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NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE Capítulos 8 ao 14 Aug 21, 2013 Ciclo V

NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE Capítulos 8 ao 14 Aug 21, 2013 Ciclo V. Repacptulando a aula passada. André Luiz, dedicou esta obra inteiramente à mediunidade , mostrando os bastidores das atividades mediúnicas.

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NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE Capítulos 8 ao 14 Aug 21, 2013 Ciclo V

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  1. NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE Capítulos 8 ao 14Aug 21, 2013Ciclo V

  2. Repacptulando a aula passada André Luiz, dedicou esta obra inteiramente à mediunidade, mostrando os bastidores das atividades mediúnicas. Em várias passagens, cita o papel da Ciência na jornada evolutiva do Espírito. • Salienta que os opostos: vida e morte, berço e túmulo, experiência e renovação, são etapas sequenciais do progresso espiritual, expressando-se num “hoje imperecível”. • Prossegue dizendo que nossa mente é o nosso endereço e nossos pensamentos são as nossas criações, podendo ser criações de luz ou sombra, de liberdade ou escravidão, de paz ou tortura. • A orientação exposta nessa obra, enfatiza uma próspera vivência dos fenômenos mediúnicos, baseada nos ensinamentos de Jesus, inscritos na consciência e no coração de cada um de nós, médiuns ou não...

  3. Repacptulando a última aula – 1/6 • A pedido de Clarêncio, o assistente Áulus apresenta-se para promover um curso de uma semana sobre ciências mediúnicas à André Luiz e Hilário. • Para começar Áulus convidou ambos visitarem um pequeno grupo de aprendizes, encarnados e desencarnados, onde poderiam ouvir o dirigente falando sobre mediunidade. • Entre outros ensinamentos importantes, o instrutor enfatizou que em mediunidade, a principal questão está na sintonia: “Mediunidade por si só não basta, é imprescindível saber que tipo de onda mental assimilamos para saber da qualidade de nosso trabalho”.

  4. Capítulo 8 – Psicofonia sonambúlica Um fazendeiro desumano Sob a guarda de venerado amigo, surgiu um pobre dementado. Era antigo fidalgo, lançado ao subsolo. Fluidos escuros e viscosos cobriam-lhe a roupa emitindo fortes odores nauseantes. Comentário: O Chicote pode ser uma ilusão mental do espírito plasmada devido ao longo uso quando encarnado. • Trazia na mão direita um chicote que tentava estalar ao mesmotempo que falava muito alto. “Quem me trouxe aqui contra a vontade? Covardes! Pagarão caro por isso. Os privi-légiosdos nobres são invioláveis, vêm dos reis que são os escolhi-dos de Deus. Cativos são cativos, senhores são senhores. Se fogem... matarei sem piedade”.

  5. Capítulo 8 – Psicofonia sonambúlica André estranhou tanta agressividade e preo-cupou-se, com a médium Celina. Áulus esclareceu que ele entrou no ambiente com a supervisão e o consentimento dos mentores da casa e que quanto aos fluidos não havia o que temer. Semelhante ao sol que desintegra nuvens infecciosas da Terra diariamente, o mesmo acontece com a contribuição fluídica característica de cada assembléia de encarnados e os fluidos deletérios. Celina ao contrário de Eugênia estava totalmente fora do corpo e chegou inclusive a ajudar o ex-fazendeiro a sobrepor-se ao seu corpo. No entanto o controle da comunicação era ainda maior do que no caso de Eugênia. Celina ao mesmo tempo em que acolhia sem medo o comunicante controlava-o sem a menor dificuldade apesar da agressividade do comunicante.

  6. Capítulo 8 – Psicofonia sonambúlica A psicofonia sonambúlica se dá com o médium em estado de sonambulismo. Emancipado de seu corpo físico por efeito desse estado, o médium dele se afasta, permitindo que o comunicante se apodere e o utilize como se nele estivesse encarnado. Nesse tipo de mediunidade, a falta de moralidade do medianeiro pode ter um resultado ainda mais desastroso, pois o médium entrega o equipamento mediúnico ao espíritocomunicante. Aulus comentou que Celina desempenhava muito bem seu trabalho de médium Sonambula. Comentário: A psicologia no caso de Celina se processa sem necessidade de ligação da corrente nervosa do cérebro mediúnico à mente do hóspede que o ocupa. Tem muita facilidade de desligar-se de maneira automática do campo sensório, perdendo temporariamente o contato com os centros motores da vida cerebral. Isso facilita que o comunicante se expresse mais seguro.

  7. Capítulo 8 – Psicofonia sonambúlica Desencarnará nos últimos dias do século 18. Não percebe nada além dos quadros interiores criados por ele mesmo: dinheiro, lucros, a antiga propriedade rural e os escravos que lhe conheceram de perto a tirania e a perversidade. Odiava os trabalhadores que fugiam, perseguia-os e queimava-lhes os olhos. Com a morte, encontrou uma legião de perseguidores. Muitas das vítimas de alma branda lhe desculparam as ofensas, mas a maioria são agora vingadores do passado. Sob a influência deles foi levado à cegueira e converteu-se sem saber em vampiro de almas reencarnadas que lhe foram queridas no Brasil colonial. Ao final do esclarecimento bem sucedido, o ex-fazendeiro foi encaminhado a uma organização socorrista.

  8. Capítulo 9 – Possessão Ataque epilético e influência espiritual Quatro pessoas encarnadas estavam presentes à reunião na busca de socorro. Entre elas um cavalheiro agitado estava acompanhado de sua mãe. Atendendo às recomendações do supervisor espiritual, os guardas admitiram a passagem de uma entidade evidentemente aloucada, que atravessou as linhas vibratórias de contenção, vociferando: “Pedro! Pedro!...” O tresloucado avançou até um senhor encarnado que súbito deu um grito e caiu desamparado. Raul determinou que o senhor fosse transferido para um leito em câmara próxima, isolando-o da reunião.

  9. Capítulo 9 – Possessão • Dona Celina foi incumbida do trabalho de assistência. Áulus, Hilário e André acompanharam. Pedro estava sofrendo um ataque epiléptico com todos os sintomas clássicos. Músculos tencionados, cabeça fletida para trás, braços retorcidos e dentes cerrados seguidos de convulsões. • Pedro e o obsessor pareciam ocupar o mesmo espaço; eram dois contendores em luta feroz. O desencar-nado gritava por vingança. Enquanto o córtex cerebral de Pedro estava envolvido em escura massa fluídica.

  10. Capítulo 9 – Possessão • Celina pressentia a presença do espírito e controlou-se para não se apassivar. Em seguida tentou falar algumas coisas para o espírito mas ele não deu a menor importância ao fato. Percebendo que não adiantava falar a esmo, Celina entrou em prece em voz alta e, na medida que falava, jatos de força luminescente saíam-lhe das mãos envolvendo os dois contendores em sensações de alívio. • O perseguidor aos poucos aspirou a substância anestesiante e desprendeu-se automaticamente da vítima entrando num sono profundo. Enquanto guardas e socorristas conduziam o obsessor a um local de emergência, Pedro voltava aos poucos ao normal.

  11. Capítulo 9 – Possessão • Áulus aproveitou para explicar o ocorrido. Atendendo às perguntas, começou afirmando que este era um caso de possessão. Apesar de Pedro não dispor da consciência do que lhe aconteceu, seu espírito arquivou todas as particularidades do ocorrido de modo a enriquecer o patrimônio das próprias experiências. • Durante o episódio, as células (do cortex) cerebrais sofreram um bombardeio de emissões magnéticas tóxicas. Segundo a medicina terrestre Pedro teve um ataque epiléptico. Mas na realidade estavam vendo um transe mediúnico de baixo teor, observando duas mentes desequilibradas pelo ódio. Pedro estava inconsciente do que lhe ocorrera.

  12. Capítulo 9 – Possessão • Tudo começou quando na metade do século 19, Pedro era um médico que abusava da missão de curar. O atual perseguidor era seu irmão cuja esposa Pedro procurou seduzir. Para isso, prejudicou o irmão no campo econômico e social até interná-lo num hospício, o que o levou à morte. • Desencarnado encontrou-o na posse da mulher. Perturbou-os na existência e aguardou-os além-túmulo. • Depois de duras conseqüências a companheira, menos responsável, foi a primeira a retornar ao mundo. Hoje ela é essa senhora que recebeu Pedro como o próprio filho. Mas o irmão ainda não encontrou forças para se modificar. Pedro pode ser considerado como médium?

  13. Capítulo 9 – Possessão • Aulus– Um médium doente. A sua freqüência aos trabalhos da casa, cursos e palestras ajudarão a modificar a maneira de encarar a vida. Sua afinidade com esta casa indica que possui ligações afetivas do passado com o dever de auxiliá-lo. • Se Pedro se renovar, aplicando-se com devotamento ao trabalho no bem, modificará o próprio tônus mental, o que também provocará a mudança do irmão. Assim o médium desequilibrado de hoje, poderá ser valiosa fonte mediúnica mais tarde , tão cristalina quanto desejamos. • O ensinamento é claro, ninguém ilude a Justiça Superior, as reparações podem ser transferidas no tempo... mas são inevitáveis. A solução é aprender sem desanimar e servir no bem sem esmorecer.

  14. Capítulo 10 – Sonambulismo torturado Uma jovem juntamente com uma pequena fila presente em tratamento na reunião. Aulus: favoreceremos a manifestação de infeliz companheiro que a vampiriza a jovem e usaremos este caso para estudarmos o sonambulismo torturado. O espirito achava-se com alienação mental e sua presença era repugnante. Sua cabeça e garganta estavam feridas e ao entrar precipitou-se sobre a jovem que começa a gritar, transfigurada, contorcendo-se em pranto convulsivo, tendo a respiração sibilante e opressa. Ele gritava desnaturada... Comentário: Alguns Centros fazem a desobsessão ou mediunica presencial (com a participação do encarnado). Torna-se necessário além do inconveniente de provocar medo, angustia, eles escutarem informações do seu passado perturbadoras que confunda ou desequilibre mais ainda, a equipe espiritual tem que ter um cuidado redobrado com o participante, riscos com a vibração da reunião, tornando pouco produtivo sua participação. Mencionar alguns exemplos: A ajuda no tratamento feita pelo encarnado é sua participação nas palestras, estudos, passes, atendimento fraterno, evangelho no lar , trabalho voluntário e a busca da reforma intima.

  15. Capítulo 10 – Sonambulismo torturado Ela não se afastou do corpo fisicoe agia por si própria, a contorcer-se em pranto convulsivo e a expressar o pensamento do obsessor. Não tendo havido o domínio do corpo físico, o que caracterizaria a possessão, podemos classificar como de subjugação o tipo de obsessão ocorrido, que consiste no domínio moral do obsidiado, controlando-lhe a vontade. Quando se encontra sob a ação do obsessor, a obsidiada tem o seu cérebro por ele invadido e diversas de suas partes desestruturadas, ficando em estado de hipnose profunda e perdendo o controle da máquina cerebral. • Com suas células em completo desalinho, o cérebro deixa de exercer as funções para as quais é dotado, dentre elas o registro da memória. Além disso, estando com a mente perturbada pela dominação obsessiva, sequer consegue perceber o que acontece à sua volta, não tendo como guardar os fatos na memória.

  16. Capítulo 10 – Sonambulismo torturado Ela se casará e ao contrario de ajuda-la com sua doença desde a puberdade com o planejamento de receber seu perseguidor como filho, tendo sua gravidez muito cedo sentindo a aproximação do espírito teve muito temor, adiando o trabalho que lhe compete provocando seu próprio aborto com violência. Esta atitude favoreceu mais ampla influência do seu adversário. Ela passou a sofrer múltiplas crises histéricas com súbita aversão pelo marido. Sentia a noite fenômenos de sufocação, angustia.. Fora conduzida a uma casa de repouso onde sofreu eletrochoques em vão, pois a jovem e seu adversário viviam em constante simbiose. Hilario e André indagavam: ela conseguiria uma nova maternidade? Aulus: sim seria uma reconquista. Porém a crueldade premeditada (aborto) desequilibrou seu centro genésico. Nossas escolhas prejudicam o veiculo sutil e nos não podemos trair o tempo nas reparações necessárias. A vida corpórea é a síntese das irradiações da alma. • Adversário através da jovem: Para mim não há recursos, sou um renegado. • Raul doutrina: Perdoa e seu caminho será renovado. • Aulus: Seu esposo que a acompanha agora induziu-a a envenenar o pai adotivo no passado, hoje vivendo como seu adversário. Herdeira de uma fortuna viu que o padrasto pretendia alterar decisões. Ele não gostou do moço que a desposara acho ele estar interessado em suas posses. Apos a morte do padrasto ela logo percebeu que o marido era um jogador relegando-os a miséria moral e física. • André: A jovem é considerada uma médium? Aulus: sim é um médium em aflitivo processo de reajustamento. Talvez demore alguns anos encarcerada a seu adversário devido as complicações do sonambulismo torturado. Após longo tratamento o trio se renovará.

  17. Capítulo 11 – Desdobramento em serviço • Esse capítulo estuda o fenômeno da transmissão da mensagem espiritual a distância, descrevendo a viagem astral feita pelo médium desdobrado. • Antonio Castro recebe passes longitudinais de Clementino, adormece e se desdobra. Do tórax emanava com abundância um vapor esbranquiçado que, em se acumulando à feição de uma nuvem, depressa se transformou, à esquerda do corpo denso, numa duplicata do médium, em tamanho ligeiramente maior que o seucorpofísico. Enquanto o equipamento fisiológico descansava, imóvel, Castro, tateante e assombrado, surgia, junto de nós, numa cópia estranha de si mesmo, porquanto, além de maior em sua configuração exterior, apresentava-se azulada à direita e alaranjada à esquerda, parecia pesado e inquieto. Verifiquei, então, que desse contato resultou singular diferença. O corpo carnal engulira, instintivamente, certas faixas de força que imprimiam manifesta irregularidade ao perispírito, absorvendo-as de maneira incompreensível para mim. Com a ajuda do supervisor o médium foi exteriorizado convenientemente. DUPLO ETEREO –A princípio, seu perispíritoestava revestido com os eflúvios vitais (energia ectoplsmática) que asseguram o equilíbrio entre a alma e o corpo, conhecidos como sendo o “duplo etérico” , formado por emanaçõesneuropsíquicas que pertencem ao campo fisiológico. Para melhor ajustar-se ao nosso ambiente, Castro devolveu essas energias ao corpo inerme, garantindo assim o calor indispensável à colméia celular e desembaraçando-se, tanto quanto possível, para entrar no serviço que o aguarda.

  18. Capítulo 11 – Desdobram DUPLO ETEREO –Desdobrado não aparecia com sua roupa azul e cinza, mas sim com um roupão esbranquiçado que lhe cobre os pés, movimenta levemente pelo salão, esta usando suas próprias energias ectoplásmicas (eflúvios vitais) com a ajuda do ambiente. - Áulusesclarece que o médium se desdobrou carregando o duplo etérico, que é formado de emanações neuropsíquicas pertencentes ao corpo fisiológico, daí a deformação e a necessidade de retornar para que o corpo somático absorvesse as energia que lhe asseguram o equilíbrio entre ele e a alma. • AdverteÁulus, que se o espaçoqueocupa o seuperispiritodesdobrado for feridoviolentamenteporalguém, o médiumsentirádor, poisestáligadoaoseucorpopelocordãofluídico. • Castro aindaéiniciante, a medidaqueganheexperiênciamanejarápossibilidadesavançadas, assumindoosaspectosquedeseje. Quanto a suavestimenta, o médiumdesdobrado, porforça da suaconcentração mental, se mostranaexpressãoquedesejar, buscandoadequar-se aos costumes do ambienteespiritualemque se situa;

  19. Capítulo 11 – Desdobramento em serviço • Acrescentaque a Arte e a Ciência no planoespiritualsãomaisaprimoradas do que no mundo dos encarnados e que, porisso, as construçõesmentais de Espíritosjálibertos dos condicionamentos da Crostasãomaisapuradas; podendousarseuplenopoder mental, assumindo a forma quedeseja e podesubmeter-se a inteligênciasamigasmaisvigorosasque a dele, assumindo as formasqueelasimprimem, mas tambémcorre o risco de se render a Espíritosperversos, com as consciênciasculpadas, vindo a sofrer as deformaçõesquelhesãoimpostas. Perispírito é constituído de elementos maleáveis, obedecendo ao comando dos pensamentos, seja nascido de nossa própria imaginação ou da imaginação de inteligências mais vigorosas que a nossa. Se pudesse pensar com firmeza fora do campo físico, se já tivesse conquistado uma boa posiçãode autogoverno, com facilidade imprimiria sobre as forçasplásticas de que se reveste a imagem que preferisse, aparecendo ao nosso olhar como melhor lhe aprouvesse, porque é possível estampar em nós mesmos o desenho que nos agrade. -sim , mas importa reconhecer contudo que esse desenho embora vivo não é comparável ao vestuário em nosso plano.

  20. Capítulo 11 – Desdobramento em serviço • De modo algum. O pensamento modelará a forma que nos inclinamos a adotar, no entanto, os apetrechos de nossa apresentação na esfera diferente de vida a que fomos trazidos, segundo vocês já conhecem, variarão em seus tipos diversos. • Lembremo-nos, para exemplificar, de um homem terrestre tatuado. Terá ele escolhido um desenho, através do qual a sua forma, por algum tempo, se faz mais facilmente identificável, mas envergará a vestimenta que mais lhe atenda ao bom gosto, conforme as usanças do quadro social a que se ajusta. • Como não podemos conceber uma sociedade terrestre digna e enobrecida, tão somente composta por homens e mulheres em nudismo absoluto, embora com maravilhosos primores de tatuagem, é preciso considerar que os indivíduos de nossa comunidade, não obstante dispondo de um veículo prodigiosamente esculpido pelas forças mentais, não menoscabam as excelências do vestuário, por intermédio das quais selecionamos emoções e maneiras distintas.

  21. Capítulo 11 – Desdobramento em serviço • Doisguardascolocam um capaceteem Castro, preparando-o paraumaviagem astral, cuidandoparaquenão se disperse a atençãoenquantovolitaporregiõesinóspitas. Emviagem, amparadospor Rodrigo e Sérgio, o médiumcomeça a dizerpelasuabocafísicaquevêformasestranhasembaixo, sob ospés, queestá no escuro e sentemedo, e revela o desejo de retornar, quenãopodesuportar, mas Raul, com o apoio do grupo, ora e pede a elevação do teorvibratório dos irmãosemviagem, recebendo a notícia de quetudomelhorou. • Empoucosminutos Castro dizque a prece de todosatuasobreele e queestareconfortado.. Avançarei… Quealiviorompemos a barreira das trevas. Avisto Uma cidade de luz, com torreselevadas. • VejoaquinossoOliveira, eleestabemmaismoço. – Áulus - Ele era colaboradordaquelainstituição, desencarnadohápoucotempoOliveira se dizaindainaptoàcomunicaçãodireta, mas quepode se dirigiraoscompanheiros da Terra pormeio do médium, e este se colocaàdisposição, iniciando a retransmissão do recado de Oliveira: “Meus amigos, que o Senhorlhespague. […] As preces do nossogrupoalcança-me cadanoite, comoprojeção de flores e bençãos! Agradeço a todos. Sinto-me convaslecente, mas reconfortado e quasefeliz.

  22. Capítulo 12 – Clarividência e clariaudiência Água fluídica Raul avisou que a reunião atingia a fase terminal. Uma pequena jarra com água foi trazida à mesa. Clementino espalmou a mão sobre o jarro e partículas radiosas eram projetadas sobre o líquido que as absorvia totalmente, enquanto Áulus • informava que a água fluidificada é precioso esforço de medicação. Há lesões e deficiências no perispírito que depois se estampam no corpo físico que só a intervenção magnética consegue aliviar, até que os interessados se disponham à própria cura.

  23. Capítulo 12 – Clarividência e clariaudiência Em seguida, Raul recomendou aos 3 médiuns falantes que observassem através da clarividência e da clariaudiência, algum ensinamento que pudesse ser ministrado a todos. O ambiente se modificara... estava mais leve. Indagado se os instrumentos mediúnicos poderiam apresentar os mesmos resultados, Áulus disse que cada pessoa vive em determinado grau de crescimento mental, assim como a interpretação da vida difere de uma pessoa para outra. Acrescentou que clarividência e clariaudiência são uma percepção mental. • Por isso, surdos e cegos, convenientemente educados podem ouvir e ver através de outros recursos. As ondas de rádio, TV e os raios X, ensinaram aos homens que há som e luz além das acanhadas fronteiras vibratórias em que vivem. Quem vê e ouve é a mente.

  24. Capítulo 12 – Clarividência e clariaudiência Percepções: Nisso, Clementino disse: “Centralizemos mais atenção, adestrando-nos para o serviço do bem”. A frase foi pronunciada em voz clara e pausada. Celina registrou as palavras com precisão e notava-lhe os mínimos movimentos. Eugênia assimilou a frase pela intuição sem distinguir Clementino e Castro não percebeu a frase, embora visse Clementino perfeitamente. • Foi quando Celina pediu licença para notificar que vira surgir no recinto um ribeirão de águas cristalinas em cujas correntes muitos enfermos se banhavam. Em seguida Dona Eugênia disse que via um edifício repleto de crianças. A percepção varia em cada um de nós.

  25. Capítulo 12 – Clarividência e clariaudiência André surpreso, não via nenhum córrego nem construção alguma, ao que Áulus esclareceu. Celina e Eugênia estavam sintonizadas com as imagens que Clementino sugeriu. Ambas viram-lhe os pensamentos relacionados com a obra de amparo a doentes e a formação de uma escola que a instituição pretende erguer. • Finalmente confirmou que os fenômenos de clarividência e clariaudiência são uma percepção à distância da própria pessoa encarnada ou a percepção do pensamento de amigos desencarnados. Aliás, essa última é a técnica dos obsessores quando improvisam impressões alucinatórias para suas vítimas. • Cérebro usa as células do cortex para ouvimos e vemos, porém toda percepção é mental. Todos os sentidos fisiológicos pertencem a alma. • Cada médium guardava a impressão de uma forma, clarevidência, clariaudiência, achavam-se magneticamente subsmetidos a Clementino de acordo com sua evolução e a atenção direcionada ou desviada.

  26. Capítulo 13 – Pensamento e mediunidade Comunicação final A reunião ia terminar, sobre a cabeça de Dona Celina apareceu um feixe de luz brilhante e Áulus aproveitou para esclarecer que Celina iria transmitir a palavra de um benfeitor que apesar de ausente do ponto de vista espacial traria a sua colaboração através de fluidos teledinâmicos pela mente da médium. - Meus amigos – começou a dizer o instrutor , Em matéria de mediunidade, não nos esqueçamos do pensamento. Nossa alma vive onde se lhe situa o coração. Caminharemos, ao influxo de nossas própriascriações, seja onde for. A gravitação no campo mental é tão incisiva, quanto na esfera da experiênciafísica. Servindo ao progresso geral, move-se a alma na glória do bem. Emparedando- se no egoísmo, arrasta-se, em desequilíbrio. A lei Divina é o bem de todos.

  27. Capítulo 13 – Pensamento e mediunidade Comunicação final A comunicação começou: “Meus amigos... paz em Jesus. Em matéria de mediunidade o pensamento é tudo. Encarnar e desencarnar não de nada serve, se não há renovação interior. Imaginar é criar e toda criação tem vida e movimento ainda que ligeiros, impondo responsabilidade a quem o faz”. Quem apenas mentalize angústia, crime e perturbação irá refletir isso no espelho da alma. O uso do rótulo religioso sem qualquer esforço de elevação é perigoso. Nossos pensamentos geram nossos atos e nossos atos geram pensamentos nos outros. O pensamento está para a mediunidade como o leito está para o rio. Para atingir o aprimoramento ideal é preciso que o detentor de faculdades psíquicas não se detenha no simples intercâmbio. É preciso buscar a educação de si mesmo e o serviço desinteressado constantes no bem. Em seguida, o benfeitor despediu-se e Raul, em prece curta, encerrou a reunião.

  28. Capítulo 14 – Em serviço espiritual A intercessão de Abelardo Áulus e equipe já se distanciavam da instituição, próximos a uma praça, quando o marido desencarnado de Dona Celina, que eles haviam conhecido durante a reunião, os alcançou. Apresentou-se como Abelardo Martins, e pelas suas maneiras e a voz, percebia-se que Abelardo era alguém muito arraigado aos hábitos terrestres. Estava ali para pedir a Áulus, ajuda para Libório, já nosso conhecido. Áulus ofereceu-se de boa vontade, mas pediu a Abelardo para trazer Celina, tão logo ela se desligasse do corpo pelo sono. Enquanto aguardavam o casal, Áulus explicou a solicitação de Abelardo.

  29. Capítulo 14 – Em serviço espiritual Abelardo, quando encarnado, fora um homem difícil. Desencarnou muito cedo devido a excessos. Tentou fazer da esposa uma serva, mas não conseguiu obsedá-la. Passou alguns anos junto a espíritos rebelados e ignorantes mas as orações da esposa e a intercessão de amigos dos dois planos conseguiram recuperá-lo. Agora ele serve numa organização socorrista como vigilante de espíritos desequilibrados. Uma indagação não faltou aos comentários,... como era a relação de Abelardo desencarnado e Celina encarnada, hoje. Áulus explicou que a ternura da esposa no lar terreno é o maior paraíso que Abelardo pode receber por enquanto, e agora trabalha para recebê-la, mais tarde, em melhores condições espirituais. A conversação prosseguia quando Abelardo e Celina chegaram. Em companhia da esposa, Abelardo parecia mais leve e radiante como se lhe absorvesse a vitalidade e a alegria.

  30. Capítulo 14 – Em serviço espiritual Ainda o caso Libório Em seguida saíram em direção a uma nebulosa região noite a dentro. Abelardo empunhava pequena lâmpada que os ajudava a enxergar. Minutos depois atingiram uma construção mal iluminada. Era um Hospital de emergência dos muitos que se encontram nas regiões umbralinas para atendimento a psicopatas. Abelardo apresentou o seu lugar de trabalho e em seguida o Diretor da instituição, Justino, os recebeu e deixou-os à vontade. Logo estavam à frente do leito de Libório, que de olhar esgazeado não lhes notava a presença. Áulus auscultou-o e informou que o pensamento da irmã encarnada que ele vampiriza o atormenta. Sintonizados na mesma freqüência, é um caso de perseguição recíproca. Os espíritos necessariamente não precisam de luz artificial pois tem capacidade de enxergar.

  31. Capítulo 14 – Em serviço espiritual Mal acabara o comentário e a pobre mulher desligada do corpo físico pelo sono surgiu na enfermaria: “Libório, não me abandones... vamos para casa !” André estranhou, não fora ela que rogou socorro na instituição espírita que freqüenta ? Como explicar isso ? É um caso de perseguição recíproca.

  32. Capítulo 14 – Em serviço espiritual Áulus adiantou que isso é o que julga querer, mas na verdade, alimenta-se dos fluidos enfermiços de Libório. Milhares de pessoas são assim, acontece na maioria dos fenômenos de obsessão. As pessoas apresentam doenças de variados matizes e se adaptam acomodadas ao “menor esforço”, nutrindo-se das emanações uns dos outros. • Em se lhes subtraindo a moléstia, sentem-se vazias provocando novas sintomatologias que as auxiliam a cultivar a posição de vítimas. • Encarnados e desencarnados se prendem em fascinação mútua até que o centro de vida mental se lhes altere. É por esse motivo que, em muitas ocasiões as dores maiores “são chamadas” a funcionar sobre as dores menores, com o objetivo de acordar as almas viciadas nesse gênero de trocas inferiores.

  33. Capítulo 14 – Em serviço espiritual • Nesse instante a recém-chegada se aproximou de Libório... feliz. Mas ao se deparar com Celina, despejou palavrório chulo e retirou-se em desabalada carreira. • Áulus aproveitou para lembrar que as Leis de Deus são sábias pois aproveita os nossos sentimentos menos dignos em nossa própria defesa e explicou: O despeito da visitante com relação a Celina dará tréguas preciosas ao nosso auxílio, porque quando ela acordar lembrará vagamente ter sonhado com Libório ao lado de outra companheira, acionando um quadro de impressões próprias, porquanto cada mente vê nos outros aquilo que traz em si mesma. • Abelardo estava satisfeito, antevendo melhoras do doente enquanto Hilário reconhecia o serviço incessante por toda a parte. Tarefa cumprida, a equipe despediu-se para a continuidade das observações na noite seguinte numa outra casa espírita.

  34. BOA NOITE !

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