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OS RIOS PROFUNDOS - JOSÉ MARIA ARGUEDAS

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  1. OS RIOS PROFUNDOS - JOSÉ MARIA ARGUEDAS Palestrante: Cristiano Mello de Oliveira DoutorandoemLiteratura – UFSC-Capes – E-mail: literariocris@hotmail.com

  2. FICHA TÉCNICA DA EDIÇÃO BRASILEIRA • O livro recebeu uma publicação no BrasilpelaEditora Paz e Terra – Conselho Editorial – Antonio Candido, Fernando Henrique Cardoso, Celso Furtado. • Tradução: Gloria Rodriguez • Original emespanhol: Los riosprofundos • Rio de Janeiro • Número de páginas: 207 páginas • Ano da edição: 1977

  3. CAPAS – OS RIOS PROFUNDOS

  4. SUMÁRIO – MOTE PARA CADA CAPÍTULO – VASOS COMUNICANTES • 1- O velho • 2-As viagens • 3-A despedida • 4-A fazenda • 5- Ponte sobre o mundo • 6- Zumbayllu • 7- O motim • 8- Quebrada Honda • 9- Cal y canto • 10- YawarMayu • 11- Oscolonos

  5. CARACTERÍSTICAS GERAIS DO ROMANCE • 1- O romance é narradoemprimeirapessoa; • 2- Narra a infância do jovemArguedas; • 3- O protagonista se chama Ernesto; • 4- Romance denso de acontecimentos e episódios; • 5- Linguagemhíbrida (Espanhol e Quéchua); • 6- O romance apresentaváriascaracterísticas do folcloreperuano; • 7- Mesclaváriosdiscursos; etnográficos, autobiográficos, romanescos;

  6. CARACTERÍSTICAS GERAIS DO ROMANCE • O espaço do romance é densamentereferencialaocontextourbano de Cuzco e outrascidades; • Arguedasaproveitasuapaixãopelaantropologia, representandocenáriosrealistas das localidadesvisitadasdurantesuasandanças; • Frasesimagéticas – efeitossimbólicos;

  7. ARGUEDAS VALORIZA A ORALIDADE NO ROMANCE OS RIOS PROFUNDOS – CANÇÕES EM QUÍCHUA • A literatura, ao impor a escritura e negar a oralidade, nega o processo produtivo desta e o fixa sob as formas de produção urbana. Introduz os interruptores do fluxo que recortam a matéria. Obviamente não faz desaparecer a oralidade [...] ( RAMA, p. 94, A cidade das letras)

  8. FRAGMENTO DE ARGUEDAS – EL ZORRO DE ARRIBA Y EL ZORRO DE ABAJO • “Yono soyun aculturado; yosoy um peruano que orgulhosamente, como um demonio feliz habla em cristiano y indio, enespanol y em quechua.” (ARGUEDAS, p. 297)

  9. PERU - REPRESENTAÇÃO DE UMA NAÇÃO – ANTIGA E MODERNA • “José Maria Arguedas assume o papel de representar a utopia do Peru como nação quéchua moderna, capaz também de assumir e assimilar a riqueza da modernidade. Quase insensivelmente, o eu que buscava um mundo para poder ser, converte-se em um povo que para ser, para realizar sua identidade coletiva, tem de criar um novo mundo.” ( O Condor voa, p. 141)

  10. O queseria um romance autobiográfico? • “Difícil traçar o limite exato entre a autobiografia, as memórias, o diário intimo e as confissões, visto conterem, cada qual a seu modo, o mesmo extravasamento do ‘eu’. Enquanto a autobiografia permite supor o relato objetivo e completo de uma existência, tendo ela própria como centro, as memórias implicam um à-vontade na reestruturação dos acontecimentos e a inclusão de pessoas com as quais o biógrafo teria entrado em contacto. Por outro lado, ao passo que o diário constitui o registro dia-a-dia de uma vida, quer dos eventos, quer das suas marcas na sensibilidade, as confissões decorrem do esforço de sublimar, pela auto-retratação, as vivências dignas de transmitir ao leitor. (MOISÉS, 1999, p. 50)

  11. ESPAÇO GEOGRÁFICO - PERU • 1- Abancay; interior do Peru • “E, embora me dissessequeviajaríamosparaAbancay, fomospara Cuzco, vindos de umacidademuitodistante.” (ARGUEDAS, p. 9) • 2- Cuzco; interior do Peru • “Entramosem Cuzco à noite. A estaçãoferroviária e a largaavenidapelaqualavançavamos lentamente, a pé, me surpreenderam. A iluminaçãoelétrica era maisfracaque a de algumascidadespequenasqueconhecia.” (ARGUEDAS, p. 09)

  12. MAPA DO PERU ATUAL

  13. NOSTALGIA DA CIDADE – TRADIÇÃO X MODERNIDADE • “A Cuzco de meupai, a queele me descreveratalvez mil vezes, não podia seraquela.” (ARGUEDAS, p. 10) • “Aquelassacadassalientes, as portadas de pedra e ossaguõesesculpidos, osgrandespátios com arcadas, euosconhecia. Tinha-osvisto sob o sol de Huamanga. Euesquadrinhava as ruas à procura de murosincaicos.” (ARGUEDAS, p. 10)

  14. NOSTALGIA DE ERNESTO – MEMÓRIA DOS INCAS • “Aquelassacadassalientes, as portadas de pedra e ossaguõesesculpidos, osgrandespátios com arcadas, euosconhecia. Tinha-osvisto sob o sol de Huamanga. Euesquadrinhava as ruas à procura de murosincaicos.” (ARGUEDAS, p. 10)

  15. LEMBRANÇAS DO PAI – NOSTALGIA DE ARGUEDAS • “Meupai me falava de suacidade natal, dos palácios e templos, e das praças, durante as viagensquefizemos, atravessando o Perú dos Andes, de leste a oeste e de sul a norte. Eucresceranaquelasviagens.” (ARGUEDAS, p. 12)

  16. MURO SIMBÓLICO – ERNESTO TOCA NO MURO E LEMBRA DE MUITAS COISAS… • “Formavaumaesquina. Avançavaaolongo de umarualarga e continuavaemoutra, estreita e maisescura, quecheirava a urina. Aquelaruaestreitaescalava a ladeira. Caminheidiante do muro, pedraapóspedra. Afastava-me unspassos, contemplava-o e tornava a aproximar-me. Toquei as pedras com minhasmãos; acompanhei a linhaondulante, imprevisível, como a dos rios, emque se encaixamosblocos de rocha. Na ruaescura, no silêncio, o muroparecia vivo; napalma de minhasmãosflamejava a junção das pedrasqueeutinhatocado.” (ARGUEDAS, p. 12)

  17. FRASE SINTOMÁTICA DO NARRADOR – ERNESTO – EXPLICA AS VARIADAS VIAGENS FEITAS COM O PAI DE ARGUEDAS • “Meupai me falara de suacidade natal, dos palácios e templos, e das praças, durante as viagensquefizemos, atravessando o Peru dos Andes, de leste a oeste e de sul a norte. Eucresceranaquelasviagens.” (ARGUEDAS, p. 12)

  18. TEMPLO DE ACLLAHUASI – MENCIONA NA PÁGINA 13

  19. PRAÇA DAS ARMAS – CUZCO – REFERÊNCIA DA PÁGINA 14

  20. “ATRÁS FICA A FORTALEZA, O SACSAYHUAMAN […]” (p. 15)

  21. “Mas as pedrassãocomo as do palácio do Inca Roca […]”(p. 15)

  22. “A passomarcialnosencaminhamospara o AmaruCancha […]” (p. 16)

  23. “[…] o palácio de Huayna Capac […]” (p. 16)

  24. DIÁRIOS DE MOTOCICLETA – PERU – ADENTRANDO NA CIDADE DE CUZCO • http://www.youtube.com/watch?v=tvU6FAj70zk

  25. VIAGEM PERU - 2009

  26. PERU – VIAGEM 2009

  27. O NARRADOR – INFORMAÇÕES HISTÓRICAS • “Dá-se essenome, emquíchua, àsrachaduras das rochas. Nãoàs das pedrascomuns, mas às das enormes, ouaosintermináveisveiosqueatravessam as cordilheiras, caminhandoirregularmente, formando o alicerce dos picosnevadosquecegam com a luz do viajante.” (ARGUEDAS, p. 16)

  28. FIM POÉTICO DO PRIMEIRO CAPÍTULO – OS INSETOS E OS RIOS • “A medidaquedescepara o fundo do vale, o recémchegado se sentetransparente, como um cristalonde o mundovibrasse. Insetoszumbidoresaparecemnaregiãocálida; nuvens de mosquitos venenosos se cravam no rosto. O viajantevindo das terrasfrias se aproxima do rio, atordoado, febril, com as veiasinchadas. A voz do rioaumenta; nãoensurdece, exalta. Fascina as crianças, infunde-lhespressentimento de mundosdesconhecidos. Ospenachos dos bosques de carriçosagitam-se junto do rio. A correntemarchacomoque a passo de cavalos, de grandescavalos das colinas.” (ARGUEDAS, p. 25)

  29. A ARQUITETUTA LOCAL DAS CIDADES PERUANAS CHAMAM ATENÇÃO DO JOVEM RAPAZ ERNESTO – PASSAGEM SIMBÓLICA E METAFÓRICA • “- Papai – disseeu – A catedralparecemaiorquando a vejomais de longe. Quemfoique a construiu? • - O espanhol, com a pedraincaica e as mãos dos índios.” (ARGUEDAS, p. 15) • “Estapraça é espanhola? • _Não. A praçanão. Os arcos, ostemplos. A praçanão. FoifeitaporPachakutek, o Inca renovador do mundo. Não é diferente das centenas de praçasquevocêviu?” (ARGUEDAS, p. 15)

  30. SEGUNDO CAPÍTULO – AS VIAGENS – PERFIL DO PAI • “Meupainuncapôdeencontrarondefixarresidência; foiadvogado do interior, instável e errante. Com eleconhecimais de duzentascidadezinhas. Temiaos vales quentes e sópassavaporelescomoviajante; ficavamorandonascidades de climatemperado: Pampas, Huyatará; Coracora, Puquio, Andahuaylas, Yauyos, Cangallo… (ARGUEDAS, p. 27)

  31. DESCRIÇÃO DA NATUREZA • “Nascidadezinhas, a certahora, as aves se dirigemvisivelmente a lugaresjáconhecidos. Aosrochedos, àshortas, aosarbustosquecrescemnamargem dos remansos. E, segundo o clima, seuvoô é diferente. (ARGUEDAS, p. 28) • “Perto da aldeia, todososcaminhossãoorladosporárvores de capuli. Eramumasárvoresfrondosas, altas, de troncoluminoso; as únicasárvores […]” (ARGUEDAS, p. 29)

  32. CONFISSÃO DE ERNESTO • “Depoisretornava a minha casa, devagar, pensando com lucideznaépocaemquealcançaria a idade e a decisãonecessáriasparaaproximar-me de umabelamulher; tantomaisbela se morassenumaaldeiahostil.” (ARGUEDAS, p. 30)

  33. CIDADES VISITADAS POR ERNESTO E SEU PAI • “EmHuancapipassamossóunsdias. É a capital de provínciamaishumilde de todas as queconheci. Ficanumaquebradalarga e fria, perto da cordilheira. Todas as casas são de telhado de palha, e sónãosãoíndiososforasteiros: o juiz, o telegrafista, o sub-prefeito, osprofessores das escolas, o padre.” (ARGUEDAS, p. 31)

  34. O CONDOR VOA – CORNEJO POLAR • “O desafio é o mesmo, aofrancelho, aogavião, ao condor. Junto das grandesmontanhas, perto dos precipíciosonde as aves de rapina se aninham, osíndioscantamnessemêsseco e gelado.” (ARGUEDAS, p. 32)

  35. VÍDEO SOBRE O CONDOR – REALIZADO NO PERU - 2009

  36. CAPÍTULO 3 – A DESPEDIDA • “Atéque um diameupai me confessou, com araparentementemaisenérgico do que de outrasvezes, quenossaperegrinaçãoacabariaemAbancay.” (ARGUEDAS, p. 35)

  37. ERNESTO E SEU PAI – MEMÓRIAS POÉTICAS • “Meupaiusavaroupavelha, feitapor um alfaiate do vilarejo. Seuaspecto era complexo. Parecia um aldeão; entretanto, seuolhosazuis, suabarbaloura, seucastelhanogentil e suasmaneiras […]” (ARGUEDAS, p. 36) • “Nossavidacomeçoassim, atabalhoadamente, emAbancay. E meupaisoubeaproveitarosprimeiroscontratemposparajustificar o fracasso do interesse principal queteveessaviagem. Nãopôdeficar, nãoorganizouseuescritório. Durante dezdiaspassoulamentando a feiúra do lugar, seusilêncio, suapobreza, seuclimaquente, a falta de movimentojudiciário. ” (ARGUEDAS, p. 37)

  38. ERNESTO SE DESPEDE DO PRÓPRIO PAI – RUMO AO DESCONHECIDO – FIM DO CAPÍTULO • “Elesubiriaaté o cume da cordilheiraque se elevava do outro lado do Pachachaca; atravessaria o rioporumaponte de alvenaria, de três arcos. Do desfiladeiro, despedir-se-ia do vale e veria um novo campo. E enquantoemChalhuanca, aoconversar com osnovos amigos, naqualidade de forasteirorecémchegado, elesentiriaminhaausência, euexplorariapalmo a palmo o grande vale e a cidadezinha; receberia a correntepoderosa e tristequegolpeia as criançasquandotêm de enfrentarsozinhas um mundocarregado de monstros e de fogo, e de grandesriosquecantam com a músicamaislindaaochocar-se contra as pedras e as ilhas.”(ARGUEDAS, p. 40)

  39. CAPÍTULO 4 – A FAZENDA • “Osfazendeiros das aldeiascontribuem com grandesvasilhas de chicha e alguidares de picantespara as tarefascomunais. Nasfestas, saemàsruas e àspraças, cantandohuaynosemcoro e dançando. Andamnormalmente com perneirasantigas, vestidos de vermelho forte ouchita e um cachecol de vicunhaou de alpaca no pescoço.” (ARGUEDAS, p. 41)

  40. CAPÍTULO 5- PONTE SOBRE O MUNDO – PACHACHACA! • “Bandos de moscasvoavamnasportas das chichquerias. No chão, sobreosrestosquejogavamdentro, caminhavaumagrossacamada de moscas. […] “Osíndios e cholosolhavam-nas com a mesmaliberdade. E a fama das chicherias se baseavamuitasvezesnabeleza das mestiçasqueserviam, emsuaalegria e condescendência.” (ARGUEDAS, p. 48)

  41. DESCRIÇÃO NOSTALGICA DE ERNESTO • “Acompanhandoemvozbaixa a melodias das canções, lembrava-me dos campos e das pedras, das praças e dos templos, dos pequenosriosondefuifeliz. E podia permanecermuitashorasjunto do harpistaounaporta de entrada das chicherias, ouvindo. Porque o vale cálido, o arardente, e as ruínascobertas de capim alto dos outros bairroseram-me hostis.”

  42. A PARTIR DAQUI – COMEÇA A DESCRIÇÃO DO INTERNATO • “Da Praça de Armasaté o riosóhaviaduasoutrês casas, e depois um terrenobaldio com bosquesbaixos de figueiras, cheios de sapos e aranhascaranguejeiras. Naquele campo brincavamosalunos do Colégio. Ossermõespatrióticos do padre Diretor se realizavamnaprática; bandos de alunos ‘peruanos’ e ‘chilenos’ lutavamali […] (ARGUEDAS, p. 49)

  43. GALERIA DE PERSONAGENS DO INTERNATO CATÓLICO • 1-Añuco – “Era um chilenomatreiro e temível. Ele era o únicointernodescendente de umafamília de grandesproprietários; • 2- Lleras– “[…] o campeão de luta, de corridas de velocidade e zagueiroinsubstituível do time de futebol. Lleras era o estudantemaisatrasado do Colégio […] • 3- Romero – “Mas ninguémtocavamelhorque Romero, o vigia de Andahuyalas, alto e com acentuadotraços de índio.” • 4- Palácios/Palacitos– “O internomaishumilde e um dos menores era Palácios. Tinhavindo de umacidadezinha da cordilheira.” • 5- Cabeleira – “Um deles, que era muitocovarde, apesar de suacorpulência, chegou a almadiçoar. Chamavam-no de Cabeleiraporqueseupai era barbeiro.” • 6- Ismodes – “Ismodes era cabeludo e bexiguento” • 7- Chauca – “Chauca era louro e magro.” • 8- Antero – “Antero tinhacabeloslouros, suacabeçapareciabrilharnosdias de grande sol.”

  44. DESCRIÇÃO FISÍCA DO INTERNATO • “O pátiointerno do recreio era de terra. Uma passagemcomprida e nãopavimentadacomunicava o primeiropátio com esse campo. À direita da passagemficava o refeitório, perto do primeiropátio; aofundo, numextremo do campo de futebol, atrás de umaantigaparede de madeira, várioscaixotes […] (ARGUEDAS, p. 52-53)

  45. “Disseramdepoisquetinhamidoescalarmorros e queconseguiramchegaraté as primeirasneves do Ampay” (ARGUEDAS, p. 56)

  46. CONFISSÃO POÉTICA DE ERNESTO – SOLIDÃO NO INTERNATO • “ E, chegava a noite, a solidão, o meuisolamentocontinuavam crescendo. Estavacercado de meninos de minhaidade e de outraspessoas, mas o grande quarto era maistemível e desoladoque o vale profundo de Los Molinosondecertavezfiqueiabandonado, quandoperseguiammeupai.” (ARGUEDAS, p. 61)

  47. “O vale de Los Molinos era umaespécie de precipício, emcujofundocorria um pequenorio, entre pedraseriçadas de arbustos.” (ARGUEDAS, p. 61)

  48. DESCRIÇÃO DA PONTE PACHACHACA – FIM DO CAPÍTULO • “A ponte do Pachachacafoiconstruídapelosespanhóis. Tem doisolhos altos, sustentadospor bases de alvenaria, tãopoderosascomo o rio. Oscontrafortesquecanalizam as águasestãopresosnaspedras […]” (ARGUEDAS, p. 62-63)

  49. FRAGMENTO POÉTICO – REFLEXÃO DE ERNESTO – TÉRMINO DO CAPÍTULO • “Eunãosabia o quemaisamava, se a ponteou o rio. Mas ambos desanuviavamminha alma, inundaram-na de fortaleza e de sonhosheróicos. Apagavam-se de minhamentetodas as imagenslastimosas, as dúvidas e as recordaçõesmás.” (ARGUEDAS, p. 63)

  50. CAPÍTULO VI – ZUMBAYLLU – REFLEXÃO LINGUÍSTICA DO NARRADOR • “A terminaçãoquíchuayllu é umaonomatopéia. Yllurepresentanuma de suasformas a músicaqueproduzem as pequenasasasemvôo; músicaque surge do movimento de objetosleves. Essavoz se assemelha a outramaisvasta: illa. (ARGUEDAS, p. 65)