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ADOLESCÊNCIA

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ADOLESCÊNCIA. TÉCNICAS DE ABORDAGEM AO ADOLESCENTE NO SERVIÇO ESPECIALIZADO DE SAÚDE DO ADOLESCENTE. POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE PARA O ADOLESCENTE. ADOLESCÊNCIA.

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Presentation Transcript
t cnicas de abordagem ao adolescente no servi o especializado de sa de do adolescente
TÉCNICAS DE ABORDAGEM AO ADOLESCENTE NO SERVIÇO ESPECIALIZADO DE SAÚDE DO ADOLESCENTE
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POLÍTICAS PÚBLICAS

DE SAÚDE PARA

O ADOLESCENTE

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ADOLESCÊNCIA

“ Os Jovens são a fonte da criatividade, energia e iniciativa, do dinamismo e revolução social. Eles aprendem e se adaptam rapidamente.

Tendo a chance de freqüentar uma escola e encontrar trabalho, eles podem contribuir muito para o desenvolvimento econômico e progresso social.

Quando fracassamos em oferecer-lhes estas oportunidades, na melhor das hipóteses seremos cúmplices no desperdício de potencial humano.

Na pior delas, estaremos contribuíndo para o desenvolvimento de uma juventude sem esperença, sem moral e cujas vidas serão socialmente improdutivas, prejudicando a vida dos próprios jovens, de suas comunidades e até de frágeis democracias”.

(Kofi Annan – Secretário Geral da ONU)

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ADOLESCÊNCIA

POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE

INDICADORES NACIONAIS PREOCUPANTES

  • No Brasil, os adolescentes somam quase 36,8 milhões de habitantes e constituem cerca de 21% da população. (IBGE – censo 2000)
  • 65% dos alunos do ensino médio e fundamental já ingeriram álcool e 24% fumaram maconha. (CEBRID, 1997)
  • Grande parte dos adolescentes se torna sexualmente ativo antes de 20 anos de idade.
  • Enquanto a fecundidade vem caindo em outras faixas etárias, na adolescência está aumentando – 20 – 25%. (M. Saúde, 1999)
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ADOLESCÊNCIA

POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE

INDICADORES NACIONAIS PREOCUPANTES

  • Estima-se que a metade da população infectada pelo HIV contraiu a infecção entre os 15 e 24 anos. (Relatório AIDS no Mundo II)
  • Segundo o dossiê “Situação da Adolescência Brasileira”publicado pelo UNICEF (2002)
  • 5,2% dos adolescentes brasileiros são analfabetos.
  • Apesar de já poderem votar, apenas 44% dos adolescentes entre 16 e 17 anos têm Titulo de Eleitor.
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ORGANIZAÇÃO DOS SERVIÇOS

DE ATENÇÃO BÁSICA

À SAÚDE DO ADOLESCENTE

MINISTÉRIO DA SAÚDE – JUNHO 2002

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ADOLESCÊNCIA

ORGANIZAÇÃO DA ATENÇÃO À SAÚDE DO ADOLESCENTE

DEVEM SER EVITADAS NA RECEPÇÃO

- Atitudes autoritárias e preconceituosas

- Longas filas de espera

- Dificuldades para agendar a consulta

- Falta de privacidade e /ou confidencialidade

- Falta de material e insumos

- Falta de flexibilidade para atender fora dos horários agendados

- Excesso de burocracia

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ADOLESCÊNCIA

ORGANIZAÇÃO DA ATENÇÃO À SAÚDE DO ADOLESCENTE

“Nenhuma organização é capaz, isoladamente, de realizar todas as ações necessárias para assegurar saúde e desenvolvimento para os adolescentes e jovens. Alianças e parcerias são essenciais para a criação das condições do bem-estar e a maximização dos potenciais de todos eles”.

(Brasil, MA. 1999)

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ATENÇÃO INTEGRAL

À SAÚDE

DO ADOLESCENTE

SARAH MONT’ALVERNE LOPES PARENTEMaio – 2005

aten o do adolescente rela o m dico adolescente aspectos fundamentais
Atenção do AdolescenteRELAÇÃO MÉDICO - ADOLESCENTEASPECTOS FUNDAMENTAIS
  • Respeito a individualidade do jovem, que deve ser tratado como pessoa e não como objeto de pratica científica.
  • O Adolescente deve identificar-se como o cliente, mas ao mesmo tempo os pais e/ou responsáveis não poderão permanecer a margem do atendimento, pois poderão se beneficiar com informações e esclarecimentos.
  • Os Adolescente estão aptos a falar sobre si mesmo e emitir julgamentos que poderão inclusive incomodar o profissional, devendo existir abertura para enfrentamento conjunto de eventuais dificuldades.
aten o do adolescente rela o m dico adolescente aspectos fundamentais1
Atenção do AdolescenteRELAÇÃO MÉDICO - ADOLESCENTEASPECTOS FUNDAMENTAIS
  • É relevante a discussão sobre auto-imagem, que é a representação psíquica que o adolescente tem de si mesmo e que nem sempre o satisfaz.
  • Além das questões corporais valorizadas pelo adolescente é importante valorizar a evolução psicoemocional, que faz parte da Síndrome da Adolescência Normal, única síndrome em medicina desprovida de patologia.
aten o do adolescente s ndrome da adolescencia normal caracter sticas
Atenção do AdolescenteSÍNDROME DA ADOLESCENCIA NORMALCARACTERÍSTICAS
  • 1 – Busca de si mesmo e da identidade adulta.
  • 2 – Separação progressiva dos pais.
  • 3 – Tendência Grupal.
  • 4 – Desenvolvimento do pensamento abstrato, necessidade de intelectualizar e fantasiar.
  • 5 – Evolução da sexualidade.
  • 6 – Crises religiosas.
  • 7 – Vivência temporal singular.
  • 8 – Atitude social reivindicatória.
  • 9 – Constantes flutuações de humor.
  • 10 – Manifestações contraditórias de conduta.
aten o do adolescente a consulta do adolescente 1 consulta s o realizadas 2 anamneses
Atenção do AdolescenteA CONSULTA DO ADOLESCENTE1ª CONSULTA - SÃO REALIZADAS 2 ANAMNESES:
  • A dos Pais ou Responsáveis: refletirá o motivo da consulta
  • A do Adolescente: Seu motivo nem sempre coincide com o dos pais. É comum ele referir não saber porque está ali.
  • TÓPICOS

1 – Anamnese – História:

    • Condições ambientais;
    • Interrogatório sobre aparelhos;
    • Antecedentes familiares;
    • Antecedentes Pessoais;
    • Rotina de vida.
aten o do adolescente a consulta do adolescente 1 consulta s o realizadas 2 anamneses1
Atenção do AdolescenteA CONSULTA DO ADOLESCENTE1ª CONSULTA - SÃO REALIZADAS 2 ANAMNESES:
  • Exame Físico
  • Diagnostico global:
    • Crescimento e desenvolvimento
    • Estado Nutricional
    • Desenvolvimento Neuropsicomotor
    • Alimentação
    • Vacinação
  • O 6º diagnóstico será a queixa principal.
aten o do adolescente proposta do ministerio da saude reas de atendimento ao adolescente
Atenção do AdolescentePROPOSTA DO MINISTERIO DA SAUDE: ÁREAS DE ATENDIMENTO AO ADOLESCENTE
  • Crescimento e desenvolvimento
  • Sexualidade
  • Saúde reprodutiva
  • Saúde mental
  • Saúde bucal
  • Saúde escolar
  • Prevenção de acidentes
  • Trabalho, cultura e lazer
  • Este atendimento poderá ser realizado em níveis de atenção:
    • Primária
    • Secundária
    • Terciária
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Atenção do AdolescenteATENÇÃO PRIMARIALOCAL: Unidades Básicas de Saúde ( PSF, Posto de Saúde/ Centro de Saúde, Hospital local).ATIVIDADES

1 – Assistência ao pré-natal e parto de adolescente > 16 anos com gravidez de abaixo risco;

2 – Atendimento e triagem de adolescente para encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial – CAPS

3 – Procedimento odontológicos coletivos básicos;

4 – Atendimento a patologias comuns de baixa gravidade ou que não necessitem avaliação laboratorial complexa;

5 – Atendimento a patologias de evolução auto-limitada;

6 – Seguimento de pacientes tratados em nível secundário ou terciário, estáveis, com diagnósticos e terapêutica definidos;

7 – Pequenos socorros;

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Atenção do AdolescenteATENÇÃO PRIMARIALOCAL: Unidades Básicas de Saúde ( PSF, Posto de Saúde/ Centro de Saúde, Hospital local).ATIVIDADES

8 – Vacinação;

9 – Tratamento das DST’s

10 – Planejamento familiar para adolescente >16 anos;

11 - Crescimento e desenvolvimento;

12 – Orientações educativas para manutenção e promoção da saúde e prevenção de doenças;

13 - Articulação com outras instituições.

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Atenção do AdolescenteATENÇÃO SECUNDÁRIALOCAL: CENTRO DE SAÚDE ESPECIALIZADOS E/OUHOSPITAIS SECUNDÁRIOSATIVIDADES
  • Preparação e execução de treinamento para grupos de adolescente multiplicadores e equipes da atenção primária.
  • Atendimento a adolescente com distúrbios psicossociais
  • Atendimento a adolescentes usuários de drogas e vítimas de maus tratos
  • Assistência à saúde mental
  • Pré-natal e atendimento ao parto de adolescente < 16 anos
  • Planejamento familiar para < 16 anos e outros procedimentos da área ginecológica.
  • Tratamento ortopédico
  • Tratamento de DST/HIV
aten o do adolescente e quem s o os adolescentes
Atenção do AdolescenteE QUEM SÃO OS ADOLESCENTES?

“São seres especiais que nos ensinam a vivenciar as mudanças do presente, plenos de fé no futuro. Para eles o futuro é agora e o presente para sempre, sendo o tempo uma variável ilógica entre o poder e a escolha, entre o sonho e a realidade”.

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CRESCIMENTO

E

DESENVOLVIMENTO

PUBERAL

adolesc ncia puberdade
Adolescência / Puberdade
  • Fenômeno que não pode ser estudado dissociadamente;
  • Tendência Universal:
    • Adolescência:

Caracterizada por crescimento e desenvolvimento biopsicossocial marcante.

      • Início – Indeterminado, podendo preceder ou suceder a puberdade.
      • Término – Difícil também de determinar. Obedece a fatores socioculturais.
      • No Brasil, a média é 25 anos.
    • Puberdade:

Caracterizada pelo componente biológico das transformações próprias da adolescência.

      • Início – Sexo Feminino – Geralmente entre 9 e 13 anos
      • Início – Sexo Masculino – Geralmente entre 10 e 14 anos
adolesc ncia puberdade1
Adolescência / Puberdade
  • Término

- Geralmente em torno de 18 anos

- Parada do crescimento físico (soldadura das cartilagens de conjugação das epífises dos ossos longos)

- Amadurecimento gonadal

adolesc ncia puberdade modifica es pubert rias
Adolescência / Puberdade Modificações Pubertárias
  • Estirão de crescimento pondero – Estatural
  • Desenvolvimento do aparelho reprodutor (gônadas, órgãos de reprodução e caracteres sexuais secundários)
  • Mudanças da composição corporal em relação à quantidade e distribuição de gordura, crescimento do esqueleto e da musculatura.
  • Desenvolvimento do sistema cárdio-respiratório, predominantemente no sexo masculino, com resultante desenvolvimento da força e resistência.
adolesc ncia puberdade estir o do crescimento pondero estatural
Adolescência / PuberdadeEstirão do crescimento Pondero-Estatural
  • Durante a puberdade os adolescentes ganham de 20 a 25% de sua altura final e 50% do seu peso adulto.
  • A avaliação do peso e altura pode ser feita pelo acompanhamento das curvas de crescimento, que contém informações dos percentís para ambos os sexos até 20 anos de idade.

Fases do Estirão Puberal

  • Fase de crescimento estável -> 4-6cm/ano
  • Fase de aceleração do crescimento ->A velocidade aumenta gradativamente até atingir um máximo.
  • Pico de velocidade de crescimento -> PVC
    • Meninas: entre 11 e 12 anos – 8-9cm/ano
    • Meninos: entre 13 e 14 anos – 10cm/ano
adolesc ncia puberdade estir o do crescimento pondero estatural1
Adolescência / PuberdadeEstirão do crescimento Pondero-Estatural
  • Fase de desaceleração do crescimento -> Término do crescimento e alcance da altura final
    • Meninas: entre 15 e 16 anos
    • Meninos: entre 17 e 18 anos

Índices Antropométricos mais Utilizados Na Adolescência

Altura para a idade

Peso para a idade

Peso para a altura

Índice de massa corporal (IMC)=

Peso (Kg)

Altura2

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Índices Antropométricos Mais Utilizados Na Adolescência

Avalia os estados de

5.Outros Índices:

  • Perímetro Braquial
  • Prega cutânea Bicipital
  • Prega Cutânea Tricipital
  • Prega Cutânea Subescapular

Magreza

Desnutrição

Sobrepeso

Obesidade

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Adolescência / PuberdadeClassificação Simplificada Do Estado Nutricional e do Índice de Massa Corporal (IMC)
adolesc ncia puberdade desenvolvimento do aparelho reprodutor
Adolescência / PuberdadeDesenvolvimento do Aparelho Reprodutor

Em média aos 9,7 anos

  • Sexo Feminino:
    • 1ª manifestação -> Broto Mamário(Telarca)->

Pelos Pubianos(Pubarca)->

    • Concomitante ao desenvolvimento mamário ocorre o desenvolvimento do útero, trompas, vagina e vulva.
    • O crescimento ovariano (crescimento linear) já vem ocorrendo desde a fase pré-adolescente.
    • Os pelos axilares se desenvolvem mais tardiamente (Axarca)-> aos 10,4 anos.
    • A 1ª menstruação(Menarca) ->ocorre geralmente após o PVC, na fase de desaceleração do crescimento.
    • As adolescentes crescem em média 6cm (3-11cm) durante 2-3 anos após a menarca.

No mesmo ano

adolesc ncia puberdade desenvolvimento do aparelho reprodutor1
Adolescência / PuberdadeDesenvolvimento do Aparelho Reprodutor
  • A capacidade reprodutora, com ciclos ovulatórios só é adquirida geralmente 2-3 anos após a menarca.
  • Idade média da menarca-> 12,2 anos
adolesc ncia puberdade desenvolvimento do aparelho reprodutor2
Adolescência / PuberdadeDesenvolvimento do Aparelho Reprodutor
  • Sexo Masculino:
    • 1ª manifestação -> crescimento dos testículos e desenvolvimento do saco escrotal-> 10,9 anos – geralmente não é percebido pelo adolescente.
    • Desenvolvimento dos pelos pubianos-> 11,3 anos.
    • Crescimento peniano-> 12,3 anos – é sempre percebido pelo adolescente.
    • Pelos axilares, faciais e restante do corpo, glândulas sudoríparas-> 12,9-14,5 anos.
    • 1ª ejaculação(espermarca ou semenarca)– em média aos 12,8 anos. Coincide na maioria das vezes com a aceleração ou PVC.
    • Mudança de voz-> ocorre por estimulação androgênica com conseqüente aumento da laringe.
adolesc ncia puberdade desenvolvimento do aparelho reprodutor3
Adolescência / PuberdadeDesenvolvimento do Aparelho Reprodutor
  • Ginecomastia Puberal-
  • ocorre em 1/3 dos adolescentes –
  • pode ocorrer em curto espaço de tempo (1-6 meses),
  • com regressão espontânea em 6-18 meses na maioria dos casos.
adolesc ncia puberdade monitoriza o da matura o sexual
Adolescência / PuberdadeMonitorização da Maturação Sexual

A seqüência dos eventos puberais foi sistematizada

por TANNER (1962), que considerou:

  • Desenvolvimento mamário para o sexo feminino;
  • Desenvolvimento da genitália externa para o sexo masculino;
  • Desenvolvimento dos pelos pubianos em ambos os sexos.
adolesc ncia puberdade puberdade precoce
Adolescência /PuberdadePuberdade Precoce
  • Sexo feminino: Aparecimento dos caracteres sexuais secundários antes de 8 anos;
  • Sexo masculino: Aparecimento dos caracteres sexuais secundáriosantes de 9 anos.

Adolescência / PuberdadePuberdade Atrasada

  • Sexo feminino: Ausência dos caracteres sexuais secundários a partir de 13 anos;
  • Sexo masculino: Ausência dos caracteres sexuais secundários a partir de 14 anos;
adolesc ncia puberdade modifica o da composi o corporal
Adolescência /Puberdade Modificação da Composição Corporal
  • O crescimento se faz inicialmente em membros (Distal -> Proximal) e somente depois o tronco, que contribui com o contingente mais importante do ganho estatural;
  • O desenvolvimento muscular é mais acentuado no sexo masculino, provavelmente pela estimulação androgênica.

O tem 30% a mais de massa muscular que a

  • O aumento da força muscular é posterior: primeiro constrói-se a máquina (músculos) para que depois possa exercer sua função (força);
  • Ocorre acúmulo progressivo do tecido adiposo dos 8 anos até o início do estirão puberal e ao contrário do peso, altura e tecido muscular, apresenta uma desaceleração do depósitode gordura, sobretudo no
adolesc ncia puberdade desenvolvimento do sistema cardio respirat rio
Adolescência /Puberdade Desenvolvimento do Sistema Cardio-Respiratório
  • Coração, Pulmões, Fígado, Baço, Rins, Pâncreas, Tireóide, Supra-renais, Gônadas e praticamente todos os órgãos crescem durante a puberdade;
  • Ocorre pequeno aumento, porém nítido do SNC
  • Somente Timo, Amigdalas e Adenóides diminuem de tamanho;
  • O coração aumenta às custas das células musculares e o pulmão às custas da expansão dos alvéolos.
adolesc ncia puberdade fatores que determinam maior capacidade f sica no adolescente masculino
Adolescência /Puberdade Fatores que Determinam Maior Capacidade Física no Adolescente Masculino
  • Desenvolvimento do sistema cárdio-respiratório com aumento absoluto e relativo do coração e pulmões;
  • Alterações hematológicas: a ação da testosterona sobre a eritropoiese determina o aumento da concentração de Hb e Nº de hemáceas, resultando na melhora da capacidade de transporte de O2.;
  • Aumento na massa e força muscular e da resistência ao esforço.
adolesc ncia sexualidade
ADOLESCÊNCIA / SEXUALIDADE

PROBLEMAS RELACIONADOS À SEXUALIDADE

- Gravidez precoce, em decorrência da iniciação sexual precoce e sem proteção contraceptiva.

- Doenças sexualmente transmissíveis (DST’s), incluindo a AIDS.

- Impotência masculina, ejaculação precoce, entre outros, que na grande maioria, têm etiologia psicossomática.

- Anosgarmia, mais comum no sexo feminino, freqüentemente associada à ansiedade, falta de informação sobre a fisiologia sexual, ausência de diálogo com o parceiro, que na maior parte das vezes, é também um jovem inexperiente.

adolesc ncia sexualidade1
ADOLESCÊNCIA / SEXUALIDADE

EDUCAÇÃO PARA A SEXUALIDADE

- Deve prioritariamente enfocar aspectos afetivos, prazerosos e éticos da sexualidade, para posteriormente informar sobre anticoncepção, reprodução e doenças, dentre outros problemas.

- Deve ser um processo contínuo, vinculado à formação de crianças e jovens, oferecendo, além de informações científicas, esclarecimentos para a compreensão e o desenvolvimento da sexualidade de forma plena e saudável, sem angústias e culpas, em diferentes momentos da vida.

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SAÚDE

REPRODUTIVA

adolesc ncia sa de reprodutiva
ADOLESCÊNCIA SAÚDE REPRODUTIVA

Não deve ser entendida como ausência de

doença e sim, como um “Estado Físico,

psíquico e Social de Bem-Estar” relacionado

ao adolescente e ao seu sistema reprodutivo.

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PROBLEMAS CLÍNICOS

MAIS COMUNS

NO ADOLESCENTE

adolesc ncia problemas cl nicos mais comuns
ADOLESCÊNCIA PROBLEMAS CLÍNICOS MAIS COMUNS
  • As queixas trazidas pelos adolescentes a um Serviço que atende à demanda espontânea são bastante limitadas em geral.
  • Trata-se de uma faixa etária em que o corpo atinge o máximo de suas potencialidades, resultando em poucas doenças orgânicas.
  • A maioria dos ambulatórios atende geralmente às adolescentes na parte ginecológica e obstétrica e praticamente não estabelece contacto com adolescentes do sexo masculino.
  • É necessário que se estabeleçam estratégias para captação dos jovens, situação que possibilita a implementação de ações de promoção da saúde e prevenção de doenças. (Neves, A C 2003)
adolesc ncia problemas cl nicos mais comuns1
ADOLESCÊNCIA PROBLEMAS CLÍNICOS MAIS COMUNS

De acordo com o Núcleo de Estudos da Saúde do Adolescente (NESA-UERJ), destacam-se como os principais problemas clínicos:

1 – Saúde Oral:

- Afecções Odontológicas: alteração do crescimento e desenvolvimento oral, cáries, doenças gengivais e periodontais, má oclusão e traumatismos.

- Distúrbios da Voz, Fala e Linguagem: disfonia, dislalia e disfemia.

2 – Problemas Dermatológicos: acne, piodermites, dermatofitoses e ectoparasitoses.

adolesc ncia problemas cl nicos mais comuns2
ADOLESCÊNCIA PROBLEMAS CLÍNICOS MAIS COMUNS

3 – Problemas Infecto-parasitários: parasitoses intestinais, infecções das vias aéreas superiores e inferiores, tuberculose, hepatites, DST’s, mononucleose e rubéola.

4 – Problemas Crônicos: febre reumática, diabetes mellitus e asma.

5 – Problemas Nutricionais: anemia ferropriva, desnutrição e obesidade.

6 – Problemas Ortopédicos e Reumáticos: vícios posturais, escoliose, artrites e orientação para a prática de esporte.

7 – Problemas Cardiológicos: hipertensão arterial, sopros cardíacos.

adolesc ncia problemas cl nicos mais comuns3
ADOLESCÊNCIA PROBLEMAS CLÍNICOS MAIS COMUNS

CLASSIFICAÇÃO DE ACORDO COM NEVES, AC

1- Doenças agudas:

- IVAS – resfriados, gripes, faringoamigdalites, otites, sinusites.

- IVAI – pneumonia (vírus, pneumococo, Micoplasma pneumoniae).

- Monomucleose Infecciosa

- Deslocamento das ditas doenças comuns na infância (sarampo, rubéola, coqueluche, caxumba) – em virtude da universalização do Programa Nacional de Imunização (PNI), estas doenças estão incidindo em idades mais avançadas, com quadro clínico mais intenso e complicações mais freqüentes.

adolesc ncia problemas cl nicos mais comuns4
ADOLESCÊNCIA PROBLEMAS CLÍNICOS MAIS COMUNS

CLASSIFICAÇÃO DE ACORDO COM NEVES, AC

2- Doenças crônicas:

É necessário adequado vinculo entre os Profissionais de Saúde – Adolescente – Família, para que os objetivos do plano terapêutico sejam atingidos.

ALGUNS EXEMPLOS

- Diabetes mellitus - Síndromes

- Artrite reumatóide - Displasias ósseas

- Febre reumática - Epilepsia

- * Fibromialgia

- Doenças crônico – degenerativas (Ex-Lupus Erit. Sist)

- Seqüelas de doenças da infância

adolesc ncia problemas cl nicos mais comuns5
ADOLESCÊNCIA PROBLEMAS CLÍNICOS MAIS COMUNS
  • OBSTÁCULOS AO TRATAMENTO DAS DOENÇAS CRÔNICAS
  • Estigma da doença crônica
  • Adesão ao tratamento prolongado (disciplina)
  • Baixa auto-estima do adolescente
  • *Fibromialgia: Síndrome caracterizada por dor músculo-esquelética funcional, não inflamatória, generalizada, crônica e freqüentemente acompanhada de fadiga.
  • Faz parte das Síndromes Músculo-Esqueléticas Idiopáticas. Ocorre principalmente na jovem, mas pode afetar crianças e adolescentes.
adolesc ncia problemas cl nicos mais comuns6
ADOLESCÊNCIA PROBLEMAS CLÍNICOS MAIS COMUNS

3 - Doenças Específicas da Adolescência:

- Acne

- Apofisites de tração(*Doença de Osgood-Schlatter, Entesites)

- Anormalidades do Desenvolvimento Puberal.

- Dores Recidivantes (cefaléia, dor abdominal, dor em membros).

- Transtornos Alimentares.

- DST’s

- Gravidez

- Violência

- Abuso e Dependência de Drogas .

adolesc ncia problemas cl nicos mais comuns7
ADOLESCÊNCIA PROBLEMAS CLÍNICOS MAIS COMUNS

*Doença de Osgood-Schlatter:

Osteocondrose mais prevalente na adolescência, que acomete a tuberosidade anterior da tíbia.

É mais freqüente no sexo masculino e muito associada à pratica de esportes.

É alteração extra-articular.

adolesc ncia
ADOLESCÊNCIA

JOVENS...

... Um labirinto para perseguir e descobrir

... Um mistério a decodificar

... Escolhas a fazer

... Algo para ser

... Um mundo a decifrar, definir e melhorar

... Uma história não escrita

... Um papel social a conquistar

pedaços...

Pedaços de ideologia,

Pedaço de um sonho,

Pedaços de medo,

Pedaços de ilusão,

Pedaços de liberdade,

Pedaços de segredo,

Pedaço legítimo a se transformar.

(Saito, AR)