1 / 16

IE733 – Prof. Jacobus 8 a Aula Cap. 3 A Estrutura MOS de Três Terminais (parte 1)

IE733 – Prof. Jacobus 8 a Aula Cap. 3 A Estrutura MOS de Três Terminais (parte 1). MOS de 3 Terminais ou Diodo Controlado por Porta. V G. V C. Si - p. n +. V B. É um capacitor MOS com uma junção ou diodo n + p justaposta, que permite o acesso e controle do canal.

vance-ball
Download Presentation

IE733 – Prof. Jacobus 8 a Aula Cap. 3 A Estrutura MOS de Três Terminais (parte 1)

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author. Content is provided to you AS IS for your information and personal use only. Download presentation by click this link. While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server. During download, if you can't get a presentation, the file might be deleted by the publisher.

E N D

Presentation Transcript


  1. IE733 – Prof. Jacobus8a Aula Cap. 3 A Estrutura MOS deTrês Terminais (parte 1)

  2. MOS de 3 Terminais ou Diodo Controlado por Porta VG VC Si - p n+ VB • É um capacitor MOS com uma junção ou diodo n+p • justaposta, que permite o acesso e controle do canal. • VC permite alterar o potencial e as cargas no canal. • Este estudo permite entender e caracterizar a estru- • tura do transistor MOS.

  3. 3.2 Conta-tando a Camada de Inversão • a) e b): cargas e potenciais como no MOS-2T; pois • o sistema continua em equilíbrio. • c) e d): sistema fora de equilíbrio; dentro das regiões • de depleção: EFn- EFp=qVCB; afeta cargas e potencias

  4. Em equilíbrio – VCB = 0

  5. Fora de equilíbrio e VCB (=VR) > 0

  6. Suponha: VCB = 0 e VGB > VH0 S1 = 0 • ii) Aumentando VCB > 0  (n+)  > S1 •  elétrons do canal serão drenado para o diodo n+ •  QI’ , ou mesmo QI’ = 0 • iii) É possível repor QI’ por VGB ; tal que: • S2 = S1 + VCB •  QI’  f(S), porém, QI’ = f(S-VCB)

  7. MOS-2T: MOS-3T: Ec Ec Ei EFp Ei qVc EF B EFn Ev VG Ev VG

  8. O MOS-3T apresenta corrente reversa: • na junção n+p • na junção induzida do canal n – p • Iremos desprezar esta corrente! • A expressão para p será como no MOS-2T, • pois o nível EFp não é afetado por VCB dentro do • substrato p:

  9. Na inversão (ns > ni), valem as mesmas equações básicas do Cap.2, com adaptação em QI’: (I) (II) (IV) (V) (VI) • Na exponencial trocamos (S-2F) por (S-2F–VCB), já que S deve “vencer” (2F+VCB) para ter a mesma concentração ns (Ver problema 3.12).

  10. A partir das 5 equações podemos determinar os demais parâmetros como no Cap.2: a) Dados VGB e VCB, obtém-se S por método numérico. b) ou

  11. c) d) Note que Cb’=Ci’ quando S = 2F+VCB, no caso MOS-2T isto ocorre em S = 2F.

  12. Tracejado VCB = 0 Linha cheia VCB >0 Diferença em relação ao MOS-2T: Cg’(LF) = Cg’(HF), pois contato com n+ pode fornecer QI’ para acompanhar QG’ Similar ao MOS-2T: lnQI’ é linear em I. Fraca; QI’ é linear em I. Forte. Fig.3.2 Fig 3.2

  13. Limites de Inv. Fraca: • Inferior: S = F+VCB  VGB=VLB • Superior: S = 2F+VCB  VGB=VMB • Se aumentarmos VCB as curvas deslocam-se para • a direita: • VCB impede a formação de QI’ para S<2F+VCB • QG’ será neutralizado por QB’ dB • Quando dB dj  S  j  VCB+VBI  permite • formar o canal com QI’  • Se novamente aumentarmos VCB • QI’ • necessitamos  VGB para recompor QI’.

  14. S x VGB parame- trizado com VCB: Fig. 3.3

  15. Para VGB onde QI’ é desprezível  S = sa.  Corresponde à curva tracejada. Para VGB tal que QI’ não seja desprezível,   próximo a (2F+VCB) 

  16. Na região onde QI’ é desprezível: Fig.3.4 (n = 1 a 1.5) É comum trocar polarização da Fig.3.1c pelo da Fig.3.1d Trocar o eixo VGB por VGC na Fig.3.2

More Related