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Projeto Renascer www.campanhaantidrogas.xpg.com.br. Manual de Prevenção Primária às Drogas Produção & Elaboração dos textos: Carlos Neher - Coordenação Nacional. Prevenção Primária às Drogas.

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Projeto renascer www campanhaantidrogas xpg com br

Projeto Renascerwww.campanhaantidrogas.xpg.com.br

Manual de Prevenção

Primária às Drogas

Produção & Elaboração dos textos:

Carlos Neher - Coordenação Nacional


Preven o prim ria s drogas
Prevenção Primária às Drogas

  • Tende a reduzir a incidência, ou seja, novos casos numa determinada etapa. Pode ser não específica (Promoção da Saúde) ou específica (Proteção a determinadas patologias).


Preven o secund ria
Prevenção Secundária

  • Destinada ao diagnóstico e tratamento precoce do grupo populacional em situação de risco.


Preven o terci ria
Prevenção Terciária

  • Refere-se às ações do tipo

    reabilitadoras (tratamento)


Preven o quatern ria
Prevenção Quaternária

  • Relacionada com as ações de Integração (socialização).


Preven o prim ria
Prevenção Primária

  • Encontra-se na promoção de ambientes estilos de vida saudáveis, evitando o desenvolvimento de problemas com álcool e drogas antes que aconteça. A meta da prevenção primaria é "imunizar" aos indivíduos e ao público em geral e criar ambientes sociais e físicos que sejam positivos para erradicar o problema antes que aconteça. Desta maneira, os programas e estratégias de prevenção do abuso de álcool e drogas estão orientados a influenciar o comportamento das pessoas e os fatores sociais relacionados com o consumo de drogas antes que seu inicio.


Preven o prim ria1
Prevenção Primária

  • Por um lado, é encaminhada para diminuir ao máximo a possibilidade de que os jovens consumam drogas, e por outro lado, a lograr a máxima integração ecológica em seus ambientes.

  • Assim que, se propõe uma estratégia de intervenção dupla:

    • Tentar mudanças nos indivíduos e nos seus contextos (família, escola, bairro...).

    • Tentar mudar os fatores determinantes que perturbam o pleno desenvolvimento psicosocial (fatores econômicos, culturais, educativos, sanitários...).


Preven o secund ria1
Prevenção Secundária

  • Trata de identificar os novos consumidores de álcool e drogas que correm o risco de ter problemas de abuso e ajudá-los a minimizar ou eliminar os riscos. Esses novos consumidores são os consumidores ocasionais de fins de semana, das festinhas, dos encontros casuais nas escolas. A meta da prevenção secundaria é interromper o uso de drogas antes que comece a ser um problema crônico. Às vezes a prevenção secundaria é interpretada como "intervenção mais cedo". Pode envolver-se na identificação antecipada do abuso de drogas ou, em muitos casos, pode derivar-se de crises pessoais que levam ao individuo a buscar ajuda por primeira vez.


Preven o secund ria2
Prevenção Secundária

  • Há dois pontos a destacar:

    • A identificação precoce destas pessoas e a colocação em marcha da intervenção adequada.

  • Reduzir a incidência do consumo antes que este se converta em adição.

  • Nestes dois níveis a tarefa de prevenção é de promoção e proteção da saúde, onde a ação informativa e educativa é prioritária.


  • Preven o terci ria1
    Prevenção Terciária

    • Orienta-se, principalmente, na reabilitação e reintegração dos indivíduos que já apresentas disfunções sociais ou individuais pela dependência da droga, aplicando modalidades de tratamento para cada caso.


    Preven o terci ria2
    Prevenção Terciária

    • Há dois tipos de enfoques:

    • 1. Um, é o tratamento atual de pessoas que abusam de álcool e drogas.

    • 2. O outro pode ser qualificado de reabilitação preventiva. Esta provê serviços de apoio a alcoólatras e dependentes de drogas em recuperação para prevenir que voltem a seu estilo de vida disfuncional.


    Preven o terci ria3
    Prevenção Terciária

    • Os programas de prevenção serão de âmbito local e seu funcionamento deverá ir acompanhado no conjunto de obrigações e princípios dos Serviços Sociais. É um trabalho interdisciplinar.

    • Assim que, vemos que a Prevenção é um processo sistemático e continuo (e não ações pontuais) que se utiliza para administrar problemas em níveis diferentes com o objetivo de influenciar positivamente nos comportamentos da população e que levará a cabo por meio de programas de prevenção primaria e de âmbito local.


    Preven o fora do servi o p blico
    Prevenção Fora do Serviço Público

    • É a realizada por entidades, ONGs, Organizações do tipo privada...

    • Grupos de AA, NA, Amor Exigente, Entidades Religiosas, Pastorais, etc.

    • Dificilmente possui características multidisciplinares, porém seus resultados na comunidade tem sido positivas


    Preven o s drogas nas escolas
    Prevenção às Drogas nas Escolas

    • Hoje a escola tem a responsabilidade de ensinar a verdade científica dentro de um processo pedagógico inserido na política de ensino, através de todo o corpo docente, de todas as disciplinas, já que a prevenção às drogas é possível pela ação integrada dos Educadores, num somatório de forças.


    Preven o nas escolas
    Prevenção nas Escolas

    Como Prevenir as Drogas na Escola

    • 1- É muito importante que o professor procure se capacitar no assunto para adaptar a sua disciplina as informações que se relacionarem.


    Preven o nas escolas1
    Prevenção nas Escolas

    • 2- Dentro desse conhecimento adaptado, o professor deve abordar não apenas a droga como tal. Deve procurar valorizar a pessoa, levantar sua auto-estima, destacar suas necessidades, procurar produzir uma verbalização dos sentimentos de seus alunos, e destacar as influências para o desenvolvimento da personalidade e da maturidade.


    Preven o nas escolas2
    Prevenção nas Escolas

    • 3- Ter muito cuidado com as noções científicas e farmacológicas, a fim de evitar especulações, curiosidades próprias das crianças e jovens, sobretudo, quanto aos efeitos e tipos de drogas. Cuidar para não aumentar o leque!


    Preven o nas escolas3
    Prevenção nas Escolas

    • 4- Os trabalhos sobre drogas devem procurar abordar as conseqüências do abuso e as seqüelas deixadas naqueles que se tornaram dependentes químicos (mesmo estando eles em abstinência ficam seqüelas para o resto da vida!).


    Preven o nas escolas4
    Prevenção nas Escolas

    • 5- As palestras feitas por pessoas estranhas à Escola podem ser muito úteis para a sensibilização do corpo docente, funcionários, pais e alunos matriculados, porém a escola deve responder a um processo que deve ser contínuo e pedagógico.


    Preven o nas escolas5
    Prevenção nas Escolas

    • 6- O educador de 1ª à 4ª série produz uma estratégia preventiva sem despertar a curiosidade com nomes de drogas ou suas características, evitando a curiosidade. Deve trabalhar mostrando as qualidades do corpo e da mente, além do prazer de viver a vida com saúde ao lado da família e de bons amigos.


    Preven o nas escolas6
    Prevenção nas Escolas

    • 7- O Educador de 5ª à 9ª série deve Ter muito mais cuidado já que está com o grupo de risco!

      A abordagem deve ser segura, evitando trabalhos sobre as drogas em si, os direcionando a procurar os problemas por elas causados, à nível bio-psico-social.


    Preven o nas escolas7
    Prevenção nas Escolas

    • 8- Uma boa idéia é procurar discutir com seus alunos as notícias do momento sobre o problema.

      Isso cria uma atmosfera de interesse, e com a reflexão e a crítica o Educador estará despertando o senso crítico do aluno.


    Preven o nas escolas8
    Prevenção nas Escolas

    • 9- No Ensino Médio o Professor deve estimular o desenvolvimento de estudos referentes à problemas psicológicos, reflexos na personalidade, a formação do id, ego e superego, contribuindo para que os alunos conheçam um pouco mais sobre si mesmos.


    Preven o nas escolas9
    Prevenção nas Escolas

    • 10- Nos cursos de Magistério deve ser incluído o estudo sobre as diversas abordagens, técnicas pedagógicas, terapias existentes para o tratamento de dependentes químicos, aspectos jurídicos, etc.


    Preven o nas escolas10
    Prevenção nas Escolas

    • 11- A Escola deve oferecer orientação à família, como palestras, debates, informativos, trocas de experiências, em reuniões específicas (uma boa idéia é aproveitar os dias de entrega de boletins!).


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    Prevenção nas Escolas

    • 12- Funcionários e corpo administrativo da Escola devem também ser orientados nos trabalhos de prevenção, para juntos desenvolverem em harmonia a política da proposta preventiva.


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    Prevenção nas Escolas

    • 13- A Direção da Escola deve estar atenta para elementos estranhos no espaço físico do estabelecimento.

      Linhas disciplinares devem orientar a Comunidade Escolar.


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    Prevenção nas Escolas

    • 14- No caso de assédio de maus elementos, “aviões” na porta da Escola, solicitar via ofício aos órgãos da Segurança Pública, à Polícia Civil, à Militar ou a Polícia Federal, a ajuda necessária para combater o mal.

      É Dever da Direção da Escola tomar esta providência!


    Preven o nas escolas14
    Prevenção nas Escolas

    • 15- A Direção de Estabelecimento Escolar tem a competência e a responsabilidade de tomar todas as medidas necessárias na prevenção do tráfico ilícito e do uso indevido de drogas, nos recintos ou imediações de suas atividades. (conforme artigo 4º da Lei Federal nº 6368/76).


    Pensamento
    Pensamento...

    “Ensina a criança...

    para evitar castigar ao adulto...”

    • ( Pitágoras)


    Capacidade de aprender experi ncias pr prias do dia a dia
    Capacidade de AprenderExperiências Próprias do Dia a Dia

    • Estudaremos agora a capacidade de aprendizagem das pessoas em processo de crescimento e amadurecimento psicológico nas suas diversas faixas etárias


    Crian as 3 4 s rie
    Crianças: 3ª à 4ª série...

    • A criança possui uma sensibilidade mais apurada e já compreende o sofrimento, visível nas ruas, na TV e entre os adultos.

    • Apesar da tentativa de se superproteger a criança promovida pelos pais, fatos diários são observados por elas e estas notícias do dia-a-dia devem ser aproveitadas para a prática da sensibilização para o problema.


    Crian as 3 4 s ries
    Crianças: 3ª à 4ª séries...

    • As crianças estão acostumadas a receber informação pelos vários veículos de comunicação em massa disponíveis no ambiente doméstico, por isso quando abordadas, os problemas decorrentes do abuso de drogas devem ser lembrados pelo educador.

    • A preocupação com a perda da saúde e da qualidade de vida pode ser ensinada, desde tenra idade, sem prejuízo para a formação da personalidade do indivíduo em desenvolvimento, ao contrário, contribuirá para a formação saudável da personalidade.


    Crian as e o corpo humano
    Crianças e o Corpo Humano

    • O funcionamento do corpo e a atribuição da importância de cada parte dele, para nossa qualidade de vida, pode ser inserida nas primeiras séries. A discussão aberta com as crianças sobre a importância da higiene, do esporte e até mesmo do lazer podem ser configuradas para o enfoque da prevenção às drogas.


    Drogas e n s
    Drogas e Nós

    • O abuso de drogas leva a perda desses valores e da capacidade do ser humano sentir a vida como um todo.

    • As drogas causam a perda da força de vontade, perde-se o gosto pelo lazer, pela companhia humana.


    Ser crian a ser feliz
    Ser Criança... Ser Feliz...

    • A criança já conhece o prazer da vida, de brincar, de se estar com amigos, de sentir-se limpa e bem alimentada.

    • As drogas causam perda de apetite, perda de energia e desnutrição.


    Aprender a aprender
    Aprender a Aprender...

    • A escola contribui para o desenvolvimento da personalidade da criança.

    • O professor deve estimulá-la a participar de brincadeiras em grupo, estimulando-as a verbalizar suas emoções, combatendo a inibição natural,também desenvolvendo-lhe o senso crítico.


    A escola p blica
    A Escola Pública

    • A escola pública trabalha com classes sociais de baixa expressão econômica. Isso interfere diretamente na qualidade do relacionamento dos pais com os seus filhos, pela incerteza do futuro, pelo desemprego, pela necessidade de se estar sempre fora de casa para se trazer o sustento básico da família.

    • Estes fatos impedem os pais de melhor educarem seus filhos.


    Minha 2 fam lia
    Minha 2ª Família

    • Cabe à escola cumprir uma parte desse processo educativo da criança. O professor, a direção e os funcionários da escola acabam sendo a 2ª família, essa muito mais importante até que os próprios pais, pois realmente influem (TALVEZ PARA SEMPRE...) no desenvolvimento da personalidade do indivíduo em crescimento.


    Dificuldades da escola
    Dificuldades da Escola...

    • Quando então, a escola não consegue absorver esse papel, surgem os problemas na própria comunidade escolar. Se a escola promover o individualismo e a competitividade, certamente gerará um clima social agressivo e não-solidário, que separa os alunos e cria entre eles receios e inseguranças.

    • Isso agilizará o processo da busca pelas drogas no ambiente da escola e mesmo fora dela...


    Desequil brios no ambiente
    Desequilíbrios no Ambiente...

    • As relações desequilibradas entre alunos e professores contribuem para criar um clima de desconfiança, receio e hostilidade... Por isso devemos estimular a todos se tratarem por iguais, evitando a marginalização ou a discriminação... A abordagem técnico-científica muitas vezes marginaliza o dependente químico, desfazendo a necessidade de se compreender o problema e de se encontrar uma solução discutida em conjunto pela Comunidade Escolar.


    Atendendo v rias dimens es
    Atendendo Várias Dimensões

    • Deve-se evitar a relação vertical: professor-aluno.

    • As metodologias passivas baseadas em mera transmissão de conhecimento e conteúdos conceituais, que prioriza a transmissão verbal e acadêmica afasta os alunos dos professores.


    Promovendo a democracia
    Promovendo a Democracia

    • A escola deve promover o desenvolvimento de aprendizagens significativas e marcantes, também a aquisição e o fortalecimento de atitudes de confiança, segurança e abertura.

    • A produção de indivíduos facilmente dirigíveis e manipuláveis, reduz a interação entre os iguais e cria um ambiente desfavorável ao desenvolvimento de personalidades maduras.


    Escola e comunidade escolar
    Escola e Comunidade Escolar

    • A escola, professores e direção, devem procurar manter um relacionamento simpático e liberal com os pais dos alunos, evitando choques e enfrentamentos.

    • Para tanto deve-se estimular o trabalho em equipe por parte dos docentes e dos diferentes membros da Comunidade Escolar ( professor, padres, psicólogo, pessoas da comunidade, etc.).


    Sistemas na comunidade
    Sistemas na Comunidade

    • Os vínculos positivos devem ser estabelecidos entre a escola, a família e a comunidade, evitando a falta de abertura aos demais sistemas.


    Amadurecimento na escola
    Amadurecimento na Escola

    • Na escola os alunos se capacitam para serem adultos, por passarem a maior parte do seu tempo nela... O aluno amadurece na escola tanto no âmbito dos conhecimentos como no das atitudes e valores, em uma só palavra: se socializam...

    • A maneira com que essa socialização terá lugar influirá definitivamente em capacidades que o ajudarão a se converterem em pessoas adultas, autônomas e responsáveis.


    Escola pode resultar em drogas
    Escola Pode Resultar em Drogas?

    • Uma má relação no meio educativo será fonte de problemas, um dos quais : o abuso de drogas.


    Fatores de risco
    Fatores de Risco

    • insatisfação, ausência de motivação, má adaptação, baixo rendimento e falta de expectativas...


    Fatores de risco1
    Fatores de Risco ?

    • São fatores de risco porque fazem os alunos buscar fora da escola a satisfação, motivações, o reconhecimento, etc. que não conseguem encontrar no meio escolar.


    Fatores de risco2
    Fatores de Risco

    • Os fatores de risco se manifestam nos alunos no comportamento inibido, pois os alunos demonstram serem tímidos, inseguros e não se integram à classe, ou pode acontecer o contrário: os alunos se mostram inquietos, nervosos, precisam se fazer notar, prejudicam a ordem na classe e dificultam o processo de ensino-aprendizagem.


    Identificar os fatores de risco
    Identificar os Fatores de Risco

    • Outra característica importante é a falta de participação dos alunos nas atividades escolares e extracurriculares pois eles não crêem que os estudos possam ser úteis.

    • Os fatores de risco escolar influem negativamente na construção da personalidade pois entorpecem o desenvolvimento da autoestima e gera ansiedade.

    • Típica situação se verifica nas Escolas Públicas tendo em vista a Falta de Estímulo à Vocação do Professor, do Educador...


    Avalia o cont nua
    Avaliação Contínua

    • A avaliação contínua é parte fundamental do processo de ensino-aprendizagem e permite detectar as dificuldades no momento em que se produzem, favorecendo assim que possamos detectar suas causas e adotar as medidas necessárias para corrigi-las.


    Ajudando o aluno
    Ajudando o Aluno

    • Ajudando o aluno a superar as suas dificuldades, possíveis atuações...

    • Em lugar de repreender, ajudar aos alunos a pensar com claridade sobre as conseqüências de seus atos, para conseguir que se motivem para a realização de mudanças...


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