Fen menos de emancipa o da alma
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FENÔMENOS DE EMANCIPAÇÃO DA ALMA PowerPoint PPT Presentation


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FENÔMENOS DE EMANCIPAÇÃO DA ALMA. NO DESENCARNE. CICLO III. O que são fenômenos de emancipação da alma?. Um dos objetivos da Doutrina Espírita é o estudo da alma. Assim é fundamental observar os fenômenos em que a alma se encontra liberta do corpo físico.

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FENÔMENOS DE EMANCIPAÇÃO DA ALMA

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Presentation Transcript


Fen menos de emancipa o da alma

FENÔMENOS DE EMANCIPAÇÃO DA ALMA

NO DESENCARNE

CICLO III


O que s o fen menos de emancipa o da alma

O quesãofenômenos de emancipaçãoda alma?

  • Um dos objetivos da Doutrina Espírita é o estudo da alma.

  • Assim é fundamental observar os fenômenos em que a alma se encontra liberta do corpo físico.

  • Estes fenômenos chamam-se emancipação da alma.


Fen menos de emancipa o da alma1

Fenômenos de Emancipaçãoda Alma

  • Sono e Sonhos

  • Letargia e Catalepsia

  • Sonambulismo, Êxtase

  • Dupla Vista

NO DESENCARNE


Morte ou desencarne

MorteouDesencarne

  • “A mortesignificaapenasuma nova modalidade de existência, que continua, semmilagres e semsaltos”;

  • Fraseretirada do livro “Emmanuel” – 5o. Livro de Francisco Cândido Xavier de 1938.


Popula o mundial dados de 15 setembro 2012

População Mundial: *DADOS DE 15/Setembro/2012

  • População Mundial *Atual: 7.066.557.335

  • Nascimentos 2012 * 93,878.537

  • Mortes 2012 * 40.094.745

http://www.worldometers.info/


10 maneiras mais comuns de morrer 2008 wh0 world health organization

10 Maneirasmaiscomuns de morrer – 2008 (WH0 – WORLD HEALTH ORGANIZATION)

http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs310/en/index.html


Lei de conserva o

Lei de conservação

  • LE 702. O instinto de conservação é uma lei da Natureza?

    — Sem dúvida. Todos os seres vivos o possuem, qualquer que seja o seu grau de inteligência; nuns é puramente mecânico e noutros é racional.

  • LE 703. Com que fim Deus concedeu a todos os seres vivos o instinto de conservação?

    — Porque todos devem colaborar nos desígnios da Providência. Foi por isso que Deus lhes deu a necessidade de viver. Depois, a vida é necessária ao aperfeiçoamento dos seres; eles o sentem instintivamente, sem disso se aperceberem.


5 est gios do morrer ou do luto elisabeth kubler ross 1926 2004

5 Estágios do morrerou do luto(Elisabeth Kubler Ross – 1926/2004)

  • Negação: A primeirafasediantedanotícia de umadoença grave ou terminal é a negação.

  • Revolta: A segundafase é a raiva e indignaçãoporestaracometidaporumadoença grave.

  • Negociação: A terceirafaseé a barganhaemque a pessoatentanegociar com suaprópriaconsciência, com osmédicos e com Deus condições de melhora e cura.

  • Depressão: A quartafase é a depressãodiante do inevitávelsentimento de perda de simesmo, dasaúde e despedidadessemundo.

  • Aceitação: A quintafase é a aceitação do destinoinevitáveldahumanidade, quetudoacaba de um jeitoou de outro.


Est gios do morrer ou do luto elisabeth kubler ross 1926 2004

Estágios do morrerou do luto(Elisabeth Kubler Ross – 1926/2004

  • No fim de suaprodutivavidaelaaindalevantou um últimoestágioapóstersentidonapeleexperiênciasespirituais. A essafasechamou de transcendência.

Dr. Kubler Ross foipsiquiatraamericana


Sinais de aproxima o do desencarne um a tr s meses antes

Sinais de aproximação do desencarne(Um a trêsmeses antes)

  • Afastamento, incluíndorecusa a visita de amigos, vizinhos e atémesmoosfamilares;

  • Contemplação das lembrançasdavidaque se encerra;

  • Possívelavaliação de como a viveu, levantamento dos remorsos, etc…;

  • Aumento de períodos de sono, desinteresseporatividadesqueanteriormentedesfrutava;

  • Redução de apetite, perda de peso. O corpocomeça a encerrarsuasatividades, nãomaisprecisa de energia de alimentocomo antes;

  • Alteraçãoquímicaqueproduzlevesensação de euforia, nãosentefomenemsede e nãohásofrimento com isso. O Espíritoestáiniciandosualibertação (emancipação), e emmuitoscasos, jápodeestarliberto.


As 5 tarefas do desencarne

As 5 tarefas do desencarne

  • Pedirperdão

  • Oferecerperdão

  • Agradecerprofundamente

  • Oferecersentimento de amor

  • Despedida


Uma ou duas semanas antes do desencarne fase pr ativa do morrer

Umaouduassemanas antes do desencarne(Fasepré-ativa do morrer)

AlteraçõesMentais

  • Dorme a maior parte do tempo;

  • Desorientação, alteração no sentido de percepção;

  • Alucinações;

  • Visões no leitodamorte;

  • Beliscar a cobertaou a roupa, emestado de agitação;

  • O pacientepodemencionarqueestáparamorrer;

  • Podepedir a presença de seresqueridospara resolver pendências;

  • Movimento e açõesestranhasparaquemestá de fora. O Espíritopreparasualibertação.


Uma ou duas semanas antes do desencarne fase pr ativa do morrer1

Umaouduassemanas antes do desencarne(Fasepré-ativa do morrer)

Alteraçõesfísicas

  • A temperatura do copoabaixa um grauoumais;

  • A pressão arterial diminui;

  • Pulso irregular, oraacelera, oradiminui;

  • Perspiraçãoaumenta;

  • A pelemuda de cordevido a diminuiçãodacirculação. Lábios e unhas se tornampálidas e azuladas;

  • Respiraçãomaisrápida e pesada;

  • Passa a falarmenos, e logo deixa de falar.


Um ou dois dias antes do desencarne ou horas fase ativa do morrer

Um oudoisdias antes do desencarne, ouhoras(Faseativa do morrer)

  • Um surto de energia de curtaduração;

  • Podequererlevantardacama, falar com seresqueridos, ou se alimentar;

  • Respiração irregular, maislenta (respiraçãoCheyne-Stokes), respiraçãorápidaseguidaporcessaçãodarespiração

  • Mãos e pés com manchasroxas. Podemsubirparabraços e pés. Lábios e unhasroxasouazuladas;

  • O desencarnantepodedizerqueestámorrendo;

  • Desencarnantenormalmentejánãorespondemais; olhospodemestarabertosou semi-abertos, mas nada vêem;

  • Aindapodeouvir, oportunidadeparafamiliaressentar e conversar;

  • Logo a respiraçãocessa, o coraçãopára, osórgãosdeixam de funcionar;

  • O corpomorre;

  • O Espírito, finalmente, se liberta

  • Lacrima mortis (epífora): últimalágrima


Ap s o desencarne

APÓS O DESENCARNE

  • LE 160 – O Espírito encontra imediatamente aqueles que conheceu na Terra e que morreram antes dele?— Sim, segundo a afeição que tenham mantido reciprocamente. Quase sempre eles o vêm receber na sua volta ao mundo dos Espíritos e o ajudam a se libertar das faixas da matéria. Vê também a muitos que havia perdido de vista durante a passagem pela Terra; vê os que estão na erraticidade, bem como os que se encontram encarnados, que vai visitar.

  • E sobre a visão do Mundo dos Espíritos?


Fen menos de dupla vista

Fenômenos de dupla vista

  • Crianças – ouvemmúsica: pazpara a criança e paraospaisoututores.

  • MorreNão é o Fim (Admir serrano)

  • Fenômenos de segunda vista oudupla vista

(LE Q- 447 À 455)


Como acontece o desencane antes por m como encarnamos

Como acontece o desencane? Antes, porém, comoencarnamos?

  • Quando o Espíritodeve se encarnar num corpohumanoem via de formaçào, um laçofluídico, quenão é outracoisasenãoumaexpansão de seuperispírito, liga-o aogerme (aoembrião no úteromaterno) para o qual se achaatraídoporumaforçairresistíveldesde o momentodaconcepção. À medidaque o germe se desenvolve, o laço se aperta; sob a influência do princípio vital material do germe, o perispírito, quepossuicertaspropriedadesdamatéria, se une, molécula a molécula, com o corpoque se forma: de onde se podedizerque o Espírito, porintermédio de seuperíspirito, lança, de algumasorte, raiznessegerme, comoumaplantana terra. Quando o germeestáinteiramentedesenvolvido, a união é completa, e, entãoelenascepara a vidaexteriror.”

  • A Gênese – Allan Kardec


Como se desencarna

Como se desencarna

  • “Por um efeitocontrário, essaunião do perispírito e damatéria carnal (o corpofísico), que se cumpria sob a inflluência do princípio vital do germe, quandoesseprincípiodeixa de agir, emconsequênciadadesorganização do corpo, a união, que era mantidaporumaforçaatuante, cessaquandoessaforçadeixa de agir; então o períspirito se desliga, molécula a molécula, comoestavaunido, e o Espírito se entrega à sualiberdade. Assim, não é a partida do Espíritoquecausa a morte do corpo, mas a morte do corpoquecausa a partida do Espírito.

  • A Gênese – Allan Kardec


Momento do desencarne

Momento do desencarne

  • LE 157 – No momentodamorte, a alma tem, algumasvezes, umainspiraçãoouêxtasequelhefaçaentrever o mundoemquevaisentrar?R.: Frequentemente, a alma sente se desataremoslaçosque a ligamaocorpo; elafazentãotodososseusesforçosparaos romper inteiramente. Já parte desligadadamatéria, vê o futuro se desenrolardiante e alegra-se, porantecipação, dasituação de Espírito.


Separa o da alma e do corpo

Separaçãoda alma e do corpo

  • LE 155 - Como se opera a separaçãoda alma e do corpo?

    R.: Rompidososlaçosque a retinham, ela se liberta.

    Q.: A separação se opera instantaneamente e porumatransiçãobrusca? Háumalinha de demarcaçãobemnítida entre a vida e a morte?R.: Não, a alma se libertagradualmente e não se escapacomo um pássarocativoqueganhasubitamente a liberdade. Essesdoisestados se tocam e se confundem;assim o Espírito se liberapouco à pouco de seuslaços: oslaços se desatam, não se quebram.


Desligamentos dos fios

Desligamentos dos fios

  • O fenômeno da morte nada mais é do que o desligamento de todos os fios fluídicos do perispírito, liberando o Espírito do corpo material.O desprendimento se dá "molécula por molécula conforme se unira"(6). Compreendemos, portanto, que esses laços fluídicos, aos quais os Espíritos superiores se referem na resposta a Allan Kardec, serem esses delicados elos que mantém conectados os centros vitais no perispirito à estrutura corporal e que somente irão se romper quando houver uma interrupção do equilíbrio biológico, químico-físico, capaz de produzir a cessão irreversível das funções vitais do corpo, devido a falência dos órgãos pela idade, por certas patologias, acidentes, etc., definindo-se a morte orgânica.

  • Allan Kardec ,"A Gênese ",cap. XI it.18.


Processo de desencarna o desligamentos dos centros de for a

PROCESSO DE DESENCARNAÇÀO: DESLIGAMENTOS DOS CENTROS DE FORÇA

  • A operação desse processo, chamado desencarnação, inicia-se, normalmente, pelas extremidades inferiores do corpo físico, terminando no cérebro. Assim como o nascer, o desencarne não se faz sozinho, operadores espirituais através de complexo trabalho de magnetização, isolam o sistema nervoso simpático neutralizando, mais tarde, "as fibras inibidoras do cérebro". Dirigindo-se ao plexo solar (centro gástrico), desatam laços "que localizam forças físicas", provocando o extravasamento, pelo umbigo, de "certa porção de substância leitosa", que fica pairando em torno, enquanto começam a surgir sintomas de esfriamento dos membros inferiores. Passes sobre o centro emocional (centro cardíaco) relaxam os elos que mantêm "a coesão celular" nesse centro, ao tempo em que nova "cota de substância desprende-se do corpo, do epigastro à garganta"(7). Foge, então, o pulso, cessa a capacidade de raciocinar e sobrevém o coma e ocorre a "histogênese espiritual" e , também, o fenômeno conhecido como "visão panorâmica" de todo o passado, em vertiginosa sucessão de imagens(8). Francisco Cândido XAVIER, por ANDRÉ LUIZ "Evolução em dois mundos" 22a ed., Rio de Janeiro: FEB, 1993 , p.93: Cap. XII.


Desencarne por acidente

Desencarneporacidente

  • Emmorteacidental o desligamento do corpo é brusco;

  • O desligamento se dápeloplexo solar gástrico.

  • Os Hindus acreditamque no desencarne o corpo se desliga de qualquer chakra dependendoda moral dapessoa;


Morte volenta ou acidental

Mortevolentaouacidental

  • LE. 161 - Na morte violenta ou acidental, quando os órgãos ainda não se debilitaram pela idade ou pelas doenças, a separação da alma e a cessação da vida se verificam simultaneamente?

    — Geralmente é assim; mas, em todos os casos, o instante que os separa é muito curto.


Morte volenta ou acidental1

Mortevolentaouacidental

  • LE. 162 - Após a decapitação, por exemplo, o homem conserva por alguns instantes a consciência de si mesmo?

    — Freqüentemente ele a conserva por alguns minutos, até que a vida orgânica se extinga de uma vez. Mas muitas vezes a preocupação da morte lhe faz perder a consciência antes do instante do suplício.


Morte volenta ou acidental2

Mortevolentaouacidental

  • LE. 162

  • Comentário de Kardec:Não se trata, aqui, senão da consciência que o supliciado pode ter de si mesmo como homem, por meio do corpo, e não como Espírito. Se não perdeu essa consciência antes do suplicio, ele pode conservá-la por alguns instantes, mas de duração muito curta, e a perde necessariamente com a vida orgânica do cérebro. Isso não quer dizer que o períspirito esteja inteiramente desligado do corpo, mas pelo contrário, pois, em todos os casos de morte violenta, quando esta não resulta da extinção gradual das forças vitais, os liames que unem o corpo ao períspirito são mais tenazes, e o desprendimento completo é mais lento.


Sentimos dor no desencarne

Sentimosdor no desencarne?

  • LE 154 -A separação da alma e do corpo é dolorosa?

    — Não; o corpo, freqüentemente, sofre mais durante a vida que no momento da morte; neste, a alma nada sente. Os sofrimentos que às vezes se provam no momento da morte são um prazer para o Espírito, que vê chegar o fim do seu exílio.

  • Comentário de Kardec:Na morte natural, que se verifica pelo esgotamento da vitalidade orgânica em conseqüência de idade, o homem deixa a vida sem perceber: é uma lâmpada que se apaga por falta de energia.


Separa o definitiva entre a alma e o corpo

Separaçãodefinitiva entre a alma e o corpo

  • LE 156 -A separação definitiva entre a alma e o corpo pode verificar-se antes da cessação completa da vida orgânica?

    — Na agonia, às vezes, a alma já deixou o corpo, que nada mais tem do que a vida orgânica. O homem não tem mais consciência de si mesmo, e, não obstante, ainda lhe resta um sopro de vida. O corpo é uma máquina que o coração põe em movimento. Ele se mantém enquanto o coração lhe fizer circular o sangue pelas veias e para isso não necessita da alma.


O que seremos depois da morte

O queseremosdepoisdamorte

  • LE 149 – Em que se transforma a alma no instante da morte?

    R.: — Volta a ser Espírito, ou seja, retorna ao mundo dos Espíritos que ela havia deixado temporariamente.


Crema o ou n o

Cremaçãoounão?

  • Sócrates: “Façam o quevocêsquiserempoisquandomeucorpomorrereuestareibemlongedaqui”

  • Depende do apego as coisasterrenas.

  • Kardec: O conhecimento do Espiritismoajuda no desencarne?

    R.: Ajuda, masseudesenvolvimento moral é quevai ser fundamental. Dependeentãodapreparação moral queEspiritorealizou.


Crema o ou n o1

Cremaçãoounão?

  • O Espírito Emmanuel nos traz algumas recomendações a respeito dessa prática, no livro "O Consolador" (Questao 151): "Na cremação, faz-se mister exercer a piedade com os cadáveres, procrastinando por mais horas o ato de destruição das vísceras materiais, pois, de certo modo, existem sempre muitos ecos de sensibilidade entre o Espírito desencarnado e o corpo onde se extinguiu o 'tônus vital' nas primeiras horas seqüentes ao desenlace, em vista dos fluidos orgânicos que ainda solicitam a alma para as sensações da existência material".


Crema o esperar 72 horas

Cremação, esperar 72 horas?

  • Ainda segundo a ótica espirita, o tempo de desencarnacao (separacao entre perispirito e o corpo fisico) varia a cada caso e depende de muitos fatores, assim nao se pode tomar esse valor de 3 dias como exato, e sim como sugestao de tempo médio. Possivelmente, originou-se em 1971, quando Chico Xavier, no primeiro Pinga-Fogo, transmitido pela extinta Rede Tupi, São Paulo, citando Emmanuel, recomendou que deveríamos esperar, pelo menos, 72 horas antes de se iniciar o processo de cremação .

http://audioespirita.blogspot.com/2010/03/audio-audio-do-programa-pinga-fogo.html


O que levamos desse mundo quando desencarnamos

O quelevamosdessemundoquandodesencarnamos?

  • LE. 150 – b) A alma não leva nada deste mundo?

    R.: — Nada mais que a lembrança e o desejo de ir para um mundo melhor. Essa lembrança é cheia de doçura ou de amargor, segundo o emprego que tenha dado à vida. Quanto mais pura para ela for, mais compreenderá a futilidade daquilo que deixou na Terra.


Desencarne de verbena

Desencarne de verbena

  • Video: desencarnedapersonagem de novela Verbena

  • http://vimeo.com/40659295


Bibliografia

bibliografia

  • O Livro dos Espíritos, Allan Kardec

    - Livro Segundo – Cap. 8 – emancipaçãoda Alma, Item VII - LivroTerceiro – Cap. 5 – Lei de Conservação

  • A Gênese, Allan Kardec

  • “Sobre a Morte e o Morrer” – Elisabeth Kubler Ross

  • “O Consolador”, Emmanuel / Chico Xavier

  • “MorrerNão É O Fim”, Admir Serrano

  • http://www.cvdee.org.br/duv_resptexto.asp?cat=09&id=007


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