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“ You must be the change you want to see in the world ”

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“ You must be the change you want to see in the world ”. Gandhi. Teoria e Desenvolvimento Curricular. Programa. Área Científica Educação Regência Jesus Maria Sousa Docente Nuno Silva Fraga. Introdução

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Presentation Transcript
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Área Científica

Educação

Regência

Jesus Maria Sousa

Docente

Nuno Silva Fraga

Introdução

A centralidade do currículo prende-se com o facto de ser um campo em constante problematização do conhecimento sobre as realidades alicerçadas nas dinâmicas culturais, educacionais, politicas e económicas. Como ponto de partida de qualquer projecto de formação, o currículo é a expressão de conflitos e consensos que são construídos a partir da (re)definição das suas politicas e práticas.

O Currículo é lugar, espaço, território. O currículo é relação de poder. O currículo é trajectória, viagem, percurso. O currículo é autobiografia. O currículo é documento de identidade.

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Objectivos:

- Compreender o conceito de currículo.

- Identificar as etapas na construção dum currículo.

- Reconhecer o papel da política educativa na determinação dum currículo.

- Entender como o currículo, pela forma como se organiza e se desenvolve, pode ser um indutor de desigualdades.

- Perspectivar o Currículode uma forma crítica, na sua relação com a ideologia, a culturae o poder.

- Desenvolver atitudes de reflexão e análise crítica face ao acto educativo.

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Conteúdos Programáticos

  • 1. Definições situacionais de currículo.
    • a) Evolução das concepções de currículo.
    • b) Etapas na definição do currículo.
    • c) Componentes fundamentais do currículo.
  • 2. Currículo, Programa e Programação.
  • 3. Fundamentos de Teoria da Educação:
    • a) Fundamentos Filosóficos da educação.
    • b) Fundamentos Sociológicos da Educação.
    • c) Fundamentos Psicológicos da Educação.
  • 4. Diferentes posturas curriculares.
    • a) Uma postura curricular: o Racionalismo Académico.
    • b) Uma postura curricular: Processo Cognitivo.
    • c) Uma postura curricular: Experiência Consumatória.
    • d) Uma postura curricular: Reconstrução Social.
    • e) Uma postura curricular: Tecnologia do Ensino.
  • 5. A análise de uma Política Educativa.
  • 6. Teorias curriculares:
    • a) Teorias Tradicionais.
    • b) Teorias Críticas.
  • 7. Natureza e âmbito do Desenvolvimento Curricular.
  • 8. Modelos de Desenvolvimento Curricular:
    • a) Modelo baseado nos objectivos.
    • b) Modelo baseado no processo.
    • c) Modelo baseado na situação.
  • 9. Organização curricular portuguesa.
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Metodologia

Para além da exposição e da clarificação de conceitos pelo professor, haverá recurso a leitura e análise individual de textos, para reflexão conjunta em trabalho de pares ou de grupo.

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Avaliação

A avaliação de conhecimentos será periódica.

Elementos de avaliação:

1. Realização de um trabalho de grupo I sobre a Organização Curricular Portuguesa, tendo como ponto de partida o livro com o mesmo nome, organizado pelo Professor Doutor José Augusto Pacheco. (25% da nota final).Do trabalho de grupo deverá resultar a redação de um artigo de dez páginas onde deverá ficar expresso, num discurso claro e crítico, os principais traços da temática analisada. O Artigo deverá estar formatado de acordo com as Normas APA (6.ª Edição). (Estrutura: Capa [título e nome e números dos elementos do grupo]; 10 páginas numeradas que correspondem ao corpo do texto do artigo; Referências; Anexos).

2.Trabalho de grupo II: após a leitura do livro de Paulo Freire – “Pedagogia da Autonomia. Saberes necessários à prática educativa” o grupo de trabalho deverá elaborar um conjunto de diapositivos, onde reúna os principais pressupostos daquela obra, apresentando-os à turma. A apresentação não deve exceder os 30 minutos. Pede-se que o grupo tenha consciência da cientificidade do discurso, do rigor da informação trabalhada e apresentada. Os aspectos formais na formatação dos diapositivos deverão obedecer às Normas APA (6.ª Edição). (25% da nota final).

3.Frequência. (50% da nota final). (Com a avaliação dos conteúdos programados leccionados até à data do teste).

4. Para mais esclarecimentos sobre o Regime de Avaliação, o aluno deverá consultar o Regulamento de Avaliação da UMa, em particular o disposto no Anexo I – Modelo de Avaliação A (o adoptado pelo docente para a UC de TDC).

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Observações:

  • Trabalho de grupo I : a partir da análise de determinados capítulos da obra organizada pelo Professor José Augusto Pacheco – Organização Curricular Portuguesa – os grupos de trabalho terão de organizar um conjunto de diapositivos com as principais linhas que estruturam o Currículo em Portugal. Estes diapositivos deverão ser um dos Anexos do Trabalho escrito referido no ponto 1 da Avaliação.
  • Dos 4 temas que se seguem, serão atribuídos a cada grupo de trabalho, apenas um:
  • 1. “Documentos curriculares para a Educação de Infância: um olhar sobre o passado, questões para o futuro.” (pp. 53-84).
  • 2. “Ensino Primário / Ensino básico: 1.º Ciclo.” (pp. 85-128).
  • 3. “Ensino básico: 2.º Ciclo.” (pp. 129-189).
  • 4. “Ensino básico: 3.º Ciclo.” (pp. 191-220).
  • O quinto tema deverá ser trabalhado por todos os grupos, dada a transversalidade da temática:
  • 5. “Estrutura curricular do sistema educativo português.” (pp. 7-52).
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Reprografia (CopyCenter)

Caixa nº 16(Nota: grande parte dos documentos abordados na aula quer relativos à abordagem teórica, quer relativos à abordagem prática, encontrar-se-ão disponíveis na página Web do docente).

Contactos do docente (Contacts)

Universidade da Madeira. Campus Universitário da Penteada

E-mail: nfraga@uma.pt

Página pessoal: http://www.uma.pt/nunosilvafraga/

Horário de atendimento

Quarta-feira das 15h às 17h. (Solicita-se que os alunos interessados contactem previamente o docente).

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Calendarização dos momentos de avaliação:

Frequência:

25 de Maio de 2011

Entrega do Trabalho de

Grupo I:

22 de Junho de 2011

Entrega e Apresentação do Trabalho de Grupo II:

18 de Maio de 2011

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Bibliografia (References)

Althusser, Louis. (1983). Aparelhosideológicos de Estado. Rio de Janeiro: Graal.

Apple, Michael. (1999). Poder, significado e identidade. Ensaios de estudos educacionais críticos. Porto: Porto Editora.

Barroso, João. (2005). Políticas educativas e organização escolar. Lisboa: Universidade Aberta.

Costa, Jorge Adelino. (2003). Projectos Educativos de Escola: um contributo para a sua (des)construção. Revista Educação & Sociedade, 24 (85), 1319-1340. Inhttp://www.scielo.br/pdf/es/v24n85/a11v2485.pdf

Freire, P. (n.d.). Educação como prática de liberdade (5.ª ed.). Lisboa: Dinalivro.

Freire, P. (2005). Pedagogia do Oprimido (45.ª ed.). São Paulo: Paz e Terra.

Freire, Paulo. (2009). Pedagogia da Autonomia. (39.ª ed.). São Paulo: Paz e Terra.

Landsheere, Gilbert. (1997). A pilotagem dos sistemas de educação. Porto: Edições ASA.

Morgado, José Carlos & Paraskeva, João Menelau. (2000). Currículo: factos e significações. Porto: CRIAP-ASA.

Pinar, William. (2007). O que é a Teoria do Currículo?. Porto: Porto Editora.

Pacheco, José Augusto. (2002). Politicas Curriculares. Porto: Porto Editora.

Pacheco, José Augusto. (2008). Organização Curricular Portuguesa. (Org.). Porto: Porto Editora.

Roldão, Maria do Céu. (1999). Gestão curricular. Fundamentos e práticas. Lisboa: Ministério da Educação – Departamento de Educação Básica.

Silva, Tomaz Tadeu. (2000). Teorias do currículo. Uma introdução critica. Porto: Porto Editora.

Zabalza, Miguel. (2003). Planificação e Desenvolvimento Curricular na escola. (7th ed). Porto: Edições ASA.

Sousa, Jesus Maria. (2000). O Professor como Pessoa. Porto: Edições ASA.

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Internet

Dicionário On-line:

http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx

B-on (Biblioteca do Conhecimento Online):

http://www.b-on.pt/

RCAAP(RepositórioCientífico de AcessoAberto de Portugal):

http://www.rcaap.pt/

BibUMa:

http://aleph.uma.pt/

DigitUMa:

http://digituma.uma.pt/

ProjectoGutenberg:

http://www.gutenberg.org

Scientific Electronic Library Online – SciELO:

http://www.scielo.br/