Aplicação do Planejamento Urbano e Regional sob o enfoque de Plano Estratégico - PowerPoint PPT Presentation

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  1. Aplicação do Planejamento Urbano e Regional sob o enfoque de Plano Estratégico Arq. E Urb. Hitomi Mukai Ms. Faculdade Assis Gurgacz Palestra na 4ª Jornada de Engenharia e Arquitetura

  2. Planejamento urbano Planejamento Urbano Urbanismo Fenômeno Urbano em sua dimensão espacial Processo Social Conflitivo Desenho Urbano Autônomo Multidisciplinar PROJETO DE CIDADES

  3. Planejamento Urbano Conceito comum: aspecto físico da cidade, (“embelezar”, confortabilidade, lucro, proveito. Planejadores Urbanos Processo de produção Precisam projetar o Futuro E seus impactos positivos e negativos Estruturação Apropriação do espaço urbano

  4. Realidade Brasileira Heliópolis, São Paulo. Foto Nelson Kon. Fonte: http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp340.asp. 22 mai 2006

  5. Realidade Brasileira Paraisópolis-Morumbi, São Paulo. Foto Nelson Kon Fonte: http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp340.asp. 22 mai 2006

  6. Realidade Brasileira Alagados, Salvador. Foto José Carlos Huapaya Espinoza Fonte: http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp340.asp. 22 mai 2006

  7. Realidade Brasileira Boca do Rio, Salvador. Foto Selma Passos Fonte: http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp340.asp. 22 mai 2006

  8. Realidade Local Cascavel, Fundo de Vale Fonte:Secretaria de Meio Ambiente

  9. Realidade Local Cascavel, Fundo de Vale Fonte:Secretaria de Meio Ambiente

  10. Realidade Local Cascavel, Fundo de Vale Fonte:Secretaria de Meio Ambiente

  11. O Planejamento Estratégico Plano Famepar Plano normativo Físico territorial Urbanismo progressista Voltado à regulamentação.

  12. O Planejamento Estratégico Globalização Papel das cidades competitividade Marketing das cidades Aumentar o potencial das cidades – responder às demandas globais – exploração das reais possibilidades da cidade.

  13. O Planejamento Estratégico Cidades – necessidades imediatas Limitação recursos PE valoriza a capacidade de promoção Urbanismo contemporâneo - negociação.

  14. Grupos Participativos e ativos Para um Bom Planejamento Estratégico de Cidades. Estado Grupos Políticos Universidades Ongs Associação de moradores Governos regionais e locais Entidades e órgãos de governo Cidadãos Sindicato dos trabalhadores Empresas Multinacionais, nacionais e locais Privadas e do Estado Assoc. Comercial Fundações Entidades de classe Ter uma visão e objetivos definidos. Adaptado de Cabanillas (s/d)

  15. - Pode dizer-me que caminho devo tomar? - Isto depende do lugar para onde você quer ir. (Respondeu com muito propósito o gato) - Não tenho destino certo. - Neste caso qualquer caminho serve. (“Alice no País da Maravilhas” - Lewis Carrol)

  16. O Planejamento Estratégico Modelo de decisão, unificado e integrador Determina e revela o propósito organizacional Valores Missão Objetivos Estratégias Metas Ação com foco em Priorizar a Alocação de Recursos

  17. O PLANEJAMENTO NÃO DIZ RESPEITO A DECISÕES FUTURAS, MAS ÀS IMPLICAÇÕES FUTURAS DE DECISÕES PRESENTES Peter Drucker Figura: Peter Drucker Fonte: http://hsci.cas.ou.edu/images/jpg-100dpi-10in/misc/Wren/Portraits/Drucker.jpg. Acesso em 22 mai 2006

  18. Benefícios do Planejamento Estratégico AGILIZA DECISÕES MELHORA A COMUNICAÇÃO AUMENTA A CAPACIDADE GERENCIAL PARA TOMAR DECISÕES PROMOVE UMA CONSCIÊNCIA COLETIVA PROPORCIONA UMA VISÃO DE CONJUNTO MAIOR DELEGAÇÃO DIREÇÃO ÚNICA PARA TODOS ORIENTA PROGRAMAS DE QUALIDADE MELHORA O RELACIONAMENTO DA ORGANIZAÇÃO COM SEU AMBIENTE INTERNO E EXTERNO

  19. Condições CONSCIÊNCIA DE SUA NECESSIDADE; DECISÃO PELA SUA UTILIZAÇÃO; ENVOLVIMENTO EFETIVO DA DIREÇÃO; INFORMAÇÕES RELEVANTES PARA O PLANEJAMENTO; CLIMA PROPÍCIO; PARTICIPAÇÃO ORGANIZADA

  20. Planejamento Implementação Controle Organizar dados Analisar os dados Implantar decisões Planejamento Institucional Planejamento dos Centros Planejamento dos Deptos. Planejamento das Áreas Mensurar os resultados Avaliar os resultados Adotar ações corretivas Fonte: FGV/

  21. Case: PDUOS – Realeza

  22. Plano Diretor Novo Modelo Ministério das Cidades Paranácidade

  23. Case: PDUOS Realeza - Pr Análise do cenário atual QUE MUNICÍPIO DESEJAMOS? VOCAÇÃO VISÃO PRINCÍPIOS CENÁRIOS DESEJADOS

  24. Case: PDUOS Realeza - Pr ANÁLISE DO CENÁRIO ATUAL Atividades humanas Atividades produtivas Sistemas Sustentação natural Sustentação Adaptado Controle de Informações Controle de Decisões

  25. Case: PDUOS Realeza - Pr ANÁLISE DO CENÁRIO ATUAL Grupos análise: Sistemas Cenário atual(1) Atividades Humanas Município jovem, com boa estrutura, expressão para o agronegócio e dificuldades na sustentação da atividade econômica. Atividades Produtivas Predominância da atividade agropecuária com emergência do setor terciário Sustentação Natural Degradado e em lenta recuperação. Sustentação Adaptado Necessidade de readequação do sistema de sustentação adaptado. Controle de Informação Defasagem do banco de dados Controle de Decisão Limitado pela burocracia e pelos recursos humanos e financeiros.

  26. Case: PDUOS Realeza - Pr Síntese Cenário Atual Município jovem, com boa estrutura, potencial para o agronegócio e setor terciário com dificuldades na sustentação da atividade econômica

  27. Case: PDUOS Realeza - Pr VOCAÇÃO SEDIMENTAR-SE COMO PÓLO MICRORREGIONAL, BENEFICIANDO-SE DA LOCALIZAÇÃO ESTRATÉGICA RODOVIÁRIA

  28. Case: PDUOS Realeza - Pr VISÃO Desenvolver-se e consolidar-se como destaque na região com qualidade de vida e ênfase na sustentabilidade local. a visão da cidade deve identificar as linhas imaginárias que os munícipes e os demais interessados na cidade podem enxergar ou visualizar, explicitando os seus desejos ou aspirações de forma racional. Deve oportunizar, acomodar e harmonizar os anseios estratégicos dos envolvidos na cidade e muitas vezes nos municípios circunvizinhos.

  29. Case: PDUOS Realeza - Pr VISÃO Grupos análise: Sistemas Cenário atual(1) Visão: Em 2016 em RE.... Atividades Humanas Atividades Produtivas Ter mais sustentabilidade econômica, social e ambiental. Sustentação Natural Sustentação Adaptado Controle de Informação Controle de Decisão

  30. Case: PDUOS Realeza - Pr Síntese Visão Sistema de tomada de decisão amparado no sistema de informação, que busque a sustentabilidade econômica, social e ambiental.

  31. Case: PDUOS Realeza - Pr PRINCÍPIOS Grupos análise: Sistemas Cenário atual(1) Visão Princípios (Nós...) Atividades Humanas Valorizamos a identidade local Atividades Produtivas Sustentação Natural Sustentação Adaptado Controle de Informação Controle de Decisão

  32. PRINCÍPIOS • 1. Nós VALORIZAMOS A IDENTIDADE LOCAL. • 2. Nós PRESERVAMOS OS USOS E COSTUMES LOCAIS • 3. Nós TRABALHAMOS • 4. Nós TEMOS PARTICIPATIVIDADE • 5. Nós SOMOS SOLIDÁRIOS • 6. Nós ACREDITAMOS NA INESGOTABILIDADE DOS RECURSOS NATURAIS. • 7. Nós ACREDITAMOS NA EDUCAÇÃO • 8. Nós TEMOS ÉTICA • 9. Nós SOMOS FIDEDIGNOS • 10. Nós TEMOS IMPARCIALIDADE • 11. Nós TEMOS MORALIDADE • 12. Nós SOMOS DEMOCRÁTICOS • 13. Nós SOMOS ÉTICOS

  33. Case: PDUOS Realeza - Pr PRINCÍPIOS Grupos análise: Sistemas Cenário atual(1) Visão Princíp Cenário desejado Atividades Humanas Atividades Produtivas Sustentação Natural Sustentação Adaptado Controle de Informação Controle de Decisão

  34. Case: PDUOS Realeza - Pr Cenário Desejado 2016 Realeza seja destaque e pólo microrregional no processo de gestão participativa integrando os seis sistemas (de atividades humanas, de atividades produtivas, de sustentação natural, de sustentação adaptado, de controle de informações, de controle de decisões).

  35. Case: PDUOS Realeza - Pr DEFINIÇÃO DE INDICADORES BSC – Balanced Scorecard MEM – Mapa Estratégico Municipal Onde o Município estava? Onde quer chegar? Como quer chegar? Perspectiva Cidadãos Processos internos Aprendizagem e crescimento Desempenho financeiro

  36. Case: PDUOS Realeza - Pr MACROOBJETIVOS Estabelecimento de Política de Desenvolvimento Estabelecimento de Sistema Permanente de Planejamento Dinamização e Ampliação das Atividades Econômicas, para fortalecer e economia Municipal

  37. MAPA ESTRATÉGICO VOCAÇÃO : Sedimentar-se como pólo microrregional, beneficiando-se da localização estratégica rodoviária. VISÃO : Sistema de tomada de decisão amparado no sistema de informação, que busque a sustentabilidade econômica, social e ambiental. CENÁRIO DESEJADO EM 2016 : Realeza seja destaque e pólo microrregional no processo de gestão participativa integrando os seis sistemas Perspectivas Polít Desenvolvimento Urbano e Rural Sistemática permanente de Planejamento Dinamização e ampliação das atividades Fortalecendo a economia municipal Do cidadão Ampliação da Participação popular Nas decisões Instituir Conselho Municipal de desenvolvimento Econômico e social Busca de novas Frentes de ação econômica Perspectivas dos Processos Internos Capacitação Técnica Instrutiva e Cidadã Criação de Orgão gestor do Planejamento municipal Informações estratégicas Para fomentar Atividades econômicas Perspectiva de Aprendizado e crescimento Fortalecer o processo De formação, Informação e circulação De bens econômicos e Culturais e sua divulgação Adequação da Estrutura administrativa Estimular a capacitação Permanente de Trabalhadores do Setor público e iniciativa privada Perspectiva de Desempenho financeiro Política de diversificação Da produção e Agregação de valores Utilização de dados Para decisões Ampliar parceria Com Estado, união e Outros.

  38. Case: PDUOS Realeza - Pr Diretrizes para o estabelecimento de uma Política de Desenvolvimento Urbano e Municipal Grupos análise: Sistemas Macroobjetivos Diretrizes Atividades Humanas Atividades Produtivas Sustentação Natural Sustentação Adaptado Controle de Informação Controle de Decisão

  39. Case: PDUOS Realeza - Pr Diretrizes para o estabelecimento de uma Política de Desenvolvimento Urbano e Municipal Grupos análise: Sistemas Macroobjetivos Diretrizes Ações Atividades Humanas Atividades Produtivas Sustentação Natural Sustentação Adaptado Controle de Informação Controle de Decisão

  40. Implante-se o Sistema de Planejamento; • Na visão de Gestão Integrada Compartilhada, • Estabeleça-se o Órgão Coordenador do Sistema de Planejamento, • Implante-se o Sistema Único de Informações, • Definam-se claramente metas a serem atingidas, • Meça-se a eficácia das metas definidas e implantadas.

  41. E EM ANO DE COPA.... MUITO OBRIGADA!!!!

  42. REFERÊNCIAS • ALMEIDA, J. Ribeiro de. Planejamento Ambiental. (2a edição revista e atualizada) Rio de Janeiro, Thex Editora, 1999. • AMBROSIS, Clementina De. Experiências de capacitação administrativa para o planejamento a nível local (município). São Paulo, s/d, mimeografado. • AZEVEDO, Eurico de Andrade. Avaliação do planejamento municipal no Estado de São Paulo. São Paulo, scp, 1976. • Balanced Scorecard . [s.l][s.d] Disponível em <httm//www.qpr.com>. Acesso em 24 nov 2005 • Estatuto da Cidade – Fundação Prefeito Faria Lima CEPAM, São Paulo, 2001 • Estatuto da Cidade – Guia para Implementação pelos Municípios e Cidadãos. Câmara dos Deputados, Brasília, 2001. • MARICATO, Ermínia: "Brasil,Cidades:alternativas para a crise urbana". SP: Vozes, 2002. • MINISTÉRIO DO INTERIOR. Manual do Programa de Ação Concentrada. Rio de Janeiro, SERFHAU, 1970. • MOREIRA, Antônio Cláudio M.L. “Leis do plano diretor e de uso e ocupação do solo" in Simpósio Nacional de Engenharia & Planejamento Urbano, São Paulo: EPUSP,1989. • MOREIRA, Antônio Cláudio, DE AMBROSIS, Clementina, AZEVEDO NETO, Domingos Theodoro. A espera de uma reforma participativa. Arquitetura e Urbanismo, ano 2, número 7, páginas 98-100, agosto/86. • OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Planejamento Estratégico. Conceitos e metodologias práticas. São Paulo. Atlas. 2004 • PAGNONCELLI, Dioniso. Cidade, capital social planejamento estratégico. O caso de Joinville. Rio de Janeiro. Esevier. 2004 • Plano Diretor de Araranguá. Prefeitura Municipal. Araranguá. 1981 • REZENDE, Denis Alcides. Planejamento estratégico municipal. Rio de Janeiro. Brasport. 2005. • ROCHA, Douglas José Alexandria. Desenvolvimento do Balanced Scorecard. Dissertação de Mestrado. Florianópolis. 2000. UFSC – Engenharia de Produção • SÅO PAULO (Estado). Secretaria do Interior. Centro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal. Roteiro para elaboração do Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado e Desenvolvimento Integrado. São Paulo, CEPAM, 1969. • SÅO PAULO (Estado). Secretaria do Interior. Fundação Prefeito Faria Lima - CEPAM. Plano diretor de desenvolvimento e expansão urbana. São Paulo, CEPAM, 1989. • SILVA (1), José Afonso da. Direito ambiental constitucional. São Paulo, Malheiros Editores, 1994. • SOUZA, Maria A Adélia de Souza.  Sobre planos diretores: em busca da urbanidade. São Paulo: exemplar digitalizado, IEA/USP, 19. • SMOLAREK ARQUITETURA LTDA. Plano de uso e ocupação do solo de Campo Bonito – PR. Cascavel: 2006.