NANOPARTICULAS POLIMERICAS
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NANOPARTICULAS POLIMERICAS PREPARAÇÃO E APLICAÇÃO AULA 5 QP-434-2007 PowerPoint PPT Presentation


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NANOPARTICULAS POLIMERICAS PREPARAÇÃO E APLICAÇÃO AULA 5 QP-434-2007. Introdução. Liberação Controlada de Fármacos. Liberação de fármacos a uma velocidade e/ou numa localização indicada para a necessidade do corpo ou estado da doença em um período especificado de tempo:

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NANOPARTICULAS POLIMERICAS PREPARAÇÃO E APLICAÇÃO AULA 5 QP-434-2007

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Presentation Transcript


Nanoparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 5 qp 434 2007

NANOPARTICULAS POLIMERICAS

PREPARAÇÃO E

APLICAÇÃO

AULA 5 QP-434-2007


Nanoparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 5 qp 434 2007

Introdução

Liberação Controlada de Fármacos

  • Liberação de fármacos a uma velocidadee/ou numa localização indicada para a necessidade do corpo ou estado da doença em um período especificado de tempo:

    • Liberação temporal: controle sobre a velocidade da liberação do fármaco

    • Liberação espacial: controle sobre a localização do fármaco

Hamid Ghandehari in <[email protected] >


Nanoparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 5 qp 434 2007

Introdução

= Molécula do fármaco

TUMOR

LIBERAÇÃO EXCLUSIVA DO FÁRMACO A TIPOS ESPECÍFICOS DE CÉLULAS

Liberação espacial

Hamid Ghandehari in <[email protected]>.


Nanoparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 5 qp 434 2007

Introdução

Liberação temporal

P

L

s

m

a

l

e

v

e

l

Convencional

Liberação ordem zero

Efeitos adversos

Níveis tóxicos

Faixa terapéutica

Concentração

Min. efetiva

Sem efeito

Tempo/dosagem administrada


Nanoparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 5 qp 434 2007

Sistema de Liberação Controlada

  • O comportamento do fármaco in vivo pode ser mudado drasticamente ao incorpora-lo num carregador. Os veículos de liberação de fármacos coloidais podem prover:

    • Liberação lenta de compostos as vezes tóxicos

    • Habilidade de guiar uma distribuição sistêmica

    • Habilidade de proteger fármacos de degradação ambiental

    • Habilidade de direcionar a alvos específicos diretamente em tecidos

  • Sistemas coloidais em uso são:

    • Nanopartículasd<1mm

    • Microesferasd>1mm

    • Emulsões100nm<d<5mm

    • Lipossomas20nm<d<2mm


Nanoparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 5 qp 434 2007

Micro/nanoesferas e capsulas

Monoliticas

NANOESFERAS

NANOPARTICULAS

Reservatorio

NANOCAPSULAS

Adapted of Lambert,G. Oligonucleotide and Nanoparticles Page, <http://perso.clubinternet.fr/ajetudes/nano/index. html> dez/ 2003.


Metodos de prepara o

METODOS DE PREPARAÇÃO

  • 1- Através de polimerização de monômeros

  • Problemas: obtidas induzindo-se a polimerização. Difícil controle da extensão da reação-massa molar não controlada. Purificação posterior. Interação do polímero com o ativo.

  • 2- Diretamente da macromolécula ou polímero pré-formado.


Nanoparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 5 qp 434 2007

Polímeros biodegradaveis

O

O

CH3

O

CH2

C

O

n

C

(CH2)5

O

n

O

CH

C

n

Poli(acido glicolico) ou PGA

Poli (-caprolactona) ou PCL

Poli(acido lactico) ou PLA

Poly(3-hydroxybutyrate-co-valerate) orPHBV


Nanoparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 5 qp 434 2007

BIOPOLÍMEROS TÍPICOS

Polímeros biodegradáveis e bioabsorvíveis;Degradação depende de: MM, estrutura, solubilidade,composição da cadeia,grau de cristalinidade.

(PLGA)


Emulsifica o evapora o de solvente

EMULSIFICAÇÃO/EVAPORAÇÃO DE SOLVENTE

  • Trata-se de um método simples, de fácil transposição de escala e cuja realização em condições assépticas garante a esterilidade final do produto.

  • Em linhas gerais o polímero é dissolvido em solvente volátil em água, como CHCl3 ou CH2Cl2. Se dispersa em água por emulsificação com temnsoativo apropriado.

Algumas revisões: Couvreur et al. Eur. J. Pharm. 41, 2 (1995); Alonso. Nanoparticulate drug

carrier technology. In Cohgen (Ed). Microparticuate Systems for the delivery of proteins and

Vaccines. M. Dekkrt, N.Y. 2996, p. 203; Soppomath et al., J. Control. Rel. 70, 1 (2001).


Nanoparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 5 qp 434 2007

  • MÉTODOS MAIS IMPORTANTES DE

  • PREPARAÇÃO DE NANOPARTÍCULAS

  • Maria I. Rê e M.F.A. Rodrigues-IPT-2004

  • 1-MÉTODO DE EMULSIFICAÇÃO/EVAPORAÇÃO DE SOLVENTE

  • FASE AQUOSA

  • Água destilada

  • Tensoativo

  • FASE ORGÂNICA

  • Solvente orgânico

  • Homogenizaçào Polímero

  • Sonicação Agente ativo

  • EMULSÃO

  • Óleo em água

  • Extração do solvente

  • Evaporação do solvente

  • SUSPENSÃO DE NANOPARTÍCULAS

Sanchez et al. Int. J. Pharm. 99, 263

(1993); Zambaux et al. J. Control.

Rel. 50, 31 (1998); Verrechia et al.,

J. Biom. Mater. Res. 27, 1019 (1993)

Após a formação da nanoemulsão, o solvente

se difunde para a fase externa (extração para

a fase aquosa) até saturação da mesma. Com a

evaporação das moléculas do solvente que

atingem a interfase fase aquosa-ar, reestabelece-se

o gradiente de concentração, ou seja, a força motriz

para a difusão do solvente orgânico das nanogotas para

a fase aquosa. Ao ser eliminado o solvente, o polímero

precipita levando a formação das nanoesferas.


Nanoparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 5 qp 434 2007

PREPARAÇÃO

Evaporação de solvente modificado(nanoesferas).

2 solventes solúveis entre si(um é não-solvente para o polímero)

SEI, 22.000x, 20 kV, topografia

Laboratório - Preparação: 10% (surfatante), 0,8% (polímero), 40%etanol/acetona

SEI, 2.300 x, 20 kV, topografia


Nanoparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 5 qp 434 2007

APLICAÇÃO

1- Formação de nanoesferas para substâncias lipofílicas. Este método

tem sido modificado para uma emulsão múltipla do tipo água/óleo/água.

2- Limitações: a) Emulsão óleo/água deve ter uma fase dispersa (óleo)

bastante fina e homogênea (requer bastante tensoativo e técnicas de

agitação elevada). b) Solventes orgânicos (clorados) e tensoativos usados

(álcool polivinílico, p.ex.) não são compatíveis com aplicações biológicas.

3- Alternativas: Uso de tensoativos como albumina de soro humano.

4- Propriedades otimizadas: diâmetro médio e distribuição de tamanho;

re-suspensão num veículo aquoso sem agregação; teor de fármaco; taxa

de liberação, taxa de degradação; esterilidade; apirogenecidade; e teor de

solvente residual.

5- Variáveis: Volume da fase aquosa para a fase orgânica; concentração

do polímero na fase orgânica; concentração do fármaco na fase orgânica;

presença de tensoativo em ambas fases (orgânica e aquosa); solubilidade

do fármaco na fase aquosa (nível de saturação); método e velocidade de

agitação.


2 m todo de emulsifica o espont nea difus o de solvente

-2-MÉTODO DE EMULSIFICAÇÃO ESPONTÂNEA/DIFUSÃO DE SOLVENTE

(Niwa et al. J. Pharm. Biopharm. 25, 89 91993).

Um solvente miscível em água (acetona, etanol ou

metanol) é misturado ao solvente immiscível (CHCl3,

ou CH2Cl2). A difusão espontânea do solvente miscívil

no meio aquoso cria uma turbulência interfacial entre

as duas fases levando a formação de partículas menores.

Fase aquosa

Fase

orgânica

Difusão rápida do

solvente miscível

com água

Nanopartículas

Quanto maior a proporção do solvente miscívil na mistura

menores as partículas formadas.


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  • 3-MÉTODO DE NANOPRECIPITAÇÃO

  • FASE AQUOSA

  • Água destilada

  • Tensoativo

  • FASE ORGÂNICA FASE ORGÂNICA

  • Solvente orgânico Solvente orgânico

  • Óleo Polímero

  • Polímero Agente ativo

  • Agente ativo

  • Agitação

  • SUSPENSÃO DE NANOPARTÍCULAS

Envolve o uso de um solvente orgânico que é completamente solúvel na fase

aquosa externa consequentemente a extração e a evaporação do solvente

não são nescesárias para a precipitação do polímero.

p.ex. acetona

nanoesferas

nanocapsulas

Fessi et al. Eur Pat. 0275796 B1 (1987).


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Metodo – Encapsulação de agente ativo

“Nanoprecipitação” – método de deslocação de solvente

1,2% PLURONIC (1)3% (PLGA / acetona) + 4 mg de agente ativo (2)(2) colocado em (1)


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PLGA nanoesferas – Encapsulamento de violaceina

PLGA-PLURONIC-PVA system


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  • 4-MÉTODO DE SALTING-0UT

  • FASE ORGÂNICA

  • Solvente orgânico

  • Polímero

  • Agente ativo

  • FASE AQUOSA

  • (sal)

  • Água destilada

  • Agitação Tensoativo (PVA)

  • EMULSÃO

  • Água em óleo

  • Água destilada

  • SUSPENSÃO DE NANOPARTÍCULAS

Esta é baseada na formação de uma emulsão pela incorporação, sob agitação, de uma

solução aquosa saturada de alcool polivinílico (PVA) em uma solução de polímero dissolvido

em acetona. O PVA tem o papel de estabilizar a dispersão. Aqui a miscibilidade das duas

fases é impossibilitada pela saturação da fase aquosa com PVA. A precipitação do polímero

ocorre quando uma quantidade

adicional de água é adicionada

permitindo então a difusão

da acetona para a fase aquosa.

Este método é adequado quando

ativo e polímeros são solúveis em solventes

polares como acetona ou etanol.

Ibrahim et al. Int. J. Pharm.

87, 239 (1992); Allemann et

al., Int. J. Pharm. 87, 247 (1992).


Nanoparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 5 qp 434 2007

  • 5-MÉTODO DE EMULSIFICAÇÃO/DIFUSÃO DE SOLVENTE

  • FASE AQUOSA (saturada em solvente orgânico)

  • Água destilada

  • Tensoativo

  • FASE ORGÂNICA

  • (saturada em água)

  • Agitação Solvente orgânico

  • Polímero

  • Agente ativo

  • EMULSÃO

  • Óleo em água

  • Água destilada

  • SUSPENSÃO DE NANOPARTÍCULAS

Envolve o uso de um solvente parcialmente miscível em água, que é previamente saturado

em água para garantir o equilíbrio termodinâmico inicial de ambas as fases. A precipitação

Ocorre quando uma quantidade adicional de água é adicionado ao sistema, permitindo

então a difusão do solvente para a fase aquosa.

Leroux et al. Eur. J. Pharm.

Biopharm. 41, 14 (1995).

Quintanar-Guerreo et al.

Pharm Res. 15, 1056 (1998).

Formada a emulsão do tipo

óleo/água e o tensoativo é

adsorvido na superfície das

gotas da fase orgânica

dispersas na fase aquosa

A adição de água ao sistema

desestabiliza o estado de equilíbrio

e promove a difusão do solvente

na fase aquosa levando à formação

das nanopartículas


Nanoparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 5 qp 434 2007

VANTAGENS

Este método apresenta algumas vantagens sobre

o método de nanoprecipitação como a possibilidade

de controle do tamanho das nanopartículas. Estas

apresentam tamanhos superiores àquelas

preparadas por nanoprecipitação, normalmente

entre 250-600 nm, dependendo de vários

parâmetros como tipo e concentração do

tensoativo e do polímero, tempo e velocidade

de agitação.


Nanoparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 5 qp 434 2007

Métodos para a preparação de nanopartículas carregadas com fármacos convencionais

--------------------------------------------------------------

MétodoPolímeroFármacoTamanho(nm)

o/w PLA, PLA-b-PEG Lidocaine 247-817

o/w PLA-PEG-PLA Progesterone 193-335

o/w PLGA Dexamethasone109-155

o/w PEO-b-PBLA Doxorubicin 37

solv-disp PMLAiPr Halofantrin 150-160

solv-disp PMLAnHe Halofantrin 90-190

solv-disp PLGA Vancomycin 160-170

solv-disp PLGA Procaine Hydr. <210

solv-disp PCL, PLA, Nimodipine 81-132

PCL-co-PLA

o/w PEO-b-PCL Enalapril maleate 50

o/w PLA Lidocaine 115-123b

aPBLG = poly(g-benzyl L-glutamate); PBLA = poly(b-benzyl L-aspartate); PMLAiPr = poly(b-malic acid isopropil ester); PMLAnHe = poly(b-malic acid neohexil ester). b Dimension of unloaded particles.


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PREPARAÇÃO DE MICRO E NANOPARTICULAS CARREGADAS COM FÁRMACOS PROTEÍCOS.a

Método Polímero ProteinaTamanho (nm)

w/o/wPLGA L-asparaginase 196-226

w/o/wPLGA BSA ms

w/o/wPLGA BSA 100-200

w/o/wPLGA, PLA BSA ms

w/o/wPLGA/PLA blend BSA ms

w/o/wPLGA, PCL BSA 20-1000

w/o/wPLA Protein C230-340

w/o/wPLGA FITC-BSAms

FITC-HRP

w/o/wPLGA TRH 250-800

w/o/wPLGA IL-1a+BSAms

o/wPLGA Rism. porcinems

o/wBiod. polym. Peptides-

PLGA BSA 300-600

w/o/wPLGA rhBMPms

w/o/wPEG-PLGA BSA-

w/o/wPEG-co-PBT BSA ms

w/o/w PLGA-b-PEO BSA ms

ams = microsize; CP = coprecipitation; FITC-BSA = fluorescein isothiocyanate-labeled BSA; FITC-HRP = fluorescein isothiocyanate-labeled horseradish peroxidase; IL-1a = recombinant human interleukin-1a; rhBMP = recombinant human bone morphogenetic protein-2


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Exemplo de encapsulação utilizando nanocápsulas.


Nanoparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 5 qp 434 2007

[tensoativo]

PREPARAÇÃO

Controle das variáveis de processo

Precipitação

coágulos

agregados grandes

espuma

temperatura

evaporação

Não

solvente

[polímero]

Formas arredondadas

superfície lisa

baixa polidispersidade

Sim

agitação

Modo adição


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BSA/PHB159

BSA/PHBV140

BSA/PHB540

BSA/PHB273

1.- PHBV140 libera menos BSA que PHB159 (Diferencias de porosidade nas matrizes) PHBV é

menos porosa que PHB.

2.- Pouca diferencia entre PHB540 e o 273. (Conway et al. J. Control. Rel. 49, 1 (1997)


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The effect of type of organic phase solvents on the particle size ofpoly(d,l-lactide-co-glycolide) nanoparticles.Song et al. Colloids and Surfaces A: Physicochem. Eng. Aspects 276 (2006) 162–167

Nanoparticulas de PLGA foram preparadas por método de

emulsificação/difusão.

Efeito de 4 solventes no tamanho da partícula: acetato de etila,

carbonato de propileno, acetona e diclorometano.

Tres estabilizadores foram usados: Didodecil dimetil brometo de amonio

(DMAB), poli(vinil alcool) (PVA) e Pluronic F68.

Preparação: 100 mg de PLGA foi dissolvido em 10 ml de vários solventes (EA,

PC, ACE,e DCM). As fases orgânicas foram adicionadas em 20 ml de uma fase

aquosa contendo o estabilizador. Após uma saturação mutua da fase orgãnica

e a aquosa, a mistura foi emulsificada por 1 min com um sonicador de ponta.

Para permitir a difusão do solvente orgânico na água, um volume constante de

água (80 ml) foi subsequentemente adicionado a emulsão o/w sob uma

agitação magnética moderada formando as nanopartículas de PLGA


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A distribuição do valor médio de tamanho da partícula forma medidas por espectroscopia de correlação de fótons (NICOMP, model 380, CA, USA). O tamanho da partícula foi expressa como diâmetro médio em volume-peso em nanômetro, e obtido de medidas de três bateladas de nanopartículas.

Partículas pequenas foram obtidas usando solventes parcialmente solúveis em água (EA, PC), entretanto partículas grandes foram obtidas usando solvente totalmente solúveis em água (ACE) e solvente imiscíveis em água (DCM). Como as nanopartículas são formadas das gotas de emulsão após difusão do solvente orgânico, seu tamanho é dependente da estabilidade das gotas da emulsão, que colidem e coalescem ou aderem ou aglutinam entre elas. Quando o estabilizador permanece na interfase liquido–liquido durante o processo de difusão, e seu efeito protetor é adequado e logo as nanopartículas são formadas. As partículas pequenas para EA e PC foram atribuídas tanto a a proteção adequada do estabilizador contra a coalescencia e a baixa tensão interfacial entre as fases aquosa e orgânica, resultante de sua natureza de solubilidade parcial em água.


Nanoparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 5 qp 434 2007

EA

DCM

ACE

AC

Quando EA, um solvente orgânico parcialmente solúvel em água foi usado, foram formadas uma pequena e discreta partículas de tamanho de 40–70 nm. Por outro lado, partículas grandes e agregados de 350–450 nm foram observados em DCM como solvente orgânico imiscível em água. Quando ACE, solvente orgânico completamente solúvel em água foi usado, partículas grandes e discretas de 250–400 nm foram obtidas. Das imagens de AFM, pode ser visto que nanopartículas abaixo de 70 nm são obtidas usando um solvente parcialmente solúvel em água (EA) que quando usou-se um solvente imiscível em água (DCM) ou um solvente completamente solúvel em água (ACE). Isto está de acordo com os resultados da distribuição de tamanho de partícula nas Figura 1.


Nanoparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 5 qp 434 2007

OS AUTORES EXPLICAM ISTO DA SEGUINTE MANEIRA

As partículas pequenas para EA e PC foram atribuídas tanto a proteção

adequada do estabilizador contra a coalescencia e a baixa tensão interfacial entre

as fases aquosa e orgânica, resultante de sua natureza de solubilidade parcial

em água. Entretanto, quando DCM foi usado como solvente na fase orgânica

praticamente cada formulação resultou em agregação significativa devido a sua

natureza imiscível com água e o estabilizador DMAB não foi capaz de prevenir

completamente a agregação dos gotas de emulsão, levando a tamanhos de

partículas grandes (390 nm). de outra maneira, como ACE é completamente

miscível com água, emulsões estáveis entre as fases orgânicas e aquosas não

são formadas a pesar da presença de um estabilizador. Logo após de misturar

as duas fases, PLGA imediatamente precipita como partículas sub-micron

resultando em partículas de tamanho grande.


Nanoparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 5 qp 434 2007

Contrariamente ao resultado de DMAB na Fig. 1, pequenos tamanhos de partículas

abaixo de 70 nm não foram, obtidas por PC e EA, e não houve uma grande diferencia

na distribuição do tamanho das partículas entre solvente parcialmente solúveis em água

(EA e PC) ou solvente totalmente solúvel em água (ACE) e em solvente imiscível em água

(MCD) em PVA ou Pluronic F68. Em particular, os tamanhos médios de partículas de

nanopartículas de PLGA estabilizadas com PVA mostraram valores similares na Fig. 3,

independente na diferencia do solvente na fase orgânica. Também interessante para

Pluronic F68 na Fig. 4 que EA mostra tamanho menor que em PC, que mostra diferente

perfil com os resultados de DMAB e PVA na Figs. 1 e 3, respectivamente. Em sistemas de

estabilizante não iônicos (PVA e Pluronic F68), as partículas estão estabilizadas por

impedimento estérico, mas num sistema de estabilizador iônico (DMAB), as partículas

são estabilizadas por repulsão eletrostática. Os resultados acima significam que o

efeito do tipo de solvente na fase orgânica para obter nanopartículas pequenas de

PLGA abaixo de 70 nm chega a ser mais importante quando partículas são estabilizadas

por repulsão eletrostática que impedimento estérico.


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As partículas menores (50 nm) foram obtidas usando DMAB (estabilizador) e PC

(solvente na fase orgânica), entretanto, as partículas maiores (461 nm) foram

obtidas usando Pluronic F68 (estabilizador) e DCM (solvente na fase orgânica).

Estes resultados indicam que a escolha adequada do solvente na fase orgânica

e estabilizador é o fator chave na determinação do diâmetro médio das

nanopartículas de PLGA.


Nanoparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 5 qp 434 2007

SOLVENTE: PC

O tamanho das partículas para PVA e Pluronic F68 diminui rapidamente com pequenas mudanças na concentração mas muito pouco para DMAB. Isto indica que com aumento da concentração do estabilizador para PVA e Pluronic F68, mais moléculas do estabilizador são adsorvidas na interfase das gotas de emulsão, permitindo um aumento na proteção contra a coalescencia e resultando em gotas menores da emulsão. Outros autores prepararam nanopartículas de poli(metilmetacrilato) (PMMA) usando PVA como estabilizante por emulsificação/difusão, e pesquisaram o efeito da concentração do PVA no tamanho das nanopartículas de PMMA. Eles observaram que a estabilidade física das nanopartículas de PMMA aumentou com aumento de concentração de PVA, levando a nanopartículas de tamanhos menores. Entretanto, para DMAB, somente uma pequena quantidade de estabilizador é adsorvida na interfase das gotas da emulsão. O excesso permanece na fase aquosa continua e não joga nenhum papel significativo na emulsificação. O tamanho médio das nanopartículas de PLGA preparadas usando DMAB como estabilizante é menor que aqueles com PVA e Pluronic F68, que está de acordo com os resultados dos outros autores.


Nanoparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 5 qp 434 2007

Quando EA e PC, solventes parcialmente solúveis em água, o tamanho médio

diminui rapidamente quando aumenta o volume de água adicionado na faixa

de 20–40 ml, mas pouca mudança foi observada acima de 80 ml. Entretanto,

para ACE, um solvente totalmente solúvel em água, o volume de água adicionado

não joga papel importante no tamanho da partícula comparado EA e PC, e o

tamanho da partícula diminui moderadamente quando aumenta o volume de

água adicionado. Estes resultados significam que o volume adicionado de água

é um fator importante na determinação do tamanho da partícula de PLGA

para solventes parcialmente solúveis em água como PC e EA. Também, foi

observado que o tamanho médio das partículas de PLGA preparadas usando

ACE são maiores que aquelas com EA e PC, que estão de acordo com os

resultados da distribuição do tamanho das partículas na Fig. 1.


Conclus es

CONCLUSÕES

A solubilidade dos solventes na fase orgânica em água foi um parâmetro importante afetando o tamanho médio de nanopartículas de PLGA, quando DMAB, um estabilizador iônico é usado. nanopartículas abaixo de 70 nm foram obtidas usando solventes parcialmente solúveis em água (EA e PC) que quando usados um solvente totalmente solúvel em água (ACE) ou solventes imiscíveis em água (DCM). Em particular, quando PC foi usado como solvente na fase orgânica, nanopartículas de PLGA abaixo de 50 nm foram obtidas. Entretanto, quando PVA e Pluronic F68, estabilizadores não iônicos foram usados, uma grande diferencia na distribuição do tamanho das partículas entre solvente parcialmente solúvel em água ou totalmente solúveis em água e em solvente imiscível em água não foi observado, e todas as partículas mostraram um grande diâmetro acima de 110 nm, independentemente do tipo de solventes orgânicos.


Modos de intera o de pva durante processo de emulsifica o

MODOS DE INTERAÇÃO DE PVA DURANTEPROCESSO DE EMULSIFICAÇÃO


Nanoparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 5 qp 434 2007

(enredado)

Fig. 1. Diagrama ilustartivo de sistemas de longa circulação. Nanopartículas de

poliestireno coberta com Poloxameros e Poloxaminas. (b)nanopartículas de Poliestireno

grafted com PEO. (c) nanopartículas de copolímero de Polilactideoglicolideo com

polilactideo/glicolideo-PEO, coberto (A) ou preparado de um solvente comum (B) .

(d) (‘Self-forming’) Sistema de copolímero em bloco polilactideoglicolideo-PEO.

Stolnik et al., Advan. Drug Deliver. Rev. 16, 195 (1995).


Nanoparticulas de macromol culas

NANOPARTICULAS DE MACROMOLÉCULAS

Pinto Reis et al. / Nanomedicine: Nanotechnology, Biology, and Medicine 2 (2006) 8– 21

  • NANOPARTICULAS DE ALGINATO

  • Produzidas por extrusão de gotas de uma solução alginato sódico numa solução de cloreto de cálcio. Os tamanhos das partículas de alginato dependem do tamanho das gotas iniciais. Num avanço adicional as partículas de alginato tem sido produzidas usando um método de gelação modificado de emulsificação/gelação interna como ilustrada na Figura


Nanoparticulas de macromol culas1

NANOPARTICULAS DE MACROMOLÉCULAS

Pinto Reis et al. / Nanomedicine: Nanotechnology, Biology, and Medicine 2 (2006) 8– 21

  • NANOPARTICULAS DE QUITOSANO

  • Os métodos propostos para preparar nanopartículas de quitosano estão baseadas na formação espontânea do complexo entre quitosano e polianios (tripolifostato) ou gelação de uma solução de quitosano disperso numa emulsão de óleo. Vários métodos para produzir nanopartículas de quitosano são descrito na literatura. nanopartículas de quitosano produzidos por gelação num método baseado na emulsificação está ilustrado na Figure


Nanoparticulas de macromol culas2

NANOPARTICULAS DE MACROMOLÉCULAS

Pinto Reis et al. / Nanomedicine: Nanotechnology, Biology, and Medicine 2 (2006) 8– 21

  • NANOPARTICULAS DE AGAROSE

  • Nanopartículas de agarose foram desenvolvidas para a administração de terapêuticos de proteínas e peptídeos.

  • nanopartículas de agarose foram produzidos pela tecnologia baseada em emulsão como ilustrado na Figura


Nanoparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 5 qp 434 2007

Preparação de nanocapsulas de PCL e PCL-PEG

Determinação de encapsulação

Caracterização das nanocapsulas

Determinação de toxicidade aguda (LD50)

Eficácia antimalaria

Determinação de parâmetros cardiovasculares

Estatistica

Nota: halofantrine é um fármaco mais

cardiotóxico dos usados em malaria. Induz uma

prolonga intervalo de QT já que é responsável de

alterar os canais de potássio produzindo uma repolarização

que determina o intervalo QT


Nanoparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 5 qp 434 2007

Efeito cardiotóxico

Percentage variation of QT interval (A). The values represent means±S.E.M. (standard error mean) for 30 min after IV injection of halofantrine solution (Hf. HCl), halofantrine entrapped in nanocapsules (Hf-NC) in doses of 100 mg/kg (n=6) or 150 mg/kg (n=8), unloaded NC (n=8) and DMA/PEG solution (n=8).

QT= interval between the beginning of the Q wave and the end of the T wave of ECG


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