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ESTRUTURA DE SERVIÇOS – dos Grupos à C.S.G. –

O Nascimento de A.A. Alcoólicos Anônimos iniciou-se em 1935, em Akron, Ohio, com o encontro de Bill W., um corretor da Bolsa de Valores de Nova Iorque e o Dr. Bob, um cirurgião de Akron. Ambos haviam sido alcoólicos desenganados. ESTRUTURA DE SERVIÇOS – dos Grupos à C.S.G. –.

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ESTRUTURA DE SERVIÇOS – dos Grupos à C.S.G. –

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Presentation Transcript


  1. O Nascimento de A.A. Alcoólicos Anônimos iniciou-se em 1935, em Akron, Ohio, com o encontro de Bill W., um corretor da Bolsa de Valores de Nova Iorque e o Dr. Bob, um cirurgião de Akron. Ambos haviam sido alcoólicos desenganados. ESTRUTURA DE SERVIÇOS – dos Grupos à C.S.G. – Quando Dr. Bob e Bill se conheceram, o encontro produziu no Dr. Bob um efeito imediato. Desta vez encontrava-se cara a cara com um companheiro alcoólico que havia conseguido deixar de beber. Bill insistia que o alcoolismo era uma doença da mente, das emoções e do corpo. Apesar de médico, o Dr. Bob não tivera conhecimento de que o alcoolismo era uma doença; mas acabou convencido pelas ideias contundentes de Bill e logo alcançou sua sobriedade, e nunca mais voltou a beber. XVIII CONVENÇÃO NACIONAL A.A. – CUIABÁ – MT – 2012 – 1 9/19/12

  2. Os Primeiros Grupos de A.A. Ambos começaram a trabalhar imediatamente com os alcoólicos internados no Hospital Municipal de Akron. Logo um paciente alcançou a sua sobriedade. Apesar de ainda não existir o nome Alcoólicos Anônimos, esses três homens constituíram o núcleo do primeiro Grupo de A.A. No outono de 1935, o segundo Grupo foi tomando forma gradualmente em Nova Iorque. O terceiro Grupo iniciou-se em Cleveland, em 1939. Havia-se gastomais de quatro anos para conseguir 100 alcoólicos sóbrios, nos três Grupos iniciais. ESTRUTURA DE SERVIÇOS – dos Grupos à C.S.G. – 9/19/12 XVIII CONVENÇÃO NACIONAL A.A. – CUIABÁ – MT – 2012 – 2

  3. ESTRUTURA DE SERVIÇOS – dos Grupos à C.S.G. – O que fazem os membros de A.A. “Eu sou responsável... Quando qualquer um, seja onde for, estender a mão pedindo ajuda, quero que a mão de A.A. esteja sempre ali. E por isto, eu sou responsável.” Para um Grupo continuar funcionando, todos os tipos de serviços devem ser feitos, através de esforços combinados e do engajamento de todos de todos os membros. O Grupo deve manter-se em contínuo contato com o resto de A.A. – localmente, através do Escritório de Serviços Locais, Distrito, Área; e nacional e internacionalmente através da JUNAAB em São Paulo. 9/19/12 XVIII CONVENÇÃO NACIONAL A.A. – CUIABÁ – MT – 2012 – 3

  4. ESTRUTURA DE SERVIÇOS – dos Grupos à C.S.G. – Os Grupos podem garantir de várias maneiras que os serviços necessários sejam realizados com o mínimo de organização. Nos Grupos de A.A. os servidores são chamados de “servidores de confiança” e usualmente são escolhidos pelo Grupo para determinado tempo de serviço. A Tradição Dois lembra-nos de que “Nossos líderes são apenas servidores de confiança; eles não governam.” Quanto mais ‘os Servidores’ do Grupo estiverem informados sobre o A.A. como um todo, melhor exercerão suas funções. 9/19/12 XVIII CONVENÇÃO NACIONAL A.A. – CUIABÁ – MT – 2012 – 4

  5. ESTRUTURA DE SERVIÇOS – dos Grupos à C.S.G. – • Representante de Serviços Gerais (RSG) • Trabalhando via Comitê do Distrito e Área, o RSG é a ligação do Grupo com a JUNAAB – Junta de Serviços Gerais de Alcoólicos Anônimos do Brasil - e com a Conferência de Serviços Gerais –CSG – • Às vezes chamados de “O guardião das Tradições” • o RSG tem familiaridade com o “Terceiro legado de A.A.” – nossa responsabilidade espiritual no serviço de dar de graça. Usualmente eleito para períodos de dois anos, ele: • Representa o Grupo nas Reuniões de Distrito e nas Assembleias de Área; • Mantém o Grupo informado sobre as atividades de serviços gerais em sua Área; 9/19/12 XVIII CONVENÇÃO NACIONAL A.A. – CUIABÁ – MT – 2012 – 5

  6. ESTRUTURA DE SERVIÇOS – dos Grupos à C.S.G. – • Representante de Serviços Gerais (RSG) • Recebe e distribui, em seu Grupo, todas as correspondências da JUNAAB, incluindo o informativo JUNAAB Informa, Bob Mural e o Boletim Informativo do CTO JUNAAB, os quais são ferramentas básicas para comunicação com a Irmandade. • Servindo a seus Grupos, podem usufruir de todos os serviços oferecidos pela JUNAAB. • O Grupo é, e será, por intermédio de seu RSG, o fator de equilíbrio entre os Doze Conceitos e seu entrelaçamento com as Doze Tradições. 9/19/12 XVIII CONVENÇÃO NACIONAL A.A. – CUIABÁ – MT – 2012 – 6

  7. ESTRUTURA DE SERVIÇOS – dos Grupos à C.S.G. – A.A. é mais do que um conjunto de princípios; é uma sociedade de alcoólicos em ação. Precisamos levar a mensagem, caso contrário, nós mesmos poderemos recair e, aqueles a quem não foi dada a verdade, podem perecer. Portanto, um serviço em A.A. é tudo aquilo que nos ajuda a alcançar uma pessoa que sofre,pelo telefone ou por uma xícara de café, assim como pelo Escritório de Serviços Gerais de A.A. para ação nacional ou internacional. A soma total de todos esses serviços é o nosso Terceiro Legado de Serviço. Os serviços incluem locais de reunião, cooperação com hospitais e escritórios intergrupais; significam também, folhetos, livros e boa publicidade de qualquer natureza. Requerem Comitês, Delegados, Custódios e Conferências... Bill W 9/19/12 XVIII CONVENÇÃO NACIONAL A.A. – CUIABÁ – MT – 2012 – 7

  8. ESTRUTURA DE SERVIÇOS – dos Grupos à C.S.G. – DO GRUPO à JUNTA DE CUSTÓDIOS A consciência coletiva se manifesta no grupo e nos serviços em que esta vota através do RSG, consolidando com isso sua integração à estrutura. Os RSGs elegem o MCD para representação na Área que, por sua vez, elegerá um membro com reais condições e potencial para Custódio Regional e isso, ratificado pela Conferência de Serviços Gerais, o coloca como integrante da Junta de Custódios. Como vemos, o RSG é a voz e a opinião do grupo em nível nacional. Os grupos delegam total autoridade administrativa e operacional à Conferência e às suas unidades de Serviço. 9/19/12 XVIII CONVENÇÃO NACIONAL A.A. – CUIABÁ – MT – 2012 – 8

  9. ESTRUTURA DE SERVIÇOS – dos Grupos à C.S.G. – DO GRUPO à JUNTA DE CUSTÓDIOS A consciência coletiva se manifesta no grupo e nos serviços em que esta vota através do RSG, consolidando com isso sua integração à estrutura. Os RSGs elegem o MCD para representação na Área que, por sua vez, elegerá um membro com reais condições e potencial para Custódio Regional e isso, ratificado pela Conferência de Serviços Gerais, o coloca como integrante da Junta de Custódios. Como vemos, o RSG é a voz e a opinião do grupo em nível nacional. Os grupos delegam total autoridade administrativa e operacional à Conferência e às suas unidades de Serviço. 9/19/12 XVIII CONVENÇÃO NACIONAL A.A. – CUIABÁ – MT – 2012 – 9

  10. ESTRUTURA DE SERVIÇOS – dos Grupos à C.S.G. – DO GRUPO à JUNTA DE CUSTÓDIOS Um determinado número de grupos forma o Distrito, cujo Comitê de Distritos, coordenado melo Membro Coordenador de Distrito – MCD – se responsabiliza por colocar em prática o que é sugerido pela 5ª Tradição, “transmitir a mensagem ao alcoólico que ainda sofre.” O co-fundador Bill W., quando concebeu a estrutura de serviços gerais, previu que a resposta ao crescimento de A.A. poderia ser encontrada na formação de um maior número de Comitês de Distritos dentro de uma Área. O MCD é o membro de A.A. que tem experiência como RSG e/ou encargo em nível de Comitê de Distrito e a quem os demais RSG’s desejam responsabilizar pelas atividades de seu Distrito. 9/19/12 XVIII CONVENÇÃO NACIONAL A.A. – CUIABÁ – MT – 2012 – 10

  11. ESTRUTURA DE SERVIÇOS – dos Grupos à C.S.G. – “A.A UM CAMINHO SEM FRONTEIRA UMA MENSAGEM UNIVERSAL” Serra Negra/SP 2012 O novo Conceito de Área recém implantado na Estrutura de A.A. brasileiro, definitivamente derruba as fronteiras geopolíticas e possibilita que nossos grupos e Órgãos de Serviços tracem o seu próprio caminho no cumprimento do nosso propósito primordial. Isso possibilitará a universalização da mensagem no nosso território, com a maior proximidade entre as Áreas e com os seus Órgãos de Serviços. O novo conceito de área de atuação concebido por uma determinada Área possibilita também que ela forme novos grupos em pequenas cidades distantes dos grandes centros urbanos... além do mais, estaremos nos adequando finalmente às grandes estruturas de A.A. do mundo. 9/19/12 XVIII CONVENÇÃO NACIONAL A.A. – CUIABÁ – MT – 2012 – 11

  12. ESTRUTURA DE SERVIÇOS – dos Grupos à C.S.G. – “A.A UM CAMINHO SEM FRONTEIRA UMA MENSAGEM UNIVERSAL” Serra Negra/SP 2012 O Comitê de Área é o responsável pelo fortalecimento da estrutura da CSG e, igualmente, pelo crescimento e harmonia de nossa Irmandade. Um Comitê de Área ativo está sempre em intensa comunicação na via de mão dupla da estrutura de serviços. Promove, comparece, estimula e participa de eventos e contribui para a solução de problemas e conflitos criados pela desobediência às Doze Tradições. 9/19/12 XVIII CONVENÇÃO NACIONAL A.A. – CUIABÁ – MT – 2012 – 12

  13. ESTRUTURA DE SERVIÇOS – dos Grupos à C.S.G. – “A.A UM CAMINHO SEM FRONTEIRA UMA MENSAGEM UNIVERSAL” Serra Negra/SP 2012 A Assembleia de Área é soberana por estar ligada diretamente aos Grupos (Consciência Coletiva – Conceito I) através dos RSG’s (Conceito II), valorizando a liderança (Conceito IX) e dando a quem, o direito de decisão, participação e contestação (Conceitos III; IV & V). 9/19/12 XVIII CONVENÇÃO NACIONAL A.A. – CUIABÁ – MT – 2012 – 13

  14. ESTRUTURA DE SERVIÇOS – dos Grupos à C.S.G. – Quando, em 1955, os grupos de A.A. confirmaram a permanente ata de constituição da sua Conferência de Serviços Gerais, eles automaticamente delegaram à Conferência completa autoridade para a manutenção ativa dos nossos serviços mundiais e assim tornaram a Conferência - com exceção de qualquer mudança nas Doze Tradições ou no Artigo 12 da Ata da Constituição da Conferência - a verdadeira voz e a consciência efetiva de toda a nossa Sociedade. 9/19/12 XVIII CONVENÇÃO NACIONAL A.A. – CUIABÁ – MT – 2012 – 14

  15. ESTRUTURA DE SERVIÇOS – dos Grupos à C.S.G. – “A.A UM CAMINHO SEM FRONTEIRA UMA MENSAGEM UNIVERSAL” XXXI CONFERENCIA DE SERVIÇOS GERAIS Serra Negra/SP 2012 Homologar a eleição de membros da Junta de Custódios; Eleger membros efetivos e suplentes do Conselho Fiscal da JUNAAB; Deliberar sobre todo e qualquer assunto que diga respeito a alcoólicos anônimos em nível nacional, dando ciência das recomendações de suas Comissões; Deliberar quanto à aprovação de contas, do Balanço Patrimonial e do Relatório Anual da JUNAAB e seus Órgãos, observando o parecer do Conselho Fiscal; Apreciar e deliberar sobre os relatórios dos Custódios Nacionais Alcoólicos – Delegados à Reunião de Serviço Mundial e de outros eventos que tenham participado; Deliberar sobre quaisquer medidas necessárias visando o bem-estar comum da Irmandade de Alcoólicos Anônimos. 9/19/12 XVIII CONVENÇÃO NACIONAL A.A. – CUIABÁ – MT – 2012 – 15

  16. ESTRUTURA DE SERVIÇOS – dos Grupos à C.S.G. – Junta de Serviços Gerais de A.A. 6. Em benefício de A.A. como um todo, a nossa Conferência de Serviços Gerais tem a principal responsabilidade de manter os nossos serviços mundiais e, tradicionalmente, tem a decisão final nos grandes assuntos de finanças e de normas de procedimento em geral. Mas a Conferência também reconhece que a principal iniciativa e a responsabilidade ativa, na maioria desses assuntos, deveria ser exercidas principalmente pelos custódios, membros da Conferência, quando eles atuam entre si como Junta de Serviços Gerais de Alcoólicos Anônimos. 9/19/12 XVIII CONVENÇÃO NACIONAL A.A. – CUIABÁ – MT – 2012 – 16

  17. ESTRUTURA DE SERVIÇOS – dos Grupos à C.S.G. – 7. A Conferência reconhece que a Ata de Constituição e os Estatutos da Junta de Serviços Gerais são instrumentos legais; que os custódios têm plenos poderes para administrar e conduzir todos os assuntos dos serviços mundiais de Alcoólicos Anônimos. Além do mais é entendido que a Ata de Constituição da Conferência não é por si só um documento legal, mas pelo contrário, ela depende da força da tradição e do poder da bolsa de A.A. para efetivar sua finalidade. Junta de Serviços Gerais e a Conferência de Serviços Gerais 9/19/12 XVIII CONVENÇÃO NACIONAL A.A. – CUIABÁ – MT – 2012 – 17

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