1 / 36

Ciclo de Vida das Organizações Trabalho em Equipe

Ciclo de Vida das Organizações Trabalho em Equipe. Por favor ajustem seus celulares para o modo silencioso. http://www.stepfordwives.com/html/wallpapers/wp_7_1024.html. LINCOLN WEINHARDT 1985 GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA – USP

kioko
Download Presentation

Ciclo de Vida das Organizações Trabalho em Equipe

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author. Content is provided to you AS IS for your information and personal use only. Download presentation by click this link. While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server. During download, if you can't get a presentation, the file might be deleted by the publisher.

E N D

Presentation Transcript


  1. Ciclo de Vida das Organizações Trabalho em Equipe

  2. Por favor ajustem seus celulares para o modo silencioso. http://www.stepfordwives.com/html/wallpapers/wp_7_1024.html

  3. LINCOLN WEINHARDT • 1985 GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA – USP • 1989 ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE EQUIPAMENTOS – PETROBRAS/UFRJ • 2001 PÓS-GRADUAÇÃO MBA EM GESTÃO EMPRESARIAL – FGV – MANAGEMENT • 2002 PÓS-GRADUAÇÃO EM MARKETING DE TI – ESPM • 2003/05 MESTRANDO EM ECONOMIA EMPRESARIAL – UCAM • DOCÊNCIA • PROFESSOR DE MARKETING E TECNOLOGIA (2001- ...) • PREPARANDO ALUNOS DAS UNIVERSIDADES SALGADO DE OLIVEIRA, CÂNDIDO MENDES E ISE-CENSA, PARA INGRESSAREM NO MERCADO DE TRABALHO CONSCIENTE DA REALIDADE MERCADOLÓGICA E DAS TENDÊNCIAS TECNOLÓGICAS. • PETROBRAS • COORDENADOR DE MOVIMENTAÇÃO DE GÁS (2005 - ... ) • RESPONSÁVEL COORDENAÇÃO DA MOVIMENTAÇÃO E PRODUÇÃO DO GÁS DA BACIA DE CAMPOS. • COORDENADOR DE PLANEJAMENTO DE TI (2003 - 2004 ) • RESPONSÁVEL PELA REESTRUTURAÇÃO DA GERÊNCIA DE TI PARA O SEGMENTO DE EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO DE ÓLEO E GÁS DA BACIA DE CAMPOS. • COORDENADOR DE APOIO AO USUÁRIO DE TI (2002 - 2003) • RESPONSÁVEL PELA CERTIFICAÇÃO ISO 9001 NO PROCESSO DE APOIO AO USUÁRIO DE TI DA BACIA DE CAMPOS. • COORDENADOR DE MARKETING DE TI E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS (2001 - 2002) • RESPONSÁVEL PELA IMPLEMENTAÇÃO DA ÁREA DE MARKETING DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO NA UNIDADE DE NEGÓCIOS DA BACIA DE CAMPOS, PARA CERCA DE 12.000 CLIENTES. GERENTE DE INFRA-ESTRUTURA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO (1998 - 2001) • RESPONSÁVEL PELA ÁREA DE INFRA-ESTRUTURA DE TI NA UNIDADE OPERACIONAL DA BACIA DE CAMPOS. CONSIDERADO PELO GARTNER GROUP O BENCHMARK MUNDIAL EM TCO.

  4. "Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende" Leonardo da Vinci www.vision.com.br

  5. As pessoas devem estar capacitadas para serem recebidas pelo mercado. Pessoas vendem competências . Empresas e o Mercado compram competências. Perfil de características de profissionais

  6. Ciclo de Vida das Organizações Trabalho de Equipe • Tópicos: • -Ciclo de vida das organizações (fase 1, fase 2 fase 3); • -Liderança e Administração dentro das fases; • -As 5 práticas de comportamento da liderança característica; • -Trabalho de equipe; • -Características das equipes de alto desempenho; • -Estágios das equipes de alto desempenho.

  7. A necessidade da compreensão da metáfora da Organização como um organismo vivo tem-se revelado como um fator fundamental para a eficácia do desempenho do gestor. Segundo este modelo probabilístico, a organização nasce, cresce, atinge sua maturidade, e pode vir a morrer se a liderança não estiver permanentemente preocupada em romper com a tendência natural de acomodar-se e de "não mexer em time que está ganhando. Ciclo de Vida das Organizações www.vision.com.br

  8. Nova Visão Estratégica Ciclo de Vida das Organizações 1- Ciclo de vida das Organizações Lucro Complexidade Desempenho Fase 1Inovação Fase 2Maturação e Estabilidade Fase 3Declínio Recursos, Tempo, Energia (George Ainsworth-Land) Sucesso não gera sucesso. Sucesso gera erros. Erros geram sucessos!

  9. LIDERANÇA 2 - Liderança e Administração. • “Para transformar uma visão em realidade é preciso ter a mente de administrador e a alma de líder.” • Craig R. Hickman • O Líder tem uma visão voltada para o Futuro, imaginando cenários futuros. • O Líder conquista o apoio dos outros, atraindo pessoas para propósitos comuns. • AS PESSOAS SÓ VÃO ATRÁS DA BOA! • Que características os seguidores esperam de seus líderes: • 87% Honestidade • 71% Progressista • 68% Inspirador • 58% Competência • 49% Justiça • 46% Solidário • Que líderes queremos? • A maioria de nós quer líderes que sejam honestos, com visão, inspiradores e competentes. • Em resumo: • Queremos líderes que tenham credibilidade e senso de direção.

  10. LIDERANÇA 2 - Liderança e Administração. • Administrar é Planejar e Assumir Responsabilidades • Nas organizações deve ser evitado o proselitismo político, religioso... • Cuidado com o efeito “Halo” auréola. • Atenção as necessidades individuais. • Práticas e comportamentos de Liderança. • Buscar oportunidades de confrontar e mudar o “STATUS QUO”. • Classificação dos desafios ao diante do Processo: • Classe 1 – Os que podemos enfrentar agora. • Classe 2 – Os que podemos influenciar agora. • Classe 3 – Os não podemos fazer nada a respeito agora.

  11. LIDERANÇA 2 - Liderança e Administração. Liderança é a arte de fazer com que os outros desejem fazer algo que você está convencido que deva ser feito.

  12. Liderança Sociedade dos Poetas Mortos Quando o carismático professor de inglês John Keating (o vencedor do Oscar, Robin Williams) chega para lecionar num rígido colégio para rapazes, seus métodos de ensino pouco convencionais transformam a rotina do currículo tradicional e arcaico. Com humor e sabedoria, Keating inspira seus alunos a seguirem seus próprios sonhos e a viverem vidas extraordinárias. Sociedade dos Poetas Mortos, um dos mais comoventes campeões de bilheteria dos últimos anos, emocionou o público e a crítica com seus desempenhos brilhantes, sua história arrebatadora e sua grande produção.

  13. LIDERANÇA 2 - Liderança e Administração. Vídeo sobe a sociedade dos poetas mortos. • Experimentar arriscando. • Jogo do nove pontos: • Unir todos os nove pontos com somente 4 retas sem tiras o lápis do papel. • . . . • . . . • . . .

  14. SENTIMENTOS Medo, Ansiedade, Angustia LIDERANÇA Visão Estratégica SENTIMENTOS Realização, Auto-estima ADMINISTRAÇÃO Descobre-se o Modelo de Sucesso SENTIMENTOS Entusiasmo, Engajamento LIDERANÇA Pioneirismo Líder Carismático Empreendedor Ciclo de Vida das Organizações 2 - Liderança e Administração. Lucro Complexidade Desempenho Recursos, Tempo, Energia Fase 1 Fase 2 Fase 3

  15. LIDERANÇA LIDERANÇA E ARQUITETURA ORGANIZACIONAL O desenvolvimento da capacidade de compreender os elementos-chave da organização: TRABALHO, PESSOAS, TECNOLOGIA, e INFORMAÇÃO, e a importância da sua interdependência e adequação, para que a organização possa atender da melhor forma possível a necessidade dos seus CLIENTES e aproveitar os desafios e oportunidades do meio AMBIENTE, é um dos fatores críticos do sucesso gerencial. Esta habilidade é fundamental para maximizar a utilização dos recursos e aumentar a capacidade competitiva da instituição.

  16. LIDERANÇA 3 - AS CINCO PRÁTICAS E COMPORTAMENTOS DA LIDERANÇA. • -Desafiar o Processo. • -Inspirar uma Visão compartilhada. • -Capacitar os outros a agir. • -Modelar o caminho pelo exemplo. • -Encorajar as emoções.

  17. Comportamento de LIDERANÇA Modelar Encorajar as Emoções Comportamento de Comportamento de LIDERANÇA LIDERANÇA Desafiar Desafiar Capacitar Capacitar Inspirar uma Visão Inspirar uma Visão LIDERANÇA 3 - AS CINCO PRÁTICAS E COMPORTAMENTOS DA LIDERANÇA. Lucro Complexidade Desempenho Recursos, Tempo, Energia Fase 1 Fase 2 Fase 3

  18. LIDERANÇA 3 - AS CINCO PRÁTICAS E COMPORTAMENTOS DA LIDERANÇA. • 1- Desafiar o Processo. • Entendimento: • .Ter iniciativa própria; • .Não aceitar passivamente conceitos estabelecidos, ter cultura questionadora; • .Ser Pró-ativo; • .Assumir riscos calculados. • Comportamento a ser observado: • .Não ser acomodado; • .Ser ousado, destemido; • .Inovar, propor novas idéias; • .promoção de debates, abertura a sugestões; • .Sinérgico. • Práticas organizacionais: • .Times; • .Gerenciamento de desempenho; • .Pesquisa de clima; • .Cursos de desenvolvimento Gerencial/Supervisão; • .Reuniões de Análise Crítica.

  19. LIDERANÇA 3 - AS CINCO PRÁTICAS E COMPORTAMENTOS DA LIDERANÇA. • 2 Inspirar uma Visão compartilhada. • Entendimento: • .Montar possíveis cenários; • .Criar visão de futuro; • .Formular estratégias ou planos de ação; • .Compartilhar a visão; • .Contagiar as pessoas através de linguagem acessível. • Comportamento a ser observado: • .Reuniões dedicadas a compartilhar a visão de futuro e/ou acompanhar estratégias; • .Dimensionar tempo dedicado a visão; • .Conectar o futuro do setor com a visão da empresa; • .Delegar estratégias. • Práticas organizacionais: • .Reuniões periódicas para divulgar estratégias; • .Premiação; • .Sistema de informação interna.

  20. LIDERANÇA 3 - AS CINCO PRÁTICAS E COMPORTAMENTOS DA LIDERANÇA. • 3 Capacitar os outros a agir. • Entendimento: • .Criar; • .Estimular; • .Educar e treinar.. • Comportamento a ser observado: • .Transparência; • .Coerência; • .Confiança; • .Saber ouvir; • .Delegar; • .Criar programa de treinamento. • Práticas organizacionais: • .Participação no programa de desenvolvimento individual; • .Ciclo de palestras

  21. LIDERANÇA 3 - AS CINCO PRÁTICAS E COMPORTAMENTOS DA LIDERANÇA. • 4 Modelar o caminho pelo exemplo. • Entendimento: • .Se deixar conhecer; • .Coerência entre o discurso e a prática; • .Planejamento e acompanhamento dos objetivos. • Comportamento a ser observado: • .Expor seus valores e crenças; • .Ser ético; • .Planejar, acompanhar, avaliar os objetivos (macros e específicos). • Práticas organizacionais: • .Programa de Desenvolvimento de Equipe com suporte psicológico; • .Código de ética; • .Gestão pela Qualidade Total.

  22. LIDERANÇA 3 - AS CINCO PRÁTICAS E COMPORTAMENTOS DA LIDERANÇA. • 5 Encorajar as emoções. • Entendimento: • .Ter a capacidade de reconhecer o desempenho das pessoas; • .Motivar as pessoas; • .Valorizar as pessoas, fazê-las sentir-se parte da organização. • Comportamento a ser observado: • .Dar feedback sincero e de forma contínua; • .Conhecer as necessidades e dar estímulo adequado a cada membro; • .Divulgar e comemorar as conquistas; • .Acompanhar o trabalho e desenvolvimento das pessoas. Conceder elogios; • .Fornecer os recursos necessários às pessoas para a realização de seu trabalho. • Práticas organizacionais: • .Bônus por desempenho; • .Participação nos lucros e resultados; • .Valorização da carreira técnica; • .Elogio Formal.

  23. Exibição do filme Apollo 13"Houston we have a problem." 19 - 0:49’33” nova Missão 28 - 1:07’19” task force 29 - 1:09’17” encorajar as emoções 35 - 1:19’35” task force 38 - 1:25’01” encorajar as emoções 39 - 1:32’30” champagne 51 - 1:58’40” encorajar as emoções 52 - 2:03’15” liderança compartilhada 52 - 2:04’00” encorajar as emoções 55 - 2:09’00” champagne final

  24. Trabalho em Equipe 4 - Trabalho de equipe • Equipe • Grupo de pessoas com alto grau de interdependência, voltado para a consecução de uma meta ou conclusão de uma tarefa. • Glenn Paker. • Equipe Funcional • A equipe funcional clássica é formada por um chefe e seus subordinados diretos. • A pirâmide é a forma mais comum. • Equipe Interfuncional/Multidisciplinar • Grupo de pessoas com propósitos claros (TASK FORCE). • Trabalho de Equipe • Grupo de pessoas trabalhando em conjunto para alcançar um objetivo comum, • através de decisões compartilhadas. • Equipes Auto-Gerenciável • Deve possuir um compromisso extremamente forte.

  25. Trabalho em Equipe 5 - Características das equipes de alto desempenho Equipes de Alto Desempenho possuem: .Visão e Senso de propósito; .Comunicação aberta; .Confiança e respeito mútuo; .Liderança compartilhada; .Procedimentos de trabalho eficazes; .Criação a partir das diferenças; .Capacidade de adaptação e flexibilidade; .Aprendizagem contínua.

  26. Trabalho em Equipe 6 - Estágios das equipes de alto desempenho • -Formação • -Tumulto • -Normalidade • -Desempenho • -Acomodação • -Transformação

  27. Trabalho em Equipe 6 - Estágios das equipes de alto desempenho • Formação: • Idéias imprecisas • Visão comum não desenvolvida • Senso de propósito não compartilhado • Comunicação cautelosa • Baixo nível de confiança • Ausência de procedimentos • Baixa consciência das diferenças • Baixa flexibilidade • Potencial de aprendizagem individual

  28. Trabalho em Equipe 6 - Estágios das equipes de alto desempenho • Tumulto: • Ausência de consenso • Conflitos sobre objetivos • Procura de um estilo de trabalho • Comunicação mais aberta • Tomada de consciência das diferenças • Estabelecimento de práticas • Enfrentamento de conflitos • Potencial de aprendizagem da equipe

  29. Trabalho em Equipe 6 - Estágios das equipes de alto desempenho • Normalidade: • Consenso sobre uma visão • Clarificação dos objetivos • Comunicação aberta • Fortalecimento da confiança • Aceitação das lideranças • Estabelecimento de procedimentos • Aceitação das diferenças de talentos, habilidades e estilos • Potencial de aprendizagem organizacional

  30. Trabalho em Equipe 6 - Estágios das equipes de alto desempenho • Desempenho: • Senso de propósito • Comunicação aberta • Confiança e respeito mútuo • Liderança compartilhada • Procedimento de trabalho eficazes • Criação a partir das diferenças • Adaptabilidade e flexibilidade • Aprendizagem contínua

  31. Trabalho em Equipe 6 - Estágios das equipes de alto desempenho • Acomodação: • Enfraquecimento do propósito • Menor motivação pela visão • Auto-confiança exagerada (arrogância) • Choques de lideranças • Perda de eficácia dos procedimentos • Acirramento das diferenças (conflitos) • Mudanças presas ao antigo padrão • Acomodação

  32. Trabalho em Equipe 6 - Estágios das equipes de alto desempenho • Transformação: • Mudança do propósito • Rediscussão da visão e dos objetivos • Recuperação da auto-estima • Desenvolvimento de novas lideranças • Rediscussão dos procedimentos • Compartilhamento das diferenças • “olhar” para além da estrutura e do contexto • renovação da equipe

  33. Nova Visão Estratégica Trabalho em Equipe 6 - Estágios das equipes de alto desempenho Lucro Complexidade Acomodação Desempenho Transformação Desempenho Normalidade Tumulto Formação Recursos, Tempo, Energia Fase 1 Fase 2 Fase 3 Inovação Maturação e Estabilidade Declínio (George Ainsworth-Land)

  34. Exibição do filme Robin Hood ”Prince of thieves" 1-11 - 0:37’00” Ínicio 1-12 - 0:44’00” Acomodação (cena da fogueira) 1-12 - 0:47’22” Acomodação (aqui somos Reis) 1-13 - 0:54’25” Acomodação (após atentado) 1-13 - 0:55’40” Acomodação 1-14 - 0:57’20” Acomodação 1-14 - 0:59’06” Transformação (Flecha na mão) 1-15 - 1:00’29” Normalidade 1-15 - 1:01’50” Normalidade 1-15 - 1:03’56” Desenvolvimento

  35. Observações Finais: • “A agilidade estratégica é mais importante que a própria estratégia.... • A habilidade das empresas em fazer dinheiro está mais relacionada com a CAPACIDADE DE TRANSFORMAÇÃO PERMANENTE do que com o domínio da estratégia correta” • Francis J. Gouillart • “A velocidade da mudança não vai diminuir no futuro próximo. • Ao contrário, a concorrência na maioria dos setores provavelmente só vai aumentar nas próximas décadas” • John P. Kotter

  36. OBRIGADO!

More Related