Tema da AULA # 5 ( 09/Set_09 ): Estratégias de Inovação e Competitividade - PowerPoint PPT Presentation

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Tema da AULA # 5 ( 09/Set_09 ): Estratégias de Inovação e Competitividade

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Tema da AULA # 5 ( 09/Set_09 ): Estratégias de Inovação e Competitividade

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  1. Tema da AULA # 5 ( 09/Set_09 ): Estratégias de Inovação e Competitividade 2.1. Estratégias de Inovação PROFESSORES: Luiz Carlos Di Serio Marcos Augusto de Vasconcellos Disciplina: O IMPACTO DA INOVAÇÃO NA COMPETITIVIDADE – II. INOVAÇÃO E ORGANIZAÇÕES INOVADORAS ALUNOS: A.Thomaz P. Lessa Neto Caio Ramalho

  2. 1º Vídeo de ABERTURA • Conteúdo: Participação do Caio Ramalho via VÍDEO CM-CDAE / FGV EAESP

  3. Definições de ESTRATÉGIA • Estratégia é um termo derivado do gregostrategós, que indicava o general acima de todos, e strategíasignificava a arte que esse general dominava, ou seja, sua estratégia (Di Serio; Vasconcellos ,2009). • As manobras estratégicas significavam escolher os caminhos mais vantajosos (Sun Tzu , 1998). • Táticas se referem ao planejamento e à condução de batalhas, enquanto a estratégia é o uso das batalhas na guerra (Clausewitz - reconhecido estrategista militar prussiano-, 1968). • Estratégia é a arte originalmente militar, de planejar e executar movimentos e operações visando alcançar ou manter posições favoráveis ao alcance de objetivos previamente definidos (Di Serio; Vasconcellos ,2009). CM-CDAE / FGV EAESP

  4. Escolas de Pensamento e Paradigmas no campo da ESTRATÉGICA CM-CDAE / FGV EAESP

  5. 2º Vídeo de ABERTURA • Título : A Faísca de INOVAÇÃO (2001) • Duração : 14 minutos • Conteúdo: Apresenta um descrição completa da GE ( General Electric ), suas operações, sua herança de inovação e a energia de seus funcionários, que continuam a fomentar o sucesso da empresa. • Idéia central: Da 1ª. lâmpada elétrica aos motores de aviões, veja como aFaísca de INOVAÇÃOé a propulsão da GE • Slogan central (2001) : A vida fica melhor com a GE. CM-CDAE / FGV EAESP 5

  6. Vídeo de ABERTURA CM-CDAE / FGV EAESP

  7. Curiosidades GE BRASIL CM-CDAE / FGV EAESP

  8. Leituras Prévias selecionadasa) Da Melhoria Contínua às Inovações Radicais • [P0] O’REILLY,C.; TUSHMAN, M.L.; TheAmbidextrousOrganizations. HBR, Vol.82, no.4, apr2004, pp. 74-81 • [P1] HAMMER, M.; DeepChange: HowOperationalInnovationCanTransformYourCompany. HBR, Vol.82, no.4, apr2004, pp. 84-93 • [P2] VON HIPPEL, E.; THOMKE, S.; SONNACK, M.; CreatingBreakthroughsat 3M. HBR, sep-oct1999 • [P2] WOMACK, J.P.;JONES, D.T.; AMentalidade Enxuta nas Empresas. Rio de Janeiro: Campus, 2004; 9ª. Ed. CM-CDAE / FGV EAESP

  9. Fórmula Toyota de Inovação “Um sistema de negóciospara o século XXI quesuplanta o sistema de produçãoemmassada FORD, o sistema de controlefinanceiro de Sloan e o sistemaestratégico de Welch e da GE . Baseia-se no modelo (enxuto) da Toyota , queassociaexcelênciaoperacional com extratégiasbaseados no valor paragerarcrescimentocontínuoeminúmerascondiçõeseconômicas.” Resumo “Felizmente, existe um poderosoantídodoaodesperdício: o pensamentoenxuto. O pensamentoenxuto é uma forma de especificar valor, alinharnamelhorsequência as açõesquecriam valor , realizaressasatividadesseminterrupçãotodavezquealguém as solicita e realizá-las de forma cadavezeficaz. Emsuma, o pensamentoenxuto é enxutoporque é uma forma de fazer cada vez mais com cada vez menos – menos esforço humano, menos equipamentos, menos tempo e menos espaço – e, ao mesmo tempo, aproximar-se cada vez mais de oferecer aos clientes exatamente o que eles desejam.” WOMACK;JONES , 2004 CM-CDAE / FGV EAESP

  10. Fórmula Toyota de Inovação CM-CDAE / FGV EAESP

  11. Fórmula Toyota de Inovação CM-CDAE / FGV EAESP

  12. Fórmula 3M de Inovação “Companiessaytheywantbreakthroughproducts, butmost ar far more adeptatmaking incremental improvements to existinglines. A pioneeringdivision( Medical-SurgicalMarkets ) at 3M successfullynavigated a processthat leads to breakthroughthinking.” VON HIPPEL; THOMKE; SONNACK, 1999 CM-CDAE / FGV EAESP

  13. Fórmula 3M de Inovação CM-CDAE / FGV EAESP

  14. Organizações Ambidestras “Wediscoveredthat some companieshaveactuallybeen quite successfulatbothexpoitingthepresentandexploringthe future, and as welooked more deeplyatthemwefoundthattheyseparatetheirnew, exploratoryunitsfromtheirtraditional, exploitativeones, allowing for different processes, structures, andcultures, atthesame time, theymaintaintight links acrossunitsattheseniorexcecutivelevel. In otherwords, theymanageorganizationalseparationthrough a tightlyintegratedseniorteam. Wecallthesekind os companies “ambidextrousorganizations”, andwebelievetheyprovide a practicalandprovenmodel for forward-lookingexecutivesseeking to pioneer radical ordisruptiveinnovationswhilepursuing incremental gains.” O’REILLY; TUSHMAN, 2004 CM-CDAE / FGV EAESP

  15. Organizações Ambidestras CM-CDAE / FGV EAESP

  16. Inovação e Competitividade “Executives who understand how operational innovation happens - and who also understand the cultural and organizational barriers that prevent it from happening more often - can add to their strategic arsenal one of the most powerful competitive weapons in existence.” HAMMER , 2004 CM-CDAE / FGV EAESP

  17. Leituras Prévias selecionadasb) Origens da Inovação • [P0] MACMILLAN, I.C.; McGRATH, R.G.; DiscoveringNewPointsofDifferentiantion. HBR, jul-aug1997 • [P0] SAWHNEY, M.;WOLCOTT, R.C.; ARRONIZ, I.; The 12 differentways for Companies to innovate. MIT Sloan Management Review, Vol.47, no. 3, 2006, pp. 75-81 • [P1] DRUCKER, P.F.; The Discipline ofInnovation. HBR, Vol.76, no.6, nov-dec1998, pp. 149-157 • [P1] LEONARD, D.; RAYPORT, J.F.; SparkInnovationthroughEmpathic Design. HBR, Vol.75, no.6, nov-dec1997, pp. 102-113 • [P1] KANTER, R.M.; FromSpareChange to Real Change: The Social Sector as Beta Site for Business Innovation. HBR, may-jun1999 • [P1] THOMKE, S.; EnlightenedExperimentation: TheNewImperative for Innovation. HBR, Vol.79, no.2, feb2001, pp. 66-75 • [P1] ULWICK, A.W.; TurnCustomerInpuyintoInnovatoin. HBR, Vol.80, no.1, jan 2002, pp. 91-97 • EXTRA - AMABILE, T.M.;HADLEY, C.N.; KRAMER, S.J.; Creativityunderthegun. Harvard Business Review (HBR), aug2002. Specialissue “TheInnovative Enterprise” CM-CDAE / FGV EAESP

  18. Fontes de Inovação “There are, of course, innovations that spring from a flash of a genius. Most innovations, however, especially the successful ones, result from a conscious, purposeful search for innovation opportunities, which are found in only a few situations.” DRUCKER, 1998 CM-CDAE / FGV EAESP

  19. Fontes de Inovação CM-CDAE / FGV EAESP

  20. Genesis da Inovação “Brandinnovation, for example, migthrequireconcurrentinnovationsalongthedimensionsofcustomerexperience, offeringsandpresence.” SAWHNEY; WOLCOTT; ARRONIZ , 2006 CM-CDAE / FGV EAESP

  21. Experiência e Empatia com o Cliente para a Inovação CM-CDAE / FGV EAESP

  22. Criatividade e Inovação “Let's take a look at what time pressure is, how it feels when people experience It at work, and the different ways it can be managed to enhance creativity.” HADLEY; KRAMER, 2002 CM-CDAE / FGV EAESP

  23. Leituras Prévias selecionadasc) Consequências da Inovação • [P2] MEYER, A.D.; GOES, J.B.; OrganizationalAssimilationofInnovations: A Multilevel Contextual Analysis. TheAcademyof Management Journal, Vol.31, Issue 4 (Dec. 1988), 897-923 • EXTRA - WEJNERT, B.; IntegratingModelsofDiffusionofInnovations: A Conceptual Framework. AnnaulReviewofSociology, Vol. 28 (2002), pp. 297-326 CM-CDAE / FGV EAESP

  24. Difusão da Invoação “An innovation had to be at an early stage in the diffusion process, embodied in mechanical equipment, and too costly and complex for individual physicians to adopt. ” MEYER; GOES, 1988 CM-CDAE / FGV EAESP