Sacramento do Matrimônio
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Sacramento do Matrimônio. O Matrimônio é o amor. Ninguém consegue viver sem a presença e a amizade de outras pessoas. Ninguém está sozinho. No casamento, essa amizade é repartida entre o marido e a mulher.

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Sacramento do Matrimônio

O Matrimônio é o amor. Ninguém consegue viver sem a presença e a amizade de outras pessoas. Ninguém está sozinho. No casamento, essa amizade é repartida entre o marido e a mulher


  • A palavra matrimônio  vem do Latim  mater, e significa mãe. Ou ainda matrimonium que significa mulher casada ou casamento.


1 o matrim nio no antigo testamento
1. O MATRIMÔNIO NO ANTIGO TESTAMENTO

  • a sacralidade da sexualidade adquire, no momento da revelação bíblica, fundamento absolutamente novo.





















  • Gn 1,27-32, escrito no século VI a.C. atraídos uns aos outros sexualmente e se casam. As palavras “deixar” e “ligar-se” são palavras de aliança e sugerem que o casamento é visto aqui como relacionamento de aliança.





  • No relato javista a formação da mulher não é relacionada com a procriação e a perpetuação da espécie, mas sem com o fato de que o homem não pode estar só;

  • A mulher que Deus apresenta ao homem como companheira de vida e colaboradora, elimina radicalmente aquela situação incompleta em que o homem se encontrava;





Podemos distinguir tr s etapas da revela o divina
Podemos distinguir três etapas da revelação divina: volta-se claramente no sentido de manifestar e favorecer a união de corações, mente e espírito entre dois seres.

  • Na tradição anterior ao século VIII a.C. a Sagrada Escritura nos apresenta um ou outro casal. Eles refletem o ideal bíblico.




















  • Tobias, porém, vai além da união matrimonial, trata-se da salvação. Na condição humana atual, o casal está exposto ao demônio (6,14-15) e Sara será salva por Tobias (6,19). O amor de Tobias e Sara é casto e é santificado pela oração, pela continência de três dias após o matrimônio.




2 o matrim nio no novo testamento
2. O MATRIMÔNIO NO NOVO TESTAMENTO possíveis da sua composição, mostra-nos importante teologia do matrimônio.

  • O MATRIMÔNIO SEGUNDO CRISTO









S o paulo e o matrim nio
SÃO PAULO E O MATRIMÔNIO (Mt 21,31-32).

  • A primeira carta aos Coríntios dá-nos a prova de que a Igreja seguiu a doutrina de seu Chefe, Cristo, e a comunidade cristã toma posições absolutas quanto ao divórcio (1Cor 7,10-16).





O matrim nio na igreja primitiva
O MATRIMÔNIO NA IGREJA PRIMITIVA respeitado e deverão atingir o domínio da sua sexualidade mediante a ascese (1Cor 7,2.5).

  • A situação dos batizados no Novo Testamento está mudada, porque Cristo realizou no seu sangue a aliança perfeita.











Mt 19 1 12 casamento e rep dio cf mc 10 1 12
MT 19,1-12 CASAMENTO E REPÚDIO (CF. MC 10,1-12) seu próprio corpo. O significado do casal deve ser encontrado no mistério das relações entre Deus e o homem.

  • Como um meio de pôr Jesus à prova, os fariseus o interrogam sobre o casamento e o divórcio.



  • A apresentação de Mateus sobre o ensinamento de Jesus quanto ao casamento e ao repúdio nos vv. 4-9 cita primeiro Gn 1,27 (v. 4) e Gn 2,24 (v. 5) no sentido de que no plano de criação original de Deus o casamento era indissolúvel e nenhum agente humano podia terminar essa união (v. 6).




Mt 5 31 32 o div rcio
MT 5,31-32 (O DIVÓRCIO) indissolúvel (cf. Mt 10,11-12; Lc 16,18; 1 cor 7,10-11).

  • De acordo com Jesus o divórcio não é permitido (cf. Lc 16,18; 1Cor 7,10-11; Mc 10,02-12; Mt 19,3-12.



  • A palavra grega é pornéia (incastidade, prostituição, fornicação, de vários tipos de relação sexual ilícita que aparecem em: Mt 5,32; 19,9; Mc 7,21; Jo 8,41; At 15,20; 1Cor 6,14.18; 7,2; 2Cor 12,21; Gl 5,19; Cl 3,5 e como idolatria e imoralidade em: Ap 2,21; 14,8; 17,2.4; 19,2)


Mc 10 1 12
MC 10,1-12 fornicação, de vários tipos de relação sexual ilícita que aparecem em: Mt 5,32; 19,9; Mc 7,21; Jo 8,41; At 15,20; 1Cor 6,14.18; 7,2; 2Cor 12,21; Gl 5,19; Cl 3,5 e como idolatria e imoralidade em: Ap 2,21; 14,8; 17,2.4; 19,2)

  • O primeiro encontro do capítulo 10 tem a ver com a sempre importante questão da fidelidade dos esposos no relacionamento conjugal (vv. 1-12).







Resumo hist rico sobre a pr tica celebrativa do matrim nio
RESUMO HISTÓRICO SOBRE A PRÁTICA mesmo esse antigo Evangelho parece permitir a separação (todavia sem novo casamento) de esposos que não mais se amem como marido e mulher. CELEBRATIVA DO MATRIMÔNIO



Nos primeiros s culos
Nos primeiros séculos costumes da sociedade que, nos diversos países, acompanham a fundação de um lar

  • Os cristãos viviam o matrimônio à luz do projeto de Jesus Cristo e do ensinamento dos Apóstolos.


E a celebra o
E a celebração? costumes da sociedade que, nos diversos países, acompanham a fundação de um lar

  • Faziam-na segundo os costumes de seus respectivos países, na medida em que tais usos não se opunham à fé cristã.


O casamento no mundo romano
O casamento no mundo romano costumes da sociedade que, nos diversos países, acompanham a fundação de um lar

  • No direito romano, o essencial do casamento era o consentimento. Dava-se bastante importância ao noivado.




Primeiro momento
Primeiro momento: casal de namorados, diante de todos, prometem que querem se casar. Então o rapaz coloca um anel no dedo da moça e lhe entrega presentes, como garantia da futura união.

  • Vestição da noiva com um véu amarelo


Segundo momento
Segundo momento casal de namorados, diante de todos, prometem que querem se casar. Então o rapaz coloca um anel no dedo da moça e lhe entrega presentes, como garantia da futura união.

  • na casa da noiva, apresentação desta por uma mulher casada, consulta aos adivinhos, leitura do contrato diante de testemunhas que o assinavam, troca dos consentimentos, entrega da moça ao marido mediante o gesto da junção das mãos, oferta de um sacrifício aos deuses familiares (lares), e ceia de núpcias.


Terceiro momento
Terceiro momento: casal de namorados, diante de todos, prometem que querem se casar. Então o rapaz coloca um anel no dedo da moça e lhe entrega presentes, como garantia da futura união.

  • À noite, cortejo, levando a noiva à casa do marido, o qual a introduz no domicílio apresentando-lhe, em seguida, água e fogo; ambos são levados ao quarto nupcial; o marido tira o agasalho da esposa e todos se retiram.


O casamento dos crist os
O casamento dos cristãos casal de namorados, diante de todos, prometem que querem se casar. Então o rapaz coloca um anel no dedo da moça e lhe entrega presentes, como garantia da futura união.

  • Estes eram os ritos usados pelos cristãos nos três primeiros séculos. Ritos realizados em família.




Casamento em cristo
Casamento em Cristo indissolúvel, bem como as condições morais do casamento dos fiéis.

  • Até o século IV não sabemos de uma bênção litúrgica ou de intervenção de um sacerdote nos ritos nupciais.




Do s culo iv ao s culo xi
Do século IV ao século XI casamento acontecia

  • A partir da chamada "paz constantiniana" (século IV), a bênção de Cristo vai sendo pouco a pouco expressa exteriormente:




Em roma e mil o a velatio nuptialis
Em Roma e Milão, a "velatio nuptialis" oração e de bênção para o casamento.

  • "No final do século IV, S. Ambrósio e o papa Silício aludem a uma cerimônia, que S. Paulino de Nola, por volta de 403, composto para o casamento de Juliano (futuro bispo de Eclano), filho do bispo de Benevento, com a filha do bispo de Cápua:





  • Único rito litúrgico durante séculos em Roma, a bênção nupcial estava prescrita para os clérigos menores, era proposta aos leigos, recusada, no entanto, aos cristãos culpados de fornicação e não era dada no caso de segundas núpcias. A Igreja reconhece, na época, os ritos familiares do noivado sem neles intervir


Na g lia espanha pa ses celtas a benedictio in thalamo
Na Gália, Espanha, países celtas: a "benedictio in thalamo"

  • A forma mais difundida da liturgia do casamento na Gália e nos países celtas consistia em uma bênção dos esposos no quarto nupcial. O padre ou bispo é convidado a dar esta bênção.


  • Na Espanha, esta bênção era enriquecida de outros pormenores: ofício votivo para a véspera e a manhã das núpcias, bênção para os dois esposos e bênção especial para a esposa na igreja, durante a missa em que os noivos comungam e, finalmente, a bênção final para os dois. Adotou-se também o rito da entrega da esposa ao esposo pelo sacerdote (em lugar do pai) e um rito da entrega das alianças.



No oriente o rito da coroa o
No Oriente, o rito da coroação foi sendo suplantada pela liturgia romana, chegando a ser finalmente supressa por Gregório VII (1073-1085).

  • Se de um lado a Igreja latina atribuía um valor litúrgico ao rito familiar da velatio, as Igrejas do Oriente adotavam como rito específico do casamento um outro antigo costume, a coroação dos esposos.


O rito da coroa o
O rito da coroação foi sendo suplantada pela liturgia romana, chegando a ser finalmente supressa por Gregório VII (1073-1085).

  • Desde a antiguidade clássica, a coroação dos esposos fazia parte dos costumes nupciais na Grécia.






O rito do noivado
O rito do noivado uma explosão de alegria que se expressa por uma espécie de dança sagrada do sacerdote e dos jovens esposos em torno do Evangelho. O ritual caldeu prolonga a celebração até à casa do esposo.

  • A bênção comportava uma troca de consentimentos, a bênção das alianças, previamente colocadas sobre o altar, e uma longa oração de bênção dos noivos.


O casamento medieval porta da igreja
O casamento medieval à porta da igreja uma explosão de alegria que se expressa por uma espécie de dança sagrada do sacerdote e dos jovens esposos em torno do Evangelho. O ritual caldeu prolonga a celebração até à casa do esposo.

  • No Ocidente, a partir do século XI, aconteceu mais uma mudança na prática celebrativa do matrimônio.




O casamento no ocidente ap s conc lio de trento
O casamento no Ocidente após Concílio de Trento passa a ser feita imediatamente antes da missa, mas no exterior da igreja, na porta da igreja (

  • O Concílio de Trento será o primeiro a impor, em 1563, sob pena de invalidade, a forma canônica, quer dizer, a passagem dos noivos diante de seu próprio pároco.




  • a expressão do consentimento sob a forma de um "sim" à pergunta do sacerdote, junção das mãos seguida da declaração "Eu vos uno" e de uma aspersão, bênção da aliança que o esposo coloca no dedo da esposa, mas com uma palavra do sacerdote, alguns versículos de salmos e uma breve oração. Segue-se então a missa do casamento com a bênção nupcial após o Pai-nosso e uma bênção final que retoma a fórmula do casamento de Tobias (Tb 7,15).


A celebra o do matrim nio depois do vaticano ii
A celebração do matrimônio depois do vaticano II pergunta do sacerdote, junção das mãos seguida da declaração "Eu vos uno" e de uma aspersão, bênção da aliança que o esposo coloca no dedo da esposa, mas com uma palavra do sacerdote, alguns versículos de salmos e uma breve oração. Segue-se então a missa do casamento com a bênção nupcial após o Pai-nosso e uma bênção final que retoma a fórmula do casamento de Tobias (Tb 7,15).

  • Veja do que diz a Constituição "Sacrosanctum Concilium" sobre a Liturgia, nos nn. 77-78, sobre o matrimônio:







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