Semin rio de orienta o ao setor regulado
Download
1 / 54

Semin rio de Orienta o ao Setor Regulado - PowerPoint PPT Presentation


  • 137 Views
  • Uploaded on

Seminário de Orientação ao Setor Regulado. Legislação Sanitária Federal: um Enfoque sobre o Controle de Riscos de Alimentos. Gerência de Qualificação Técnica em Segurança de Alimentos. SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Princípios e Diretrizes . universalidade . integralidade. igualdade .

loader
I am the owner, or an agent authorized to act on behalf of the owner, of the copyrighted work described.
capcha
Download Presentation

PowerPoint Slideshow about 'Semin rio de Orienta o ao Setor Regulado' - Audrey


An Image/Link below is provided (as is) to download presentation

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author.While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Presentation Transcript
Semin rio de orienta o ao setor regulado
Seminário de Orientação ao Setor Regulado

Legislação Sanitária Federal: um Enfoque sobre o Controle de Riscos de Alimentos

Gerência de Qualificação Técnica em Segurança de Alimentos


SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

Princípios e Diretrizes

universalidade

integralidade

igualdade

participação da comunidade

utilização da epidemiologia

direito à informação

Descentralização político-administrativa

organização dos serviços públicos de modo a evitar duplicidade de meios para fins idênticos


Snvs determina o constitucional

Art. 200. Ao sistema único de saúde compete, além de outras atribuições, nos termos da lei:

I - controlar e fiscalizar procedimentos, produtos e substâncias de interesse para a saúde e participar da produção de medicamentos de medicamentos, equipamentos, imunobiológicos, hemoderivados e outros insumos;

II - executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica, bem como as de saúde do trabalhador;

VI - fiscalizar e inspecionar alimentos, compreendido o controle de seu teor nutricional, bem como bebidas e águas para consumo humano;

SNVS: determinação constitucional


Lei n 8 080 90

Art. 6º. Estão incluídas ainda no campo de atuação do Sistema Único de Saúde - SUS:

I- a execução de ações:

a) de vigilância sanitária;

b) de vigilância epidemiológica;

c) de saúde do trabalhador;

d) de assistência integral, inclusive farmacêutica.

II - .....

III - o controle e a fiscalização de serviços, produtos e substâncias de interesse para a saúde.

Lei nº 8.080/90


Lei n 8 080 901

Art. 6º Sistema Único de Saúde - SUS:

§ 1º Entende-se por vigilância sanitária um conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde, abrangendo:

I – o controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, se relacionaem com a saúde, compreendidas todas as etapas e processos, da produção ao consumo; e

II – o controle da prestação de serviços que se relacionam direta ou indiretamente com a saúde.

Lei nº 8.080/90


Lei n 8 080 902

Arts. 15 a 18: competências e atribuições da União, Estados, Distrito Federal e Municípios

Art. 16: À direção nacional do SUS compete:

III - definir e coordenar os sistemas:

a) de redes interligadas de assistência de alta complexidade;

b) de rede de laboratórios de saúde pública;

c) de vigilância epidemiológica; e

d) vigilância sanitária

Lei nº 8.080/90


Lei n 9 782 99

Art. 3º Fica criada a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, autarquia sob regime especial, vinculada ao Ministério da Saúde, com sede e foro no Distrito federal, prazo de duração indeterminado e atuação em todo o território nacional.

Parágrafo único. A natureza especial conferida à Agência é caracterizada pela independência administrativa, estabilidade de seus dirigentes e autonomia financeira.

Lei nº 9.782/99


Lei n 9 782 991

Art. 1º. O Sistema Nacional de Vigilância Sanitária compreende o conjunto de ações definido pelo § 1º do art. 6º e pelos arts. 15 a 18 da Lei 8.080/90 executado por instituições da administração pública direta e indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, que exerçam atividades de regulamentação, normatização e ficalização na área de vigilância sanitária.

Lei nº 9.782/99


Lei n 9 782 992

Art. 2º. Compete à União no âmbito do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária:

I - definir a política nacional de vigilância sanitária;

II - definir o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária;

V – acompanhar e coordenar as ações estaduais, distrital e municipais de vigilância santária;

....

§ 1º A competência da União será exercida:

I - pelo Ministério da Saúde, no que se refere à formulação, ao acompanhamento e à avaliação da política nacional de vigilância sanitária e das diretrizes gerais do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária.

Lei nº 9.782/99


Lei n 9 782 993

Art. 7º Compete à Agência proceder à implementação e à execução do disposto nos incisos II a VII do art. 2º desta lei, devendo:

I – coordenar o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária;

III – estabelecer normas, propor, acompanhar e executar as políticas, as diretrizes e as ações de vigilância sanitária;

XXI – monitorar e auditar os órgãos e entidades estaduais, distrital e municipais que integram o Sistema Nacional de Vigilãncia Sanitária, incluindo-se os laboratórios oficiais de controle de qualidade em saúde;

Lei nº 9.782/99


Como se obter alimentos seguros

As principais ferramentas para o controle dos perigos associados aos alimentos:

Boas Práticas Agrícolas - BPA

Boas Práticas de Fabricação -BPF

Procedimentos Padronizados de Higiene Operacional- PPHO

Análise de Perigo e Pontos Críticos de Controle - APPCC

COMO SE OBTER ALIMENTOS SEGUROS?


Como se obter alimentos seguros1

Análise de Risco - associados aos alimentos:AR

Avaliacão de Risco

Gestão de Risco

Comunicacão de Risco

É fundamental o controle dos perigos associados aos alimentos em toda a cadeia produtiva, da sua origem a mesa do consumidor.

COMO SE OBTER ALIMENTOS SEGUROS?


Boas pr ticas agr colas bpa
Boas Práticas Agrícolas (BPA) associados aos alimentos:


CADEIA PRODUTIVA DO ALIMENTO associados aos alimentos:(Bom começo)

Seleção de Fornecedores

O estabelecimento deve especificar os critérios para avaliação e seleção dos fornecedores de matérias-primas, ingredientes e embalagens.

Produção Primária

Empreendimento: recursos humanos e sistematização da informação

Indústria


Boas pr ticas de fabrica o bpf good manufacturing practices gmp
Boas Práticas de Fabricação (BPF) associados aos alimentos:Good Manufacturing Practices (GMP)


Boas pr ticas de fabrica o

São práticas recomendadas para o manuseio de alimentos visando a obtenção de produtos seguro.

Definem requisitos essenciais de higiene para elaboração de alimentos industrializados para o consumo humano.

São pré-requisitos fundamentais, constituindo-se na base higiênico-sanitária para implantação do sistema APPCC

BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO


Boas pr ticas de fabrica o em estabelecimentos da rea de alimentos

Princípios gerais higiênico-sanitários das matérias-primas para alimentos produzidos/industrializados

Condições higiênico-sanitárias dos estabelecimentos produtores industrializadores de alimentos

Requisitos de higiene do estabelecimento

Higiene pessoal e requisito sanitário

BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM ESTABELECIMENTOS DA ÁREA DE ALIMENTOS


Procedimentos padronizados de higiene operacional ppho

Sanitation Standard Operating Procedures(SSOP) matérias-primas para alimentos produzidos/industrializados

Procedimentos Padronizados de Higiene Operacional (PPHO)


Procedimentos padronizados de higiene operacional

Manutenção geral matérias-primas para alimentos produzidos/industrializados

Substâncias usadas para limpeza e sanificação

Armazenamento de materiais tóxicos

Controle integrado de pragas

Higiene das superfícies de contato com alimentos

Armazenamento e manipulação de equipamentos e utensílios limpos

Retirada de lixo e resíduos

PROCEDIMENTOS PADRONIZADOS DE HIGIENE OPERACIONAL


DOCUMENTAÇÃO E REGISTRO matérias-primas para alimentos produzidos/industrializados

  • Os estabelecimentos devem implementar Procedimentos Operacionais Padronizados e as Boas Práticas devem estar documentadas e acessíveis aos funcionários (Manual)

  • Os Procedimentos devem conter as instruções seqüenciais das operações, a freqüência de execução, o nome, o cargo ou a função dos responsáveis. Devem ser aprovados, datados, assinados pelo responsável pelo estabelecimento


Modelo de Procedimento Operacional Padronizado matérias-primas para alimentos produzidos/industrializados


Boas pr ticas de fabrica o em estabelecimentos da rea de alimentos1

Base Legal matérias-primas para alimentos produzidos/industrializados

Portaria SVS/MS n. 326, de 30 de julho de 1997

Regulamento Técnico sobre Condições Higiênico-Sanitárias e de Boas práticas de Fabricação para Estabelecimentos Produtores/ Industrializadores de alimentos

Resolução-RDC n. 275, de 21/10/02

Regulamento Técnico de Procedimentos Operacionais Padronizados aplicados aos Estabelecimentos Produtores/Industrializadores de Alimentos e a Lista de Verificação das Boas Práticas de Fabricação em Estabelecimentos Produtores/Industrializadores de Alimentos.

BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM ESTABELECIMENTOS DA ÁREA DE ALIMENTOS

  • http://www.anvisa.gov.br/alimentos/bpf.htm


Resolução-RDC nº216, de 15 de setembro de 2004 matérias-primas para alimentos produzidos/industrializados

Dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação

http://www.anvisa.gov.br/alimentos/bps.htm


Introdução dos Sistemas de Controle de Alimentos matérias-primas para alimentos produzidos/industrializados

Boas Práticas e Medidas de Controle

Mudança de comportamentos

Qualificação Profissional do Segmento

EMPREENDER: propor-se, tentar e pôr em execução.


Mbito de aplica o

Exclusão das cozinhas instaladas em matérias-primas para alimentos produzidos/industrializadosEstabelecimentos Assistenciais de Saúde

Comissarias devem obedecer, ainda, aos regulamentos específicos

ÂMBITO DE APLICAÇÃO

SERVIÇOSDEALIMENTAÇÃO: cantinas,bufês, comissarias, confeitarias, cozinhas industriais, cozinhas institucionais, delicatéssens, lanchonetes, padarias, pastelarias, restaurantes, rotisserias e congêneres

  • Manipulação

  • Preparação

  • Fracionamento

  • Armazenamento

  • Distribuição

  • Transporte

  • Exposição à venda

  • Entrega de alimentos preparados ao consumo


Manejo dos Resíduos matérias-primas para alimentos produzidos/industrializados

Documentação e registro

Higiene da edificação instalações, equipamentos e utensílios

Abastecimento de água

Preparação do alimento

Exposição ao consumo

Controle Integrado de Vetores e Pragas Urbanas

Matérias-primas, ingredientes e embalagens

Edificação , instalações, equipamentos e utensílios

Armazenamento e transporte do alimento pronto

Responsabilidade

Manipuladores

BOAS PRÁTICAS

Procedimentos que devem ser adotados em serviços de alimentação, a fim de garantir a qualidade higiênico sanitária e a conformidade dos produtos elaborados às normas.


An lise de perigos e pontos cr ticos de controle appcc

Hazard Analysis and Critical Control Points (HACCP) matérias-primas para alimentos produzidos/industrializados

Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC)


An lise de perigos e pontos cr ticos de controle

- É uma ferramenta de gerenciamento que tem por objetivo matérias-primas para alimentos produzidos/industrializadosprevenir os riscos durante o processamento, nas etapas identificadas como Pontos Críticos de Controle (PCCs), de tal forma que ao exercer controle sobre estes, os problemas de inocuidade podem ser detectados e corrigidos antes de que o produto esteja pronto para consumo.

É um sistema de abordagem sistemática, prospectivo e racional, na qual o controle é preventivo, rápido e efetuado durante o processo, utilizando parâmetros facilmente monitoráveis.

ANÁLISE DE PERIGOS E PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE


An lise de perigos e pontos cr ticos de controle1

PRINCÍPIOS: matérias-primas para alimentos produzidos/industrializados

Identificação e análise de perigos

Identificação dos Pontos Críticos de Controle (PCC)

Definição dos Limites para cada PCC

Definição do sistema de monitoramento

Definição das medidas e ações corretivas

Definição dos procedimentos de verificação do sistema

Definição dos registros e documentação do sistema

ANÁLISE DE PERIGOS E PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE


APOIO INSTITUCIONAL matérias-primas para alimentos produzidos/industrializados


HOTSITE: Orientações ao consumidor matérias-primas para alimentos produzidos/industrializados

  • Seleção do estabelecimento comercial

  • Informações importantes sobre rotulagem

  • integridade da embalagem

  • Iodação do sal e fortificação da farinha

  • Critérios para selecionar vegetais e pescados

  • Conservação de alimentos a frio

http://www.anvisa.gov.br/alimentos/consumidor/index.asp


OBRIGADA ! matérias-primas para alimentos produzidos/industrializados

Diana Carmem Almeida Nunes de Oliveira

Gerente de Qualificação Técnica em Segurança de Alimentos

[email protected]

SEPN 511, Bloco A, Edifício Bittar II,

2º andar, Asa Norte, Brasília-DF, Cep: 70750-541

 Fone: (61)3448-6277


Lista de verifica o das boas pr ticas de fabrica o em estabelecimentos da rea de alimentos

ESTRUTURA DA LISTA DE VERIFICAÇÃO matérias-primas para alimentos produzidos/industrializados

A- Identificação da Empresa

B- Avaliação

1- Edificação e Instalações

Área externa, Acesso, Ventilação, Iluminação, Piso, Tetos, Paredes e divisórias, Portas e Janelas, Instalações sanitárias e Vestiários:material, conservação, localização.

Limpeza e Sanificação: procedimentos (concentração, tempo, responsável, freqüência), controles e registro.

Abastecimento de água potável:tipo de fornecimento, controle, condições gerais.

Destino de Resíduos, Layout.

Lista de Verificação das Boas Práticas de Fabricação em Estabelecimentos da Área de Alimentos


Lista de verifica o das boas pr ticas de fabrica o em estabelecimentos da rea de alimentos1

ESTRUTURA DA LISTA DE VERIFICAÇÃO matérias-primas para alimentos produzidos/industrializados

B- Avaliação

2- Equipamentos, Móveis e Utensílios

-Material, conservação, localização.

Limpeza e Desinfecção:procedimentos (concentração, tempo, responsável, freqüência), controles e registro.

3- Manipuladores

Vestuário: condições, limpeza.

Hábitos Higiênicos.

Estado de Saúde.

Lista de Verificação das Boas Práticas de Fabricação em Estabelecimentos da Área de Alimentos


Lista de verifica o das boas pr ticas de fabrica o em estabelecimentos da rea de alimentos2

ESTRUTURA DA LISTA DE VERIFICAÇÃO matérias-primas para alimentos produzidos/industrializados

B- Avaliação

4- Fluxo de Produção

-Matéria-prima e Insumos:localização, controle de fornecedores, armazenamento, rede de frio.

Fluxo de Produção:ordenamento.

Manipulação de Alimentos: condições, tempo.

Embalagem/Rotulagem:condições gerais e dizeres de rotulagem.

Armazenamento:controles e condições gerais.

Transporte do Produto Final.

Lista de Verificação das Boas Práticas de Fabricação em Estabelecimentos da Área de Alimentos


Lista de verifica o das boas pr ticas de fabrica o em estabelecimentos da rea de alimentos3

ESTRUTURA DA LISTA DE VERIFICAÇÃO matérias-primas para alimentos produzidos/industrializados

B- Avaliação

5- Programas de Controle de Qualidade

-Manual de BPF:presença ecompatibilidade

Manutenção de equipamentos:procedimentos e controles.

Controle de Pragas: procedimentos, controles, uso de produtos autorizados.

Programa de Treinamento de Pessoal e Supervisão:registros.

Programa de Recolhimento:procedimentos e registros.

Controle de Qualidade do Produto Final:registros.

Lista de Verificação das Boas Práticas de Fabricação em Estabelecimentos da Área de Alimentos


A ficha de avaliação será preenchida utilizando-se as opções SIM , NÃO e NÃO SE APLICA (NA).

Os itens serão classificados em função da segurança do produto, sendo divididos em itens: IMPRESCINDÍVEIS (I) e NECESSÁRIOS (N).

Os estabelecimentos serão classificados de acordo com o percentual de itensIMPRESCINDÍVEIS.

Lista de Verificação das Boas Práticas de Fabricação em Estabelecimentos da Área de Alimentos (Indústrias de Alimentos)


Lista de verifica o das boas pr ticas de fabrica o em estabelecimentos da rea de alimentos4

CLASSIFICAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS opções

GRUPO 1: 100 A 70% de atendimento dos itens imprescindíveis;

GRUPO 2: 69 A 30% de atendimento dos itens imprescindíveis;

GRUPO 3: 29 A 0% de atendimento dos itens imprescindíveis.

Lista de Verificação das Boas Práticas de Fabricação em Estabelecimentos da Área de Alimentos


Defini es

Estabelecimento onde o alimento é manipulado, preparado, armazenado e ou exposto à venda, podendo ou não ser consumido no local

Serviços de Alimentação

  • Alimentos cozidos, mantidos quente

  • Alimentos cozidos mantidos refrigerados, congelados ou à temperatura ambiente

  • Alimentos crus, mantidos refrigerados ou à temperatura ambiente

Alimento preparado

DEFINIÇÕES


EDIFICAÇÃO, INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS, MÓVEIS E UTENSÍLIOS

  • Fluxo ordenado e dimensionamento compatível

  • Lavatórios exclusivos para higiene das mãos na área de manipulação

  • Manutenção programada e periódica dos equipamentos e utensílios e calibração dos equipamentos de medição

Empreendimento: estrutura física e gerenciamento


HIGIENIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS, MÓVEIS E UTENSÍLIOS

  • Funcionários devidamente capacitados para a atividade

  • Procedimentos – devem ou não ser documentados (exclui utensílios) e registrados (atividades não rotineiras)

RESERVATÓRIO DE ÁGUA

  • Reservatório de água higienizado no intervalo máximo a cada 6 meses

Empreendimento: recursos humanos e materiais


MANIPULADORES UTENSÍLIOS

  • Os manipuladores devem ser supervisionados e capacitados periodicamente em:

    • Higiene pessoal

    • Manipulação higiênica dos alimentos

    • Doenças transmitidas por alimentos

  • Periodicidade da capacitação definida pela empresa

  • Uniforme de uso exclusivo as dependências internas do estabelecimento

Empreendimento: recursos humanos



PREPARAÇÃO DO ALIMENTO UTENSÍLIOS

  • Tempo de exposição das matérias-primas e ingredientes perecíveis deve ser o mínimo necessário para a preparação – compatibilidade entre manipuladores x equipamentos x diversidade e complexidade das preparações.

  • As matérias-primas e ingredientes não utilizados em sua totalidade devem ser identificados com:

    • Designação ou nome do produto

    • Data do fracionamento

    • Prazo de validade após a abertura do produto ou retirada da embalagem original

  • O contato direto ou indireto entrealimentos crus, semi-preparados e prontos para o consumodeve ser evitado


PREPARAÇÃO DO ALIMENTO UTENSÍLIOS

  • Tratamento térmico

    • Todas as partes do alimento deve atingir a Tº mínima de 70ºC

    • Ao se usar temperaturas inferiores, deve ser aumentado o tempo

    • Óleos e gorduras aquecidos a temperaturas não superiores a 180ºC

Manutenção à quente

  • Tº superior a 60ºC por, no máximo, 6 horas

  • Resfriamento

  • Deve ser rápido, reduzindo a Tº de 60ºC a 10ºC

  • em até 2 horas e, em seguida submeter o alimento

  • sob refrigeração ou congelamento

  • Refrigeração: Tº inferior a 5ºC

  • Congelamento:Tº igual ou inferior a –

  • 18ºC

Descongelamento

  • Sob refrigeração inferior a 5ºC

  • Em forno microondas, quando for imediatamente submetido ao cozimento


PREPARAÇÃO DO ALIMENTO UTENSÍLIOS

  • Validade máxima de 05 dias para alimentos prontos e conservados sob refrigeração à T° de 4°C ou inferior

  • Alimento pronto, armazenado sob refrigeração ou congelamento, deve ter etiqueta constando:

    • Designação ou nome do produto

    • Data de preparo

    • Prazo de validade

  • A temperatura deve ser regularmente monitorada

  • Alimentos crus devem passar por rigorosa seleção e, quando aplicável, ser higienizados

  • Implementar o controle e garantia dos alimentos preparados


EXPOSIÇÃO AO CONSUMO UTENSÍLIOS

  • Equipamentos devidamente dimensionado para exposição do alimento pronto:

    • Temperatura controlada e monitorada

    • Bom estado de conservação, funcionamento e higiene

    • Barreiras de proteção

Empreendimento: equipamentos e recursos humanos


Exposição ao Consumo UTENSÍLIOS

Balcão térmico

Tº > 60ºC por 6 horas

Balcão refrigerado

Tº inferiores a 5ºC


EXPOSIÇÃO AO CONSUMO UTENSÍLIOS

  • Os manipuladores ao utilizarem luvas e pegadores devem adotar procedimentos para evitar a contaminação dos alimentos

  • Área reservada para pagamento das despesas

  • Os utensílios utilizados na área de consumação (copos, talheres, pratos) devem ser descartáveis ou devidamente higienizados

  • Os ornamentos e plantas localizados na área de consumação não devem constituir fontes de contaminação dos alimentos prontos ao consumo



CONDIÇÃO conservação dos alimentos

TEMPERATURA

REFERÊNCIA

RESOLUÇÃO

Refrigeração de alimentos preparados

Temperatura inferior a 5ºC

WHO, 1999. Basic Food Safety for Health Workers. Chapter 3: Factors leading to microbial foodborne illness

Item 4.8.16

Item 4.8.17

Resfriamento de alimentos preparados

Reduzir de 60ºC a 10ºC em até 2 horas

CAC/RCP 39-1993. Code of Hygienic Practice for Precooked and Cooked Foods in Mass Catering. Item 7.7.2

Item 4.8.16

Congelamento de alimento

Temperatura igual ou inferior a

–18ºC

CAC/RCP 39-1993. Code of Hygienic Practice for Precooked and Cooked Foods in Mass Catering. Item 2.12

Item 4.8.16

Manutenção a quente de alimentos preparados

Temperatura superior a 60ºC por no máximo 6 horas

CAC/RCP 43-1997. Rev. 1-2001. Revised Code of Hygienic Practice for the Preparation and Sale of Street Foods. Item 6.2.3.1

Item 4.8.15

Tratamento térmico do alimento

Todas as partes do alimento atinjam no mínimo 70ºC

WHO, 1999. Basic Food Ssfety for Health Workers. Chapter 3: Factors leading to microbial foodborne illness

Item 4.8.8

Prazo máximo de consumo do alimento preparado

Quando conservado a 4ºC, ou inferior, deve ser de 5 dias

CAC/RCP 39-1993. Code of Hygienic Practice for Precooked and Cooked Foods in Mass Catering. Item 7.7.3 e 7.7.4

Aquecimento de óleos e gorduras

Não superior a 180ºC

CAC/RCP 39-1993. Code of Hygienic Practice for Precooked and Cooked Foods in Mass Catering. Item 7.5

Item 4.8.11


Pop procedimentos operacionais padronizados

Higienização de instalações, equipamentos e móveis conservação dos alimentos

Controle integrado de vetores e pragas urbanas

Higienização do reservatório de água

Higiene e saúde dos manipuladores

POP - Procedimentos Operacionais Padronizados

Empreendimento: recursos humanos, gerenciamento e sistematização da informação


OUTROS REGISTROS conservação dos alimentos

  • Troca periódica dos filtros e manutenção do sistema de climatização

  • Manutenção dos equipamentos, utensílios, calibração dos instrumentos ou equipamentos de medição

  • Operações de limpeza não rotineiras

  • Higienização do reservatório de água

  • Capacitação e controle de saúde dos manipuladores

  • Controle e garantia da qualidade dos alimentospreparados


RESPONSABILIDADE conservação dos alimentos

  • Deve ser o proprietário ou funcionário designado devidamente capacitado, em curso que aborde, no mínimo:

    • Contaminantes alimentares

    • Doenças transmitidas por alimentos

    • Manipulação higiênica dos alimentos

    • Boas Práticas

Empreendimento: recursos humanos


ad