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Fábula

Fábula. A árvore e o homem. Vinha um homem caminhando em uma região desértica, com a cabeça exposta ao calor escaldante do sol, coberto de andrajos, com suas sandálias rotas, sentindo também seus pés escaldarem na areia quente, era um pobre andarilho.

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Presentation Transcript


  1. Fábula A árvore e o homem

  2. Vinha um homem caminhando em uma região desértica, com a cabeça exposta ao calor escaldante do sol, coberto de andrajos, com suas sandálias rotas, sentindo também seus pés escaldarem na areia quente, era um pobre andarilho. Eis que, olhando em frente deslumbrou a orla de uma floresta verdejante e para lá em continente se dirigiu. Chegando ao abrigo de uma frondosa árvore ouviu:

  3. - Pobre homem, o quanto de ti sinto pena. • E ele num misto de surpresa e revolta, respondeu: • Quem és tu, pobre e insignificante criatura, para de mim sentires pena? • Ela calmamente respondeu: • - Senta-te a minha sombra, encosta tuas costas cansadas em meu tronco, aproveita o refrigério de minha sombra, acalma-te e observa... Levanta a cabeça e olha minha copa, estais vendo a claridade radiante de nosso “Astro Rei” a incidir em minhas folhas? Observa bem os clarões que ele derrama entre minhas folhas sem me violentar, aquilo que a ti castiga a mim não prejudica, porque a carícia do vento que balança minha copa, refrigera minha seiva reconduzindo-a a minha raiz, mais rica e refrigerada.

  4. E ele em sua revolta disse: • Cala-te inerte, não vês que com meu machado posso destruir-te? • Sim. Disse ela, porém somente a ti violentarás, derruba meu tronco, ele se deteriorará, fortificando minhas raízes, que continuam vivas e eu estarei mais forte. Disse que de ti tenho pena, porque de fato eu tenho, sendo tu, privilegiado pelo nosso “Grande Criador’, que em sua grande sabedoria deu-te a outorga da locomoção, o da palavra articulada para a comunicação, deu-te ainda o raciocínio e o livre-arbitrio, tornando-te o dono de nosso plano terreno. Diga-me pobre homem o porque dessa caminhada em desespero, o que procuras? • Disse ele: A verdade.

  5. A verdade? Olha esse riacho que ao meu lado corre. • Esse é um desesperado como eu, disse ele, pois que está sempre correndo em desespero. • Engano teu, disse-lhe a árvore, a correria é aparente porque ele tem um destino pré determinado, vê bem, ouve o som de seu marulho. • É um grito de revolta, disse o homem.

  6. Engana-te novamente, no som de seu marulho, ele canta um hino de louvor ao nosso “grande criador”, pois que, desde sua nascente, conduz em seu leito, folhas mortas, flores, sementes, criaturas do meu reino que sabiamente em suas margens vai depositando, fortificando-as com nascimento de novas faunas, e com sua umidade traz o abraço fraterno de todas as minhas irmãs. Acalma-te pobre homem, levanta tua cabeça novamente e reflete, olha novamente minha copa, vê o brilho do “astro rei”, a carícia do vento, a harmonia do balançar de minhas folhas, o cântico dos pássaros, o zumbido dos insetos, a minha postura, embora inerte, vê bem, reflete, pois que em meus ramos os pássaros midificam, criam seus filhotes, de meus frutos se alimentam em seu bojo minhas sementes conduzem, semeando-as adiante, para que novas árvores nasçam e novos pássaros se alimentem e midifiquem criando seus filhotes, tudo na grande “harmonia universal”.

  7. E ele levanta-se, sai e olhando para traz diz: - Como ousas inerte e insignificante criatura falar-me dessa maneira?

  8. E ela responde: - Eu falei? Mais um engano teu pobre homem, eu sou árvore, eu não falo, tudo que ouviste está dentro de ti, vai, segue, procura uma companheira, cria raízes, funda teu lar, verás então que no primeiro vagido de uma criança sentirás todas as alegrias que nosso “grande criador” em sua misericórdia tem me concebido. Autoria de ANDRÉ SILVA

  9. Saudade é prolongamento de um espírito afastado, vive longe no momento e está sempre ao nosso lado Esta foi uma das formas que encontrei para homenagear alguém que embora já tenha partido deste mundo, ainda vive em meu coração, faz parte de minha vida e de muitos aos quais foi companheiro, amigo, irmão, pai, sogro, sobretudo um grande homem, exemplo de dignidade, meu querido e amado avô. Anália Viviane

  10. FORMATAÇÃO Autor do Slide: Prado Slides E-mail: jpamador@superig.com.br Texto: André Silva – In Memorian Imagens: Cadê Respeite o Autor. Não retire e nem modifique os créditos!

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