Pensamento cr tico 2008 9
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Pensamento crítico 2008/9. Aula 2, 23-9-08. Aula passada. Importância de pensar criticamente Argumentos como modelo para raciocínio. Raciocínio partilhado. Argumento e raciocínio. Raciocinar: Partir de premissas e inferir conclusões. Argumentar:

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Pensamento crítico 2008/9

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Presentation Transcript


Pensamento cr tico 2008 9

Pensamento crítico2008/9

Aula 2, 23-9-08


Aula passada

Aula passada

  • Importância de pensar criticamente

  • Argumentos como modelo para raciocínio.

    • Raciocínio partilhado


Argumento e racioc nio

Argumento e raciocínio

  • Raciocinar:

    • Partir de premissas e inferir conclusões.

  • Argumentar:

    • Oferecer razões que suportam conclusões.


Pensamento cr tico 2008 9

Hoje

  • Estrutura de argumentos

    • Razões conjuntas, independentes e encadeadas.

    • Análise da estrutura

  • Avaliação do argumento

    • Razões


Estrutura

Estrutura

  • Generalidades

    • Conclusão suportada

    • Razão, inferência, conclusão

  • Esquema básico:

  • <Razão> então [conclusão]


Estrutura1

Estrutura

  • Esquema básico:

  • <Razão> então [conclusão]

  • É melhor fechar a janela porque vai chover.


Estrutura2

Estrutura

  • Esquema básico:

  • <Razão> então [conclusão]

  • É melhor fechar a janela porque vai chover.

  • <vai chover> então [melhor fechar janela]


Estrutura3

Estrutura

  • Razões paralelas (‘side by side’)

  • <R1> e <R2> ... então [C]


Estrutura4

Estrutura

  • Razões paralelas (‘side by side’)

  • <R1> e <R2> ... então [C]

  • Isto assim desarrumado fica horrível. Além disso alguém pode tropeçar. Devíamos arrumar isto já.


Estrutura5

Estrutura

  • Razões paralelas (‘side by side’)

  • <R1> e <R2> ... então [conclusão]

  • R1<Isto assim desarrumado fica horrível>. Além disso R2<alguém pode tropeçar>. C [Devíamos arrumar isto já].


Estrutura6

Estrutura

  • Razões paralelas (‘side by side’)

    • Este restaurante não tem açorda e eu queria mesmo comer açorda. Vamos outro sítio.

    • Este restaurante tem mau aspecto e a comida aqui é caríssima. Vamos a outro sítio.

  • Diferença?


Estrutura7

Estrutura

  • R1<Este restaurante não tem açorda> e R2<eu queria mesmo comer açorda>. C[Vamos a outro sítio.]

  • R1<Este restaurante tem mau aspecto> e R2<a comida aqui é caríssima>. C[Vamos a outro sítio.]


Estrutura8

Estrutura

  • Razões conjuntas (‘joint’)

    • R1<Este restaurante não tem açorda> e R2<eu queria mesmo comer açorda>. C[Vamos a outro sítio.]

    • Este restaurante não tem açorda. Vamos a outro sítio.

    • Eu queria comer açorda. Vamos a outro sítio.


Estrutura9

Estrutura

  • Razões conjuntas (‘joint’)

    • R1<Este restaurante não tem açorda> e R2<eu queria mesmo comer açorda>. C[Vamos a outro sítio.]

    • Este restaurante não tem açorda. Vamos a outro sítio.

    • Eu queria comer açorda. Vamos a outro sítio.


Estrutura10

Estrutura

  • Razões independentes

    • R1<Este restaurante tem mau aspecto> e R2<a comida é caríssima>. C[vamos a outro sítio.]

    • Este restaurante tem mau aspecto. Vamos a outro sítio.

    • A comida aqui é caríssima. Vamos a outro sítio.


Estrutura11

Estrutura

  • Razões paralelas (‘side by side’):

    • Independentes

      • Cada uma dá, por si só, algum suporte à conclusão.

    • Conjuntas (‘joint’)

      • Só suportam a conclusão se consideradas em conjunto.


Estrutura12

Estrutura

  • Razões encadeadas:

  • <R1> então [C1] então [C]

  • Ele não o queria matar porque apontou para a perna. Por isso não foi tentativa de homicídio.


Estrutura13

Estrutura

  • Razões encadeadas:

  • <R1> então [C1] então [C]

  • C1[Ele não o queria matar] porque R1<apontou para a perna>. Por isso C[não foi tentativa de homicídio].


Estrutura14

Estrutura

  • Não separar:

    • Disjunções

      Ou A ou B.

    • Ou foi ele que partiu o vidro ou foi o irmão. O irmão não foi. Por isso foi ele de certeza


Estrutura15

Estrutura

  • Não separar:

    • Proposições hipotéticas.

      Se A então B

    • Se chovesse a roupa molhava-se. Mas a roupa está seca. Por isso não deve ter chovido.


Estrutura16

Estrutura

  • Argumentos e explicações:

    • A poluição está a aumentar porque consumimos cada vez mais combustíveis fósseis.

    • A poluição está a aumentar. Basta ver o aumento no consumo dos combustíveis fósseis.


Estrutura17

Estrutura

  • Argumentos e explicações:

    • A poluição está a aumentar porque consumimos cada vez mais combustíveis fósseis.

      • Explicação. Afirma uma relação causal entre os dois factores mas não tenta persuadir ou suportar uma conclusão com uma razão.


Estrutura18

Estrutura

  • Argumentos e explicações:

    • C[A poluição tem está a aumentar]. R<Basta ver o aumento no consumo dos combustíveis fósseis>.

      • Argumento. O aumento no consumo é dado como uma razão para concluir que a poluição está a aumentar.


Estrutura19

Estrutura

  • Argumentos e explicações:

    • Por vezes é difícil distinguir, mas podemos perguntar se o autor assume a consequência (explicação) ou está a tentar prová-la (argumento).


Estrutura exemplo

Estrutura: Exemplo

  • Devemos opor esta lei porque vai dificultar a investigação em fibrose cística, cancro e SIDA. Em consequência, vai haver menos investigação. A lei exige que os animais usados em investigação sejam criados apenas para esse fim e proíbe o uso de cães e gatos vadios (que seriam abatidos de qualquer forma). É altura de escolher entre humanos e animais. Eu escolho os humanos.


Estrutura exemplo1

Estrutura: Exemplo

  • Devemos opor esta lei porque vai dificultar a investigação em fibrose cística, cancro e SIDA. Em consequência, vai haver menos investigação. A lei exige que os animais usados em investigação sejam criados apenas para esse fim e proíbe o uso de cães e gatos vadios (que seriam abatidos de qualquer forma). É altura de escolher entre humanos e animais. Eu escolho os humanos.


Estrutura exemplo2

Estrutura: Exemplo

C

  • Devemos opor esta lei porque vai dificultar a investigação em fibrose cística, cancro e SIDA. Em consequência, vai haver menos investigação. A lei exige que os animais usados em investigação sejam criados apenas para esse fim e proíbe o uso de cães e gatos vadios (que seriam abatidos de qualquer forma). É altura de escolher entre humanos e animais. Eu escolho os humanos.


Estrutura exemplo3

Estrutura: Exemplo

R1

C

  • Devemos opor esta lei porque vai dificultar a investigação em fibrose cística, cancro e SIDA. Em consequência, vai haver menos investigação. A lei exige que os animais usados em investigação sejam criados apenas para esse fim e proíbe o uso de cães e gatos vadios (que seriam abatidos de qualquer forma). É altura de escolher entre humanos e animais. Eu escolho os humanos.

C1


Estrutura exemplo4

Estrutura: Exemplo

  • .

R1 <mais difícil>

C1 [menos investigação]

C [Opor lei]


Estrutura exemplo5

Estrutura: Exemplo

R1

C

  • Devemos opor esta lei porque vai dificultar a investigação em fibrose cística, cancro e SIDA. Em consequência, vai haver menos investigação. A lei exige que os animais usados em investigação sejam criados apenas para esse fim e proíbe o uso de cães e gatos vadios (que seriam abatidos de qualquer forma). É altura de escolher entre humanos e animais. Eu escolho os humanos.

C1


Estrutura exemplo6

Estrutura: Exemplo

R1

C

  • Devemos opor esta lei porque vai dificultar a investigação em fibrose cística, cancro e SIDA. Em consequência, vai haver menos investigação. A lei exige que os animais usados em investigação sejam criados apenas para esse fim e proíbe o uso de cães e gatos vadios (que seriam abatidos de qualquer forma). É altura de escolher entre humanos e animais. Eu escolho os humanos.

C1

R2

R3


Estrutura exemplo7

Estrutura: Exemplo

  • .

R2 <criados de propósito>

R3 <proíbe vadios>

R1 <mais difícil>

C1 [menos investigação]

C [Opor lei]


Estrutura exemplo8

Estrutura: Exemplo

  • .

R1 <criados de propósito>

R2 <proíbe vadios>

C2 <mais difícil>

C1 [menos investigação]

C [Opor lei]


Estrutura exemplo9

Estrutura: Exemplo

C2

C

  • Devemos opor esta lei porque vai dificultar a investigação em fibrose cística, cancro e SIDA. Em consequência, vai haver menos investigação. A lei exige que os animais usados em investigação sejam criados apenas para esse fim e proíbe o uso de cães e gatos vadios (que seriam abatidos de qualquer forma). É altura de escolher entre humanos e animais. Eu escolho os humanos.

C1

R1

R2

R3


Estrutura exemplo10

Estrutura: Exemplo

  • .

R1 <criados de propósito>

R2 <proíbe vadios>

C2 <mais difícil>

C1 [menos investigação]

R3 <abatidos>

C [Opor lei]


Estrutura exemplo11

Estrutura: Exemplo

C2

C

  • Devemos opor esta lei porque vai dificultar a investigação em fibrose cística, cancro e SIDA. Em consequência, vai haver menos investigação. A lei exige que os animais usados em investigação sejam criados apenas para esse fim e proíbe o uso de cães e gatos vadios (que seriam abatidos de qualquer forma). É altura de escolher entre humanos e animais. Eu escolho os humanos.

C1

R1

R2

R3

R4

R5


Estrutura exemplo12

Estrutura: Exemplo

  • .

R1 <criados de propósito>

R2 <proíbe vadios>

C2 <mais difícil>

C1 [menos investigação]

R3 <abatidos>

R4 <escolher>

R5 <humanos>

C [Opor lei]


Estrutura como analisar

Estrutura: Como analisar

  • Marcar palavras que indicam inferência

  • E.g:

  • porqueentãopor isso


  • Estrutura como analisar1

    Estrutura: Como analisar

    • Marcar palavras que indicam inferência

    • Marcar conclusões e razões

      [conclusão 1] ... <razão 1>


    Estrutura como analisar2

    Estrutura: Como analisar

    • Marcar palavras que indicam inferência

    • Marcar conclusões e razões

    • Identificar a conclusão principal (C)

  • C[conclusão]


  • Estrutura como analisar3

    Estrutura: Como analisar

    • Marcar palavras que indicam inferência

    • Marcar conclusões e razões

    • Identificar a conclusão principal (C)

    • Começando por C, encontrar o seu suporte imediato (razões ou conclusões intermédias)


    Estrutura como analisar4

    Estrutura: Como analisar

    • Marcar palavras que indicam inferência

    • Marcar conclusões e razões

    • Identificar a conclusão principal (C)

    • Começando por C, encontrar o seu suporte imediato (razões ou conclusões intermédias)

    • Repetir para todas até chegar às razões básicas.


    Estrutura como analisar5

    Estrutura: Como analisar

    • Notação (sugestão)

    • (Fisher, The Logic of Real Arguments)


    Estrutura como analisar6

    Estrutura: Como analisar

    • Notação (sugestão)

    • (Fisher, The Logic of Real Arguments)

    Razões independentes


    Estrutura como analisar7

    Estrutura: Como analisar

    • Notação (sugestão)

    • (Fisher, The Logic of Real Arguments)

    Razões independentes

    Razões conjuntas


    Estrutura como analisar8

    Estrutura: Como analisar

    • Notação (sugestão)

    • (Fisher, The Logic of Real Arguments)

    Razões independentes

    Razões conjuntas

    Razões encadeadas


    Avaliar argumentos

    Avaliar argumentos

    • Problemas graves na inferência.

      • Falácias (aula 4)

      • Incoerência


    Avaliar argumentos1

    Avaliar argumentos

    • Incoerência

      • Caso particular: contradição

        • Afirmação de P e da negação de P.

        • E.g.

          Lisboa é a capital de Portugal. Lisboa não é a capital de Portugal.


    Avaliar argumentos2

    Avaliar argumentos

    • Incoerência

      • Caso geral: pode-se derivar uma contradição mas não está expressa.

      • E.g

        • Todos os polícias são honestos. O Gervásio é policia. O Gervásio é desonesto.


    Avaliar argumentos3

    Avaliar argumentos

    • Problemas graves na inferência.

      • Um argumento falacioso ou incoerente pode ser rejeitado.

      • Mas se for coerente e não falacioso?


    Avaliar argumentos4

    Avaliar argumentos

    • Problemas graves na inferência.

    • Razões

      • Aceitáveis

      • Relevantes

      • Adequadas (ou suficientes)


    Avaliar argumentos5

    Avaliar argumentos

    Razões

    Inferência

    Conclusão


    Avaliar argumentos6

    Avaliar argumentos

    Razões

    Inferência

    Conclusão

    • Aceitamos as razões (cada uma)?

    ?

    ?

    ?


    Avaliar argumentos7

    Avaliar argumentos

    Razões

    Inferência

    Conclusão

    • Cada razão é relevante?

    ?

    ?

    ?


    Avaliar argumentos8

    Avaliar argumentos

    Razões

    Inferência

    Conclusão

    • Em conjunto, são adequadas (suficientes)?

    ?


    Exemplo

    Exemplo

    • Vendedor:

    • “Deve escolher este carro porque não consome combustível.”


    Exemplo1

    Exemplo

    • Relevante

    • Adequada

    • Inaceitável

    não consome combustível

    escolher este carro


    Exemplo2

    Exemplo

    • Aceitável

    • Irrelevante

    • (outras razões?...)

    O meu tio tem um

    escolher este carro


    Exemplo3

    Exemplo

    estofos de cabedal

    • Relevante

    • Aceitável

    • Inadequado

    leitor de CDs

    escolher este carro


    Avaliar argumentos9

    Avaliar argumentos

    • Premissas implícitas

      • Fazem parte do raciocínio mas não são expressas como razões


    Avaliar argumentos10

    Avaliar argumentos

    • Premissas implícitas

      • Fazem parte do raciocínio mas não são expressas como razões

        E.g:

        Não deves ir patinar hoje. Esteve calor e o gelo está a derreter.


    Avaliar argumentos11

    Avaliar argumentos

    • Premissas implícitas

      • Fazem parte do raciocínio mas não são expressas como razões

        E.g:

        Não deves ir patinar hoje. Esteve calor e o gelo está a derreter.

        Implícita: Não quer cair pelo gelo.


    Avaliar argumentos12

    Avaliar argumentos

    • Premissas implícitas

      • Fazem parte do raciocínio mas não são expressas como razões

      • Normalmente não precisamos preocuparmo-nos com elas (há infinitas)

      • Mas convém torná-las explicitas se as questionamos.


    Avaliar argumentos13

    Avaliar argumentos

    • Exemplo

      • Há quem diga que a violência na televisão não tem efeito no comportamento dos espectadores. No entanto, se o que se mostra na televisão não afectasse os espectadores, a publicidade não os influenciaria a comprar certos produtos. Mas sabemos que a publicidade influencia, por isso a violência na televisão tem que afectar os espectadores.


    Avaliar argumentos14

    Avaliar argumentos

    • Exemplo

      • Implícita: O que é válido para a publicidade também é válido para a violência.


    Avaliar argumentos15

    Avaliar argumentos

    FRISCO (Robert Ennis)

    • Focus

    • Reasons

    • Inference

    • Situation

    • Clarity

    • Overview


    Avaliar argumentos16

    Avaliar argumentos

    FRISCO (Robert Ennis)

    • Focus

      • Qual o ponto principal, a conclusão a que se quer chegar.


    Avaliar argumentos17

    Avaliar argumentos

    FRISCO (Robert Ennis)

    • Focus

    • Reasons

      • As razões que a suportam


    Avaliar argumentos18

    Avaliar argumentos

    FRISCO (Robert Ennis)

    • Focus

    • Reasons

    • Inference

      • A inferência que liga as razões à conclusão.

      • Estes três cobrem a análise da estrutura e, em parte, a avaliação.


    Avaliar argumentos19

    Avaliar argumentos

    FRISCO (Robert Ennis)

    • Focus

    • Reasons

    • Inference

    • Situation

      • Qual é o contexto, o “pano de fundo”. Premissas implícitas.


    Avaliar argumentos20

    Avaliar argumentos

    FRISCO (Robert Ennis)

    • Focus

    • Reasons

    • Inference

    • Situation

    • Clarity

      • Há termos ambíguos ou vagos?


    Avaliar argumentos21

    Avaliar argumentos

    FRISCO (Robert Ennis)

    • Focus

    • Reasons

    • Inference

    • Situation

    • Clarity

    • Overview

      • Encaixa tudo?


    Avaliar argumentos22

    Avaliar argumentos

    FRISCO (Robert Ennis)

    • Focus

    • Reasons

    • Inference

    • Situation

    • Clarity

    • Overview

  • Especialmente importante para os nossos argumentos.


  • Avaliar argumentos23

    Avaliar argumentos

    Sete regras (Hughes & Lavery)

    • Identificar a conclusão principal

    • Identificar as premissas (razões)

    • Identificar a estrutura

    • Verificar se as premissas são aceitáveis

    • Verificar se são relevantes

    • Verificar se são adequadas (suficientes)

    • Considerar contra-argumentos


    Avaliar argumentos24

    Avaliar argumentos

    Thinking Map (Fisher, p56)

    • Análise

      • Conclusões

      • Razões e estrutura

      • Premissas implícitas e contexto

      • Clarificar significado se necessário

    • Avaliação

      • Razões aceitáveis? (credibilidade)

      • Suportam as conclusões? Outras considerações relevantes.

      • Avaliação global (1-6)


    Avaliar argumentos25

    Avaliar argumentos

    Em geral

    • Importante perceber o texto: conclusões, estrutura, significado e o que está implícito.

    • Decidir se aceitamos as razões e as inferências apresentadas.

    • Considerar se não há algo omisso que possa enfraquecer ou reforçar o argumento.

    • Principio da caridade.


    Pr ximo epis dio

    Próximo episódio

    • Lógica de argumentos

    • Diálogo

  • TPC:

    • Ler capítulos 3 e 4 do livro.

    • Ler o capítulo 2 do The Logic of Real Arguments (disponível na página).


  • D vidas

    Dúvidas


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