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MASSAGEM DRENAGEM LINFÁTICA. HISTÓRIA DA DRENAGEM LINFÁTICA 1.1 Dr. Emile Vodder (1896-1986), – 1932 – LANÇADO EM PARIS 1936, fisioterapeuta, biólogo e dinamarquês. A PRÁTICA DA MASSAGEM A ANAMNESE 4. AVALIAÇÃO GERAL 5. POSIÇÃO DO PACIENTE PARA A PRÁTICA DE MASSAGEM.

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HISTÓRIA DA DRENAGEM LINFÁTICA

1.1 Dr. Emile Vodder (1896-1986), – 1932 – LANÇADO EM PARIS 1936, fisioterapeuta, biólogo e dinamarquês.

  • A PRÁTICA DA MASSAGEM
  • A ANAMNESE

4. AVALIAÇÃO GERAL

5. POSIÇÃO DO PACIENTE PARA A PRÁTICA DE MASSAGEM

o uso correto das m os
O USO CORRETO DAS MÃOS
  • Eminência hipotenar;
  • Eminência tenar;
  • Palma;
  • Articulação metacarpofalangiana;
  • Articulação interfalangeana proximal;
  • Articulação interfalangeana distal;
  • Articulação interfalangeana do polegar.
  • Os dedos das mãos e dos pés possuem: Falange proximal. Falange Medial e falange Distal.
  • Os dedo polegar e o hálux só possuem as falanges proximal e distal.
sistema linf tico
SISTEMA LINFÁTICO

É um sistema formado por vasos e órgãos linfóides, nele circula a linfa, sendo basicamente um sistema auxiliar de drenagem, ou seja, auxiliar do sistema venoso.

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Forma-se pela junção do tronco jugular esquerdo que trás a linfa da parte esquerda da cabeça como tronco subclávico esquerdo provindo do baço esquerdo.

É o maior tronco linfático. É o tronco comum de todos os vasos linfáticos corpóreos.

Origem: cistema do quilo (saco alongado localizado na região lombar direita na cavidade abdominal, sob o diafragma).

  • Ducto Torácico
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Ducto Linfático Direito

Junção do tronco jugular direito com os troncos subclávio direito e broncomediastinal ascendente (que trás a linfa na parte superior do tórax direito).

Ambos drenam de 2 a 4 litros de linfa nas vias superiores.

fun es do sistema linf tico
FUNÇÕES DO SISTEMA LINFÁTICO
  • Conservação das proteínas plasmáticas e do líquido;
  • Defesa contra doenças;
  • Absorção dos lipídeos.
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Linfócitos - Que desempenham um papel importante na produção de anticorpos e na imunidade celular super específica.

Não são lançados diretamente à circulação após sua formação na medula dos ossos longos.

Necessitam de órgão que agirão como incubadoras são os“ÓRGÃOS LINFÓIDES”

rg os linf ides
ÓRGÃOS LINFÓIDES
  • Tonsilas, baço e timo.
  • Captar o líquido intersticial.
  • Reconduzir ao sistema vascular sanguíneo.
a linfa
A LINFA
  • É uma composição semelhante à do plasma sangüíneo.
  • Composta por uma combinação de proteínas, uréia, linfócitos e sais minerais.
  • O corpo humano tem mais de 10 litros de linfa (aproximadamente 16% do peso corporal).
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A carga linfática obrigatória são macromoléculas, principalmente de proteínas, mucopolissacarídeos, lipoproteínas, ácidos graxos, bactérias e fragmentos de célula.
  • Partículas como vírus, bactérias e resíduos celulares são fagocitadas pelos linfócitos existentes nos gânglios linfáticos.
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Com isso, os gânglios incham, formando as ínguas - “Gânglios linfáticos enfartados”.
  • É possível, muitas vezes, detectar um processo infeccioso pela existência de gânglios linfáticos enfartados (inchados).
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MDL

Constitui um útil tratamento fisioterapêutico em grande número de aplicações, sendo uma técnica de apoio em tratamentos que afetam o aspecto exterior das pessoas

(LOPES, 2000)

a o fisiol gica das manobras de drenagem
AÇÃO FISIOLÓGICA DAS MANOBRAS DE DRENAGEM
  • Dinamização do peristaltismo dos coletores;
  • “Desentupimento” sistemático das vias de acesso à região afetada;
  • Suaviazação e "desfibragem" minuciosa da organização conjuntiva;
  • Solicitação máxima da reabsorção;
  • Eliminação progressiva de todos os resíduos tóxicos resultantes do traumatismo;
  • Melhor oxigenação dos tecidos;
  • Melhor defesa e ação antiinflamatória;
  • Aumento do potencial reparador.
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Desintoxicação dos tecidos intersticiais;
  • Desintoxicação da musculatura esquelética;
  • Distribuição de hormônios;
  • Favorecer a reconstrução e nova formação de capilares linfáticos;
  • Melhorar a cicatrização e recuperação tecidual;
  • Alivia a pressão provocada pelo edema;
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Melhora a cicatrização;
  • Contribui com a recuperação mais rápida no pós-operatório;
  • Torna a vascularização mais abundante e funcional;
  • Fortalecer o sistema defensivo-imunitário;
  • Facilita os linfocentros iguinais e axilares;
  • Estimula os fibroblastos.
indica es
INDICAÇÕES
  • Linfedema;
  • Paniculopatia edemato fibro esclerótica
  • Fadiga nos MMII;
  • Algias musculares;
  • Relaxamento muscular corporal;
  • Pós-mesoterapia;
  • Gravidez;
  • Pré e pós-cirurgia plástica;
  • Hematomas e equimoses;
  • Varizes;
  • Olheiras;
  • Marcas de expressão;
  • Rejuvenescimento facial;
  • Edemas;
  • Retenção hídrica.
contra indica o e ou precau es
CONTRA – INDICAÇÃO E/OU PRECAUÇÕES

- Caso de hipotensão;

- Portadores de asma ou qualquer alteração respiratória;

- Inflamação aguda nos gânglios;

- Câncer;

- Febre;

- Afecções Cutâneas;

- Insuficiência Cardíaca.

mdl categorias
MDL - Categorias

- Evacuações / Desobstruções;

- Captação;

- Reabsorção.

t cnica de massagem linf tica
TÉCNICA DE MASSAGEM LINFÁTICA
  • Manobras de Leduc
  • Circulares com os dedos;
  • Circulares com os polegares;
  • Movimentos combinados;
  • Bracelete.
t cnica de massagem linf tica1
TÉCNICA DE MASSAGEM LINFÁTICA

2. Manobras de Vodder

  • Círculos fixos;
  • Movimento do “Doador”;
  • Movimento de bombeamento;
  • Movimentos giratórios ou rotacionais.
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Docente das seguintes instituições:

FAL / FAA

FACIMA / SENAC

Ft. Esp. Ana Carla Vieira dos Santos

anacarla77@hotmail.com