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Da Revolta à Guerra Civil. Textos extraídos das Memórias do Duque de Palmela e das do Barão Lemercier. Memórias do Duque de Palmela sobre as condições enfrentadas pelo seu governo.

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da revolta guerra civil
Da Revolta à Guerra Civil

Textos extraídos das Memórias do Duque de Palmela e das do Barão Lemercier

2012 / 02 / 29

mem rias do duque de palmela sobre as condi es enfrentadas pelo seu governo
Memórias do Duque de Palmela sobre as condições enfrentadas pelo seu governo

2012 / 02 / 29

“ O sistema que [ o Governo] havia adoptado era o da conciliação, da anuência a pedidos razoáveis e de resistência a quaisquer concessões injustas e perigosas, ou indecorosas para a coroa; mas este sistema, fácil de estabelecer em teoria, torna-se bem árduo na prática, pela dificuldade de marcar a linha em que podem parar as concessões. (…),

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Memórias do Duque de Palmela sobre as condições enfrentadas pelo seu governo (cont.)

2012 / 02 / 29

Era necessário seguir uma negociação com as diversas juntas, transigindo sobre alguns pontos espontaneamente, a fim de não sacrificar o decoro da coroa (…) antecipando, por assim dizer, os votos, em vez de ceder às exigências revolucionárias. Condescender com todas as exigências teria sido fraqueza imperdoável e a abdicação do poder por parte do Governo; mas, por outro lado, recusar-se a qualquer concessão, enquanto o país não entrasse na ordem, tornava-se quase impraticável, porque a exaltação ainda era muita.

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Memórias do Duque de Palmela sobre as condições enfrentadas pelo seu governo (cont.)

2012 / 02 / 29

A política do Governo foi então, e continua ainda a ser, objecto de graves críticas, por não ter mostrado mais energia. (…)

(…) Não apresentarei uma exposição detalhada das árduas questões de que teve de ocupar-se o Ministério da Fazenda e a comissão criada para o auxiliar. A falta considerável do equilíbrio entre a receita e a despesa era um mal antigo, e por extremo difícil de remediar.

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Memórias do Barão Lemercier - Viagem a Portugal – 1846

Não há estradas em Portugal; isto não é exagero, é um facto. (…) Poderia talvez havê-las se Costa Cabral tivesse permanecido e o dinheiro lhe não faltasse. Mas agora não há uma única, à excepção, bem entendido, da que liga Lisboa a Sintra, cinco a seis léguas. (…) Os trabalhos das Companhias Lucotte, Lombre, Travaux Publics, tirando as estradas do Porto a Braga, do Porto a Guimarães e de três a quatro léguas da estrada do Porto a Coimbra, que estão mais ou menos acabadas, só pioraram o estado das comunicações. Com efeito os primeiros trabalhos tinham naturalmente consistido em escavar as estradas, que estavam bastante mal, para serem arranjadas e macadamizadas; deu-se a revolução do Minho (…) e as estradas ficaram na situação em que se encontravam, quer dizer escavadas e não macadamizadas.

Memórias do Duque de Palmela sobre as condições enfrentadas pelo seu governo (cont.)

2012 / 02 / 29

A esse mal acrescia agora o de uma dívida enorme não consolidada, resultando em grande parte da gerência do Ministério passado, que nos últimos dois anos havia dispendido avultadas somas postas à sua disposição pelas companhias de crédito, sem que desse dispêndio resultasse nem a diminuição da dívida atrasada, nem benefício algum sólido para o país.

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Memórias do Duque de Palmela sobre as condições enfrentadas pelo seu governo (cont.)

2012 / 02 / 29

Acresciam ainda embaraços trazidos pela crise do Banco, crise acelerada sim, porém não causada pela revolução de Maio, que ameaçava ir em aumento se lhe não acudisse o Governo, afectando as fortunas grandes e pequenas pela depreciação que ocasionava na moeda circulante do país.

As rendas públicas também haviam diminuído, como era natural, pela dificuldade de cobrar os impostos directos, pela estagnação das mesadas do contrato do tabaco, devida à mesma causa.”