turbo no meu Courrier!Ai Comodoro, Comodoro você!Ta doendo mas vai Passat. Não para ainda, me Kombi mais um pouco!Vai, D-10, D-20, D-30! Bem forte, de frente, de Corsa, de Lada. Isso, amor,Ranger os dentes, assim GM! GM! vai,vai!Eu sou sua mulher, sua Verona, e você, meu Omega.Me abraça, me beija e me FordMe chama de Perua!Oggi tudo é Fiesta!Vou Gol zar!

  6. LIBERTAÇAÕ OU SUBMISSÃO ? • Uso androcêntricoda linguagem. ......... mulheres dependentes, complementos,subalternas ou propriedades dos homens (Os nômades se transportavam com seus utensílios, gado e mulheres, Se organizavam atividades culturais para as esposas dos congressistas. • Às mulheres lhes concederam o voto depois da Primeira Guerra Mundial), oferecendo-nos múltiplas e variadas soluções. • Falsa universalidade e participação das mulheres no universal. • Igualdade desigualdade; • Diferença semelhança;

  7. www.boadica.com.br/humoring/mouse_feminino.jpg

  8. Censo de 2010 – TRABALHO Feminino Existem 95,9 homens para cada 100 mulheres, ou seja, existem 3,9 milhões de mulheres a mais que homens no Brasil. Em 2000, para cada 100 mulheres, havia 96,9 homens. A população brasileira é, assim, composta por 97.342.162 mulheres e 93.390.532 homens.

  9. A região Norte do País é a única que apresenta exceção ao quadro, sendo 101,8 homens para cada 100 mulheres. Em todos os Estados da região há mais homens do que mulheres. No Centro-Oeste, enquanto Mato Grosso tem maior representatividade masculina, em uma taxa de 104,3 homens para cada 100 mulheres - Distrito Federal tem 91,6 homens para cada 100 mulheres.

  10. Representatividade de mulheres é maior no Estado do Rio de Janeiro - maior representação feminina entre as unidades da federação, sendo 91,2 homens para cada 100 mulheres, acompanhando a tendência da região Sudeste, com 94,6 homens para cada 100 mulheres.

  11. Em São Paulo,a razão é de 94,7 homens para cada 100 mulheres. O Rio Grande do Sul também tem uma razão baixa, sendo 94,8 homens para cada 100 mulheres. As regiões Sul e Nordeste também apresentam taxas inferiores, sendo 96,3 homens para 100 mulheres e 95,3 homens para 100 mulheres respectivamente.

  12. A taxa de desemprego total feminina, na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), diminuiu pelo sétimo ano consecutivo, passando de 16,2% para 14,7%, entre 2009 e 2010, (Fundação SEAD. . Para a população feminina foram gerados 163 mil postos de trabalho, volume suficiente para absorver as 99 mil mulheres que ingressaram na força de trabalho metropolitana e reduzir em 64 mil o contingente de desempregadas.

  13. O porcentual de pessoas com ensino superior completo na População Economicamente Ativa – PEA (soma dos ocupados mais desempregados) da RMSP passou de 11,7% para 15,0%, entre 2000 e 2010. Na PEA feminina, essa proporção já ultrapassou os 17,0%, enquanto na masculina corresponde a 13,0%. Com isso, se em 2000 a maioria da PEA com nível superior era composta por homens (51,3%), em 2010, a vantagem passou a ser, claramente, das mulheres (53,6%).

  14. Ao se comparar a evolução dos níveis de ocupação de homens e mulheres, entre 2000 e 2010, nota-se que o crescimento do número de mulheres ocupadas (32,6%) foi muito superior ao dos homens (18,0%). Dirigindo a análise para as pessoas com escolaridade superior, essa diferença acentuou-se ainda mais: aumento de 64,3% para as mulheres, contra 34,2%, para os homens.

  15. Ao lado dos segmentos econômicos tradicionalmente tidos como “femininos”, como educação e saúde, outras oportunidades de inserção produtiva vêm se abrindo para as mulheres mais escolarizadas. Por exemplo, o aumento da participação de mulheres no segmento de serviços especializados (13,6% do total de ocupadas em 2010) – com forte presença de advogadas, contadoras, engenheiras e assemelhadas–, que passou a ser o segundo segmento com maior presença de mulheres, superando o de saúde, tradicional nicho de emprego feminino.

  16. Segundo análise do IPEA, entre 2001 e 2009, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada pelo IBGE, indicou que o percentual de famílias brasileiras chefiadas por mulheres subiu de aproximadamente 27% para 35%. Em termos absolutos, são quase 22 milhões de famílias que identificam como principal responsável alguém do sexo feminino.

  17. No caso das famílias formadas por casais com filhos, 28% das mulheres chefes encontravam-se na faixa de 40 a 49 anos – mesma proporção encontrada entre os homens chefes – 31,3% delas possuíam entre 30 e 39 anos, faixa de idade na qual normalmente as mães ainda têm filhos pequenos e dependentes. Em relação ao nível de instrução, na média, as mulheres chefes têm mais anos de estudo que os homens chefes, confirmando a tendência que se observa na sociedade como um todo. A diferença, no entanto, é bastante reduzida: 7,1 anos de estudo entre as mulheres e 6,9, entre os homens.

  18. Público e Privado, da Fundação Perseu Abramo, realizada em 2010, apontam que 56% das mulheres preferem ter uma profissão, trabalhar fora de casa e dedicar-se menos às atividades com a casa e a família; enquanto 37% preferem dedicar-se mais para as atividades com a casa e a família, deixando o trabalho fora de casa em segundo lugar. Em 2001, 55% preferiam a primeira opção e 38% a segunda.

  19. Mulheres chefes - Classe Pesquisas com referência a 2009 indicam que as mulheres comandam 32% das famílias de classe C (a renda mensal varia entre R$ 600 e R$ 2.099). De acordo com o levantamento- a classe C também é mais jovem e composta por uma maioria de afrodescendentes (negros e herdeiros da miscigenação). Nas camadas mais altas da população, o porcentual de mulheres que são chefes de famílias é menor: nas classes A e B, apenas 25% delas estão à frente das famílias. "As mulheres são mais chefes de família na classe C e elas também decidem o que comprar para a casa", (IBOPE- 20 mil pessoas com mais de 12 anos nas principais regiões metropolitanas do País). (gênero, raça, classe).

  20. Outras Constatações: Primeiros resultados definitivos do Censo 2010: população do Brasil é de 190.755.799 pessoas ***A família está menor e passa menos tempo em casa; *** As relações sexuais diminuíram; estilo de vida..... ***Na década de 70 a média era de 6 filhos; *** Na década de 80 passou a ser 4; *** Na década de 90 passou a 3; *** Hoje menos de 2 filhos -

  21. Taxa de fecundidade • Taxa de fecundidade nacional – estável em 1.5 como média; diferenças regionais. • A esperança de vida do brasileiro é de 72,9 anos. A média de anos estudados de pessoas com mais de 25 anos está em 7,2. • Cinco Estados brasileiros (dos 27) concentram 63% da população, segundo dados preliminares do Censo 2010 SP, MG, RJ, BA e RS têm cerca de 117 milhões dos 185,7 milhões de habitantes do país. • Sobram 68 milhões de pessoas espalhadas pelas outras 22 unidades da Federação. 

  22. Atualmente, 24,1% da população brasileira é menor de 14 anos. Em 1991, a representatividade dessa faixa etária era de 34,7%. Outro fenômeno verificado é o Segundo o Censo 2010, aumento contínuo da representatividade de idosos. 7,4% da população têm mais de 65 anos, contra apenas 4,8% em 1991.

  23. Pesquisa da Fundação Seade e do Dieese relativa à região metropolitana de São Paulo. ***De 2009 para 2010, foram abertos 163 mil postos de trabalho para mulheres na Grande São Paulo. Elas representam 45% da população ocupada. A taxa de desemprego feminina recuou pelo sétimo ano seguido, atingindo 14,7%, ainda bem acima da masculina (9,5%).

  24. O rendimento médio aumentou em ambos os casos, mas essa alta foi maior para os homens, fazendo aumentar a diferença entre a remuneração entre os gêneros. Em média, em 2009, as mulheres ganhavam 79,8% dos valores médios recebidos pelos homens. No ano passado, essa proporção havia caído para 75,2%.

  25. Segundo o estudo, as taxas de participação feminina só aumentaram no ensino médio ou superior, caindo entre analfabetas e no ensino fundamental. A taxa de desemprego total em 2010 para trabalhadoras foi de 16,5%. Para trabalhadoras com nível superior, foi de 6,2%.  A formalização também vem crescendo, em ambos os casos. Em 2000, 33% das mulheres sem ensino superior tinham carteira assinada – esse número chegou a 43,8% em 2010. Entre trabalhadores com nível superior, 75,8% das mulheres ocupavam postos formais de trabalho.

  26. O perfil das mulheres - são mais velhas, casadas e mães - não param de trabalhar quando tem filhos. Nos anos 1960, as taxas de atividade das mulheres de 25 a 49 anos eram de 40%, hoje estão em torno de 80%. Em 1960 as mulheres representavam 30% da população ativa - Em 2006 foi para 45%. Na França em 4 décadas, as mulheres chegaram a quase metade da população ativa 47%, em 1960 eram 34%. Em toda a história dos países europeus, as mulheres são hoje, mais assalariadas proporcionalmente que os homens

  27. Trabalho parcial tem mais presença feminina cerca de 80% das pessoas são mulheres. Não é o tipo de trabalho que afeta as mulheres com filhos pequenos. Ele tem maior número de mulheres mais velhas. São empregos pouco qualificados concentrados em atividades como comércio, limpeza, hotelaria. Baixo salário, trabalho noturno, finais de semana, instabilidade de horários. Isso não é uniforme - Portugal tem taxas de atividades femininas muito elevadas na Espanha, Itália, Grécia são mais baixas. No modelo Europa do Sul o acesso é ainda muito em tempo integral.

  28. O mundo do trabalho nem sempre é misto. É permeado por segregações e discriminações de gênero. Os emprego femininos continuam concentrados em um pequeno número de ofícios e de setores tradicionais. Na França, as categorias socioprofissionais mais feminizadas. Brasil (trabalhadoras domésticas, atividades não remuneradas, trabalhos na produção do consumo familiar, reuniam 52% das mulheres em 1983 e 61% em 2002. Também há aumento da presença de mulheres em profissões como magistrados, advogados, jornalistas, médicas

  29. Em países como Dinamarca, Suécia, Finlândia - o trabalho em tempo parcial é muito difundido para homens e mulheres. As mulheres tem taxas de trabalho parcial compatíveis com as dos homens e são trajetórias contínuas. Em países como Bélgica, França o trabalho em tempo parcial, chegou depois da crise de emprego e supostamente para dar solução a ele. Tornou-se o motor do subemprego e da precariedade do trabalho

  30. Nos países da União Européia encontra-se o sobredesemprego feminino com constância No mundo do trabalho, a igualdade dos sexos caminha sobre uma base aritmética, homens e mulheres são quase em número igual na esfera produtiva, porém, as desigualdades são imensas. A paridade não gerou igualdade. No Brasil as trabalhadoras do Nordeste concentram mais que o Sudeste os nichos precários de atividades - remunerado e autoconsumo.

  31. Alguns desafios 1. Formas comunitárias e serviços de atenção e apoio as famílias; 2. Nova organização do trabalho que permita e facilite o cuidado - taxa de mortalidade, nutrição, descanso, fecundidade, lazer e serviços de apoio; 3. Aumento da esperança de vida, novas necessidades, novos mercados, pessoas idosas e dependentes – novo Estado de Bem Estar. (?). Crise Mundial............Mulheres pobres.......aumento da pobreza...........

  32. 4. Países desenvolvidos estão discutindo como conciliar trabalho, família e vida pessoal - o uso do tempo diário – mais serviços de cidadania e cuidados à infância; previdência, mortalidade, licença maternidade • 5. Equidade social entre os sexos e grupos sociais; (salário, distribuição dos recursos familiares, - Bolsa família.............. • 6. Famílias hoje são plurais , e com desigualdades de oportunidades - Relações são mais democráticas e mais negociadas.

  33. 7. Estabelecer novos marcos de relação social sobre a reprodução, o acolhimento, o cuidado e a vida - Sistema de obrigações compartilhadas entre sexos e gerações. Novas legalidades: Regulação civil de novos vínculos familiares – nomes, direitos individuais, estado civil, direito ao matrimonio entre pessoas do mesmo sexo, direito a infância, direito das pessoas descapacitadas, ou em situação de dependência

  34. 8. Gastos em proteção social e distribuição de atenção a doenças, invalidez, idosos, crianças moradia atingem demasiadamente a família e as mulheres cuidadoras - Bolsa família – Faltas ao trabalho, pobreza e demandas para afastamento para cuidados; 9. Gasto social e sistemas de proteção – função das redes familiares X inversão financeira

  35. 10. Corresponsabilidade entre sexos e gerações e entre entidades privadas e públicas. Poucos nascimentos, mães mais velhas, filhos únicos, menos jovens na estrutura de população, mais idosos, mais famílias monoparentais – estes fenômenos diminuem e reforçam a tendência a diminuição do número de pessoas nas casa, supõe uma menor experiência cotidiana e mais pobre experiência intergeracional. Países que já tinham: Perda de apoios comunitários, serviços básicos, pertencimento social e político. Bibliotecas, escolas, organizações de bairros, sociabilidade intergeracional, espaços, de esporte, lazer, saúde,

  36. 16. Vincular políticas de migração familiar com as transformações familiares, as estratégias de gênero, gerações e de reagrupação familiar, sobretudo, na América Latina e que estão produzindo os fenômenos de transnacionalismo. A maternidade transnacional. Normalmente se ignora os cuidados de avós, crianças, casas nas políticas de imigração, as diferenças culturais, conflitos familiares, migratórios entre o mesmo grupo de mulheres – quem cuida de quem? Em que condições? ***O que tudo isto significa para as relações e as políticas de gênero

  37. Discursos e linguagens dos mecanismos de poder, suas bases na matriz heterossexual • Exemplos:

  38. Construções de gênero - incorporadas na linguagem da biologia.

  39. Emily Martin (1991) • Explora as metáforas comuns que descrevem a produção e a união do óvulo e do esperma. Martin disse que o ovo é considerado passivo, ele não viaja , - mas é “transportado”, como um “depósito” ou um “fluxo” pelas trompas de falópio. O espermatozóide é retratado como ativo, e que “oferece os seus genes ‘,’ gatilho ‘ da agenda de desenvolvimento do ovo - é” competitivo “, e tem uma” velocidade “que é constantemente destacada.

  40. A guerra dos sexos I • Os espermatozóides são muito desiguais. Na escola, aprendemos que, numa ejaculação humana, são expulsos de 200 milhões a 500 milhões deles e que todos nadam alucinados atrás do óvulo: ao vencedor, a glória da fecundação. Parece que não é tão simples: os espermatozóides trabalham em conjunto, cada qual com uma função definida, como se fossem um exército de guerreiros disciplinados. No curso da evolução, foram obrigados a adotar essa estratégia para vencer as barreiras impostas pela anatomia sexual feminina. (CITELI, 2004).

  41. Vagina dentada.......natureza indomada....... • A vagina humana é um lugar inóspito para eles. Sua superfície é forrada por colônias de lactobacilos que secretam ácido para defendê-la dos germes que penetram. O líquido que a lubrifica é rico em enzimas, anticorpos e glóbulos brancos dispostos a destruir invasores: bactérias, vírus, fungos ou células de outra pessoa; espermatozóides, inclusive. Os poucos espermatozóides que conseguem sobreviver nesse ambiente ácido ainda precisarão vencer muitas barreiras para chegar ao óvulo. (Citeli, 2004).

  42. A guerra dos sexos II Bloqueadores: têm cabeça grande e cauda pequena. Nadam devagar; não são páreo para o pelotão que dispara na frente. Nem vão atrás do óvulo, são "camicases": ao penetrar os canais do muco uterino, agarram-se às paredes para obstruir a passagem dos que vêm atrás, sejam eles do mesmo macho ou de outro qualquer. A função bloqueadora ocupa cerca de 50% dos espermatozóides; (Citeli, 2004).

  43. A guerra dos sexos III Matadores:carregam enzimas tóxicas na cabeça e possuem antenas capazes de detectar e reconhecer espermatozóides estranhos. Quando os encontram, despejam neles suas enzimas mortais. Como os adversários reagem com as mesmas armas, espermas de indivíduos diferentes se envolvem numa luta de vida ou morte. Bons "matadores camicases" foram tão necessários para a sobrevivência das espécies que constituem praticamente a outra metade da população do esperma. (CITELI, 2004).

  44. Técnicas envolvidasem RAIMSI, ICSI de Alta Magnificação ou Super-ICSI

  45. A partir de 1759 todas as partes do corpo foram sendo sexualizadas • Esqueleto , Cabelo • Boca, cérebro, pelve, cabeça • Depois partes invisíveis do cérebro, • Hormônios, gametas, genes para construir a anatomia, a fisiologia, a química e a genética das diferenças (CITELI, 2004).

  46. Contexto, interesses, deslocamentos...... • Obstetrícia e ginecologia (RODHEN, 2001) • Dois corpos, dois lugares: Público e privado (LAQUEUR, (2001), MARTINS (2004), RAGO ( 1999). • Trabalho feminino transformado em problema (SCOTT, ),- mulher que trabalha perderia sua feminilidade. O Homem tem que ganhar para ser provedor e à mulher cabe a educação......Moral e cívica positivista......... • Controle moral, tecnológico e clínico da maternidade (TUBERT, 1996, TAMANINI, 2009;2010; SCAVONE, 2001).

  47. Ato de cozinhar contribuiu para a monogamia O Estado de S. Paulo, 24/04/99 Cientistas acreditam que cozimento de alimentos revolucionou a evolução humana LONDRES - Quando as mulheres aprenderam a cozinhar tubérculos, houve uma revolução no processo de evolução humano: o tamanho do cérebro aumentou, as fêmeas tornaram-se mais sexy e os homens adotaram a monogamia. Mas se Wrangham e seus colegas estiverem certos, como os tubérculos assados nas brasas deram origem à monogamia? Se as fêmeas da espécie Homo erectus cuidavam do cozimento dos alimentos (e os homens estavam caçando ocasionalmente), a comida poderia ser roubada facilmente pelos machos. As fêmeas, então, ligaram-se aos machos que as protegeriam dos ladrões. "As fêmeas que conseguiam atrair machos dominantes poderiam ser melhor protegidas de roubos. (SANJIDA O'CONNELL , The Guardian).