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Naum – o limite da tolerância Divina

Naum – o limite da tolerância Divina. Texto básico. “ O SENHOR é muito paciente, mas o seu poder é imenso; o SENHOR não deixará impune o culpado. O seu caminho está no vendaval e na tempestade , e as nuvens são a poeira de seus pés . ” ( Naum 1 :3). Introdução.

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Naum – o limite da tolerância Divina

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Presentation Transcript


  1. Naum – o limite da tolerância Divina

  2. Texto básico “O SENHOR é muito paciente, mas o seu poder é imenso; o SENHOR não deixará impune o culpado. O seu caminho está no vendaval e na tempestade, e as nuvens são a poeira de seus pés.” (Naum1:3)

  3. Introdução • Não raras vezes estudiosos se referem aos profetas como “nossos contemporâneos”, em uma clara alusão à semelhança do contexto em que vivemos, com os contextos originais da mensagem profética. • Assim sendo, estudar os profetas é uma redescoberta de uma das dimensões do que é ser Igreja, observando o ambiente em que se vive, comparando-o com a vontade revelada de Deus em sua santa Palavra. • Nesta lição trataremos sobre o livro do profeta Naum, que tem sido tradicionalmente classificado como um dos profetas menores, e também um profeta pré-exílico, isto é, exerceu seu ministério antes do cativeiro babilônico.

  4. Autoria, Data e Local • O profeta Naum não é mencionado em nenhum outro lugar da Bíblia. • O nome do profeta significa “cheio de consolo”, formado pela palavra hebraica similar a outras que significam “cheio de graça” e “cheio de compaixão”. • A sua origem é Élcos. • Naum foi o escritor e Deus mesmo é o autor. • O livro pode ser datado entre 663 A.C. e 612 A.C. • A profecia de Naum não tem preocupação com precisão cronológica, e sim com fidelidade à mensagem revelada por Deus ao seu Profeta.

  5. Deus o Justo Juiz • A profecia de Naum se inicia com uma sentença sendo proferida, “Sentença contra Nínive, livro da visão de Naum o elcosita.” (1:1). • Estes termos encerram uma afirmação pesada, que trará no seu cumprimento sofrimento, dor e destruição para Nínive, a capital do poderoso Império Assírio que aconteceria em 612 A.C. • Nínive • Uma das mais antigas cidades do mundo, seu fundador foi Ninrode (Gn 10:11), • Junto com a Babilônia representou uma das maiores ameaças ao povo de Deus no Antigo Testamento • Era a capital do Império Assírio • Uma potência que dominou e aterrorizou o mundo • Crueldade dos assírios para com os povos dominados • Era bem protegida • Para que se tenha uma ideia da grandeza da cidade, seus muros eram tão largos que três carros podiam andar lado a lado sobre eles. • A cidade tinha aproximadamente 900km2 era maior que Campinas, menor que Itararé e duas vezes a cidade de Ipanema

  6. Deus o Justo Juiz • Entre os muitos atributos de Deus está a justiça;. • Na profecia de Jeremias lemos: “Eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que levantarei a Davi um Renovo justo; e, rei que é, reinará, e agirá sabiamente, e executará o juízo e a justiça na terra. Nos seus dias, Judá será salvo, e Israel habitará seguro; será este o seu nome, com que será chamado: SENHOR, Justiça Nossa.” (Jr 23:5, 6). • A profecia de Naum começa com afirmações impactantes sobre Deus, o juiz que julgará os atos de Nínive. • A figura do juiz evoca a justiça e, para que ela seja executada, é imprescindível que o juiz tenha autonomia e não possa ser intimidado ou corrompido. • Deus não depende de Nínive, não pode ser intimidado ou corrompido por ela. • O Juiz é justo e a justiça virá. • A lembrança de que Deus é um Justo Juiz deve confortar, e confrontar, o Seu povo, e despertá-lo para a busca de uma vida justa em todas as esferas, e para a promoção da justiça, o que será feito à medida que a Igreja exerça sua voz profética.

  7. Deus julgaNínive • O capítulo dois se inicia descrevendo a cidade de Nínive, e anuncia: “Está decretado: a cidade-rainha está despida elevada em cativeiro, as suas servas gemem como pombas e batem no peito. Nínive, desde que existe, tem sido como um açude de águas; mas, agora, fogem. Parai! Parai! Clama-se; mas ninguém se volta.” (vv. 7, 8). • Defender a cidade seria impossível, pois a destruição inevitável estava a caminho por um decreto divino, e a Deus ninguém pode se opor. • O opressor – Nínive – seria destruído e o oprimido – Judá – seria reerguido.

  8. Deus julgaNínive • Aquela que fazia tremer as nações sequer seria ouvida, o Senhor dos Exércitos estava contra ela. Seu palácio seria destruído (2:6), seu povo seria levado cativo (2:7), ou fugiria aterrorizado (2:8), suas riquezas seriam saqueadas (2:9), sua autoestima cairia (2:10). • Mais de um século antes, o Senhor havia enviado Jonas para advertir o povo de Nínive, e quando a cidade se arrependeu, retirou seu julgamento. • Contudo, o tempo dos ninivitas havia se esgotado e era chegado o fim. • Deus julgou Nínive no passado, e julga os opressores em todos os tempos, nenhuma injustiça deixa de ser ponderada no julgamento divino (Ec 12:14). • Por mais que aos olhos humanos pareça tardar a justiça, por mais que a justiça humana falhe, o julgamento de Deus é certo, justo e sempre vem no tempo certo, o tempo de Deus. • Lembre-se que o “... socorro vem do SENHOR, que fez o céu e a terra” (Sl 121:2). • Esta bendita esperança e gloriosa certeza renovarão as forças daqueles que elevarem os olhos para o socorro que vem do Senhor.

  9. Deus puneNínive • O capítulo três da Profecia de Naum é um alerta para todos os que agem injustamente: a punição do Senhor é certa, e o seu juízo é inescapável. • A severa punição de Nínive pode ser esboçada da seguinte forma: 1.Lista dos pecados (3:1-4). Ao julgar, Deus o faz de forma justa e lista os pecados da cruel cidade. O julgamento de Deus não é genérico, é específico. Nada é desconsiderado, ou esquecido, pelo justo juiz. 2. A punição é descrita (3:5-18). As consequências das ações serão sentidas, e uma das leis de Newton afirma que “a toda ação há sempre uma reação oposta e de igual intensidade”. 3. A comemoração dos oprimidos (3:19). Quando o opressor cai, os oprimidos celebram, e a celebração deve ser porque a justiça foi feita e a liberdade alcançada; deve-se evitar qualquer desejo de vingança, ou mesmo o oprimido ter como meta se tornar o opressor. • Nem sempre o juízo sobre os opressores vem quando os oprimidos desejam, mas a sua vinda será inevitável.

  10. Conclusão • A profecia de Naum traz um relato grave da aplicação do juízo de Deus. • Conquanto a mensagem do Cristianismo enfatize a sua maravilhosa graça, celebrada em tantas canções, a mensagem da graça salvadora não pode prescindir do anúncio do juízo divino. • A graça se manifesta paralelamente ao juízo divino. • Consideremos o ensino do apóstolo Paulo registrado aos Romanos: “Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus.” (Rm 3:23, 24); e: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (Rm 6:23). • Naum nos mostra que Deus é tardio em irar-se, mas mostra também que a retribuição aos pecados, caso não haja uma mudança real de atitudes por meio do arrependimento, é dada no momento certo. • Sua misericórdia não pode ser interpretada como uma concessão ao pecado, mas como uma oportunidade a uma vida de retidão e quebrantamento. • A profecia de Naum é um alerta que a tolerância divina tem limites, e quando ela acaba, o julgamento é efetuado. • A vida humana não pode ser vivida sem levar em conta de que há um Deus justo, que não tolera a injustiça.

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