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Implantando uma “Gestão orientada por processos” alinhada ao Sistema de Gestão (ISO´s, OHSA´s, SA e PNQ). Programa. Conceito de Processos Visão Tradicional x Visão por Processos Principais etapas da GP Mudanças Significativas Permeabilidade dos processos Desafios da GP

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Presentation Transcript
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Implantando uma “Gestão orientada por processos” alinhada ao Sistema de Gestão (ISO´s, OHSA´s, SA e PNQ)

slide2

Programa

Conceito de Processos

Visão Tradicional x Visão por Processos

Principais etapas da GP

Mudanças Significativas

Permeabilidade dos processos

Desafios da GP

Integração da GP com o Sistema de Gestão

Como usar a GP no dia-a-dia

A GP e os Sistemas Normativos

Sistema de Indicadores

Criação da cultura de melhoria

Estudo de caso – Case Politeno

slide3

Programa

Conceito de Processos

Visão Tradicional x Visão por Processos

Principais etapas da GP

Mudanças Significativas

Permeabilidade dos processos

Desafios da GP

Integração da GP com o Sistema de Gestão

Como usar a GP no dia-a-dia

A GP e os Sistemas Normativos

Sistema de Indicadores

Criação da cultura de melhoria

Estudo de caso – Case Politeno

slide4

Conceito de Processos

Toda Organização é uma coleção de processos que são executados.

Não existe um produto ou um serviço oferecido por uma empresa sem um processo.

Nas empresas, embora não estejam documentados (mapeados) em detalhe, eles são conhecidos e executados

Ex: Atender ao Pedido do Cliente

slide5

Conceito de Processos

Qualquer que seja nosso posicionamento hierárquico, nós temos um negócio dentro da empresa na qual trabalhamos

Processos é o resultado da articulação de:

  • Pessoas
  • Instalações
  • Equipamentos e
  • Outros recursos (materiais,...)
slide6

Conceito de Processos

Processos são atividades logicamente relacionadas que, usando recursos do negócio, produzem resultados reais, adicionando valor a cada etapa.

Processos cruzam...

Produção

Finanças

Vendas

... fronteiras Funcionais e Organizacionais...

Estratégico

Fabricante

Distribuidor

Cliente

Planejamento

Fornecedor

Controle

Operacional

... fronteiras na Cadeia de Suprimentos

... fronteiras Hierárquicas...

slide7

Conceito de Processos

O PROCESSO

CADEIA DE VALOR

atividades

atividades

atividades

atividades

RECEBIMENTO

PRODUÇÃO

VENDAS

EXPEDIÇÃO

FORNECEDORES

CLIENTES

INFORMAÇÃO

A atividade deve agregar valor ao processo.

slide8

Conceito de Processos

Os processos e a agregação de valor:

Sempre que o trabalho humano satisfaz as necessidades das pessoas, ele agrega valor.

Então...

Agregar valor é agregar satisfação ao seu cliente.

Os clientes só pagam por aquilo que na sua percepção tem VALOR

slide9

Conceito de Processos

Criar Valor é aumentar o número de características do seu produto ou serviço, de forma diferenciada do seu concorrente, de forma a transcender a demanda existente

criar distinção em todas as esferas de atuação, oferecendo incrementos de valor em cada serviço ou produto oferecido

slide10

Conceito de Processos

Em geral, organizações estruturadas por função apresentam dificuldades de ver os vários processos que são desenvolvidos para atender às necessidades dos Clientes

Visãode

Processo

VisãoFuncional

slide11

ATIVIDADE

ATIVIDADE

1

1

ATIVIDADE

ATIVIDADE

n

2

PROCESSO

ATIVIDADE

ATIVIDADE

"X"

6

3

ATIVIDADE

ATIVIDADE

4

5

Conceito de Processos

Como algumas pessoas enxergam e entendem a Empresa

Organograma

Procedimentos

Itens de Controle

Estratégias

...

E os Processos? E as interfaces???? E as entradas e Saídas???

E as etapas dos processos??? Onde começam e onde terminam???

Como enxergar o todo e não as partes???

slide12

Conceito de Processos

Para produzir um bem ou serviço necessitamos construir um processo

Um processo de negócios é um conjunto de três ações:

Processo de Negócio

Fornecedor

Cliente

Introduzir

Enviar/Entregar

Processar

slide13

Visão Tradicional X Visão por Processos

Somos prisioneiros de estruturas que desconhecemos

Peter Senge

Se aprendermos a ver estruturas dentro das quais trabalhamos, acabamos dominando a habillidade de trabalhar com elas e mudá-las

slide14

Programa

Conceito de Processos

Visão Tradicional x Visão por Processos

Principais etapas da GP

Mudanças Significativas

Permeabilidade dos processos

Desafios da GP

Integração da GP com o Sistema de Gestão

Como usar a GP no dia-a-dia

A GP e os Sistemas Normativos

Sistema de Indicadores

Criação da cultura de melhoria

Estudo de caso – Case Politeno

slide15

ATRIBUTOS

VISÃO TRADICIONAL

VISÃO POR PROCESSO

1 - Foco

Chefe

Cliente

2 - Relacionamento Primário

Cadeia de comando

Cliente - Fornecedor

3 - Orientação

Hierárquica

Processo

4 - Quem toma decisão

Gerência

Todos os participantes

5 - Estilo

Autoritário

Participativo

Visão Tradicional X Visão por Processos

6- Objetivo

Redução de Custos

Prevenção de Custos

slide16

Visão Tradicional X Visão por Processos

Elementos que formam uma Organização

Processos

Tecnologia

Processos

Tecnologia

Cliente

Chefe

Pessoas

Pessoas

Qual o Foco???

slide17

Visão Tradicional X Visão por Processos

É Preciso definir um Caminho

Desequilíbio

Equilíbio

Adquirida por modismos

Sem maturidade

Ultrapassadas

Processos

Tecnologia

Cliente

Cliente

Desorganizados

Não documentados

Não melhorados

Não simplimficados

Não sabem o que precisam fazer

Não sabem como fazer

Não sabem a importância do seu trabalho dentro do processo

Não se engajam

Pessoas

Cria Valor

Gera Custos

slide18

Visão Tradicional X Visão por Processos

ISO-9000:2000

Princípio 1 - Foco no Cliente

Princípio 2 –Liderança

Princípio 3 - Envolvimento das pessoas

Princípio 4 - Abordagem de processo

Princípio 5 - Abordagem sistêmica

Princípio 6 - Melhoria contínua

Princípio 7 - Abordagem factual à tomada de decisão

Princípio 8 - Relacionamento mutuamente benéfico de fornecedores

Um resultado desejado é mais eficientemente atingido quando os recursos e as atividades são gerenciadas como um processo.

Identificar, entender e gerenciar um sistema de processos inter-relacionados para um dado objetivo contribui para a melhoria da eficácia e da eficiência.

slide19

Visão Tradicional X Visão por Processos

  • Sistema de trabalho que exige novas habilidades, maior

autonomia e compartilhamento de responsabilidade;

  • Sistema gerencial descentralizado estimulando a cooperação

e comunicação direta;

  • Promove o trabalho em equipe, avaliando os resultados

pelos resultados da equipe (fim do individualismo);

  • As decisões são baseadas nas necessidades dos clientes;
  • Quebra do paradigma da visão por função, passando para

a visão do todo.

GESTÃO POR PROCESSOS É UMA MUDANÇA CULTURAL!

slide20

Programa

Conceito de Processos

Visão Tradicional x Visão por Processos

Principais etapas da GP

Mudanças Significativas

Permeabilidade dos processos

Desafios da GP

Integração da GP com o Sistema de Gestão

Como usar a GP no dia-a-dia

A GP e os Sistemas Normativos

Sistema de Indicadores

Criação da cultura de melhoria

Estudo de caso – Case Politeno

slide21

Principais Etapas da Gestão por Processos

Criando um Sistema

Melhorar

  • Mapeie as falhas dos processos
  • Registre e trate
  • Defina prioridades

Tratar as

Anomalias

  • Defina Objetivos e Metas
  • Mensure-os
  • Audite-os

Controlar

Padronizar

  • Crie Padrões de Trabalho, defina os requisitos do cliente (Interno e Externo)

Definir

Processos

  • Entenda seus processos
  • Faça um mapeamento através de fluxos

O PDCA na melhoria de processos empresariais.

slide22

PROCESSO

SUB PROCESSO

ATIVIDADE

ATIVIDADE

ATIVIDADE

ATIVIDADE

TAREFAS

Principais Etapas da Gestão por Processos

1 - Definir o Processo

slide23

Relacionamento com o Cliente

Produção

1

4

Planejar P & D

Desenvolver Protótipo

Desenvolver Lote Piloto

Desenvolver Lote Comercial

2

3

2

3

Aquisição

Principais Etapas da Gestão por Processos

Mapeamento do Processo

Desenvolvimento de Protótipo

slide24

Principais Etapas da Gestão por Processos

Estabelecer Desenho do Produto

1

Engenharia

Definir critérios e especificações para manuseio e armazenagem

Elaborar protocolo de verificação

Definir critérios e especificações para embalagem

CQ

Inspecionar Produto

3

Produção

NÃO

Definir parâmetros de operação de equipamentos

Elaborar Proc Interno

Elaborar Inst. Trabalho

Produzir Lote Piloto

Avaliar processo produtivo

Problemas?

SIM

3

Corrigir processo e alterar documentação

Equipe

Definir ações a serem tomadas

3

SIM

Analisar criticamente

Problemas?

1

NÃO

Validar Produto

Controle de Documentos

Desenvolvimento de Lote Comercial

slide26

Principais Etapas da Gestão por Processos

O Mapeamento utilizando as ISO´s

Aspectos e Impactos

dos processos

ISO-14001

ISO-9000

Processos

Perigos e Danos

dos processos

OHSAS-18001

Requisitos de

Qualidade do Processo

Princípios

Valores

Conduta Ética

SA-8000

Sistema Integrado de Gestão - SIG

slide27

PROCESSO

SUB PROCESSO

ATIVIDADE

ATIVIDADE

ATIVIDADE

ATIVIDADE

TAREFAS

Principais Etapas da Gestão por Processos

2 - Padronize

Manuais

Procedimentos

Instruções

de Trabalho

Descrição de função

Matriz de habilidades

Mapa de Competências

slide29

Principais Etapas da Gestão por Processos

3- Controle

Estabeleça itens de Controle para medir seu processo

Por Tipo

5 Dimensões: Qualidade – Custo – Entrega – Segurança – Moral

BSC: Financeiro – Mercado – Processos – Aprendizado e Crescimento

Por Importância

Estratégico – Tático - Operacional

slide30

Principais Etapas da Gestão por Processos

3- Controle

Mensure os custos do seu processo

1. Custos de Controle

Custos de Prevenção – Investimentos para evitar custos

Custos de Avaliação – inspeções, testes de insumos, calibração, aferição

2. Custos de Falha de Controle

Custos de Falha Interna – defeitos verificados antes do produto ser entregue

Custos de Falha Externa – defeitos encontrados após o produto

slide31

Principais Etapas da Gestão por Processos

3- Controle

Criando itens de Controle por Processo

slide32

Principais Etapas da Gestão por Processos

Melhorar

4 - Trate as Anomalias

Defina ocorrências prioritárias

Produto fora de especificação

Paradas de equipamentos

Reclamações de Clientes

Perdas maior que XX

Trate as ocorrências prioritárias

Ferramentas de análise de dados: Folha de Verificação, Histogramas, Pareto, FMEA (Failure Mode and Effect Analysis), Fluxogramas, Cartas de Controle, Diagrama de Dispersão

Ferramentas de Geração de Idéia: Brainstorming, Causa e Efeito, Mapa de Raciocínio, Diagrama de afinidades

Ferramentas de Tomada de Decisão: Matriz de Priorização, GUT

slide33

Principais Etapas da Gestão por Processos

Melhorar

5- Melhorar

Melhoria Contínua, Aprendizado, Kaizen, etc...

Como implantar de forma sistemática????

Definindo correlações entre o método e o resultado

Efeito

Causa

Programa de treinamento

Melhorar o desempenho

Dos empregados

Matriz de Habilidades

Medir o resultado, analisar e acompanhar

slide34

Programa

Conceito de Processos

Visão Tradicional x Visão por Processos

Principais etapas da GP

Mudanças Significativas

Permeabilidade dos processos

Desafios da GP

Integração da GP com o Sistema de Gestão

Como usar a GP no dia-a-dia

A GP e os Sistemas Normativos

Sistema de Indicadores

Criação da cultura de melhoria

Estudo de caso – Case Politeno

slide35

Mudanças Significativas

O que esperar da Gestão por Processos?

Identificação de Pontos Críticos

Eliminação de Situações de Retrabalho

Construção da Memória Organizacional

Clarificação das Operações e das Responsabilidades

Eliminar Gargalos e Entraves do Processo

Monitoramento de Indicadores de desempenho

Maior Agilidade nos Processos

Redução de Custos

slide36

Mudanças Significativas

A arte de enxergar a floresta e não só as árvores

A Quinta Disciplina

Pensamento Sistêmico

Domínio Pessoal

Modelos mentais

Visão Compartilhada

Aprendizagem em Equipe

Peter Senger

slide37

Visão Tradicional X Visão por Processos

ISO-9000:2000

Princípio 1 - Foco no Cliente

Princípio 2 –Liderança

Princípio 3 - Envolvimento das pessoas

Princípio 4 - Abordagem de processo

Princípio 5 - Abordagem sistêmica

Princípio 6 - Melhoria contínua

Princípio 7 - Abordagem factual à tomada de decisão

Princípio 8 - Relacionamento mutuamente benéfico de fornecedores

Um resultado desejado é mais eficientemente atingido quando os recursos e as atividades são gerenciadas como um processo.

Identificar, entender e gerenciar um sistema de processos inter-relacionados para um dado objetivo contribui para a melhoria da eficácia e da eficiência.

slide38

Programa

Conceito de Processos

Visão Tradicional x Visão por Processos

Principais etapas da GP

Mudanças Significativas

Permeabilidade dos processos

Desafios da GP

Integração da GP com o Sistema de Gestão

Como usar a GP no dia-a-dia

A GP e os Sistemas Normativos

Sistema de Indicadores

Criação da cultura de melhoria

Estudo de caso – Case Politeno

slide39

Permeabilidade dos Processos

Desejo do

cliente

Cliente

Satisfeito

slide40

Permeabilidade dos Processos

Exemplo da Permeabilidade dos Processos ao Longo da Organização

Atender ao Pedido do Cliente

Colocação do Pedido

Programação de Produção

Compra de insumos

Produção

Análise do Produto

Análise de Crédito

Expedição

Faturamento

Pós Venda

Visãode

Processo

VisãoFuncional

slide41

Permeabilidade dos Processos

VISÃO FUNCIONAL

  • Não nos permite identificar claramente como as diversas áreas da empresa participam da geração dos Produtos e Serviços disponibilizados para seus clientes internos e externos.
  • Não nos permite identificar com clareza o que, como e para quem a empresa executa as atividades.
  • Não contempla as “áreas cinzentas” entre as diversas Áreas de Negócio, onde ocorrem muitas transferências de informações.
slide42

DIRETORIA

DIRETORIA

DIRETORIA

DIRETORIA

DIRETORIA

ATIVIDADE

ATIVIDADE

1

1

ATIVIDADE

ATIVIDADE

n

2

PROCESSO

ATIVIDADE

ATIVIDADE

"X"

6

3

ATIVIDADE

ATIVIDADE

4

5

Permeabilidade dos Processos

ESTRUTURA ORIENTADA A PROCESSO

Entradas e

Saídas Múltiplas

slide43

Programa

Conceito de Processos

Visão Tradicional x Visão por Processos

Principais etapas da GP

Mudanças Significativas

Permeabilidade dos processos

Desafios da GP

Integração da GP com o Sistema de Gestão

Como usar a GP no dia-a-dia

A GP e os Sistemas Normativos

Sistema de Indicadores

Criação da cultura de melhoria

Estudo de caso – Case Politeno

slide44

Desafios da Gestão por Processos

Preparar a cultura da organização para mudanças, culminando na necessidade de se ter recursos humanos muito mais analíticos do que operacionais ....

Recursos Humanos

Tecnologia da Informação

Documentação

Estratégia

slide45
Qual o tamanho do seu muro????

Desafios da Gestão por Processos

Classe Mundial

Excelente

Grau de avanço

Eficiente

Básico

Descontrole

Fases

slide46

Programa

Conceito de Processos

Visão Tradicional x Visão por Processos

Principais etapas da GP

Mudanças Significativas

Permeabilidade dos processos

Desafios da GP

Integração da GP com o Sistema de Gestão

Como usar a GP no dia-a-dia

A GP e os Sistemas Normativos

Sistema de Indicadores

Criação da cultura de melhoria

Estudo de caso – Case Politeno

slide47

Integração e uso da GP e os requisitos normativos

Visão

Missão

Valores

Integrando a GP

Estratégias

Processos

Requisitos

Normativos

Documentação

TI

RH

Controle

Legislação

slide48

Integração e uso da GP e os requisitos normativos

A Gestão Integrada

Segurança da Informação

NBR-7791

Meio Ambiente

ISO-14001

ISO-9001

Processos

Organizacionais

ISO-18001

Saúde e Segurança

SA-8000

NBR-16000

Responsabilidade Social

slide49

Integração e uso da GP e os requisitos normativos

Integrando a GP com o Sistema de Gestão

4.1 Requisitos Gerais da ISO 9000 – 2000

  • Estabelecer, documentar, implementar e manter um SGQ e melhorar continuamente a sua eficácia de acordo com os requisitos desta norma.

Identificar os processos necessários para o SGQ e sua aplicação por toda a organização.

Determinar a seqüência e interação destes processos.

Determinar critérios e métodos para assegurar que a operação e o controle desses processos sejam eficazes....

slide50

Integração e uso da GP e os requisitos normativos

Matriz de Aspectos e Impactos

Matriz de Perigos e Danos

Mapa de Processos

Requisitos que

afetam a qualidade

slide51

Integração e uso da GP e os requisitos normativos

Critério 7 –Processos

Processos de Produto

Processos de Apoio

De Fornecedores

Financeiro

Requisitos, Padrão, Controle e Melhoria

slide52

Integração e uso da GP e os requisitos normativos

Classificação dos Processos

Primários ou Chave

Estão ligados diretamente à produção do produto que a organização tem por objetivo disponibilizar para seus clientes.

Corresponde ao conjunto de atividades realizadas para projetar, produzir, comercializar e disponibilizar produtos e serviços a clientes.

Representam a relação da empresa com o meio externo.

Suporte ou de Apoio

São todos os processos que suportam os processos primários, dando-lhes apoio para que possam existir. Estão voltados à administração de recursos.

slide53

Integração e uso da GP e os requisitos normativos

Classificação dos Processos

Gerenciais

São centrados nos gerentes e nas suas relações. Incluem ações de medição e ajuste do desenvolvimento da organização.

slide54

Integração e uso da GP e os requisitos normativos

MODELO DE SGQ BASEADO EM PROCESSO

MELHORIA CONTÍNUA DO

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

CLIENTE

RESPONSABILIDADE DA direção

CLIENTE

SATISFAÇÃO

REQUISITOS

GESTÃO

DE RECURSOS

MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIA

REALIZAÇÃO DO PRODUTO

PRODUTO/ SERVIÇO

ENTRADA

SAÍDA

ISO-9000:2000

slide55

Metodologia

Como usar a GP no dia-a-dia

Gestão por Processos

Cliente

Fornecedor

Indicadores

Controle

Auditorias

Documentação

Treinamento

slide56

Integração e uso da GP e os requisitos normativos

Como usar a GP no dia-a-dia

Avaliação de Desempenho Cliente x Fornecedor

slide57

Programa

Conceito de Processos

Visão Tradicional x Visão por Processos

Principais etapas da GP

Mudanças Significativas

Permeabilidade dos processos

Desafios da GP

Integração da GP com o Sistema de Gestão

Como usar a GP no dia-a-dia

A GP e os Sistemas Normativos

Sistema de Indicadores

Criação da cultura de melhoria

Estudo de caso – Case Politeno

a import ncia de medir o desempenho dos processos
Influência na cultura de organização: resultado como prioridade

Clareza e alinhamento do pensamento: senso de importância

Linguagem comum

Maior capacidade de ação e reação

Sistema de Indicadores

A importância de medir o desempenho dos Processos
slide59

Sistema de Indicadores

O Sistema de Indicadores e a GP

- Visão integrada da organização

- O Sistema de indicadores deve refletir a lógica dos processos

- Incorporação por todos os níveis

- Conseqüências claras do desempenho

cuidados com o sistema de medi o
Medir muitos indicadores, sem estabelecer a prioridade e a hierarquia;

Medir “apenas” para controle das metas em vez de enfoque na melhoria;

Medir para cortar custos, em vez de melhorar o desempenho e a qualidade;

Sistema de Indicadores

Cuidados com o Sistema de medição
slide61

Conclusão

Criação de uma dinâmica de melhoria contínua permitindo ganhos significativos às empresas em termos de desempenho, eficiência e eficácia.

slide62

Como Fazemos

Case Politeno

slide63

Filosofia Empresarial

Ser reconhecida como a melhor marca de

VISÃO

polietileno

da América do Sul

Produzir e Comercializar

competitivamente

MISSÃO

resinas termoplásticas e seus derivados

(Objetivos Permanentes)

VALORES

Segurança em 1º lugar

Satisfação dos Clientes

Foco Nos Resultados

Excelência nos processos

e produtos

Inovação

Trabalho em Equipe

Aprendizado Contínuo

Respeito às Leis e a Comunidade

Conduta Ética

slide64

MODELO DE GESTÃO POLITENO

MODELO DE GESTÃO

Baseada nos princípios do TQC (Total Quality Control)

Controle dos Processos

( ISO 9001, ISO 14001 e NR 13)

Solução de Problemas

(Six Sigma e Relatório de

Anomalias (ROA))

Visão de Futuro

(Planejamento

Estratégico e Balanced Scorecard)

Inovação

Benchmarking

Excelência nos processos

Critérios de Excelência do PNQ

Foco em Resultados

Gerenciamento da Rotina e

GPD

Melhoria do Ambiente e Qualidade de Vida

(5S E Pró Vida)

Trabalho em Equipe

(CCQ e grupos Multifuncionais)

Comprometimento e Desafio

(PLR)

Melhoria Contínua

Ferramentas da Qualidade

slide66

Padronização

Procedimentos

Com fluxo do processo

Procedimentos

Estruturados pelo PDCA

slide67

Definindo a Metodologia de Implantação

Sistemática

1. Mapeamento

2. Análise

3. Proposta

de Melhoria

4. Redesenho

5. Implantação

slide68

Aquisição de uma Ferramenta especializada

Após análise criteriosa, a POLITENO adotou a ferramenta QPR Process Guide em decorrência dos seguintes fatores:

Mapear os processos organizacionais conciliando-os com as estratégias formuladas;

Permite a disponibilização imediata, via Portal, dos processos mapeados;

Permite qualificar os profissionais nos conceitos teóricos e práticos de modelagem de processo;

Pemite a extração e impressão de relatórios;

slide69

Necessidade da implantação

de uma Gestão orientada à Processos

1. Mapeamento

Área de Qualidade, Analista de Processo, Usuários, Ferramenta QPR

Definição da missão do processo – para que ele existe

Levantamento de atividades

Interfaces/fronteiras com outros processos/áreas

Mapeamento de Entradas e Saídas

Fornecedores e Clientes

Grau de automação

Itens de controle

Atividades Críticas

slide70

PROCESSO

CLIENTES EXTERNOS

FORNECEDORES EXTERNOS

ATIVIDADE

DECISÃO

USUÁRIO INTERNO

Padrão de modelagem politeno - Modelo base

SUBPROCESSO

ATIVIDADE

AUTOMATIZADA

Depósito de Informações

Fluxo

Manual de Identidade Organizacional

slide71

Análise de Processo e a Melhoria Organizacional

2. Análise

Gestor da área, usuários, equipe de análise

Comitês de Melhorias

O processo/atividade é necessário? Agrega valor?

Qual o seu impacto para a empresa? Como está seu desempenho?

Poderia ser melhor? Existe gargalos? As responsabilidades estão definidas?

Quais são as expectativas dos clientes internos?

Que ferramentas são utilizadas? A estrutura está adequada?

slide78

Sistema de Documentação

Manual

Legislações/

Requisitos

Sistema de

Documentação

Sistema com acesso Web,

Organizado por processos

Procedimentos / Normas

Instruções de Trabalho

Registros

slide79

Sistema de Gestão Politeno

Mapa de Processos

GIRO

Tratamento de Anomalia

Controle do Desempenho

Padrões de Trabalho

slide80

A GP como cultura

HOJE

ANTES

A Modelagem de processos

Gestão por processos

Projeto que promovia um

redesenho pontual

Gestão de Mudanças

Custo baixo, é sistemático, é pró-ativo

Custo alto, não é sistemático, é reativo

slide81

Desenvolver estratégias concretas para competir

Em Busca da Excelência

Processos

Empresas de Alto Desempenho

A adoção desta metodologia tem sido um instrumento poderoso para evoluirmos na melhoria de desempenho e competitividade....

Estratégia

Fortalecer os processos com práticas de classe mundial

Utilizar eficientemente os recursos e a tecnologia

Desenvolver uma organização ágil, capaz de transformar-se por si mesma, com uma nova cultura

Pessoas

Recursos

slide82

Estrutura do Sistema de Indicadores

Financeira

Estratégias

Clientes

Processos

Estrutura

Organizacional

Processos

Aprendizado e Crescimento

slide84

Desempenho por Estratégias

Mapa Estratégico

Resultado

Ação

slide90

Gráficos e Informações que permitem uma análise crítica

Apurada do negócio

Orientação

Indicador

Record

Unidade de Medida

Benchmarking

100

100

99

Médias Anuais

Movimentação Mensal

Projeções

slide91

Projeções Anuais

Gerenciamento da Estratégia

plano de a o
Plano de Ação

Plano de Ação

slide95

Mensagem

A melhor forma de entender um arquétipo (processo), é diagramar sua própria versão dele. Quanto mais trabalhar nele, melhor poderá reconhecê-los e encontrar sua alavancagem.

Peter Senge

slide96

Bibliografias

  • A Quinta Disciplina – Peter Senger
  • Organização orientada à Estratégia - Kaplan e Norton – Campus
  • Sistemas, Métodos e Processos – Tadeu Cruz - Atlas
  • Gerenciamento da Rotina do Trabalho do Dia-aDia – Vicente Falconi - INDG
  • ISO-9001:2000- Carlos Henrique Pereira Mello, Carlos Eduardo Sanches da Silva - Atlas
  • Custos da Qualidade – Feigenbaum
  • A Estratégia do Oceano Azul - Symnetics
  • Normas ISSO-9001, 14.001 e OHSAS 18001
  • www.fnq.org.br,
  • www.fieb.org.br/pqb
ad