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REVOLUÇÃO INDUSTRIAL. (SÉC. XVIII). Profª. Teresa Cristina Barbo Siqueira. O mundo do século XVIII era predominantemente rural. Profª. Teresa Cristina Barbo Siqueira.

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Presentation Transcript
revolu o industrial

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

(SÉC. XVIII)

Profª. Teresa Cristina Barbo Siqueira

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O mundo do século XVIII era predominantemente rural.

Profª. Teresa Cristina Barbo Siqueira

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A ordem feudal estava baseada em uma perspectiva de mundo estável, organizado, hierarquizado, no qual as verdades estavam dadas e eram decorrentes da vontade divina.
  • O mundo estava pronto e aos homens cabia mantê-lo; a verdade estava dada, cabendo ao homem adotá-la.
  • A casa vai se tomando lugar reservado à família, que dentro da casa, vai também dividindo espaços e permitindo lugares mais individuais e privados.
  • Constroi-se uma casa para a fábrica, modificando o caráter da vida pública. A educação das crianças, tomada como tarefa de todos, vai passando a ser de responsabilidade da família e do Estado.
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Maquinofatura X Manufatura

Profª. Teresa Cristina Barbo Siqueira

a revolu o industrial surgiu na inglaterra
A Revolução Industrial surgiu na Inglaterra
  • Principal nação capitalista do mundo europeu.
  • Possuía um imenso império colonial.
  • Abrigou, em seu solo, os calvinistas franceses (Huguenotes), com seus capitais e sua experiência empresarial.
  • Foi a primeira nação liberal do mundo.

Profª. Teresa Cristina Barbo Siqueira

objetivo das duas primeiras revolu es industriais
Objetivo das duas primeiras revoluções industriais:
  • Usar a tecnologia para produzir produtos baratos e em grandes quantidades.
  • A substituição do trabalho braçal, na primeira, e o desenvolvimento de sofisticadas estratégias gerenciais, na segunda, não visavam substituir trabalhadores por máquinas, uma vez que os trabalhadores desempenhavam papel central e indispensável no processo produtivo.

Profª. Teresa Cristina Barbo Siqueira

primeira revolu o industrial 1760 1860
Primeira Revolução Industrial(1760-1860)
  • Indústria textil: A primeira máquina inventada.
  • O bastiador hidráulico
  • O tear mecânico
  • O descaroçador de algodão
  • A máquina a vapor
  • Produção de ciência
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Surgiram as primeiras estradas de ferro. A invenção da locomotiva
  • O barco a vapor
  • O telégrafo
  • A agricultura também sofreu melhoramentos – ceifadeira mecânica.
revolu o industrial10
Revolução industrial

Teresa Cristina Barbo Siqueira

caracter sticas primeira revolu o industrial 1780 1840
Características Primeira Revolução Industrial (1780-1840)
  • Passagem da acumulação primitiva para a acumulação capitalista. Substituindo métodos artesanais por mecanizados, concomitantemente ao desenvolvimento dos mesmos: a divisão do trabalho passa a ser determinada pela própria mecanização.
  • Passagem da manufatura para a grande

indústria.

  • A primeira revolução industrial se caracterizou pelo avanço da mecanização.No primeiro momento foi o caos, depois quanto mais produzia mais barato ficava os objetos.
  • Predomínio do modo de produção capitalista.
  • Obs.: É o sistema econômico que desemprega, não as máquinas.
segunda revolu o industrial 1850 1980
Segunda Revolução Industrial (1850- 1980)
  • É caracterizada pela difusão dos princípios de industrialização em diversos países: França, Alemanha, Itália, Bélgica, Estados Unidos e Japão.
  • Valorização das ciências Física e Química
  • O destaque ficou com a eletricidade e a química, resultando em novos tipos de motores (elétricos e à explosão), no aparecimento de novos produtos químicos e na substituição do ferro pelo aço processo Bessemer.
  • Houve o surgimento das grandes empresas - que, por vezes, se organizavam em cartéis (grupos de empresas que, mediante acordo, buscam determinar os preços e limitar a concorrência) -, do telégrafo sem fio e do rádio.
revolu o industrial13
Revolução industrial
  • Na estrutura administrativa a verticalização marcará a segunda revolução industrial através da empresa de sociedade anônima, gerenciada por uma estrutura hierárquica de administradores profissionais assalariados.

Fábrica

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A estrutura administrativa passa a representar um elevado custo fixo e devido a atividades não mecanizáveis, essa estrutura se caracteriza pela baixa produtividade.
  • Desenvolve-se a maximização de lucros em longo prazo, através de uma expressiva reinversão de lucros de forma a garantir a ampliação da própria estrutura administrativa.
  • Serão desenvolvidas novas oportunidades de investimento, criando novas demandas através de um marketing agressivo, bem como interiorizando a própria dinâmica de inovação através de laboratórios internos de P&D: cria-se uma organizada insatisfação em termos de se delinear um desejo para ser satisfeito.
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Com a luz elétrica os lucros foram elevados, permitindo o crescimento industrial.
  • Motores e máquinas eletrônicas menores permitiram o desenvolvimento de um grande número de utilidades domésticas, que seriam os bens de consumo duráveis que, juntamente com o automóvel, constituem os maiores símbolos da sociedade moderna durante a guerra fria (EUA) e o consumismo de seus produtos industrializados para superar sua crise da queda da Bolsa de NY em 1929.
  • Cria-se a sociedade de consumo.salário tem que subir, formação dos sindicatos, capital x trabalho.
  • O padrão de consumo é definido pelo estado de bem estar.
  • Qualidade de vida X estado de bem estar social (moradia, saúde, transporte gratuito, educação).
  • Acumular capital – arrebentar com a legislação já conseguida.
taylorismo
Taylorismo
  • No contexto de se aumentar a produtividade do trabalho, surge o método de administração científica de Frederick W. Taylor (taylorismo): para ele o grande problema das técnicas administrativas existentes consistia no desconhecimento, pela gerência, bem como pelos trabalhadores, dos métodos ótimos de trabalho.
  • Diminuição do tempo ocioso.
  • A busca dos métodos ótimos, seria efetivada pela gerência, através de experimentações sistemáticas de tempos e movimentos.
  • Uma vez descobertos, os métodos seriam repassados aos trabalhadores que transformavam-se em executores de tarefas pré-definidas.
fordismo
Fordismo
  • Uma segunda concepção teórica, conhecida como fordismo, acelera o conceito de produto único de forma a intensificar as possibilidades de economia de escala no processo de montagem e se obter preços mais baixos. Henry Ford (carros da Ford)
  • Com seu tradicional exemplo do Ford T, ao se valer da moderna tecnologia eletromecânica, ele desenvolve peças intercambiáveis de alta precisão que elimina a necessidade de ajustamento e, consequentemente do próprio mecânico ajustador.
  • Sem a necessidade de ajuste, a montagem pode ser taylorizada, levando a que mecânicos semi-qualificados se especializassem na montagem de pequenas partes (esteira rolante).
sistema toyota jap o antecedentes segunda guerra mundial x eua de produ o
Sistema Toyota (Japão) antecedentes: segunda Guerra Mundial X EUA de Produção
  • Período posterior à Segunda Guerra mundial, (os Anos Dourados). Havia uma rigidez deste modelo de gestão industrial foi a causa do seu declínio. Ficou famosa a frase de Ford, que dizia que poderiam ser produzidos automóveis de qualquer cor, desde que fossem pretos.
  • A partir da década de 70, o Fordismo entra em declínio. A General Motors flexibiliza sua produção e seu modelo de gestão. Lança diversos modelos de veículos, várias cores e adota um sistema de gestão profissionalizado, baseado em colegiados.
  • Na década de 70, após os choques do petróleo e a entrada de competidores japoneses no mercado automobilístico, o Fordismo e a produção de massa entram em crise e começam gradativamente a serem substituídos pela produção enxuta, modelo de produção do sistema toyota de produção.
  • Em 2007 a Toyota torna-se a maior montadora de veículos do mundo.
terceira revolu o industrial
Essa nova fase apresenta processos tecnológicos decorrentes de uma integração física entre ciência e produção, também chamada de revolução tecnocientífica.TERCEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

Robô inglês: braço eletrônico é capaz

de escrever e de levantar 1 tonelada

Teresa Cristina Barbo Siqueira

slide20
O impacto das novas tecnologias da Terceira Revolução Industrial não se restringe apenas às indústrias, mas afeta as empresas comerciais, as prestadoras de serviços esta é a grande característica da terceira fase da Revolução Industrial. É, em relação ao trabalho e, até mesmo, o cotidiano das pessoas comuns.

Em termos de magnitude e abrangência, a Terceira Revolução Industrial não se restringe a alguns países europeus, aos EUA e ao Japão, mas se espalha pelo mundo todo. Na atual fase da revolução, o modo de produção difere tanto da produção artesanal - em que os trabalhadores, com o uso de ferramentas manuais, fabricam cada produto, um de cada vez, de acordo com as especificações do comprador - quanto da produção industrial ou em massa - na qual os trabalhadores operam equipamentos que produzem produtos padronizados e em grandes quantidades. Na fase contemporânea da Revolução Industrial, busca-se combinar as vantagens das produções artesanal e industrial. A produção usa metade do esforço humano na fábrica, metade do espaço físico e há investimentos maciços em equipamentos.

e f e i tos d a r e v o l u o i n d u s t r i a l
E F E I TOS D A R E V O L U Ç Ã O I N D U S T R I A L
  • ACÚMULO DE CAPITAL
  • CONTROLE CAPITALISTA DO CAMPO
  • CRESCIMENTO POPULACIONAL
  • CAPITALISMO INDUSTRIAL
  • EMPRESÁRIOS INDUSTRIAIS
  • PROLETARIADO
  • DENTENTOR DOS MEIOS DE PRODUÇÃO
  • SURGIMENTO DOS MOVIMENTOS OPERÁRIOS
  • DIVISÃO DO TRABALHO
  • ALIENAÇÃO DO TRABALHO
  • PRODUÇÃO EM SÉRIE
  • PADRONIZAÇÃO DOS GOSTOS
  • DESENVOLVIMENTO DOS TRANSPORTES
  • DESENVOLVIMENTO DAS COMUNICAÇÕES
  • URBANIZAÇÃO
algumas conseq ncias
Algumas conseqüências
  • A noção de eu e a individualização vai se desenvolvendo com a história do capitalismo.
  • Instabilidade: nós vivemos o agora, não há projeto de vida.
  • 90% dos contratos de trabalho são precários (informal, sem vínculo)
  • Personalidade instável (emocional), receptivo à mudança, relacionamento instável.
  • Educação sem a visão da alteridade(não existe o outro).
  • Extremo individualismo.
  • A idéia de um mundo "interno" aos sujeitos, da existência de componentes individuais, singulares, pessoais, privados vai tomando força, permitindo o desenvolvimento de um sentimento de eu.

Teresa Cristina Barbo Siqueira