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Leishmaniose Visceral Canina

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Leishmaniose Visceral Canina

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Presentation Transcript

  1. Leishmaniose Visceral Canina Disciplina: Epidemiologia Veterinária e Saúde Pública Docente: Prof.Ass.Dra. Cáris Maroni Nunes Discentes: Alcides Branco Ana Paula Pacheco Eduardo Costa Karina Akemi Lívia Salles Maria Luiza Tarsila Presser

  2. Histórico • 1908 – Tunísia - os pesquisadores Nicolle & Comte demonstraram pela primeira vez o parasita em cães; • No Brasil, a importância do cão como reservatório da LV se deu em estudos iniciais realizados na região Nordeste, no estado do Ceará, pelos pesquisadores Alencar & Coelho Neto, Deane & Deane, em 1956.

  3. Distribuição Mundial • Transmissão - insetos vetores que afetam tanto seres humanos como animais domésticos e silvestres; • Distribuição: todos os continentes. Exceção: Oceania e Antártida; • A Leishmaniose afeta 88 países, dos quais 72 são classificados como países em desenvolvimento e 13 são países desenvolvidos; • A leishmaniose canina existe em 50 dos 88 países onde a leishmaniose humana está presente; • 90% dos casos de Leishmaniose Visceral (LV) ocorrem principalmente em 5 países: Bangladesh, Índia, Nepal, Sudão e Brasil; • Brasil - responsável por 90% dos casos de leishmaniose visceral nas Américas.

  4. Mapa 1: Principais áreas endêmicas de Leishmaniose visceral no mundo

  5. Distribuição nacional • No Brasil, a LV atinge 19 estados, especialmente na região Nordeste; • Dos 645 municípios paulistas, 63 (9,8%) registraram transmissão da LVA (humana e/ou canina); • Geralmente a LV está associada as áreas de caatinga, semi-áridas, sendo originalmente uma doença típica de áreas rurais e periurbanas (Gontijo & Melo, 2004).

  6. Distribuição no Estado de São Paulo • No estado de São Paulo, observa-se que o maior número de casos ocorreu naqueles municípios com as maiores prevalências caninas; • A doença em cães, na grande maioria das vezes, precedeu a detecção de casos humanos; • Os casos caninos já ultrapassaram 30.000 diagnósticos positivos, segundo dados do Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo; • Até maio de 2005, 41 municípios apresentavam casos positivos em cães e humanos abrangendo as regiões de Araçatuba.

  7. 1

  8. Figura 2: Distribuição de Lutzomyia longipalpis no estado de São Paulo.

  9. Figura 3: Distribuição de municípios com transmissão de leishmaniose visceral americana canina e humana, no período de 1998 a 2005. Estado de São Paulo.

  10. Distribuição Regional • Araçatuba - a LV foi identificada pela primeira vez em 1998 em cães; • A prevalência média da doença em cães tem sido 9%, com maior ocorrência nos bairros periféricos de Araçatuba; • 41.774 cães foram sacrificados no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do município entre os anos de 1999 a 2004; • Apenas em 2004, 31 mil animais foram mortos na cidade.

  11. Figura 4. Distribuição do número absoluto de casos humanos e da proporção de cães soropositivos. Araçatuba, São Paulo, 1998-1999.

  12. Figura 5. Números de casos positivos de Leishmaniose em Araçatuba em 2007. Dados colhidos no CCZ- Araçatuba

  13. Figura 6. Números de casos positivos de Leishmaniose em Araçatuba em 2008. Dados colhidos no CCZ -Araçatuba

  14. Fotos CCZ- Araçatuba

  15. Bibliografia Consultada • CCZ (Centro de Controle de Zoonoses de Araçatuba). • http://www.cve.saude.sp.gov.br/agencia/bepa50_lva.htm • Reposição de cães em área endêmica para leishmaniose visceral (Andréa Maria Andrade, Luzia Helena Queiroz, Gilson Ricardo Nune1, Sílvia Helena Venturoli Perri e Cáris Maroni Nunes.) Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 40(5):594-595, set-out, 2007. • http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2001000500026 • http://www.comciencia.br/reportagens/2005/06/17.shtml • http://www.ccaa.ufma.br/revista%20CCAA/Artigos_nr1/biologia/PatologiaE%20patogeneseDaLeishmaniose_bio_AR.pdf • http://www.veludo.net/saude/doencas/leishmaniose-parte-ii-distribui-o-mundial-e-no-brasil.html • http://www.sucen.sp.gov.br/doencas/leish_visc/texto_leish_visc_pro2.htm • http://anhembi.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1756&sid=203 • http://www.ccaa.ufma.br/revista%20CCAA/Artigos_nr1/biologia/PatologiaE%20patogeneseDaLeishmaniose_bio_AR.pdf • http://www.unesp.br/aci/jornal/222/leish.php Maio/2007– Ano XXI – nº 222   

  16. Fim!! Obrigado!!