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Principais funções cardiovasculares:

Principais funções cardiovasculares:. Transporte de gases, nutrientes, resíduos metabólicos, hormônios e calor Distribuição dos mecanismos de defesa Manutenção do equilíbrio ácido-básico Prevenção dos níveis adequados de fluidos para evitar a desidratação.

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Principais funções cardiovasculares:

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  1. Principais funções cardiovasculares: • Transporte de gases, nutrientes, resíduos metabólicos, hormônios e calor • Distribuição dos mecanismos de defesa • Manutenção do equilíbrio ácido-básico • Prevenção dos níveis adequados de fluidos para evitar a desidratação

  2. O sistema circulatório compreende três componentes básicos • Uma bomba (coração) • Um sistema de canais (os vasos sanguíneos) • Um meio líquido (o sangue)

  3. Controle cardíaco • O músculo cardíaco possui uma capacidade única de gerar seu próprio sinal elétrico, denominado autocondução, a qual permite que ele se contraia ritmicamente sem estimulação neural ou hormonal.

  4. Apesar do coração gerar seus próprios impulsos elétricos, a força e a frequência de contração podem ser alterados através de outros sistemas: • Sistema nervoso parassimpático • Sistema nervoso simpático • Sistema endócrino.

  5. Sistema nervoso parassimpático • Atua sobre o coração através do nervo vago. • Em repouso a atividade parasimpática é predominante. • Produz um efeito depressor sobre o coração: conseqüentemente, diminui a FC. • A estimulação vagal máxima pode reduzir a FC para 20 a 30 bpm.

  6. Sistema nervoso simpático • A estimulação simpática aumenta a força e a frequência de batimentos através do aumento na velocidade de condução. • É predominante durante momentos de estresse ou exercício.

  7. Sistema endócrino • Exerce seus efeitos através dos hormônios adrenalina e noradrenalina. • Estimulam o coração aumentando a frequência cardíaca. • A liberação desses hormônios é também desencadeada pela estimulação simpática • Suas ações amplificam e prolongam a resposta simpática.

  8. Terminologias da função cardíaca • O ciclo cardíaco inclui todos os eventos que ocorrem entre dois batimentos cardíacos consecutivos. • fase de relaxamento e enchimento (diástole) • fase de contração ou esvaziamento (sístole). • Volume de ejeção (VE) é a quantidade ou volume de sangue que é bombeado por sístole (contração).

  9. Tempo entre cada ciclo cardíaco

  10. Debito Cardíaco (Q) é o volume total de sangue bombeado pelo ventrículo esquerdo por minuto, ou simplesmente o produto entre a frequência cardíaca e o volume de ejeção. Q = FC x VE Repouso: ~5 l/min (Q) = 75 bpm (FC) x 65 ml (VE) Exerc max: ~20 l/min (Q) = 200 bpm (FCmax) x 100ml (VEmax) Frequência cardíaca (bpm) Volume ejeção (ml) Débito cardíaco (l/min)

  11. Sistema Vascular • Transportar o sangue para todas as regiões do corpo. • Controlar o fluxo sanguíneo para determinadas partes do corpo. • Retornar o sangue ao coração. • Manutenção da pressão arterial.

  12. Distribuição sanguínea • Controlada por mecanismos neurais (controle neural extrínseco). • O músculo da parede dos vasos são inervados por nervos simpáticos. • A estimulação através destes nervos faz com que as células musculares dos vasos se contraiam, reduzindo a quantidade de sangue. • Os nervos estão constantemente ativos: alguns vasos encontram-se em vasoconstrição.

  13. Controle neural extrínseco • Alguns autores colocam que existem algumas terminações nervosas que inervam a musculatura esquelética e o coração causando vasodilatação, e sendo ativadas principalmente ao início do exercício, porém com pouca sustentação cientifica.

  14. Controle local (auto-regulação) • Refere-se à capacidade da arteríola e esfíncter pré-capilares de auto-regularem seu próprio fluxo sanguíneo dependendo das necessidades imediatas dos tecidos que eles nutrem. • A demanda de oxigênio parece ser o estimulo mais forte. Outros fatores como oxido nítrico, adenosina, k+,CO2, H+, lactato podem também aumentar o fluxo sanguíneo.

  15. Efeito da estimulação simpática sobre o fluxo sanguíneo em repouso e exercício. Fluxo sanguíneo antes da estimulação simpática Redução do fluxo sanguíneo durante a estimulação simpática

  16. Retorno venoso • Ação da bomba muscular • Ação ventilatória.

  17. CONTROLE DA PRESSÃO ARTERIAL

  18. O sangue As três funções principais do sangue são: • transporte • regulação da temperatura • equilíbrio ácido - básico (pH). O volume sanguíneo total do organismo varia consideravelmente com o tamanho e o estado de treinamento do individuo. Geralmente em indivíduos normais, varia de 5 a 6 litros em homens e de 4 a 5 litros nas mulheres.

  19. O sangue é composto de: • 55 a 60% de plasma (90% água) • 40 a 45% de elementos figurados. (99%) (1%)

  20. Regulação do Débito Cardíaco durante o exercício DC = FC x VE Maior retorno venoso (+) (+) Volume diastólico final (+) (+) Força de contração (+) Alongamento Nervos simpáticos e catecolaminas plasmáticas (+) Frank-Starling

  21. FREQUÊNCIA CARDÍACA

  22. Efeitos do sistema nervoso simpático e parassimpático no comportamento da freqüência cardíaca durante o exercício

  23. VOLUME DE EJEÇÃO

  24. VOLUME DE EJEÇÃO Treinados x sedentários

  25. DEBITO CARDÍACO

  26. Resposta da frequência cardíaca e débito cardíaco durante o exercício em diferentes intensidades

  27. Resposta da Pressão Arterial em exercícios cíclicos nas mesmas taxas de consumo de oxigênio (VO2max)

  28. Pressão Arterial (PA) x exercício • A pressão arterial sistólica tem um aumento diretamente proporcional ao aumento na intensidade do exercício, decorrente do aumento no Q. • Em atletas altamente treinados a PA pode chagar a 240-250 mmHg. • A pressão diastólica é pouco alterada durante o exercício, independente da intensidade. • Um aumento acima de 15 mmHg é considerado anormal e deve ser usada como critério para a interrupção do exercício.

  29. Adaptações fisiológicas determinadas pelo treinamento aeróbio • Adaptações do sistema cardiovascular. • Volume cardíaco: o peso e o volume aumentam com treinamento aeróbio de longa duração. Aumento da cavidade ventricular esquerda e ligeira hipertrofia. • Volume de ejeção: aumento no volume de ejeção em repouso e exercício, decorrente de um maior enchimento do ventrículo e maior força de contração.

  30. Frequência cardíaca: A freqüência cardíaca (FC) diminui em repouso e exercício. A FC máxima tende a não se alterar com o treinamento. • Volume plasmático e hematócrito: o aumento do volume plasmático aumenta rapidamente com o treinamento, no entanto o aumento no numero de hemácias são mais demorados. Aumenta a capacidade de transporte de O2 e regulação da temperatura corporal. • Debito cardíaco (Q): Aumento do debito cardíaco máximo Q = FC x VE • Número de capilares – aumenta o número de capilares no músculo. • Aumenta a concentração de mioglobina. • Fluxo sanguíneo: maior vasodilatação dos capilares, melhor distribuição do fluxo sanguíneo.

  31. Gráfico 4- Valores de FCmax obtido em corredores, ciclistas, triatletas e sedentários durante a corrida e o ciclismo. • Cuidado quando estimar a FCmax através das diferentes equações propostas

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