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  1. O Mito de Édipo

  2. A História do Édipo Rei Rapto da Eropa pro Zeus. Agenor, rei da Fenícia manda seus filhos mais velhos encontrá-la, Fênix, Cílix e Cadmo. Cadmo mata o dragão e condenado a servir os Deuses. Rei de Tebas casa com Harmonia da qual tem filhos e some misteriosamente. Das gerações de herdeiros e briga pelo trono. Laio foge e comete várias mazelas, inclusive a pederastia com o jovem Crisipo, filho de Pélops. Ofende Hera guardiã dos amores legítimos. Amor contra naturam. Cólera de Hera gera a maldição dos Labdácidas. Laio para salvar Tebas não deveria ter filhos. Nasce Édipo que é criança exposta considerada malefica. Lábdaco= lambida = coxo. Laio = cambaio, desajeitado. Condenado o menino e abandonado no monte Citerão... Encontrado Édipo foi educado e criado na corte Corinto como filho de Pólido e Mérope.

  3. A História do Édipo Rei Anos mais tarde, Édipo em banquete uns dos convivas o chama de filho postiço. Recebendo do oráculo o vaticínio de que estava fadado a matar seu pai e casar-se com sua mãe, Édipo é levado a abandonar Corinto e a empreender uma viagem justamente rumo a Tebas. O jovem Édipo caminhava no monte Cíteron quando econtra a Esfinge (castigo dos Deuses). Esfinge: "Responda-me: quem de manhã tem dois pés, três à tarde e quatro à noite?" . Assim, o jovem Édipo casa-se com a rainha Jocasta, pois o rei Laio, seu marido anterior, fora morto por estranhos no caminho para Delfos. Entretanto, em dado momento a cidade passa a ser assolada por inúmeros infortúnios, que penalizam a todos os habitantes. O oráculo é consultado . Os tendões cortados do herói traduzem um enfraquecimento dos recursos da psiqué, uma deformação psíquica . Sua alma somente poderá ser curada pela força de Zeus. Ele se reerguerá através da espiritualização.

  4. O Abandono O mito enfatiza a insensibilidade de Laio (pai). A indiferença dos pais e, em consequência, o sentimento de abandono por parte da criança, são precisamente os índices típicos da educação deficiente que altera os dotes da alma, quer dizer que “corta os tendões”. O abandono de João e Maria na floresta costuma provocar angústia e busca de esclarecimentos. "Por que os pais abandonaram eles?", "Eles fizeram alguma coisa errada?".

  5. Consequências do abandono A busca dos personagens por alimento remete a uma busca constante de amor, parece sempre haver uma demanda de amor. Muitas crianças adotadas, como já dissemos, se autodepreciam, achando que foram colocadas para adoção porque havia algo de errado com elas. Essa crença pode provocar uma dificuldade na formação de uma visão positiva de si mesmo como alguém que merece ser amado. Achando que era um bebê ruim, difícil, prossegue pensando que "eu não faço nada direito", e cada dificuldade soa como uma sentença: "por que eu nunca consigo aprender a andar de bicicleta?". Na vida adulta, o indivíduo pode se tornar perfeccionista. Nada ou ninguém parece ser bom o bastante, pode exigir muito dos outros e de si mesmo, idealizando muito as pessoas, em especial as figuras femininas.

  6. Consequências do abandono Exigir pouco de sipor acreditar que não pode oferecer muito, "contentando-se" com qualquer coisa, ficando aquém de suas possibilidades, não ocupando o seu lugar no mundo por acreditar não ter valor. O medode que os pais desistam, pode também fazer com que a criança faça tudo para agradar, para parecer o filho perfeito, escondendo sentimentos desagradáveis, até explodir em crises de raiva. O social, que exige gratidão dos adotados e reprime a mais leve manifestação de sentimentos ambivalentes em relação aos pais, já que estes "salvaram" a criança de uma vida de órfão. Por essa via, vem a necessidade de retribuir sendo um bom filho. O sujeito não consegue apenas receber algo, sem retribuir, pois inconscientemente acredita não merecer, ficando eternamente em dívida.

  7. Estratégias do adotivo Segundo Viorst (2005), as perdas na infância - nas quais incluímos o abandono implicado no imaginário da criança adotiva, como origem de sua história - podem fazer o indivíduo criar diferentes estratégias contra novas perdas: A indiferença emotiva: não se investe nos objetos de amor para não correr o risco de perdê-los. A necessidade de cuidar dos outros: como resgate, se tornando pessoas prestativas em cuidar dos outros da forma como gostariam ou deveriam ter sido cuidadas, em nível Ics, fantasmático. Autonomia prematura. Ou então busca fazer tudo o que puder de ruim para testar o amor de seus pais adotivos.

  8. Os filhos abandonados “Testar" a família adotiva pode ser através do exercício de uma sexualidade precoce . No nível fantasmático: tentativa de identificação com a mãe biológica, para tentar reparar a sua história cuidando de seus filhos. Alguns "compensam" tornando-se pais ou mães muito apegados aos filhos, dependendo deles emocionalmente ou, no extremo oposto, repetem a história de abandono com seus próprios filhos A insegurança faz com que a mãe, muitas vezes, não se "aproprie" da educação do filho, ou não se "aproprie" do próprio filho, temendo ser muito dura, visto que "ele já passou por tanta coisa", não inscrevendo a criança na fantasmática familiar. Isso, por sua vez, é sentido novamente como rejeição pelo filho, e o ciclo continua...

  9. Os pais que adotam Quanto ao tema da relação entre pais adotivos e biológicos, por mais que os pais mantenham uma relação aberta com os filhos em torno do tema da adoção e que se preparem para o dia em que eles vão querer procurar a família biológica, quando chega essa hora eles se sentem ameaçados, com medo de serem rejeitados pelo filho em nome de alguma ligação maior que ele teria com os pais biológicos. Os pais temem ficar órfãos dos seus filhos, o que reacende a luta que muitos travaram em torno da infertilidade. Seguindo essa mesma linha, podemos pensar a preferência por recém-nascidos como o desejo justamente de adotar uma criança sem história ou, melhor, que se acredita não ter história, para que possa se formar única e exclusivamente a partir dos pais adotivos.

  10. Seguindo essa mesma linha, podemos pensar a preferência por recém-nascidos como o desejo justamente de adotar uma criança sem história ou, melhor, que se acredita não ter história, para que possa se formar única e exclusivamente a partir dos pais adotivos. O maior amor do mundo seria o da mãe pelo filho, portanto a sociedade nega e repele quem ousa desafiar esse aforismo sagrado. Será que Jocasta foi punida por abandonar seu filho?

  11. Adoção

  12. A Lei • A nova lei 12.010/2009 de adoção. Dispõe sobre o aperfeiçoamento da sistemática prevista para garantia do direito à convivência familiar a todas as crianças e adolescentes, na forma prevista pela Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990, Estatuto da Criança e do Adolescente. 

  13. De acordo com o ECA, são condições necessárias para adotar: Idade mínima para se adotar é de 18 anos, independente do estado civil;  O menor a ser adotado deve ter no máximo 18 anos de idade, salvo quando já convivia com aqueles que o adotarão, caso em que a idade limite é de 21 anos;  O adotante (aquele que vai adotar) deve ser pelo menos 16 anos mais velho que a criança ou adolescente a ser adotado; os ascendentes (avós, bisavós) não podem adotar seus descendentes; irmãos também não podem;  A adoção depende da concordância, perante o juiz e o promotor de Justiça, dos pais biológicos, salvo quando forem desconhecidos ou destituídos do pátrio poder (muitas vezes se cumula, no mesmo processo, o pedido de adoção com o de destituição do pátrio poder dos pais biológicos, neste caso devendo-se comprovar que eles não zelaram pelos direitos da criança ou adolescente envolvido, de acordo com a lei);  Tratando-se de adolescente (maior de 12 anos), a adoção depende de seu consentimento expresso;  Antes da sentença de adoção, a lei exige que se cumpra um estágio de convivência entre a criança ou adolescente e os adotantes, por um prazo fixado pelo juiz, o qual pode ser dispensado se a criança tiver menos de um ano de idade ou já estiver na companhia dos adotantes por tempo suficiente.

  14. A adoção A adoção tem caráter irrevogável, ou seja, o vínculo jurídico com a família biológica jamais se restabelece, mesmo com a morte dos pais adotivos. A criança adotada passa a ter todos os direitos de um filho biológico, inclusive à herança. De acordo com o Tribunal de Justiça, o processo de adoção é simples e rápido, terminando em menos de nove meses. Burocrático e lento, no entanto, é o processo de consentimento dos pais biológicos ou de destituição de pátrio poder (os direitos e obrigações dos pais em relação aos filhos).

  15. As motivações dos pais adotivos satisfazer o desejo de ser pai ou mãe que foi impedido pela infertilidade de um dos companheiros; evitar a discriminação social; crenças religiosas com relação ao altruísmo e amor ao próximo; medo da solidão; solucionar problemas conjugais; proporcionar companhia a um filho único; escolher o sexo de seu filho; ter alguém para cuidar, quando os filhos biológicos já estão maiores; substituir um filho natural falecido, dentre outras..

  16. Preconceitos contra adoção "adoções necessárias", ou seja, aquelas que são mais difíceis de serem realizadas: são adoções interraciais, de crianças maiores e de crianças com necessidades especiais. Estima-se que cem mil mulheres por ano tornam-se mães de crianças com necessidades especiais. Ter filhos "fora do padrão" transforma-se numa ferida narcísica. (Souto, 2009). Schettini Filho (1999, p. 43) "Todos os filhos são biológicos e todos os filhos são adotivos. Biológicos, porque essa é a única maneira de existirmos concreta e objetivamente; adotivos, porque é a única forma de sermos verdadeiramente filhos".

  17. Alguns mitos e dilemas Crianças adotadas são problemas Esconder da criança que ela é adotada. Além de aumentar o preconceito em cima do assunto, compromete a história de vida da criança. Os filhos adotivos não vão esquecer seus pais biológicos. Não é bem assim, as crianças adotadas tendem desenvolver amor verdadeiro por seus novos pais.

  18. Dificuldades no processo de adoção • Arrumar uma pessoa para cuidar da criança, • burocracia e demora do processo de adoção, • preconceito social, • Baixa condição socioeconômica, • não aceitação da adoção por parte de um dos cônjuges, • tipo de personalidade dos pais e da criança, • nível de expectativa dos pais • grau de preconceito em relação às pessoas diferentes.

  19. O que é o CEJA? A Comissão Estadual Judiciária de Adoção - CEJA, no estado de Minas Gerais, foi instituída em 1992, Sua criação e regulamentação foram atualizadas e consolidadas pela Resolução nº557/2008, com a redação dada pela Resolução nº 592/2009, da Corte Superior do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais. A CEJA, de acordo com o art. 52 do Estatuto da Criança e Adolescente, busca colocar crianças do Estado de Minas Gerais, consideradas adotáveis, a salvo da negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. A finalidade da CEJA é garantir que as adoções internacionais sejam feitas segundo o interesse superior da criança e com respeito aos direitos fundamentais que lhe reconhece o direito internacional, participando do sistema de cooperação de que trata a Convenção de Haia.

  20. Não é objetivo da CEJA  dificultar a adoção internacional, mas é seu entendimento de que se trata de medida excepcional, que deve merecer a tutela jurisdicional apenas quando esgotadas todas as possibilidades de adoção por nacional. A CEJA análisa a capacidade dos pretendentes à adoção internacional, fornecendo-lhes o respectivo laudo de habilitação. A Comissão preocupa-se com o destino das crianças, após adotadas, considerando necessário o acompanhamento posterior ao deferimento da medida, por considerar que a adoção internacional é medida excepcional.Cumpre aos Juízes da Infância e Juventude o encaminhamento mensal à CEJA dos dados das crianças sob sua jurisdição, consideradas disponíveis para adoção internacional.

  21. Destaque do programa é o Cadastro Nacional de Adoção, ferramenta criada pelo Conselho Nacional de Justiça que auxilia magistrados na condução de processos adotivos. O programa explica como o Cadastro amplia a possibilidade de uma família adotar um jovem ao permitir que ela o localize em qualquer parte do Brasil. Inclusive estrangeiros.

  22. Considerações Finais Muitos são os casais que estão construindo suas famílias com crianças adotadas e, felizmente são casais comlindas histórias de amor para contar. Adotar é um ato de escolha. Escolher alguém para amar. Diante do exposto, apesar das generalizações necessárias ao estudo, acreditamos na singularidade da experiência adotiva, em uma narratividade peculiar a cada caso, a cada sujeito. A fantasmática da família adotiva, tanto para pais como para filhos, depende das condições de desejo dos pais, da possibilidade de estes inscreverem seus filhos na amarragem simbólica familiar, inscrevê-los em uma história que já começou a ser contada muito antes da chegada deles e se tornando parte dela.

  23. Referências Bibliográficas DIAS, Célia Maria Souto, Carina Pessoa, Cristina Maria. A adoção de crianças com necessidades especiais na perspectiva dos pais adotivos. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-863X2009000300004&lng=pt&nrm=iso. Acesso em05 de setembro de 2010. Disponível em: http://pessoas.hsw.uol.com.br/adocao.htm. Acesso em 05 de setembro de 2010 Diponível em: http://www.tjmg.jus.br/. Acesso em 06 de setembro de 2010 Mitologia Grega : Os Labdácidas: o Mito de Édipo. Cáp. VIII