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2ª ano Professor: Fabio Alvarenga Peixoto

2ª ano Professor: Fabio Alvarenga Peixoto. A atividade industrial consiste no processo de transformação de matérias-primas ou semi-acabados em produtos industrializados. 1. A “VOCAÇÃO AGRÁRIA” BRASILEIRA. “O Brasil é um país essencialmente agrícola”.

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2ª ano Professor: Fabio Alvarenga Peixoto

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  1. 2ª anoProfessor: Fabio Alvarenga Peixoto

  2. A atividade industrial consiste no processo de transformação de matérias-primas ou semi-acabados em produtos industrializados.

  3. 1. A “VOCAÇÃO AGRÁRIA” BRASILEIRA “O Brasil é um país essencialmente agrícola” A ideia exprimia os interesses e o domínio das oligarquias rurais. Críticas a nascente indústria, considerada uma atividade artificial, que dependia da importação de máquinas e matéria prima Queixas dos cafeicultores paulistas Críticas pela transferência dos trabalhadores, especialmente imigrantes, da agriculturas para as fábricas.

  4. 2. A INDUSTRIALIZAÇÃO : A FORMAÇÃO DA SOCIEDADE DE CLASSES A industrialização é um processo a burguesia industrial classe operária É a constituição da ordem social capitalista com o surgimento de duas classes Não é uma simples mudança econômica Resultado de uma combinação de transformações econômicas, sociais, políticas e culturais irreversíveis. Industrialização Formação de uma sociedade de classes

  5. 3. A SUBORDINAÇÃO DA INDÚSTRIA À ECONOMIA CAFEEIRA Dependência do capital cafeeiro 1. O fato de ter se originado da agro exportação do café Bens não duráveis: tecidos e produtos alimentícios Bens de capital: máquinas 2. O crescimento da produção de bens não duráveis não foi acompanhada pelo de bens de capital Limitações da indústria brasileira 3. Antes de 1930: sem definição de uma política industrial Medidas isoladas do Estado

  6. 4. CAPITALISMO MONOPOLISTA Trustes Indústria Atividade econômica Serviços Eliminação da concorrência Carteis Concentração de Capital Holdings Mudanças no Capitalismo no século XX Capitalismo Financeiro Indústrias Bancos Taylorismo Formas de Organização do Trabalho

  7. TRANSF0RMAÇÃO Nos períodos mais recentes, o capitalismo vem passando por nova transformação Década de 70: nova fase no processo produtivo capitalista : pós-fordismo ou processo da acumulação flexível Crise do petróleo (1973) : recessão, busca de novas formas de elevar a produtividade do trabalho e expansão dos lucros

  8. INDUSTRIALIZAÇÃO SUBSTITUTIVA DE IMPORTAÇÕES ENTRE GUERRAS À DEC. 70 • política de desenvolvimento econômico baseada no tripé: investimentos estatais, capital nacional e capital externo; • substituição de bens industriais importados pela produção nacional; • Estado como financiador e avalista das atividades produtivas; • fortalecimento do mercado interno; • concentração espacial da produção.

  9. ANOS 50 – GOVERNO J.K. • Estado: papel relevante na industrialização com fomentos ao setor. • Presença de capital privado internacional. • Expansão dos setores de bens de consumo. • O mercado consumidor é restrito aos grandes centros urbanos.

  10. ANOS 50 – GOVERNO J.K. • Estado: papel relevante na industrialização com fomentos ao setor. • Presença de capital privado internacional. • Expansão dos setores de bens de consumo. • O mercado consumidor é restrito aos grandes centros urbanos.

  11. Anos 90 – Internacionalização da economia • Economia flexibilizada: globalização econômica de modelo neoliberal. • Política de privatizações. • Produção industrial diversificada. • Mercado consumidor maior e com mais acesso ao crédito. • Desemprego estrutural.

  12. DESAFIOS À QUALIFICAÇÃO DA MÃO-DE-OBRA SE: Maior concentração industrial do Brasil. • Diversificação de setores e unidades de produção • Evolução tecnológica e comercial: novas demandas e mudanças locacionais => descentralização da produção => tecnopólos • Exigem-se novas política públicas de qualificação e localização da mão de obra com ênfase a novas possibilidades como serviços e terceiro setor.

  13. Distribuição de empresas no território brasileiro – início da década de 2000 Carlos Tadeu de Carvalho Gamba Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva Fonte:HervéThéry e Neli Aparecida de Mello. Atlas do Brasil – disparidades e dinâmicas do território. São Paulo: EDUSP, 2005. p. 147 (adaptado). Onde há maior concentração de empresas?

  14. EXPANSÃO DO SETOR TERCIÁRIO Razões da expansão • Setor terciário: maior diversificação de atividades X automatização dos setores primário e secundário. • Absorve tanto a mão de obra de alta qualificação profissional quanto a de baixa qualificação.

  15. Observe os dados. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva

  16. Observe o gráfico: Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2005-2006.

  17. Observe o gráfico. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva

  18. DESCENTRALIZAÇÃO DA ATIVIDADE INDUSTRIAL FATORES: • aumento do custo dos insumos de produção, nos velhos centros industriais( mão de obra;energia;transporte;terrenos; tributos; problemas ambientais; • Guerra Fiscal: a ação do poder público interessada em minorar as desigualdades regionais, em incorporar novas áreas ao espaço econômico nacional, além da ação de Estados e Municípios reduzindo a carga tributária).

  19. NORDESTE: NOVO POLO INDUSTRIAL Fatores - condições locacionais: • investimentos infraestruturais; • qualificação de mão de obra; • proximidade geográfica com principais centros internacionais – América Anglo-saxônica e Europa; • Incentivos fiscais. • o setor de bens de consumo não duráveis (como os setores alimentício, calçadista, têxtil) e construção civil.

  20. A concentração dos parques industriais está muito ligada ao fornecimento das fontes de energia. Diversas fontes de energia • Energia térmica • Petróleo e carvão Alto potencial energético • Energia elétrica • O vento (eólico) • A água (Hidráulica) • Os raios solares (solar) • Energia nuclear

  21. Indústria tradicional - utiliza muita mão de obra e poucas máquinas. Ex: alimentícia e têxtil. • Indústria moderna – pouca mão de obra, aplicam grandes recursos em máquinas e tecnologias. Siderurgia, metalúrgica, mecânica, química, eletroeletrônico, telecomunicações.

  22. O parque industrial do Sudeste • A concentração se deveu a produção cafeeira. A princípio no interior e depois na capital. • Maior região industrial da América Latina. Contribuições importantes Maior concentração demográfica e de capital; Densas redes ferroviárias e rodoviárias; Amplo mercado consumidor e mão-de-obra; Aproveitamento energético dos cursos de água; Expansão da agropecuária; Proximidade dos principais portos (Santos e Rio de Janeiro).

  23. A região do ABCD tem destaque em São Paulo. • A segunda área mais importante é o Rio de Janeiro. • A região sudeste adotam as mais avançadas tecnologias (armamento, informática, eletroeletrônico, comunicações e biotecnologias). Processo de desconcentração no Sudeste • Abertura para o mercado externo; • A inserção do Mercosul e proximidade com os países membros; • Incentivos fiscais dados pelos Estados; • Operários menos politizados (sem força sindical).

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