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CHINA . CHINA: HISTÓRIA . ATÉ SÉCULO XV – NAVEGAÇÕES PORTUGUESES FRANCESES BRITÂNICOS ALEMÃES JAPONESES. CHINA. GUERRA DO ÓPIO (1841) REVOLTA DOS BOXERS (1898) DINASTIA MANCHU HONG KONG MACAU XANGAI. CHINA.

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Presentation Transcript

China hist ria
CHINA: HISTÓRIA

  • ATÉ SÉCULO XV – NAVEGAÇÕES

  • PORTUGUESES

  • FRANCESES

  • BRITÂNICOS

  • ALEMÃES

  • JAPONESES


China1
CHINA

  • GUERRA DO ÓPIO (1841)

  • REVOLTA DOS BOXERS (1898)

  • DINASTIA MANCHU

  • HONG KONG

  • MACAU

  • XANGAI


China2
CHINA

  • "...de que país a China é colônia? É colônia de cada país com quem firmou um tratado, e todos os países que têm um tratado com a China são seus donos. Assim, a China não é somente escrava de uma nação e sim escrava e colônia de todas as nações."

    Sun Yat-sen


China3
CHINA

  • REPÚBLICA (1911)

  • SUN YAT-SEM

  • NACIONALISTA (KUOMITANG)

  • PARTIDO COMUNISTA CHINÊS (1920)

  • MAO TSE-TUNG

  • CHIANG KAI-SHEK (KUOMITANG)



Comunistas nacionalistas
COMUNISTAS & NACIONALISTAS

  • KUOMITANG VERSUS PCC (1925)

  • INVASÃO JAPONESA (1930)

  • MANCHUKUO (1931)

  • LONGA MARCHA (1934/35)

  • KUOMITANG & PCC (1937)

  • KUOMITANG VERSUS PCC (1945)



Republica popular da china
REPUBLICA POPULAR DA CHINA

  • GUERRA FRIA (URSS X EUA)

  • MAO TSE-TUNG (PCC)

  • APOIO DA URSS

  • APOIO POPULAR

  • CHIANG KAI-SHEK (NACIONALISTA)

  • CHINA COMUNISTA (1949)




China comunista mao smo
CHINA COMUNISTA (MAOÍSMO)

  • ALINHADA COM MOSCOU

  • TRATADO DE COOPERAÇÃO

  • INVASÃO DO TIBET (1950)

  • COLETIVIZAÇÃO AGRÍCOLA

  • COOPERATIVAS CAMPONESAS

  • INDUSTRIALIZAÇÃO PESADA

  • GRANDE SALTO PARA FRENTE


Pol tica mao sta
POLÍTICA MAOÍSTA

  • ROMPIMENTO COM A URSS (1960)

  • ISOLAMENTO MUNDIAL

  • REVOLUÇÃO CULTURAL (1966/76)

  • PROGRAMA NUCLEAR (1964)

  • APROXIMAÇÃO COM EUA (1972)

  • CONSELHO DE SEGURANÇA (ONU)


Revolu o cultural
REVOLUÇÃO CULTURAL

  • LIVRO VERMELHO

  • GUARDA VERMELHA

  • ÊNFASE NA AGRICULTURA

  • PRISÃO E MORTE DE DISSIDENTES

  • CONFLITOS DE FRONTEIRA (URSS)

  • MORTE DE MAO TSE-TUNG (1976)



China p s mao
CHINA PÓS MAO

  • DENG XIAOPING (1978)

  • REFORMAS E MODERNIZAÇÃO

  • QUATRO MODERNIZAÇÕES

    • AGRICULTURA

    • INDÚSTRIA

    • DEFESA

    • CIÊNCIA E TECNOLOGIA


China p s mao1
CHINA PÓS MAO

  • CAPITAL ESTRANGEIRO

  • CHINESES (DIÁSPORA)

  • ZONAS ECONOMICAS ESPECIAIS (ZEE)

  • PRIVATIZAÇÃO DAS ESTATAIS(1989)

    • PARCIAL (USO)

    • ACUMULAÇÃO PRIVADA

    • MERCADO CONSUMIDOR


China p s mao2
CHINA PÓS MAO

  • PRAÇA TIENAM (PAZ CELESTIAL)

  • PERESTROIKA SEM GLASNOST

  • “SOCIALISMO DE MERCADO”

  • DOIS MODELOS

  • GRANDE FÁBRICA DO MUNDO


Acordos internacionais
ACORDOS INTERNACIONAIS

  • HONG KONG (1997)

  • MACAU (1999)

  • TAIWAN (???)

  • ONU(1972)

  • OMC (2001)

  • DIREITOS HUMANOS (???)


Unidade nacional
UNIDADE NACIONAL

  • TIBETE ou “XIZANG” (budistas)

  • SIN-KIANG (muçulmanos)

  • TAIWAN (capitalistas)

  • ETNIA HAN

  • PROVÍNCIAS LITORÂNEAS

  • PROVÍNCIAS INTERIORANAS.


  • Mao Tse-Tung (1949-1976)

    • Grande Salto Para Frente, Crescer com os Próprios Pés, a Grande Revolução Cultural proletária

  • Deng Xiaoping (1976-1993)

    • As Quatro Modernizações

  • Jiang Zemin (1993-2003)

    • Abertura ao Capitalismo Internacional e inserção da China Popular no comércio mundial

  • Hu Jintao A partir de 2003 


Ufba 2005
UFBA 2005

  • Desde sua formalização, as relações sino-brasileiras apresentam-se marcadas por uma característica muito importante no sistema internacional contemporâneo: o fato de aproximar e unir os dois maiores países do mundo em desenvolvimento. (CABRAL. In: Carta Capital, 2004, p. 40).

    A partir da análise do texto e dos conhecimentos sobre as relações sino-brasileiras, pode-se afirmar:

  • (01) As relações comerciais do Brasil com a China, firmadas desde a primeira década do século XX,destacam o petróleo, o trigo, o arroz e os brinquedos como produtos importados daquele país.


(02) O Brasil e a China apresentam pontos comuns, não só por exibirem grande extensão territorial e superpopulação, como também por terem similaridade em relação ao PIB, ao IDH e à produção do espaço.

(04) O espetáculo dos grandes números exibidos pelo crescimento chinês estrutura-se sobre alguns segmentos, nem sempre admiráveis, como a ação descontrolada sobre os recursos naturais –– degradação do solo, poluição da água e do ar –– e a espoliação da mão-de-obra.

(08) A presença de chineses em território brasileiro remonta ao início do século XX, quando esses imigrantes foram introduzidos no país, dedicando-se sobretudo às atividades urbanas.


(16) A presença da China no cenário econômico internacional formalizou-se após a extinção do governo de Mao, quando ações de caráter capitalista exigiram a aproximação daquele país com o mercado ocidental.

(32) A economia chinesa define-se por ser essencialmente liberal e capitalista, acompanhando a estrutura política local, democratizada após a derrota do socialismo no continente asiático.

(64) O elo que aproxima “os dois maiores países do mundo em desenvolvimento” é, entre outros, o caráter complementar de suas economias, a produção brasileira de alimentos e a produção chinesa de manufaturados de fácil consumo.


UFMG internacional formalizou-se após a extinção do governo de Mao, quando ações de caráter capitalista exigiram a aproximação daquele país com o mercado ocidental.

A partir de 1966, Mao Tse-Tung promoveu uma “revolução dentro da revolução”, que ficou conhecida como Revolução Cultural. Essa Revolução notabilizou-se por

  • a) favorecer a ascensão de Deng Xiaoping, que assumiu a liderança da nova revolução e a direção das atividades dos grupos mais radicais.

  • b) flexibilizar as teses políticas de Mao Tse-Tung, que passou a contar com o apoio dos Guardas Vermelhos, orientados para fortalecer o poder do Partido Comunista.


c) fortalecer o culto à personalidade de Mao Tse-Tung, transformado em autoridade absoluta com a ajuda do Livro Vermelho, que difundia suas teses revolucionárias.

d) inspirar um movimento de preservação do patrimônio cultural chinês, que protegeu pinturas, obras de caligrafia, museus, palácios, templos e túmulos antigos.


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