MERCADO DE TRABALHO: TENDÊNCIAS DA ÚLTIMA DÉCADA E IMPLICAÇÕES PARA A PREVIDÊNCIA SOCIAL
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MERCADO DE TRABALHO: TENDÊNCIAS DA ÚLTIMA DÉCADA E IMPLICAÇÕES PARA A PREVIDÊNCIA SOCIAL Alessandro Ferreira dos Passos Graziela Ansiliero Luis Henrique Paiva. Brasília, dezembro de 2004. 1. Desempenho econômico e mercado de trabalho.

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Mercado de trabalho tend ncias da ltima d cada e implica es para a previd ncia social

MERCADO DE TRABALHO: TENDÊNCIAS DA ÚLTIMA DÉCADA E IMPLICAÇÕES PARA A PREVIDÊNCIA SOCIAL

Alessandro Ferreira dos PassosGraziela AnsilieroLuis Henrique Paiva

Brasília, dezembro de 2004.


1 desempenho econ mico e mercado de trabalho

1. Desempenho econômico e mercado de trabalho

  • Projeções para o crescimento econômico em 2004 são altas (+- 5%).

  • O que ocorrerá no mercado de trabalho?

  • Análises do final dos anos 90: Brasil estaria acompanhando as ‘tendências mundiais’ de precarização (aumento da informalidade) e baixas elasticidades emprego formal-produto.

  • Neste caso, os efeitos previdenciários do crescimento econômico seriam limitados: baixa inclusão previdenciária.


1 objetivo do trabalho

1. Objetivo do trabalho

  • Verificar em que medida as análises feitas ao final dos anos 90 estão corretas.

  • Bases de dados utilizadas:

    • RAIS/MTE – registro administrativo do MTE que fornece um retrato do mercado formal de trabalho na data de declaração. A cobertura é nacional e a periodicidade é anual.

    • PNAD/IBGE – pesquisa amostral do IBGE sobre características pessoais e do domicílio. A cobertura é nacional (exceto zona rural da R. Norte) e a periodicidade é anual.


2 pib e emprego formal

2. PIB e emprego formal

  • Períodos:

    • 1990-1993: início da abertura econômica

    • 1995-1999: intensificação da abertura econômica e estabilização

    • 2000-2002: reflexos da mudança cambial de 1999 e transformações macroeconômicas dela decorrentes.

  • Padrões recentes:

    • Neves et alli: recuperação, em 1999, do nível do emprego em alguns subsetores da indústria de transformação.

    • C. A. Ramos: forte reação do emprego formal, apesar da crise energética de 2001, das consequências do 11 de setembro e da crise argentina.


2 pib e emprego formal ind stria 1990 1993

2. PIB e emprego formalIndústria (1990-1993)


2 pib e emprego formal ind stria 1994 2002

2. PIB e emprego formalIndústria (1994-2002)


2 pib e emprego formal com rcio e servi os 1990 2002

2. PIB e emprego formalComércio e Serviços (1990-2002)


2 pib e emprego formal agropecu ria 1990 2002

2. PIB e emprego formalAgropecuária (1990-2002)


2 elasticidades emprego formal produto

2. Elasticidades emprego formal/Produto


3 formalidade nas regi es metropolitanas

3. Formalidade nas Regiões Metropolitanas


3 formalidade no pa s

3. Formalidade no País


3 formalidade no pa s1

3. Formalidade no País


3 formalidade brasil metropolitano x n o metropolitano

3. Formalidade: Brasil metropolitano x não metropolitano


4 conclus es

4. Conclusões

  • Tendência de precarização e de baixas elasticidades emprego formal/produto minariam a Previdência Social.

  • Dados do período 2000-2002 indicam que o País não enfrenta nenhuma das duas tendências.

  • A partir da mudança cambial de 1999, emprego industrial reage. Reação em comércio e serviços é anterior. Agricultura, por sua vez, vive período de racionalização.


4 conclus es1

4. Conclusões

  • O aumento da informalidade é um fenômeno metropolitano. Participação dos ocupados com carteira de trabalho assinada é estável. Participação dos contribuintes de instituto de previdência é crescente.

  • Crescimento sustentável, caso ocorra, levará a um provável aumento da renda e a uma queda do desemprego no médio prazo.

  • Assim, o cenário do mercado de trabalho para a Previdência Social pode tornar-se bastante positivo.


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