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Componente Curricular: CIÊNCIA POLÍTICA E TEORIA DO ESTADO Professor: Dejalma Cremonese

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Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul. Componente Curricular: CIÊNCIA POLÍTICA E TEORIA DO ESTADO Professor: Dejalma Cremonese Aluna: Cristiane Andréia Dalazen FILOSOFIA ESCOLÁSTICA Ijuí, Junho de 2008. 1 - O Que é a Escolástica ?.

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Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul

Componente Curricular: CIÊNCIA POLÍTICA E TEORIA DO ESTADO

Professor: Dejalma Cremonese

Aluna: Cristiane Andréia Dalazen

FILOSOFIA ESCOLÁSTICA

Ijuí, Junho de 2008.

1 o que a escol stica

1 - O Que é a Escolástica ?

Ensino teológico-filosófico da doutrina aristotélico –tomista;

Conjunto de elaborações filosóficas dos doutores da Igreja;

Ministrada nos conventos, catedrais e universidades européias;

Na Idade Média e no Renascimento;

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2- Características Gerais

Relação entre fé e razão, desejo e pensamento e probabilidade da existência de Deus;

Verdades da fé com a razão humana;

Revigoração da religiosidade através de argumentos intelectuais;

Obediência aos princípios cristãos;

Difusão de valores e costumes doutrinados pela Igreja;

2 caracter sticas gerais

2- Características Gerais

Filosofia racional e religiosa - Razão x Fé;

Conteúdo filosófico na obra dos doutores da Igreja e dos escolásticos;

Demonstrar que a igreja, já havia estabelecido a Verdade;

Surgiu em um mundo cristão;

Pressupostos eram as crenças básicas em que o mundo então se fundamentava.

2 caracter sticas gerais1

2- Características Gerais

Idéias de Deus uno e trino; criação do mundo; imortalidade pessoal; homem à imagem e semelhança de Deus.

Noções da história implícita no relato bíblico; pecado original; redenção e juízo final;

Idéias religiosas que provocavam especulações tipicamente metafísicas ou filosóficas.

3 sociedade medieval

3- Sociedade Medieval

A Escolástica influenciou a sociedade medieval em seu universo mental, social e cultural;

Renovação dos dogmas católicos unindo a fé a razão;

Ensinou e rezou os bons costumes

4 esp rito da escol stica

4- Espírito da Escolástica

Se desenvolve em dois elementos — a auctoritas e a ratio.

Auctoritas: Eram citações da Bíblia, dos Padres da Igreja, dos Concílios mas, sobretudo, citações de Aristóteles.

Ratio: Análises conceituais; o sentido das doutrinas recebidas; o valor e, sendo possível, conciliá-las.

5 evolu o hist rica
5. Evolução Histórica
  • A alienação, na sujeição ao dogma;
  • A consciência da alienação, na doutrina das duas verdades;
  • A negação da alienação, na ruptura entre razão e fé, e na afirmação de que o real, natureza e história, é racional.
  • A decadência, a partir do século XIII, exacerbou seus caracteres formais;
  • As verdades da fé consideradas inacessíveis à razão.
6 escol sticos

6- Escolásticos

Bagagem intelectual considerável;

Membros da Igreja, pedagogos e doutrinários;

Escritores e copiadores de obras, literárias e filosóficas, influenciadas pelos escritos bíblicos e greco-romanos;

Harmonizaram as doutrinas ortodoxas da Igreja em argumentações não ortodoxas;

Fundamentaram as crenças na razão.

6 1 1 alcu no de york 735 804

6.1.1- Alcuíno de York (735-804):

Monge beneditino, poeta, professor e sacerdote católico;

Estudou na Escola Catedral de York. Ali criou uma das melhores bibliotecas da Europa;

Fundou o Palácio-escola de Aix-la Chapelle;

Contribuiu para a Renascença Carolíngia;

Patrono das universidades cristãs.

6 1 2 santo anselmo 1033 1109

6.1.2 Santo Anselmo (1033-1109):

Seguiu a carreira religiosa, fez estudos clássicos e escreveu sempre em latim.

Considerado um dos iniciadores da tradição escolástica.

Desenvolveu uma linha de pensamento chamada de argumento ontológico

Influenciou muito o pensamento teológico posterior.

6 1 3 pedro lombardo

6.1.3 – Pedro Lombardo:

Nasceu por volta de 1100 e faleceu entre 1160 e 1164;

Estudou em Bolonha, Reims e Paris;

Professor na escola de Notre Dame em Paris.

A sua obra mais célebre é o Libri quatuor sententiarum ou Sentençass

6 1 4 s o bernardo 1090 1153

6.1.4- São Bernardo (1090-1153):

Monge Cisterciense, grande propagador da Ordem e defensor da Igreja;

Uma das personalidades mais influentes do séc. XII;

Interveio em assuntos públicos, defendeu direitos da Igreja e aconselhou papas e reis;

Defensor de uma linha tradicionalista;

Fundou 72 mosteiros.

6 1 5 santo alberto magno 1200 1280

6.1.5-Santo Alberto Magno (1200-1280):

Defesa da coexistência pacífica da ciência e religião;

Maior filósofo e teólogo alemão da Idade Média;

Primeiro intelectual medieval a aplicar a filosofia de Aristóteles no pensamento cristão;

"Doutor Universal".

6 1 6 s o boaventura 1217 1274

6.1.6 –São Boaventura (1217-1274):

  • Um dos maiores representantes do augustinismo filosófico e teológico;
  • Teólogo e pensador cristocêntrico;
  • Estudou em Paris e leu obras ou excertos dos escritos de Aristóteles;
  • A sua principal obra é o "Commentarium in quattuor libros Sententiarum Petri Lombardi.
6 1 7 s o tom s de aquino

6.1.7 – São Tomás de Aquino:

A escolástica chega ao seu ápice com Tomás de Aquino. Adquire plena consciência dos poderes da razão, e proporciona finalmente ao pensamento cristão uma filosofia.

6 1 7 s o tom s de aquino1

6.1.7 – São Tomás de Aquino

  • Filosofia como uma disciplina essencialmente teorética, para resolver o problema do mundo.
  • Filosofia distinta da teologia, - não oposta - visto ser o conteúdo da teologia arcano e revelado, o da filosofia evidente e racional.
  • A verdade lógica não está nas coisas e nem sequer no mero intelecto, mas na adequação entre a coisa e o intelecto.
as obras do aquinate dividem se em quatro grupos

As obras do Aquinate dividem-se em quatro grupos:

1- Comentários: à lógica, à física, à metafísica, à ética de Aristóteles; à Sagrada Escritura, etc.

2-Sumas: Suma Contra os Gentios, Suma Teológica.

3.Questões:Questões Disputadas (Da verdade , Da alma, Do mal , etc.).

4.Opúsculos:Da Unidade do Intelecto, Contra os Averroístas , Da Eternidade do Mundo , etc.

6 1 8 jo o duns scotus

6.1.8 – João Duns Scotus

  • Contrário a São Tomás de Aquino no enfoque da relação entre a razão e a fé;
  • Seu pensamento é agostiniano;
  • As verdades da fé não poderiam ser compreendidas pela razão.
  • A filosofia deveria deixar de ser uma serva da teologia, como vinha ocorrendo ao longo de toda a Idade Média e adquirir autonomia.
7 bibliografia

7 - Bibliografia

http://www.correiodatarde.com.br/artigos/5311.

http://br.geocities.com/sidereusnunciusdasilva/escolastica.htm.

http://pt.wikipedia.org.

http://www.geocities.com/mundodafilosofia/santoanselmo.htm

http://www.hottopos.com/videtur15/ruy.htm

http://br.geocities.com/worth_2001/bonaventura.html

7 bibliografia1

7 - Bibliografia

  • http://www.consciencia.org/filosofia_medieval8_escolastica.shtml.
  • http://www.trabalhonota10.com/filosofia/escolastica.html
  • http://www.mundodosfilosofos.com.br/aquino.htm