O PROGRAMA ECONÔMICO SOCIAL DA REVOLUÇÃO DE 1930
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O PROGRAMA ECONÔMICO SOCIAL DA REVOLUÇÃO DE 1930 e POLÍTICA NACIONALISTA. O PROGRAMA ECONÔMICO SOCIAL DA REVOLUÇÃO DE 1930. COINCIDIU COM A CRISE ECONÔMICA : Processo sucessório presidencial sob liderança de Getulio Vargas; Assassinato do candidato a vice-presidência João Pessoa;

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O PROGRAMA ECONÔMICO SOCIAL DA REVOLUÇÃO DE 1930 e POLÍTICA NACIONALISTA

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Presentation Transcript


O programa econ mico social da revolu o de 1930 e pol tica nacionalista

O PROGRAMA ECONÔMICO SOCIAL DA REVOLUÇÃO DE 1930

e

POLÍTICA NACIONALISTA


O programa econ mico social da revolu o de 1930

O PROGRAMA ECONÔMICO SOCIAL DA REVOLUÇÃO DE 1930

  • COINCIDIU COM A CRISE ECONÔMICA:

  • Processo sucessório presidencial sob liderança de Getulio Vargas;

  • Assassinato do candidato a vice-presidência João Pessoa;

  • Renuncia do presidente Washington Luis.


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O PROGRAMA ECONÔMICO SOCIAL DA REVOLUÇÃO DE 1930

  • FIM DA REPÚBLICA VELHA

    A ruptura política e, também econômica social e cultural com o Estado oligárquico vigente nas décadas anteriores.


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O PROGRAMA ECONÔMICO SOCIAL DA REVOLUÇÃO DE 1930

  • NOVO PROGRAMA

  • Garantia do direito do voto;

  • Proteção á economia nacional;

  • Proteção ao trabalho;

  • Proteção ao ensino público.


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O PROGRAMA ECONÔMICO SOCIAL DA REVOLUÇÃO DE 1930

  • ENFRENTAMENTO DA CRISE CAMBIAL

  • Suspendeu parte dos pagamentos da dívida externa e congelou a remessa de lucros para o exterior;

  • Controle de Câmbio;

  • Desvalorização da moeda nacional;

  • Elevou as tarifas de importação.


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O PROGRAMA ECONÔMICO SOCIAL DA REVOLUÇÃO DE 1930

  • RESULTADOS OBTIDOS:

  • Violenta queda no valor das importações: de US$ 416,6 milhões em 1929 para US$ 108,1 milhões em 1932;

    AS IMPORTAÇÕES CAÍRAM MAIS QUE AS EXPORTAÇÕES O DÉFICIT COMERCIAL SE TRANSFORMOU EM SUPERÁVIT DE US$ 72,5 MILHÕES EM 1932.


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O PROGRAMA ECONÔMICO SOCIAL DA REVOLUÇÃO DE 1930

PRODUÇÃO DE CAFÉ


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O PROGRAMA ECONÔMICO SOCIAL DA REVOLUÇÃO DE 1930

A COMPRA E A DESTRUIÇÃO DOS EXCEDENTES DO CAFÉ MANTINHAM A RENDA E O EMPREGO NO SETOR CAFEIRO, VIABILIZANDO SUA DEMANDA JUNTO AOS DEMAIS SETORES DA ECONOMIA.


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O PROGRAMA ECONÔMICO SOCIAL DA REVOLUÇÃO DE 1930

  • A PRODUÇÃO INDUSTRIAL, SE DESTINAVA EM SUA TOTALIDADE AO MERCADO INTERNO

Anos

Setores


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O PROGRAMA ECONÔMICO SOCIAL DA REVOLUÇÃO DE 1930

  • DESLOCAMENTO DO EIXO DINÂMICO

  • A industrialização brasileira é conhecida como industrialização por substituição de importações.

    A INDUSTRIALIZAÇÃO CONTOU COM DOIS PILARES FUNDAMENTAIS: A IMPLEMENTAÇÃO DA INDÚSTRIA DE BASE, E A DINAMIZAÇÃO DO MERCADO INTERNO.


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O PROGRAMA ECONÔMICO SOCIAL DA REVOLUÇÃO DE 1930

  • DESLOCAMENTO DO EIXO DINÂMICO

  • Em 1942 começou a construir a CSN Companhia Siderúrgica Nacional;

  • Criou a Vale do Rio Doce – com o objetivo de garantir os minérios necessários a CSN.


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O PROGRAMA ECONÔMICO SOCIAL DA REVOLUÇÃO DE 1930

  • DESLOCAMENTO DO EIXO DINÂMICO

  • A dinamização do mercado interno deveu-se:

    Criação do Ministério do Trabalho;

    Criação do salário mínimo em 1941;

    Lei da sindicalização, e outros.


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O PROGRAMA ECONÔMICO SOCIAL DA REVOLUÇÃO DE 1930

  • DESLOCAMENTO DO EIXO DINÂMICO

  • Os resultados dessas medidas em termos quantitativos:

    O VOLUME DE GASTOS DE CONSUMO DA POPULAÇÃO CRESCEU EM MAIS DE 130%.


Pol tica eco nacionalista 1930 a 1954

POLÍTICA ECO NACIONALISTA 1930 A 1954

  • Nos anos de 1930 a 1954, O NACIONALISMO passou a ser um elemento importante nos debates sobre problemas políticos e econômicos brasileiros.

PASSOU A FIGURAR DE MODO MAIS FREQUENTE NOS DISCURSOS DOS GOVERNANTES, NAS DIRETRIZES CONSTITUCIONAIS E NAS PRÓPRIAS REALIZAÇÕES DE DO GOVERNO.


Pol tica eco nacionalista 1930 a 19541

POLÍTICA ECO NACIONALISTA 1930 A 1954

  • PRINCIPAIS OBSTÁCULOS:

  • Setores sociais beneficiários da economia agroexportadora que perdia peso para a industrialização, sobretudo os cafeicultores paulistas;

AS MUDANÇAS EM CURSO, PROMOVERAM UM LEVANTE ARMADO EM SÃO PAULO, A PARTIR 09 JULHO DE 1932.


Pol tica eco nacionalista 1930 a 19542

POLÍTICA ECO NACIONALISTA 1930 A 1954

  • Convocação de uma Assembléia Nacional Constituinte (ANC) a realizar em 1934, para dotar o país de uma nova constituição;

  • Foi editado normas eleitorais, incluindo:

  • O voto universal e secreto;

  • O voto feminino;

  • E a Justiça Eleitoral.


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POLÍTICA ECO NACIONALISTA 1930 A 1954

  • O mandato de Getúlio encerraria em 1934, mas a Constituinte eleita naquele ano concedeu-lhe mais quatro ano, sem direito a nova reeleição.

EM 10 NOVEMBRO DE 1937, GETULIO SUSPENDEU AS ELEIÇÕES E COMEÇOU A IMPLANTAR O QUE ELE DESIGNOU “ESTADO NOVO” QUE DURARIA ATÉ 1945.


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POLÍTICA ECO NACIONALISTA 1930 A 1954

  • MEDIDAS IMPLEMENTADAS, ESTADO NOVO, DE CARÁTER ECONÔMICO SOCIAL:

  • Suspendeu o pagamento dos juros e amortização da dívida externa;

  • Suspendeu o sistema de valorização artificiais de compra e queima do café;

  • Começou a implementar a indústria de base;

  • Acelerou a adoção de medidas trabalhistas (CLT).


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POLÍTICA ECO NACIONALISTA 1930 A 1954

  • Nas eleições de 1946, foi eleito Presidente da República o candidato apoiado por Getúlio Vargas, o Marechal Eurico Gaspar Dultra;

AÇÕES ECONÔMICA:

Na área social – Manteve intocada a legislação trabalhista, mas não concedeu reajuste, durante o seu governo;


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POLÍTICA ECO NACIONALISTA 1930 A 1954

  • AÇÕES ECONÔMICAS GOVERNO DUTRA:

  • Manteve a construção da Usina Volta Redonda;

  • Manteve controle nacional sobre o Petróleo e FNM;

  • Utilizou as reservas para resgatar antecipadamente dívidas externas futuras;

  • Liberação de importações.


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POLÍTICA ECO NACIONALISTA 1930 A 1954

  • CONSEQUENCIAS DAS MEDIDAS ECONÔMICAS:

  • A rápida pulverização das reservas e o intenso aumento do coeficiente de importação;

  • Nova inundação do mercado interno com produtos industriais importados;

  • Comprometimento do esforço industrializante que vinha desde a década anterior.


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POLÍTICA ECO NACIONALISTA 1930 A 1954

  • AÇÕES EMANADAS PELO GOVERNO PARA CORRIGIR AS DISTORÇÕES EXTERNAS – através de controle seletivo de importações:

  • A redução relativa das importações de manufaturas acabadas de consumo;

  • O aumento das importações de bens de capital e matérias-primas.


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POLÍTICA ECO NACIONALISTA 1930 A 1954

  • RESULTADO ALCANÇADO

  • O SETOR INDUSTRIAL FOI FAVORECIDO DUPLAMENTE:

  • A possibilidade de concorrência externa se reduzia ao mínimo através do controle das exportações;

  • As matérias-primas e os equipamentos podiam ser adquiridos a preços relativamente baixos.


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POLÍTICA ECO NACIONALISTA 1930 A 1954

  • O RETORNO DE GETULIO E A INDUSTRIALIZAÇÃO PESADA

  • Em outubro/1950, Getúlio Vargas retorna ao poder através das eleições;

  • A independência econômica seria obtida, através da implantação da indústria de base;

  • Através de reforma cambial de 1953 o governo buscou encarecer os bens de capital importados a fim de estimular sua produção interna;


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POLÍTICA ECO NACIONALISTA 1930 A 1954

  • Foi criado o Fundo de Reaparelhamento Econômico e o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDE);

  • Essas medidas propiciaram a aceleração do crescimento que já vinha desde o começo dos anos de 1930;

  • O produto per capita, que crescer a 3% ao ano no período 1946 a 1949, passou a crescer 3,5% no período de 1949 a 1954.


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POLÍTICA ECO NACIONALISTA 1930 A 1954

O CASO DO NORDESTE – no início do segundo Governo, Vargas deparou-se com um problema urgente na região nordeste: a seca 1950/52.

  • Seus graves efeitos:

  • Incapacidade do DNOCS em solucionar a questão;

  • A corrupção dessa velha máquina burocrática;

  • Falácia da política de “açudagem”.


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POLÍTICA ECO NACIONALISTA 1930 A 1954

  • A percepção da desvantagem do Nordeste no processo de desenvolvimento nacional, dada a sua condição de exportador de produtos primários e consumidor de produtos industrializados de outras regiões do país;

  • Carência de crédito Bancário – criação BNB;

  • Criação da CHESF em outubro 1945.


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POLÍTICA ECO NACIONALISTA 1930 A 1954

NO PERÍODO 1939-1950, A REGIÃO NORDESTE MARCOU PASSO, ENQUANTO O PAÍS, COMO UM TODO, CRESCEU CONTINUAMENTE.

Entre 1948 e 1952 as relações de troca, pioraram de 39 a 42%. Com isso, reduziu-se de 4% a renda da região e, de 50% a sua capacidade de poupança e investimento.


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