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CLUSTERS E A NOVA ECONOMIA DA COMPETIÇÃO

CLUSTERS E A NOVA ECONOMIA DA COMPETIÇÃO. Planejamento Estratégico Empresarial Professor: Flávio Henrique dos Santos Foguel. INTRODUÇÃO. Companhias têm acesso a capital, bens, informações e tecnologias, oriundos de qualquer parte do planeta, com um simples apertar de botão de mouse.

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CLUSTERS E A NOVA ECONOMIA DA COMPETIÇÃO

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  1. CLUSTERS E A NOVA ECONOMIA DA COMPETIÇÃO Planejamento Estratégico Empresarial Professor: Flávio Henrique dos Santos Foguel

  2. INTRODUÇÃO • Companhias têm acesso a capital, bens, informações e tecnologias, oriundos de qualquer parte do planeta, com um simples apertar de botão de mouse. • Neste contexto, muito do conhecimento convencional sobre como as empresas e as nações competem precisa ser revisto (1998).

  3. INTRODUÇÃO • Na teoria, mercados globais mais abertos, transporte mais ágil e a comunicação deveriam diminuir o papel do LOCAL na competição. • Qualquer fator mais eficiente que possa ter surgido fora do “universo” que vai de mercados globais a redes corporativas é acessível a qualquer empresa e, portanto, é ignorado como uma fonte de vantagem competitiva.

  4. INTRODUÇÃO • O LOCAL não tem importância? • Como explicar as vantagens na busca da Classe Mundial de: • Companhias de Fundos Mútuos de Boston; • Empresas do setor têxtil das Carolina do Norte e Carolina do Sul; • Empresas de automóveis de alta performance do Sudeste da Alemanha; • Empresas produtoras de sapatos do Nordeste da Itália.

  5. INTRODUÇÃO • O mapa econômico mundial é dominado por CLUSTERS: massas críticas de empresas, em uma localidade, de sucesso competitivo extraordinário em setores específicos. • CLUSTERS são características de, virtualmente, todas as economias (das nacionais até as metropolitanas), especialmente nas nações mais desenvolvidas (mais conhecidas: Silicon Valley e Hollywood).

  6. INTRODUÇÃO • CLUSTERS estão alicerçados em um paradoxo: as vantagens competitivas duradouras em uma Economia Global estão baseadas cada vez mais em fatores locais: conhecimento, relacionamento, motivação, que os concorrentes geograficamente distantes não possuem.

  7. INTRODUÇÃO • Embora o LOCAL permaneça fundamental para a competição, seu papel atual difere muito do descrito tempos atrás. • Quando a competição era focada fortemente em custos de insumos, os locais com alguns “dons naturais” muitas vezes desfrutavam uma vantagem comparativa que era considerada ao mesmo tempo decisiva e duradoura.

  8. INTRODUÇÃO • Ocorre que Competição nos dias de hoje é um conceito muito mais dinâmico • Empresas podem atenuar várias das desvantagens de custos de insumos, utilizando-se fontes globais. • Vantagem Competitiva e Utilização produtiva de recursos

  9. INTRODUÇÃO • Ambiente interno é importante. • CLUSTERSrevelam o papel vital do ambiente imediato de negócios fora do Companhia (Ambiente Setorial). • CLUSTERSafetam a competitividade dentro de países tanto dentro como fora de suas fronteiras nacionais.

  10. O QUE É UM CLUSTER? • Marshall (final do séc XIX), Weber (1929) e Lösch (1954) estudaram concentrações industriais CLUSTERS são concentrações geográficas de companhias e instituições interconectadas em um setor específico. • Objetivo: ganho de eficiência coletiva – vantagem competitiva derivada das economias externas locais e da ação conjunta. • Concentração geográfica e setorial são sinais evidentes da formação de um CLUSTER. São suficientes para gerar Eficiência Coletiva?

  11. O QUE É UM CLUSTER?Fatores facilitadores da Eficiência Coletiva • Divisão do trabalho e da especialização entre produtores; • Estipulação da especialidade de cada produtor; • Surgimento de fornecedores de matéria-prima e de máquinas; • Surgimento de agentes que vendam para mercados distantes; • Surgimento de empresas especialistas em serviços tecnológicos, financeiros e contábeis; • Surgimento de uma classe de trabalhadores assalariados com qualificações e habilidades específicas; • Surgimento de associações para defesa dos interesses do conjunto. (Amato Neto, 2000)

  12. O QUE É UM CLUSTER? • CLUSTER incorporam um arranjo de indústrias relacionadas e outras instituições importantes para a competição. • Exemplos: • Cluster de Vinho da Califórnia • Cluster de Papel e Celulose – Suécia e Portugal

  13. Cluster de Vinho da Califórnia Estoque da Uva Equipamento para produção do Vinho Agencias do Governo Barris Fertilizantes, Pesticidas e Herbicidas Garrafas Equipamento para colheita da Uva Vinhas Produtores de Vinhos Facilidades de Processamento Tampões e Cortiça Rótulos Tecnologia de Irrigação Relações Públicas e Anúncios Publicações Especializadas (Ex.: Wine Spectator, Trade Journal) Cluster de Turismo Cluster de Agricultura da Califórnia Educacional, Pesquisa & Organização de Comércio (Ex.: Instituto do Vinho, UC Davis, Instituto de Culinária) Cluster de Alimentos

  14. Cluster Sueco de Papel e Celulose Químicos Prevenção de incêndios Florestais Maquinário para corte e coleta Lâminas para Serras Corte e Coleta de Toras Consultoria em Engenharia Maquinário para serraria Silvicultura POLPA Lascas de Madeira Maquinário & Equipamentos para Polpa & Papel Serraria Cortiça Produtos sanitários Reciclagem Indústria de Impressão PAPEL Material para Construção Outros produtos de madeira Ligação Fraca Ligação Moderada Ligação Forte EMBALAGENS DE PAPEL Casas Pré-Fabricadas Móveis de Madeira Indústria Internacionalmente Competitiva Fonte: Análise MONITOR

  15. CLUSTERS AMERICANOS Rochester Equipamento Para Imagens Omaha Telemarketing Reservas de Hotel Processamento de Cartão de Crédito Warsaw, Indiana Dispositivos Ortopédicos Detroit Auto-Peças e Equipamento Boston Fundos Mútuos Biotecnologia Software Wisconsin/ Iowa / Illinois Equipamento Agrícola West Michigan Móveis para Escritório Silicon Valley Microeletrônica Capital de Risco Hartford Seguro Providence Joalheria Pennsylvania/ New Jersey Produtos Farmacêuticos Carolina do Norte Mobília Doméstica Fibras Sintéticas Meias Área de Los Angeles Defesa Aeroespacial Entretenimento Wichita Aeronaves Leves Dalton, Georgia Tapetes Baton Rouge/ New Orleans Alimentação Dallas/ Houston Desenvolvimento de Imóveis Sul da Flórida Tecnologia de Saúde Computadores Texas/ Louisiana Produtos Químicos Nashville/ Louisville Gerenciamento Hospitalar

  16. Clusters e Competição • CLUSTERS afetam a competição em três eixos principais: • Incrementando a produtividade das companhias baseadas na área; • Dando a direção e o caminho da inovação, na qual se alicerçará os futuros ganhos de produtividade; • Estimulando a formação de novos negócios.

  17. Clusters e Produtividade • A participação em umCLUSTER fornece às empresas: • Maior acesso a mão-de-obra e fornecedores; • Acesso à informações especializadas; • Complementaridades; • Acesso a Instituições e bens públicos; • Melhora da motivação e da avaliação de desempenho.

  18. Clusters e Inovação • O relacionamento com os outros membros do CLUSTERfacilita o aprendizado da empresa, gerando um ambiente mais favorável à Inovação.

  19. Clusters e a Formaçãode Novos Negócios • Maior Concentração de Consumidores; • Barreiras de entrada são menores; • Menor custo de capital.

  20. Clusters e a Agenda Estratégica das Empresas • O Conceito de CLUSTER acrescenta à agenda estratégica empresarial 4 questões: • A escolha do localização geográfica; • O envolvimento na região; • O aprimoramento de seu CLUSTER; • Trabalhar Coletivamente.

  21. Clusters BrasileirosCMB / S.C. Concentração do Setor CMB em Santa Catarina Fonte: Balanço Anual. Artigo de cama, mesa e banho. Julho 2000 2000

  22. Tabela 1 – Principais Empresas do Segmento CMB da Indústria Têxtil Brasileira por Ordem de Receita Líquida – 1999 Ordem Empresa Sede Receita líquida R$ mil Participação (%) 1 Teka SC – Blumenau 314.083 30,4 2 Karsten SC – Blumenau 153.649 14,9 3 Döhler SC – Joinville 144.400 14,0 4 Artex SC – Blumenau 117.342 11,4 5 Buettner SC – Brusque 88.516 8,6 6 Lepper SC – Joinville 53.235 5,2 7 Altenburg SC – Blumenau 51.978 5,0 8 Toália PB 36.849 3,6 9 Sisa SE 29.300 2,8 10 São Carlos Tecelagem SP 20.987 2,0 11 Tognato SP 10.981 1,1 12 Romaria SP 10.505 1,0 Receita total 1.031.825 100,0 Clusters BrasileirosCMB / S.C. Principais Empresas do Segmento CMB da Indústria Têxtil Brasileira por Ordem de Receita Líquida – 1999 2000 Fonte: Balanço Anual. Artigo de cama, mesa e banho. Julho 2000

  23. Clusters BrasileirosOutros Exemplos • Rio Verde (GO) – Grãos, aves, suínos • S.J. dos Campos (SP) – Aeronáutica • ABC (SP) – Automóveis • Joinville (SC) – Softwares • Blumenau (SC) - Cristais • Novo Hamburgo (RS) – Calçados • Petrolina (PE) / Juazeiro (BA) – Frutas

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