1 / 64

Dissertação de Mestrado em EDUCAÇÃO MULTIMÉDIA Orientador: Prof. Doutor João Carlos de Matos Paiva

Dissertação de Mestrado em EDUCAÇÃO MULTIMÉDIA Orientador: Prof. Doutor João Carlos de Matos Paiva. Geração “zap” – Novos Desafios na Escola: Complementos Digitais para o Ensino da Química Maria Luiza Almeida Alves da Costa. 1. O Problema. Qual foi o problema investigado.

jersey
Download Presentation

Dissertação de Mestrado em EDUCAÇÃO MULTIMÉDIA Orientador: Prof. Doutor João Carlos de Matos Paiva

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author. Content is provided to you AS IS for your information and personal use only. Download presentation by click this link. While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server. During download, if you can't get a presentation, the file might be deleted by the publisher.

E N D

Presentation Transcript


  1. Dissertação de Mestrado emEDUCAÇÃO MULTIMÉDIAOrientador: Prof. Doutor João Carlos de Matos Paiva Geração “zap” – Novos Desafios na Escola:Complementos Digitais para o Ensino da QuímicaMaria Luiza Almeida Alves da Costa

  2. 1. O Problema 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  3. Qual foi o problema investigado • a escola tem cada vez mais dificuldade em vencer lazer; • a escola já não é o espaço privilegiado de aprendizagem; • a geração que começa a chegar às escolas secundárias cresceu na era digital. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  4. O problema • a escola tem cada vez mais dificuldade em vencer lazer; • a escola sempre teve de se bater com o lazer, mas hoje o fosso alarga-se, pois as actividades que os nossos alunos têm à sua disposição “lá fora” são cada vez mais diversificadas e mais apelativas; • a escola já não é o espaço privilegiado de aprendizagem; • a geração que começa a chegar às escolas secundárias cresceu na era digital; 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  5. O problema • a escola tem cada vez mais dificuldade em vencer lazer; • a escola já não é o espaço privilegiado de aprendizagem; • a escola agora tem também de se bater no seu próprio terreno, pois já não é o espaço privilegiado de aprendizagem sendo até cada vez mais fácil e agradável aprender fora dela; • a geração que começa a chegar às escolas secundárias cresceu na era digital; 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  6. O problema • a escola tem cada vez mais dificuldade em vencer lazer; • a escola já não é o espaço privilegiado de aprendizagem; • a geração que começa a chegar às escolas secundárias cresceu na era digital; • cada vez menos os alunos dão atenção a sessões de quadro negro, giz e professor a debitar matéria, pois começam a não conseguir imaginar qualquer actividade que não seja acompanhada de toda a tecnologia que usam naturalmente “lá fora”. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  7. O problema Jovens adolescentes não se revêem na escola que frequentam, que lhes parece cinzenta e chata e que não os consegue “agarrar”, que parece não ter nada de novo para lhes ensinar e assim os perde quando eles regressam ao exterior. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  8. Onde está a origem do problema TIC SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO altamente tecnológica destruir de fronteiras distâncias perdem importância ritmo alucinante quantidade imensa de informação 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  9. A origem do problema Escola não acompanha as mudanças trazidas pela sociedade, ao ritmo que seria desejado e até necessário: • a nível dos recursos técnicos; • a nível dos recursos humanos; • a nível de falta de visão. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  10. A origem do problema • a nível dos recursos técnicos: Rácios sobre Equipamento Informático Ensino básico e secundário, sector público, Portugal Continental, 2001/2002. Fonte: Recenseamento escolar. Estatísticas Preliminares. DAPP – Ministério da Educação 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  11. A origem do problema • a nível dos recursos técnicos: 5,4 (EUA, 2001) Rácios sobre Equipamento Informático Ensino básico e secundário, sector público, Portugal Continental, 2001/2002. Fonte: Recenseamento escolar. Estatísticas Preliminares. DAPP – Ministério da Educação 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  12. A origem do problema • a nível dos recursos técnicos: Recursos Informáticos em Estabelecimentos ES/EB3 28-10-2003 Luiza Alves da Costa Ensino básico e secundário, sector público, Portugal Continental, 2001/2002. Fonte: Recenseamento escolar. Estatísticas Preliminares. DAPP – Ministério da Educação

  13. A origem do problema • a nível dos recursos técnicos: Recursos Informáticos em Estabelecimentos ES/EB3 3 PCs (1 GCN, 1 GFQ, 1 Admin s/Net) ESEQ, 2003, Ciências 50 PCs c/Net ESEQ, 2003, Inf 28-10-2003 Luiza Alves da Costa Ensino básico e secundário, sector público, Portugal Continental, 2001/2002. Fonte: Recenseamento escolar. Estatísticas Preliminares. DAPP – Ministério da Educação

  14. A origem do problema • a nível dos recursos humanos: • 91% dos professores usa o computador e 65% dos professores usa a Internet; • 44% dos inquiridos utiliza o e-mail - 81% para comunicar com amigos, 40% com colegas/professores, 10% com alunos; • a maioria (74%) não utiliza o computador com os seus alunos em sala de aula, em clubes ou em aulas de apoio; apenas 19% dos professores diz ter utilizado o computador com os seus alunos mais de quatro vezes, no ano de 2001; • as aplicações das TIC mais usadas com alunos são: processador de texto (32%), Internet (23%), CD-ROM (18%). 28-10-2003 Luiza Alves da Costa Ensino básico e secundário, sector público e privado, Portugal Continental, 2001/2002. Fonte: Paiva, J., As Tecnologias de Informação e Comunicação: Utilização pelos Professores. DAPP – Ministério da Educação

  15. A origem do problema • a nível de falta de visão: • por norma considera-se as TIC uma disciplina e não como uma ferramenta ao serviço de todas as áreas; • turmas com número elevado de alunos; • programas muito extensos; • ênfase em cumprir programa entendido como “varrer todos os conteúdos”. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  16. O problema é que Jovens adolescentes não se revêem na escola que frequentam. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  17. Quem são os jovens adolescentes do séc. XXI N-Geners «The Net Generation has arrived. The new digital media, particularly the Internet, are at the heart of a new youth culture and a new generation who, in profound and fundamental ways, learn, work, play, communicate, shop and create communities very differently than their parents.» Don Tapscott, Canadá Homo Zappiens «I think it is time to stop complaining the non disciplined and non concentrated youngsters in our classes. I think it is time to celebrate homo zappiens and adapt our teaching methods and teaching materials according to the skills they have on offer, and which I think, will be crucial for advancement of our information society.» Wim VeenDelft University of Technology, Holanda 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  18. Os jovens adolescentes do séc. XXI Os “zap” • geração do telemóvel, computador, Internet, leitores de mp3, televisão por cabo, consolas de jogos; para quem a tecnologia é transparente; • geração habituada a “acção” ao ritmo da sociedade da era digital; • que desde o berço, cresceu entre tarefas múltiplas, a fazer zapping entre elas; • que não consegue nem se interessa em centrar a atenção numa única actividade durante muito tempo; • para quem divertir-se é essencial em qualquer actividade; • para quem comunicar é fundamental; • que prefere imagem a texto, mas usa-o constantemente nas SMS ou nos chat; • cúmplice da geração precedente; não existe generation gap; • geração auto-confiante, gosta de intervir, tem opinião formada, gosta de poder escolher. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  19. Os jovens adolescentes do séc. XXI Os “zap” na escola • dificilmente se concentram numa actividade, se essa actividade implicar sobretudo receber – ouvir, ver, observar, exigem interactividade; • processam a informação em hipermédia – de modo não linear, descontínuo; • trabalham melhor se lhes for dada liberdade para programar as suas actividades ao longo do tempo, exigem flexibilidade; • gostam de colaborar para um fim comum, de trabalhar em grupo; • gostam especialmente de desafios, e aplicam-se mais se forem desafiados para além das dificuldades medianas; • gostam de aprender e são naturalmente curiosos, contudo exigem “divertir-se” no processo. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  20. Os jovens adolescentes do séc. XXI Os “zap” Portugueses Adolescentes de 15 a 17 anos, residentes em meios urbanos de IDS elevado, agora a entrar no Ensino Secundário. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  21. Uma escola para o séc. XXI • Educar para quê? Na sociedade da informação, o objectivo da educação deixou de ser formar profissionais e passou a ser proporcionar a aquisição de competências, pois tudo acontece muito rapidamente, gerando-se continuamente novas necessidades, que exigem novas profissões. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  22. Uma escola para o séc. XXI • Ensinar e aprender o quê? O educador da era digital não pretende transmitir dados, mas tornar os seus alunos capazes de navegar no imenso mar de dados da sociedade da informação, e animar o processo de selecção e organização, fomentar a análise e o espírito crítico, auxiliar a síntese e a reflexão, em suma, estimular o aluno a construir o conhecimento. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  23. Uma escola para o séc. XXI • Como educar? O fluxo de informação entre educador e educandos da era digital é bidireccional e individualizado, pode fluir entre espaços diferentes, tempos diferentes, ocorre também entre educadores e entre educandos, e transporta uma mole imensa de informação… e tudo isto “à velocidade do pensamento”. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  24. Uma escola para a geração “zap” • Lev Vygotsky • para ele a aprendizagem é um processo eminentemente social; realça o papel primordial da linguagem como um verdadeiro instrumento de aprendizagem e não apenas um meio de comunicação; segundo ele, a verbalização das ideias, em colaboração, é o que permite a sua verdadeira consciencialização e consequentemente a verdadeira aprendizagem. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  25. Uma escola para a geração “zap” • Howard Gardner • chama a atenção para a existência de várias formas de inteligência, que se podem manifestar em cada indivíduo em várias combinações e com várias intensidades; e assim, o processo de E/A deve ser único e original, e dirigido para as inteligências específicas de cada indivíduo – espacial, musical, inter-pessoal, etc – em vez de unicamente se centrar na inteligência linguística e lógico-matemática. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  26. Uma escola para a geração “zap” • Don Tapscott • afirma que, para que os “N-Geners” se revejam na escola, ela deve deixar o “broadcast learning” e passar a promover o “interactive learning” – ou, respectivamente, “aprendizagem unidireccional” e “aprendizagem interactiva”. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa Adaptado de “Growing Up Digital – The Rise of the Net Generation” de Don Tapscott

  27. Uma escola para a geração “zap” • Wim Veen • indica como palavra-chave para a educação dos “Homo Zappiens” a “flexibilidade”: • de conteúdos; • de modelos educativos; • de tempo; • de avaliação; • de comunidades de aprendizagem. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  28. Uma escola para a geração “zap” A maior parte das mudanças que devem ocorrer têm sobretudo a ver com a “educação” e não com “computadores”, mas a introdução de algo novo como as TIC, poderá servir de pretexto e motor de mudança, além de facilitarem essa mudança. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  29. 2. A Resposta 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  30. A resposta Complementos digitais (CD) às estratégias tradicionais: CD1 - apoio à distância ao ensino presencial; CD2 - utilização de software educativo; CD3 - pesquisa de informação na Internet. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  31. A resposta Complementos digitais (CD) às estratégias tradicionais: CD1 - apoio à distância ao ensino presencial; O processo de E/A deveria contemplar uma componente presencial e outra à distância – a componente presencial seria tanto maior quanto mais jovens fossem os alunos e quanto mais experimental fosse a disciplina explorada. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  32. Uma escola sempre presente A componente à distância… • flexibilidade - ocorre quando o aluno precisar, ou quando estiver mais motivado, ou quando estiver disponível, ou quando tiver mais tempo; para resolver uma dúvida, para se preparar para um teste, para se informar sobre um assunto que lhe interessa; • personalização - permite um processo de E/A verdadeiramente único e dirigido a cada indivíduo, de acordo com o seu ritmo e as suas características; • colaboração - potencia e amplifica a participação em grupo e a aprendizagem colaborativa, porque elimina a relutância ou receio de mostrar dúvidas ou dificuldades ou simplesmente de participar - ao obrigar a escrever, e por isso a realmente pensar antes de escrever, reduz a precipitação ao expor as ideias. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  33. Uma escola sempre presente • páginas – permitem comunicação no sentido professor-alunos, organizam e apresentam informação, propõem desafios, orientam percursos na web; • fórum de mensagens – permite comunicação entre toda a comunidade, em todos os sentidos e aberta a todos; comunicação assíncrona e escrita, o geralmente se traduz por qualidade elevada; • chat – permite comunicação entre toda a comunidade, em todos os sentidos e aberta a todos, tal como o fórum, mas de modo síncrono, logo mais imediata; • e-mail – permite comunicação entre toda a comunidade, em todos os sentidos, apenas aberta a remetente e destinatário(s); novamente, comunicação assíncrona e escrita, logo, mais pensada. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  34. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  35. A resposta Complementos digitais (CD) às estratégias tradicionais: CD2 - utilização de software educativo; O processo de E/A deveria ser apoiado pela utilização de software educativo, nas actividades presenciais ou à distância. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  36. Aplicar, experimentar, simular O software educativo… • proporciona ao aluno interactividade e feedback imediato; • permite o controlo sobre a sua própria aprendizagem; • pode permitir o acesso a experiências impossíveis de observar de outro modo; • pode ajudar a despistar e corrigir certas concepções alternativas dos alunos; • individualiza o processo de E/A se usado isoladamente, ou promove hábitos de cooperação, se usado em grupo. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  37. Aplicar, experimentar, simular O software educativo pode ser designado e acordo com a função no processo de E/A: • jogos; • software de referência; • tutoriais; • aplicações de “drill and practice”; • simulações; • etc. Pode ser utilizado livremente ou com guias que aconselham e questionam o aluno durante essa utilização, os roteiros de exploração. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  38. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  39. A resposta Complementos digitais (CD) às estratégias tradicionais: CD3 - pesquisa de informação na Internet. O processo de E/A deveria ser apoiado, completado e animado com a pesquisa de informação na Internet, durante as actividades presenciais ou à distância. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  40. Partir em busca da informação A pesquisa na Internet… • proporciona acesso a mais informação, e acesso mais fácil e mais rápido; • permite construir impressões do mundo à sua volta e sensibiliza-os para as relações entre a Ciência, a Tecnologia, a Sociedade e o Ambiente. • promove qualidades/valores tais como, a solidariedade, a tolerância e o respeito pela diferença, no contacto com informação e culturas de todos os cantos do mundo. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  41. Partir em busca da informação A pesquisa pode ser realizada em portais genéricos, mas utilização de portais específicos de Ciência ajuda os mais inexperientes nas suas pesquisas: • só devolve listagens de endereços directamente relacionados com Ciências; • só inclui nas suas listagens endereços de sites de alguma qualidade; • associa aos endereços um pequeno comentário sobre o seu conteúdo. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  42. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  43. Complementos digitais às estratégias tradicionais Vantagens adicionais dos CD: • utiliza recursos naturalmente atraentes e motivadores para os jovens “zap”, sempre disponíveis para a utilização destas novas tecnologias; • preparara-os para a integração na sociedade altamente tecnológica em que vivem; • promove hábitos de formação contínua, que lhes serão úteis no futuro. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  44. 3. A Investigação 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  45. Objectivo da investigação Determinar o impacto, no processo de E/A da geração “zap”, da utilização de complementos digitais às estratégias tradicionais. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  46. Os sujeitos da investigação • foram seleccionados por “amostragem de conveniência”; • e divididos aleatoriamente em GC e o GE; • foi confirmada equivalência estatística dos GE e GC. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  47. Validade externa da investigação • validade externa reduzida permitindo apenas generalização conduzida de modo crítico e limitada a contextos muito específicos; • possível generalizar as conclusões deste estudo à geração “zap” portuguesa, os adolescentes de 15 a 17 anos de idade, residentes em meios urbanos de IDS elevado, e que se encontrarão agora a entrar no Ensino Secundário. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  48. Validade interna da investigação • validade interna garantida pela designação aleatória do GE e GC e verificada pela confirmação da sua equivalência estatística; • todas as possíveis ameaças à validade interna, a terem existido, não terão influenciado significativamente os resultados dos estudos, excepto talvez a “igualdade de tratamento compensatória”, que foi sempre uma tentação, e que, a ter ocorrido, se traduziria numa ligeira igualização dos resultados dos pós-testes, assim atenuando o efeito da utilização dos CD. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  49. Investigação ao CD1 • Objectivo • Determinar se há vantagem em que o processo de E/A de Química do 10º ano seja apoiado à distância. • Tipo de investigação CD1/g GVE A XVE O GC A O CD1/e GVE A O XVE O GC A O O 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

  50. Investigação ao CD1- apoio genérico • Procedimento • o FQONLINE foi plataforma de comunicação adicional com o GE: • propor desafios genéricos sobre Ciência e colocar questões adicionais sobre temas tratados nas aulas presenciais; • disponibilizar documentos e responder a dúvidas; • apresentar a avaliação do grupo. • o pós-teste foi considerado o conjunto de todos os testes de CFQ. • Observação • o GE ficou curioso e entusiasmado, mas só alguns mantiveram-se assim até ao fim; o GC lamentou não poder participar; • a maior parte do GE não sabe realmente tirar partido destes novos recursos; • os desafios do fórum foram a actividade mais bem sucedida; a página de avaliações e as dúvidas por e-mail também foram populares; o chat não teve sucesso; • certos condicionantes impediram o GE de tirar proveito a 100%. 28-10-2003 Luiza Alves da Costa

More Related