Metodologias geis
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Metodologias Ágeis. Visão Geral. Introdução. Primórdios do desenvolvimento de software: “code and fix”. A primeira alternativa: Processo disciplinado e detalhado Desenvolvimento de software predizível e eficiente Inspirado em outras disciplinas da área de engenharia. Introdução.

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Presentation Transcript


Metodologias geis

Metodologias Ágeis

Visão Geral


Introdu o

Introdução

  • Primórdios do desenvolvimento de software: “code and fix”.

  • A primeira alternativa:

    • Processo disciplinado e detalhado

    • Desenvolvimento de software predizível e eficiente

    • Inspirado em outras disciplinas da área de engenharia.


Introdu o1

Introdução

  • Críticas freqüentes

    • Burocráticas

    • Não populares por imporem padrões rígidos

    • Não serem tão bem sucedidas como deveriam

    • Metodologias “heavyweight” ou pesadas


Introdu o2

Introdução

  • Surgimento de um novo grupo de metodologias

    • Leves (“lightweight”)

    • Flexíveis

    • Ágeis


M todos preditivos vs adaptativos

Métodos Preditivos vs. Adaptativos

  • Preditivos

    • Enfatiza o planejamento de ações em detalhe

    • A equipe pode saber que funcionalidade e tarefas farão nas etapas seguintes no processo de desenvolvimento

    • Mudanças podem obrigar a refazer todo o planejamento

  • Adaptativos

    • Enfatiza as mudanças e suas conseqüentes adaptações

    • A equipe não sabe o que irá fazer a médio e longo prazo

    • Problemas são encarados a medida que eles chegam


A alian a gil

A “Aliança Ágil”

  • http://www.agilealliance.org

  • Organização sem fins lucrativos que ajuda indivíduos e organizações que utilizam abordagens ágeis para desenvolvimento de software

  • Fundada por 17 consultores e especialistas em desenvolvimento de software

  • Assinaram o “Manifesto Ágil” em 2001


A alian a gil1

Kent Beck

Mike Beedle

Arie van Bennekum

Alistair Cockburn

Ward Cunningham

Martin Fowler

James Grenning

Jim Highsmith

Andrew Hunt

Ron Jeffries

Jon Kern

Brian Marick

Robert Martin

Steve Mellor

Ken Schwaber

Jeff Sutherland

Dave Thomas

A “Aliança Ágil”


O manifesto gil

O “Manifesto Ágil”

  • http://www.agilemanifesto.org

  • “Estamos descobrindo melhores maneiras de se desenvolver software, fazendo isto e ajudando os outros a fazer isto. Através deste trabalho, nós passamos a valorizar:

  • Indivíduos e interaçõesmais que processos e ferramentas;

  • Software funcionando mais que documentação abrangente;

  • Colaboração com o cliente mais que negociação de contratos;

  • Responder à mudança mais que seguir um plano.

  • Ou seja, apesar de existir valor nos itens à direita, valorizamos mais os itens à esquerda”


Metolodogias geis exemplos

eXtreme Programming (XP)

Scrum

FDD

Agile Modeling

Lean Development

ASD

Crystal Clear

OpenUP

...

Metolodogias Ágeis - Exemplos


Classifica o

Classificação


Caracter sticas gerais

Características Gerais

  • Ciclo de vida iterativo e incremental

  • Mais adequadas a pequenas equipes

  • Comunicação constante e informal

  • Planejamento de curto prazo

  • Práticas devem ser seguidas de forma rigorosa


Caracter sticas gerais1

Características Gerais

  • Procuram minimizar riscos desenvolvendo software em pequenos espaços de tempo (iterações)

  • Cada iteração é como um pequeno projeto

    • Planejamento, requisitos, projeto, codificação, testes...

  • Objetivo de cada iteração

    • Produzir componentes de software

    • Arquitetura vai sendo desenhada a partir da refatoração dos componentes

  • Enfatizam comunicação “cara a cara” em relação à documentação


Caracter sticas espec ficas

Características específicas

  • Scrum

    • Ênfase no gerenciamento de projetos

    • Times auto-gerenciáveis

    • Medição diária de progresso

    • Evita seguir passos pré-definidos

    • Reuniões diárias

    • Demonstração do sistema ao final de cada iteração

  • XP

    • Ênfase em práticas de desenvolvimento

    • Ênfase na colaboração

    • Criação de software o mais rapidamente possível

    • Valores: comunicação, feedback, simplicidade e coragem

    • 12 práticas-chave


Caracter sticas espec ficas1

Características específicas

  • Crystal

    • Criado por Alistair Cockburn

    • Família de métodos. Escolha baseada na criticidade do sistema e número de pessoas na equipe

    • Ênfase nas pessoas e comunicação entre elas

  • Agile Modeling

    • Criado por Scott Ambler

    • Princípios e práticas para modelagem e análise de requisitos

    • “Low-tech, high-touch”:modelos despojados com foco em entendimento e comunicação, ao invés de documentação

    • Práticas encorajam velocidade, simplicidade e fluxo criativo


Caracter sticas espec ficas2

Características específicas

  • ASD - Adaptive Software Development

    • Criado por Jim Highsmith

    • Inspirado pelas área de sistemas adaptativos e RAD (Rapid Application Development)

  • DSDM- Dynamic Solutions Delivery Method

    • Criado por 16 especialistas em RAD

    • Mantido por um consórcio

  • FDD – Feature Driven Development

    • Criado por Jeff De Luca, com colaboração de Peter Coad

    • Ênfase em requisitos


Caracter sticas espec ficas3

Características específicas

  • Lean Development

    • Criado por Mary e Tom Poppendieck

    • Baseado em técnicas “lean” adotadas por outras indústrias

    • Ênfase na redução do desperdício

  • Pragmatic Programming

    • Criado por Andy Hunt e Dave Thomas

    • Conjunto de práticas de desenvolvimento

  • OpenUP

    • Versão ágil e gratuita do RUP


Cr ticas

Críticas

  • Não provê documentação necessária

    • Dificuldades “após o projeto”

  • Funciona apenas para equipes experientes

    • Práticas disciplinadas e rigorosas

  • Pouca atenção ao projeto de software (arquitetura)

    • Em geral, a arquitetura é definida “de baixo pra cima”

  • Requer uma grande mudança cultural na organização para ser adotado

    • Ex.1: necessidade do cliente fazer parte da equipe

    • Ex.2: Patrocinadores do projeto querem saber exatamente o que será feito e quando


Quando usar o qu

Quando usar o quê?


Metodologias geis1

Metodologias Ágeis

Motivação


N meros n meros n meros

Números, números, números

  • Pesquisas realizadas em 2006 e 2007 por Scott Ambler mostram que:

    • Métodos ágeis estão sendo muito utilizados

    • Métodos ágeis estão sendo utilizados com sucesso


N meros n meros n meros1

Números, números, números

  • A sua organização adota uma ou mais técnicas ágeis?


N meros n meros n meros2

Números, números, números

  • Só para os que não adotaram: quando pretendem adotar?


N meros n meros n meros3

Números, números, números

  • Adoção de técnicas ágeis


N meros n meros n meros4

Números, números, números

  • Qual a metodologia ágil adotada?


N meros n meros n meros5

Números, números, números

  • % de sucesso de projetos ágeis


N meros n meros n meros6

Números, números, números

  • % de sucesso de projetos ágeis (por distribuição da equipe)


N meros n meros n meros7

Números, números, números

  • Como as metodologias ágeis afetaram a produtividade?


N meros n meros n meros8

Números, números, números

  • Como as metodologias ágeis afetaram a produtividade? (sem os que não souberam responder)


N meros n meros n meros9

Números, números, números

  • Como as metodologias ágeis afetaram a qualidade?


N meros n meros n meros10

Números, números, números

  • Como as metodologias ágeis afetaram a qualidade? (sem os que não souberam responder)


N meros n meros n meros11

Números, números, números

  • Como as metodologias ágeis afetaram o custo?


N meros n meros n meros12

Números, números, números

  • Como as metodologias ágeis afetaram o custo? (sem os que não souberam responder)


N meros n meros n meros13

Números, números, números

  • Como as metodologias ágeis afetaram a satisfação dos stakeholders?


N meros n meros n meros14

Números, números, números

  • Como as metodologias ágeis afetaram a satisfação dos stakeholders? (sem os que não souberam responder)


N meros n meros n meros15

Números, números, números

  • Tamanho das iterações (em %)


N meros n meros n meros16

Números, números, números

  • Tamanho das equipes


Refer ncias

Referências

  • AmbySoft: www.ambysoft.com

  • Agile Data: www.agiledata.org

  • Larman, Craig. Agile and Iterative Development. Addison-Wesley, 2003


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