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  1. Estudos de prognóstico HJM

  2. Conceito de prognóstico • Prognóstico pode ser definido como a predição do curso futuro de uma doença, após sua instalação. • Estudos de prognóstico são muito indispensáveis para médicos e pacientes. • As decisões sobre tratamentos e procedimentos devem estar baseados em estudos de prognóstico.

  3. Estudos de Prognóstico • Estudos de prognóstico tratam de questões clínicas de um modo semelhante aos estudos de coorte em relação aos fatores de risco. • Grupos de pacientes são arrolados e acompanhados no tempo para aferição de seus desfechos clínicos. São estudos fatores de prognóstico.

  4. Fatores prognósticos x Fatores de risco • Estudos de risco, usualmente são conduzidos com pessoas sadias, enquanto que os fatores prognósticos, condições associadas com um desfecho da doença - são, por definição, estudados em pessoas doentes.

  5. Fatores prognósticos x Fatores de risco • Os fatores associados com um maior risco não são necessariamente os mesmos que marcam um pior prognóstico. Um exemplo simples: A pressão arterial baixa reduz o risco de um IAM, mas é um sinal de mau prognóstico no curso de IAM.

  6. Medidas de prognóstico • A medida utilizada para se estimar um prognóstico é também uma taxa, que representa a proporção de indivíduos que experimentam o evento desfecho sobre os indivíduos suscetíveis. • Exemplos: Sobrevida em 5 anos, Letalidade, Mortalidade por doença específica, Remissão, Recorrência.

  7. Tempo Zero • As coortes em estudos prognósticos são observadas partindo-se de um ponto no tempo, chamado de tempo zero. • Este ponto deve ser claramente especificado ao longo do curso da doença, e deve ser o mesmo para cada paciente (inception cohort).

  8. Medidas de qualidade de vida • Cada vez mais há uma necessidade de se estabelecer não estimativas de prognóstico e/ou sobrevida, mas especialmente de se relacionar os valores numéricos de estimativas de sobrevida com medidas de qualidade de vida. Pois as decisões devem incluir esta perspectiva também.

  9. Análise de Sobrevida • O método de Kaplan-Meier, ou do produto-limite é dos métodos mais utilizados em análise de sobrevida na clínica. • A probabilidade de sobreviver até qualquer ponto no tempo é estimada a partir da probabilidade cumulativa de sobreviver a cada um dos intervalos de tempo precedentes.

  10. Análise de Sobrevida • Na análise de Kaplan-Meier, os intervalos são entre cada evento novo (morte) e o precedente. • Na maior parte do tempo, niguém morre, e a probabilidade de sobreviver é igual a um. • Quando um ou mais pacientes morrem, a probabilidade de sobreviver é calculada como a razão entre o número de pacientes sobreviventes e o número de pacientes em risco de morrer durante o intervalo.

  11. Análise de Sobrevida • Pacientes que já tenham morrido, que tenham se desligado ou cujo seguimento ainda não tenha alcançado o intervalo, não estão em risco de morrer neste período, e assim não são usados para estimar a sobrevida no intervalo. • Quando os pacientes são retirados do estudo por qualquer razão são chamados censurados.

  12. Análise de Sobrevida • A probabilidade de sobreviver não muda nos intervalos em que ninguém morre. • A probabilidade de sobreviver é recalculada somente nos intervalos em que há morte. • Exemplo: • Análise de sobrevida em pacientes com leucemia (Epi 2000).