Varia o nas popula es e intera o gen tipo x ambiente
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Variação nas populações e Interação genótipo x ambiente PowerPoint PPT Presentation


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Variação nas populações e Interação genótipo x ambiente. F=G+A. F = fenótipo G = efeito genético A = efeito ambiental. Causas da variação nas populações Diferenças genéticas entre os indivíduos Diferenças ambientais entre os indivíduos

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Variação nas populações e Interação genótipo x ambiente

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Presentation Transcript


Variao nas populaeseInterao gentipo x ambiente


F=G+A

F = fentipo

G = efeito gentico

A = efeito ambiental


Causas da variao nas populaes

  • Diferenas genticas entre os indivduos

  • Diferenas ambientais entre os indivduos

  • Diferenas decorrentes de interao entre os gentipos e o meio ambiente


Diferenas genticas entre os indivduos

  • Esto ligadas dinmica dos genes nas populaes

  • Cada indivduo possui milhares de locos gnicos e das diferentes interaes, combinaes e recombinaes dos genes vai depender o patrimnio gentico do zigoto

  • Quando so parentes ou consanguneos, espera-se que possuam maior semelhana gnica entre si


Diferenas ambientaisentre os indivduos

  • Afeta a expresso fenotpica principalmente nas caractersticas de herana quantitativa


As variaes fenotpicas decorrentes do ambiente esto sujeitas s seguintes condies:

  • No so transmitidas de pai para filho

  • No esto ligadas herana gnica

  • O meio ambiente importante para a expresso dos potenciais genticos dos indivduos


Para um indivduo poder expressar todo seu potencial produtivo (FENTIPO):

  • o fator gentico no pode ser limitante

  • o fator ambiental no pode ser limitante


Qual fator de variao deve ser melhorado prioritariamente ?

  • Gentico ?

  • Ambiental ?

  • Os dois em conjunto ?

    PODE VARIAR DE REBANHO PARA REBANHO


LEMBREM-SE !!!

F=G+A+GA

GA = efeito da interao gentica x ambiental


Diferenas decorrentes de interao entre os gentipos e o meio ambiente

  • As interaes entre os gentipos dos indivduos e os fatores ambientais so responsveis pelas diferentes expresses fenotpicas em condies ambientais distintas


Clima TROPICAL

Clima TEMPERADO

Zebunos (favorecidos)

Taurinos (prejudicados)

Taurinos (favorecidos)

Zebunos (prejudicados)

Exemplo


O que interao gentipo x ambiente ?

  • Se um gentipo for superior a outro em determinado ambiente e inferior em outro, deve estar ocorrendo interao entre os gentipos e ambientes

  • Ou seja, os diferentes gentipos respondem de maneiras variveis em diferentes ambientes

Gentipo 1

Produo

Gentipo 2

X

Y

Ambiente


ZOO 4230 Melhoramento Zootcnico


Do ponto de vista do melhoramento animal, a presena da interao gentipo x ambiente implica na dificuldade de recomendar um determinado gentipo como superior em todos os ambientes.


Se os fatores ambientais so fixos (fatores controlveis), como regies geogrficas ou tcnicas especficas de manejo e criao dos animais:

  • Pode ser necessrio selecionar ou recomendar um determinado gentipo para cada ambiente

  • Ou ento promover o desenvolvimento de linhagem com boa perfomance mdia em dois ou mais ambientes


Se os fatores ambientais so aleatrios (fatores no previsveis), como diferenas entre anos ou propriedades que praticam mtodos similares de criao dos animais:

  • Pode ser necessrio melhora na adaptao (adaptabilidade mdia) dos gentipos para a amplitude de variao dos ambientes nos quais o material gentico ser utilizado

  • Ou ento promover o desenvolvimento de linhagem com boa perfomance mdia em dois ou mais ambientes


Com isso pode-se concluir que:

A produo animal em um dado ambiente seria conseqncia dos

genes responsveis pela produo em si

+

os genes relacionados com a adaptao especfica ao referido ambiente


A interao gentipo x ambiente e a produtividade animal

RESULTADOS DE PESQUISA


ZOO 4230 Melhoramento Zootcnico


Qual fator de variao deve ser melhorado prioritariamente ?

  • Gentico ?

  • Ambiental ?

  • Os dois em conjunto ?


LEMBREM-SE !!!

F=G+A+GA


Estimao de componentes de varincias

  • Componentes de varincia so as varincias associadas aos efeitos aleatrios de um modelo.

  • No caso de modelos mistos, a soluo das MME, depende do conhecimento da matriz de varincias e covarincias V.


mtodos de estimao de componentes de varincias

  • Mtodo da Anlise da Varincia;

  • Mtodos de Henderson;

  • MINQUEO;

  • MIVQUE;

  • Mxima Verossimilhana (ML) e Mxima Verossimilhana Restrita (REML).


  • DADOS BALANCEADOS = ANOVA

    Obtm estimadores igualando-se as somas de quadrados, ou quadrados mdios, de um quadro de anlise de varincia aos seus respectivo valores esperados, que so combinaes lineares dos componentes de varincia.


  • MTODO ANOVA

  • MTODO I DE HENDERSON = maneiras de usar o mtodo ANOVA = diferem somente nas diferentes formas quadrticas.

  • O mtodo I de Henderson consiste em igualar os quadrados mdios s suas esperanas matemticas e resolver o sistema de equaes formado.


  • MTODO II DE HENDERSON

  • projetado para ter a facilidade computacional do Mtodo I e ampliar seu uso removendo a limitao do mtodo I, que no pode ser usado para modelos mistos.

  • y = Xb + Zg + e

O mtodo II de Henderson, consiste em estimar, em primeiro lugar, os efeitos fixos, ento, aplica o Mtodo I para os resduos restantes.


  • Desvantagens: Segundo Searle,1968:

  • No haver uma nica soluo e,

  • no poder adotar modelos que incluam interaes entre os efeitos fixos e aleatrios.

    MTODO III DE HENDERSON= mtodo de ajuste de constantes

    Usa as redues nas somas de quadrados do modelo completo e de submodelos para estimar os componentes de varincia.


Consiste em encontrar os estimadores para os componentes de varincia, montando um sistema de equaes a partir das diferenas entre as redues do modelo completo e um submodelo. Igualando-as, assim, s suas respectivas esperanas.


MTODO DA MXIMA VEROSSIMILHANA - ML

  • O Mtodo da Mxima Verossimilhana consiste em maximizar a funo densidade de probabilidade das observaes, em relao aos efeitos fixos e aos componentes de varincia.


MTODO DA MXIMA VEROSSIMILHANA RESTRITA - REML

  • Esse processo uma variante do processo de mxima verossimilhana, para modelos mistos e foi utilizada por PATTERSON e THOMPSON (1971).

  • Os estimadores REML maximizam a funo de verossimilhana de um vetor de combinaes lineares das observaes que so invariantes para Xb.


  • No Mtodo da Mxima Verossimilhana Restrita, cada observao dividida em duas partes independentes uma referente aos efeitos fixos e outras aos efeitos aleatrios, de maneira que a funo densidade de probabilidade das observaes dada pela soma das funes densidade de probabilidade de cada parte.


Estimador Quadrtico no- viesado de Norma Mnima- MINQUE

  • RAO (l970, 1971 a, b, 1972) descreve um mtodo de estimao que derivado de modo que o estimador minimize a norma euclidiana da matriz ncleo, que seja uma forma quadrtica das observaes e que seja no-viesado. Seu desenvolvimento envolve lgebra extensiva e seu conceito utiliza valores escolhidos, a priori, para os componentes de varincia desconhecidos.


ESTIMADOR QUADRTICO NO-VIESADO DE VARINCIA MNIMA - MIVQUE

  • O mtodo MINQUE no exige nenhuma suposio sobre a forma da distribuio da varivel aleatria y. Mas se a suposio usual de normalidade satisfeita, o estimador MINQUE tem a propriedade de ser uma forma quadrtica no-viesada das observaes com varincia mnima, ou seja, um estimador quadrtico no-viesado de varincia mnima, MIVQUE. SEARLE (1987).


MTODO MINQUE ITERATIVO I-MINQUE (Iterative MINQUE)

  • O estimador MINQUE utiliza valores estimados a priori em Vw, ou seja, uma estimativa a priori para V, matriz de varincias e covarincias. Nenhuma iterao est envolvida. No entanto, obtida uma soluo, por exemplo V1, existe a idia de us-la como uma nova estimativa em Vw, a partir da qual um novo conjunto de equaes pode ser estabelecido e resolvido, produzindo V2 e assim sucessivamente. Isto leva a usar as equaes MINQUE iterativamente.


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