O BRASIL SOB O REGIME MILITAR
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Presentation Transcript


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ESTE SIMPLES TRABALHO TEM COMO OBJETIVO PRINCIPAL REMEMORAR ALGUNS FATOS OCORRIDOS NAQUELE PER√ćODO HIST√ďRICO DA NA√á√ÉO BRASILEIRA PARACONHECIMENTO E REFLEX√ÉO DA NOSSA JUVENTUDE


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Tirem as suas conclus es l.jpg

TIREM AS SUAS CONCLUS√ēES Pegaram um pa√≠s com o 45o. PIB do mundo, e 21 anos depois, entregaram aos civis com o 10o. PIB mundial.


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  • Cria√ß√£o de 13 milh√Ķes de empregos; Pegaram um pa√≠s com o 45o. PIB do mundo, e 21 anos depois, entregaram aos civis com o 10o. PIB mundial.

  • A Petrobr√°s aumenta a produ√ß√£o de 75 mil para 750 mil barris/dia de petr√≥leo;

  • Estrutura√ß√£o das grandes construtoras nacionais;

  • PIB de 14%;

  • Constru√ß√£o de 4 portos e recupera√ß√£o de outros 20;

  • Cria√ß√£o da Eletrobras;

  • Cria√ß√£o da Nucleobras e subsidi√°ria;

  • Cria√ß√£o da Embratel e Telebras;

  • Usina Angra I e Angra II;

  • Industria aeron√°utica, naval, b√©lica e automotiva;

  • √Č restabelecida a autoridade por 21 anos;


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  • Pr√≥-alcool (95% dos carros no pa√≠s); Pegaram um pa√≠s com o 45o. PIB do mundo, e 21 anos depois, entregaram aos civis com o 10o. PIB mundial.

  • Constru√≠da as maiores usinas do MUNDO: Tucuru√≠, Ilha Solteira, Jupi√° e Itaip√ļ;

  • Exporta√ß√Ķes crescem de 1,5 bilh√Ķes de d√≥lares para 37 bilh√Ķes;

  • Rede Asfaltada de 3mil para 45 mil KM;

  • Redu√ß√£o da infla√ß√£o de 100% ¬™¬™ para 12% ¬™¬™, sem controle do pre√ßo* e sem massacre do funcionalismo p√ļblico;

  • Fomento e financimento de pesquisa: CNPq, FINEP e CAPES;

  • Cursos de mestrado e doutorado;


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  • INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM; Pegaram um pa√≠s com o 45o. PIB do mundo, e 21 anos depois, entregaram aos civis com o 10o. PIB mundial.

  • FUNRURAL;

  • Programa de merenda escolar e alimenta√ß√£o do trabalhador;

  • Cria√ß√£o de v√°rias Universidades

  • Cria√ß√£o do FGTS, PIS, PASEP;

  • Cria√ß√£o da EMBRAPA (70 milh√Ķes de toneladas de gr√£os);

  • Duplica√ß√£o da rodovia Rio Juiz de Fora e da Via Dutra;

  • Cria√ß√£o da EBTU;

  • Implementa√ß√£o do Metr√ī em S√£o Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza;


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  • Cria√ß√£o da INFRAERO, proporcionando a cria√ß√£o e moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • Implementa√ß√£o dos P√≥los Petroqu√≠micos em S√£o Paulo (Cubat√£o) e na Bahia (Cama√ßari);

  • Prospec√ß√£o de Petr√≥leo em grandes profundidades na bacia de Campos;

  • Constru√ß√£o do Porto no Maranh√£o;

  • Constru√ß√£o dos maiores est√°dios, gin√°sios, conjuntos aqu√°ticos e complexos desportivos em diversas cidades e universidades do pa√≠s;

  • SNI;

  • Pol√≠cia Federal;

  • C√≥digo Tribut√°rio Nacional;

  • C√≥digo de Minera√ß√£o;

  • Zona Franca de Manaus;

  • IBDF Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal;

  • Conselho Nacional de Polui√ß√£o Ambiental;

  • Reforma do TCU;

  • Estatuto do Magist√©rio Superior;


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  • INDA Instituto de desenvolvimento agr√°rio; moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • Cria√ß√£o do banco Central (DEZ64);

  • SFH Sistema Financeiro habitacional;

  • BNH Banco Nacional de Habita√ß√£o;

  • Constru√ß√£o de 4 milh√Ķes de moradias;

  • Regulamenta√ß√£o do 13¬ļ sal√°rio;

  • Banco da Amaz√īnia;

  • SUDAM;

  • Reforma Administrativa, Agr√°ria, Banc√°ria, Eleitoral, habitacional, Pol√≠tica e Universit√°ria;

  • Ferrovia da soja;

  • Rede Ferrovi√°ria ampliada de 3mil e remodelada para 11 mil KM;

  • Frota mercante de 1 para 4 milh√Ķes de TDW;

  • Corredores de exporta√ß√Ķes de Vit√≥ria, Santos, Paranagu√° e Rio Grande;

  • Matriculas do ensino superior de 100 mil em 1964 para 1,3 milh√Ķes em 1981;

  • Mais de 10 milh√Ķes de estudantes nas escolas (que eram realmente escolas);

  • Estabelecimento de assist√™ncia m√©dico sanit√°ria de 6 para 28 mil;

  • Cr√©dito Educativo;

  • Projeto RONDON;

  • MOBRAL;


Obras de grande impacto para o desenvolvimento do pa s l.jpg

OBRAS DE GRANDE IMPACTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO PA√ćS moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);


Centenas de pontes l.jpg

CENTENAS DE PONTES modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

DESTACANDO-SE ESTA COMO UMA DAS MAIS IMPORTANTE DE TODAS


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PONTE RIO-NITER√ďI moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

CONSTRU√ćDA NO PER√ćODO DE 1969 A 1974


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PONTE RIO-NITER√ďI moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);


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PONTE RIO-NITER√ďI moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • O conceito de seu projeto remonta a 1875, visando a liga√ß√£o entre os dois centros urbanos vizinhos, separados pela ba√≠a de Guanabara ou por uma viagem terrestre de mais de 100 km, que passava pelo munic√≠pio de Mag√©. √Ä √©poca havia sido concebida a constru√ß√£o de uma ponte e, posteriormente, de um t√ļnel.

  • Entretanto, somente no s√©culo XX, em 1963, foi criado um grupo de trabalho para estudar um projeto para a constru√ß√£o de uma via rodovi√°ria. Em 29 de Dezembro de 1965, uma comiss√£o executiva foi formada para cuidar o projeto definitivo de constru√ß√£o de uma ponte.

  • O Presidente Costa e Silva assinou decreto em 23 de Agosto de 1968, autorizando o projeto de constru√ß√£o da ponte, idealizado por M√°rio Andreazza, ent√£o Ministro dos Transportes, sob a gest√£o de quem a ponte foi iniciada e conclu√≠da.

  • A obra teve in√≠cio, simbolicamente, em 9 de Novembro de 1968, com a presen√ßa da Rainha da Gr√£-Bretanha, Elizabeth II e de Sua Alteza Real, o Pr√≠ncipe Filipe, Duque de Edimburgo, ao lado do ministro M√°rio Andreazza. As obras tiveram in√≠cio em Janeiro de 1969.


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USINAS HIDREL√ČTRICAS moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);


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HIDREL√ČTRICA DE ITAIPU moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • A Usina Hidrel√©trica de Itaipu Binacional √© uma usina hidrel√©trica binacional constru√≠da pelo Brasil e pelo Paraguai no rio Paran√°, no trecho de fronteira entre os dois pa√≠ses, 14 quil√īmetros ao norte da Ponte da Amizade. A √°rea do projeto se estende desde Foz do Igua√ßu, no Brasil, e Ciudaddel Este, no Paraguai, ao sul, at√© Gua√≠ra (Brasil) e Salto del Guair√° (Paraguai), ao norte. A pot√™ncia instalada da Usina √© de 14.000 MW (megawatts), com 20 unidades geradoras de 700 MW cada.

  • No ano 2000, a usina atingiu o seu recorde de produ√ß√£o de 93,4 bilh√Ķes de quilowatts-hora (kWh), sendo respons√°vel pela gera√ß√£o de 95% da energia el√©trica consumida no Paraguai e 24% de toda a demanda do mercado brasileiro.

  • At√© o funcionamento em plena capacidade da Hidrel√©trica de Tr√™s Gargantas na China, a usina de Itaipu √© a maior hidrel√©trica do mundo em pot√™ncia instalada. Em capacidade de gera√ß√£o continuar√° sendo a mais importante, visto que o regime hidrol√≥gico do rio Paran√° apresenta maior fluxo de √°gua que o Rio Yangtz√©.

  • A energia gerada por Itaipu e destinada ao Brasil √© transmitida pela empresa Furnas Centrais El√©tricas S.A.

  • No munic√≠pio de Manoel Ribas - PR, atrav√©s de uma subesta√ß√£o rebaixadora (750 kV/550 kV), chamada Ivaipor√£, 15% da energia gerada por Itaipu √© entregue √† Eletrosul Centrais El√©tricas S.A. Cabe √† Eletrosul, entre outras fun√ß√Ķes, a transmiss√£o desta energia √†s concession√°rias do sul do Brasil e ao estado do Mato Grosso do Sul.


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USINA HIDREL√ČTRICA DE ITAIPU moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

CONTRU√ćDA NO PER√ćODO DE 1971 A 1982


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HIDREL√ČTRICA DE TUCURU√ć moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • Usina Hidrel√©trica de Tucuru√≠ √© a maior usina hidrel√©trica 100% brasileira localizada a 400 km de Bel√©m no estado do Par√°, munic√≠pio de Tucuru√≠. Foi constru√≠da para a gera√ß√£o de energia el√©trica e para tornar naveg√°vel um trecho do rio Tocantins cheio de corredeiras, ultrapassadas atrav√©s de uma eclusa. A extens√£o total da barragem de terra tem 11 km.


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USINA HIDREL√ČTRICA DE TUCURU√ć moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

CONSTRU√ćDA NO PER√ćODO DE1976 A 1984


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USINA HIDREL√ČTRICA DE ILHA SOLTEIRA moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • A Usina Hidrel√©trica Ilha Solteira √© a maior usina da CESP e do Estado de S√£o Paulo e a terceira maior usina hidrel√©trica do Brasil. Est√° localizada no Rio Paran√°, entre os munic√≠pios de Ilha Solteira (SP) e Selv√≠ria (MS).

  • Em conjunto com a UHE Engenheiro Souza Dias (Jupi√°), comp√Ķe o sexto maior complexo hidrel√©trico do mundo. Sua pot√™ncia instalada √© de 3.444,0 MW e tem 20 unidades geradoras com turbinas tipo Francis. A usina foi conclu√≠da em 1978

  • . √Č uma usina com alto desempenho operacional que, al√©m da produ√ß√£o de energia el√©trica, √© de fundamental import√Ęncia para o controle da tens√£o e freq√ľ√™ncia do Sistema Interligado Nacional

  • . Sua barragem tem 5.605 m de comprimento e seu reservat√≥rio tem 1.195 km2 de extens√£o.

  • O Canal Pereira Barreto, com 9.600 m de comprimento, interliga os reservat√≥rios da Usina Hidrel√©trica Ilha Solteira e da Usina Hidrel√©trica Tr√™s Irm√£os, propiciando a opera√ß√£o energ√©tica integrada dos dois aproveitamentos hidrel√©tricos.

CONSTRU√ćDA EM 1978


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HIDREL√ČTRICA DE JUPI√Ā moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • Situada sobre o Rio Paran√°, na intersec√ß√£o com o Rio Sucuri√ļ, no ponto chamado Jupi√°, entre as cidades de Tr√™s Lagoas (Mato Grosso do Sul) e Castilho (S√£o Paulo), a Usina Hidrel√©trica Engenheiro Sousa Dias √© a terceira maior usina hidrel√©trica do Brasil.

  • A constru√ß√£o da Usina do Jupi√°, como tamb√©m √© chamada, foi iniciada na primeira metade da d√©cada de 1960 e finalizada no ano de 1974, utilizando tecnologia inteiramente brasileira. Apesar de ter sido um projeto desenvolvido durante a ditadura militar, per√≠odo marcado por obras fara√īnicas, a Usina Hidrel√©trica Engenheiro Sousa Dias √© relativamente eficaz em termos da √°rea alagada e da destrui√ß√£o ambiental causada e da eletricidade ali produzida. Entre as tr√™s maiores usinas hidrel√©tricas do Brasil, perde somente para a maior, a Usina hidrel√©trica de Itaipu, em termos de efici√™ncia, ultrapassando a Usina hidrel√©trica de Ilha Solteira.

INAUGURADA EM 1974


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PETROBR√ĀS S/A moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • A Petrobras - Petr√≥leo Brasileiro S/A (BOVESPA:¬†PETROBRAS; NYSE:¬†PBR) √© uma empresa estatalbrasileira, de economia mista [2], que opera no segmento de energia, prioritariamente nas √°reas de explora√ß√£o, produ√ß√£o, refino, comercializa√ß√£o e transporte de petr√≥leo e seus derivados no Brasil e no exterior, sediada no Rio de Janeiro. Seu lema atual √© "Uma empresa integrada de energia que atua com responsabilidade social e ambiental".

SEDE DA PETROBR√ĀS - RJ


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CNPq modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient√≠fico e Tecnol√≥gico (antigo Conselho Nacional de Pesquisa, cuja sigla j√° era CNPq e foi mantida ao mudar-se o nome da ag√™ncia) √© um √≥rg√£o ligado ao Minist√©rio da Ci√™ncia e Tecnologia (MCT) para incentivo √† pesquisa no Brasil.

  • Fundado em 1951, o CNPq √© uma institui√ß√£o longeva. Por isso, √© por ela mesma considerada das mais s√≥lidas de sua √°rea entre os pa√≠ses em desenvolvimento.

  • Seu objetivo inicial foi capacitar o Brasil a dominar o ciclo at√īmico, tema definido como de import√Ęncia estrat√©gica √†quele momento. Por√©m, seu papel ampliou-se com o passar do tempo.

  • At√© a cria√ß√£o do Minist√©rio, o CNPq era o √≥rg√£o que centralizava a coordena√ß√£o da pol√≠tica nacional de ci√™ncia e tecnologia.

  • Hoje sua miss√£o √© promover o desenvolvimento cient√≠fico e tecnol√≥gico e executar pesquisas. necess√°rias ao progresso social, econ√īmico e cultural do Pa√≠s. As atividades s√£o realizadas pelo planejamento e execu√ß√£o de atividades de fomento a ci√™ncia e tecnologia, principalmente pela concess√£o de bolsas e aux√≠lios a pesquisadores e estudantes.

  • A sede do CNPq localiza-se na Asa Norte de Bras√≠lia. O CNPq tem muitos √≥rg√£os federais e at√© ag√™ncias de fomento estrangeiras como parceiros.


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FINEP modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • A Finaciadora de Estudos e Projetos, mais conhecida pela sigla FINEP, √© uma empresa p√ļblica brasileira vinculada ao Minist√©rio da Ci√™ncia e Tecnologia. Foi criada em 24 de julho de 1967, para institucionalizar o Fundo de Financiamento de Estudos de Projetos e Programas, criado em 1965.


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CAPES modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • Coordena√ß√£o de Aperfei√ßoamento de Pessoal de N√≠vel Superior, mais conhecida pela sigla CAPES, √© uma ag√™ncia de fomento √† pesquisa brasileira que atua na expans√£o e consolida√ß√£o da p√≥s-gradua√ß√£ostrictosensu (mestrado e doutorado) em todos os estados do Brasil. A sua caracter√≠stica distintiva, em rela√ß√£o √†s outras ag√™ncias federais de fomento, como o CNPq e a FINEP, e √†s estaduais (das quais a principal √© a paulista Fapesp), est√° na Avalia√ß√£o Trienal que ela efetua de todos os cursos de p√≥s-gradua√ß√£o do Pa√≠s. √Č a √ļnica entidade que tem tradi√ß√£o de determinar o descredenciamento (na pr√°tica, o fechamento) dos cursos que t√™m nota fraca ou deficiente. Seu atual presidente (desde 2004) √© o bioquimicoJorge Almeida Guimar√£es e seu diretor de avalia√ß√£o, o fil√≥sofo Renato Janine Ribeiro. A avalia√ß√£o dos cursos de p√≥s-gradua√ß√£o foi introduzida em 1976, pelo seu ent√£o diretor-geral (na √©poca, o cargo m√°ximo da ag√™ncia, que depois se tornou funda√ß√£o), o educador Cl√°udio de Moura Castro. Em 2007, uma nova lei atribuiu √† Capes tamb√©m o papel de estimular a forma√ß√£o de professores para o ensino b√°sico, considerado o n√≠vel mais deficiente da educa√ß√£o brasileira.


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DATAPREV modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informa√ß√Ķes da Previd√™ncia Social) √© uma empresa p√ļblica brasileira respons√°vel pelo processamento dos dados da Previd√™ncia social no Brasil. Sua Administra√ß√£o Central est√° localizada no Distrito Federal. Possui unidades em todos os estados da federa√ß√£o, atualmente distinguidas entre regionais e de atendimento. Seus computadores de grande porte est√£o localizados nas sedes da unidades regionais de S√£o Paulo, Rio de Janeiro e Bras√≠lia.

  • Al√©m disso, atualmente a Dataprev disp√Ķe de quatro unidades de desenvolvimento de software: Unidade de Desenvolvimento Para√≠ba (UDPB), Unidade de Desenvolvimento Santa Catarina (UDSC), Unidade de Desenvolvimento Cear√° (UDCE) e Unidade de Desenvolvimento Rio de Janeiro (UDRJ).

  • CRIADO EM: 1974


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EST√ĀDIOS E COMPLEXOS ESPORTIVOS moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

ESPALHADOS POR TODO BRASIL


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EST√ĀDIO REI PEL√Č ‚Äď AL moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

INAUGURADO EM 1970


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EST√ĀDIO VIVALDO LIMA (VIVALD√ÉO) ‚Äď AM moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

INAUGURADO EM 1970


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EST√ĀDIO GOV. PL√ĀCIDO CASTELO (CASTEL√ÉO) - CE moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

INAUGURADO EM 1973


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EST√ĀDIO MAN√Č GARRICHA - DF moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

INAUGURADO EM 1974


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EST√ĀDIO ‚ÄúSERRA DOURADA - GO moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

INAUGURADO EM 1975


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EST√ĀDIO UNIVERSIT√ĀRIO PEDRO PEDROSSIAN (MOREN√ÉO) - MS moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

INAUGURAÇÃO: 1971


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EST√ĀDIO JOS√Č FRAGELLI (O VERD√ÉO) - MT moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

INAUGURADO EM 1976


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EST√ĀDIO GOV. MAGALH√ÉES PINTO (MINEIR√ÉO) - MG moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

INAUGURADO EM 1965


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EST√ĀDIO OL√ćMPICO DO PAR√Ā (MANGUEIR√ÉO) - PA moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

INAUGURADO EM 1978


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EST√ĀDIO JOS√Č AM√ČRICO DE ALMEIDA FILHO (ALMEID√ÉO) - PB moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

INAUGURADO EM 1975


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COMPLEXO POLIESPORTIVO PINHEIR√ÉO ‚Äď PR moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

INAUGURADO EM 1985


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EST√ĀDIO GOV. ALBERTO TAVARES SILVA (ALBERT√ÉO) - PI moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

INAUGURADO EM 1976


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EST√ĀDIO LOURIVAL BATISTA (O BATIST√ÉO) - SE moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

INAUGURADO EM 1969


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PORTOS MAR√ćTIMOS moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);


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PORTO DE ARATU - BA modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • O Porto de Aratu √© um porto brasileiro localizado no estado da Bahia, na ba√≠a de Todos os Santos, pr√≥ximo √† entrada do canal de Cotegipe, em frente √† costa leste da ilha de Mar√©.

  • O porto √© respons√°vel por 60% de toda a carga movimentada em modal mar√≠timo na Bahia, portanto possui grande import√Ęncia para a economia da Bahia, pois serve como meio de escoamento da produ√ß√£o e da entrada de produtos para o P√≥lo Petroqu√≠mico de Cama√ßari, o Centro Industrial de Aratu (CIA) e o Complexo da Ford de Cama√ßari.

  • INAUGURADO EM 1975.


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PORTO DO FORNO ‚Äď ARRAIAL DO CABO (RJ) moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • O Porto do Forno est√° localizado na extremidade norte da Praia dos Anjos, junto ao Morro da Fortaleza, no munic√≠pio de Arraial do Cabo, parte sudeste do litoral do Estado do Rio de Janeiro.

  • INAUGURADO: em 1972.


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PORTO DO FORNO ‚Äď ARRAIAL DO CABO - RJ moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);


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PORTO DE TUBARÃO - ES modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • O Porto de Tubar√£o √© um porto brasileiro localizado na ponta do mesmo nome, na parte continental do munic√≠pio de Vit√≥ria, capital do Esp√≠rito Santo. √Č um terminal graneleiro do Porto de Vit√≥ria.

  • Inaugurado em 1966, √© controlado pela Companhia Vale do Rio Doce. √Č o maior porto de exporta√ß√£o de min√©rio de ferro do mundo e permite o acesso de navios de grande porte

  • INAUGURA√á√ÉO: 1966


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PORTO DE ITAQUI - MA modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • O Porto do Itaqui est√° localizado no interior da Ba√≠a de S√£o Marcos e seu acesso hidrovi√°rio n√£o conta com a forma√ß√£o de barra. O canal acesso possui profundidade natural m√≠nima de 27 metros e largura aproximada de 1,8 Km.


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PORTO DE ITAQUI - MA modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);


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USINAS NUCLEARES modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

COM O OBJETIVO DE ASSEGURAR ENERGIA PARA O DESENVOLVIMENTO


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ANGRA 1 modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • Angra 1 √© a primeira das usinas nucleares que deu origem √† Central Nuclear Almirante √Ālvaro Alberto

  • Os reatores de pot√™ncia s√£o maiores e se destinam √† produ√ß√£o de energia para a movimenta√ß√£o de navios, submarinos, usinas √°tomo-el√©tricas, etc. A primeira usina √°tomo-el√©trica brasileira est√° situada na Praia de Itaorna, em Angra dos Reis, Rio de Janeiro. O programa nuclear brasileiro vive um paradoxo: gastou demais para ser desativado.

  • Em novembro de 1976, o Brasil assinou um acordo na Alemanha com a empresa KWU, do grupo Siemens, para a constru√ß√£o de oito reatores nucleares. Em vinte e dois anos, nenhum ficou pronto. A usina Angra 2, em Angra dos Reis-RJ, consumiu 5,8 bilh√Ķes de d√≥lares e requer mais 1,2 bilh√£o para ser conclu√≠da. As obras foram retomadas em mar√ßo de 1996 e dever√£o acabar, diz-se, em 1999. No total, ser√£o 7 bilh√Ķes de d√≥lares por um reator de 1300 megawatts que pode ser adquirido pronto, hoje, por 1,5 bilh√£o de d√≥lares.

  • O grande inconveniente do processo de fiss√£o est√° na produ√ß√£o de lixo radioativo, que deve ser armazenado adequadamente a fim de evitar qualquer tipo de contamina√ß√£o do meio ambiente, com todas as conhecidas conseq√ľ√™ncias para a vida dos seres humanos, animais e vegetais observadas em locais onde houve explos√£o de bombas at√īmicas.


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  • ANGRA 1 moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • ANGRA 2


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IMBEL modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • A Ind√ļstria de Material B√©lico (IMBEL) √© uma empresa estatalbrasileira, criada em 1975 e ligada ao Minist√©rio da Defesa.

  • Seus objetivos s√£o: colaborar no planejamento e na produ√ß√£o de material b√©lico, atrav√©s da transfer√™ncia de tecnologia; incentivar a instala√ß√£o de novas ind√ļstrias e prestar assist√™ncia t√©cnica e financeira a estas; administrar industrial e comercialmente seu pr√≥prio parque de material b√©lico; e promover o desenvolvimento de outras atividades relacionadas a seus objetivos.


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EMBRAER modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • A Empresa Brasileira de Aeron√°utica S.A. (Embraer) √© uma empresa que fabrica avi√Ķes de pequeno e m√©dio porte, para uso na avia√ß√£o regional, executiva e agr√≠cola, al√©m de ca√ßas militares, avi√Ķes de sensoriamento remoto e para transporte de autoridades.

  • √Č a terceira maior ind√ļstria do setor no mundo[1], atr√°s da Boeing e Airbus, e uma das maiores companhias exportadoras do Brasil, em termos de valor absoluto desde 1999 e hoje tamb√©m, a maior fabricante de jatos executivos em pedidos em carteira.

  • Sua sede localiza-se na cidade de S√£o Jos√© dos Campos, interior do estado de S√£o Paulo e possui diversas outras unidades, inclusive uma na China, a Harbin Embraer.

  • FUNDADA: EM 1969


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CENTRO DE LAN√áAMENTOS DE ALC√āNTARA -MA moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • A segunda base de lan√ßamentos de foguetes do Brasil foi denominada de Centro de Lan√ßamento de Alc√Ęntara (CLA), foi criada em 1989 no estado do Maranh√£o. Destina-se a realizar miss√Ķes de lan√ßamentos de sat√©lites e sedia os testes do Ve√≠culo Lan√ßador de Sat√©lites - (VLS). A base est√° situada na latitude 2¬į18‚Äô Sul, tem uma √°rea de 620 km¬≤ e o primeiro lan√ßamento de um foguete foi em 1989.

  • O CLA foi criado como substituto do Centro de Lan√ßamento da Barreira do Inferno (CLBI), localizado no estado do Rio Grande do Norte, pois o crescimento urbano nos arredores do CLBI, n√£o permitia amplia√ß√Ķes da base.

  • Devido a sua proximidade com a linha do equador, o consumo de combust√≠vel para o lan√ßamento de sat√©lites √© menor em compara√ß√£o a outras bases de lan√ßamento existentes.


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MONTADORAS DE AUTOM√ďVEIS moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • CHEVROLET - No ano de 1968, a Chevrolet Brasil anuciou oficialmente o projeto do seu primeiro carros de passeio, o inesquec√≠vel e lend√°rio Opala.

  • FORD ‚Äď No ano de 1968 iniciou o projeto de lan√ßamento de carro de passeio no Brasil.

  • FIAT -No Brasil, segundo o site da montadora, a FIAT est√° instalada desde 1973 em Betim, na Regi√£o Metropolitana de Belo Horizonte, e hoje lidera a produ√ß√£o e as vendas no mercado do pa√≠s, tornando-se a mais importante unidade produtora fora da It√°lia.


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ESQUADA BRASILEIRA modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • Na atualidade, a Esquadra brasileira encontra-se equipada com um navio-a√©rodromo, seis fragatasClasse Niter√≥i modernizadas, tr√™s fragatas Classe Greenhalgh, quatro corvetas, um contratorpedeiroClasse Par√°, dois navios-tanque, dois navios de desembarque-doca, um navio de desembarque de carros de combate, um navio de transporte de tropas, cinco submarinos, um navio-escola, um navio-veleiro e um navio de socorro submarino.

  • A esta for√ßa no mar, nos c√©us somam-se um Esquadr√£o de Avi√Ķes AF-1 (A-4 Skyhawk), um Esquadr√£o de Helic√≥pteros de Esclarecimento e Ataque, um Esquadr√£o de Helic√≥pteros Anti-Submarinos, cinco Esquadr√Ķes de Helic√≥pteros de Emprego Geral e um Esquadr√£o de Helic√≥pteros de Instru√ß√£o.

  • Desde 1980 foi permitido a mulheres ingressarem na Marinha, em fun√ß√Ķes administrativas.


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NAVIO AERODROMO ‚ÄúS√ÉO PAULO‚ÄĚ moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

LANÇADO AO MAR: 1957

INCORPORADO: 2000 AO PRE√áO DE 12.000 MILH√ēES DE DOL√ĀRES


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FRAGATAS CLASSE NITER√ďI moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

F NITER√ďI (F-40) ‚Äď LAN√áADA AO MAR: 1974

INCORPORADA: 1976

F DEFENSORA (F-41) ‚Äď LAN√áADA AO MAR: 1972

INCORPORADA: 1975

F CONSTITUI√á√ÉO (F-42) ‚Äď LAN√áADA AO MAR: 1974

INCORPORADA: 1976

F LIBERAL (F-43) ‚Äď LAN√áADA AO MAR: 1975

INCORPORADA: 1976


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F INDEPEND√äNCIA (F-44) ‚Äď LAN√áADA AO MAR: 1979 moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

INCORPORADA: 1980

F UNI√ÉO (F-45) ‚Äď LAN√áADA AO MAR:

INCORPORADA: 1980


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FRAGATAS CLASSE GREENHALG modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

F GREENHALG (F-46) ‚Äď LAN√áADA AO MAR: 1976

INCORPORADA: 1996

F DODSWORTH (47) ‚Äď LAN√áADA AO MAR: 1978

INCORPORADA: 1996 ‚Äď BAIXA: 2004

F BOS√ćSIO (F-48) ‚Äď LAN√áADA AO MAR: 1980

INCORPORADA: 1996

F RADEMARKER (F-49) ‚Äď LAN√áADA AO MAR: 1977

LANÇADA AO MAR: 1996


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MEIOS A√ČREOS DA MARINHA moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

FABRICADOS EM: 1973

INCORPORADOS: 1990

AERONAVE SKYHAWK AF-1/AF-1A


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INFRAERO modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • A Infraero (sigla para Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportu√°ria) √© uma empresa p√ļblica federal brasileira de administra√ß√£o indireta, vinculada ao Minist√©rio da Defesa. Criada pela Lei n¬ļ 5862, em 12 de dezembro de 1972, a empresa √© respons√°vel pela administra√ß√£o dos principais aeroportos do pa√≠s. No total, s√£o 67 aeroportos, que movimentaram mais de 82 milh√Ķes de passageiros em 2003, e 81 unidades de apoio √† navega√ß√£o a√©rea. Obteve lucro l√≠quido de 240 milh√Ķes de reais em 2004.


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ELETROBR√ĀS moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • Eletrobr√°s √© uma empresa de economia mista e de capital aberto sob controle acion√°rio do Governo Federal brasileiro e atua como uma holding, controlando empresas de gera√ß√£o e transmiss√£o de energia el√©trica.

  • Criada em 1962 para coordenar todas as empresas do setor el√©trico, a reestrutura√ß√£o do setor reduziu as responsabilidades da empresa, com a cria√ß√£o da Ag√™ncia Nacional de Energia El√©trica - ANEEL, do Operador Nacional do Sistema - ONS e da C√Ęmara Comercializadora de Energia El√©trica - CCEE.

  • Tem como empresas subordinadas, entre outras:

  • Chesf

  • Eletronorte

  • Eletrosul

  • Furnas

  • CGTEE

  • CEPEL

  • Eletronuclear

  • A Eletrobr√°s det√©m ainda 50% da Itaipu Binacional.


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EMBRAPA modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu√°ria (EMBRAPA) √© uma institui√ß√£o p√ļblica brasileira vinculada ao Minist√©rio da Agricultura, Pecu√°ria e Abastecimento, criada em 26 de abril de 1973, cujos objetivos s√£o a produ√ß√£o de conhecimento cient√≠fico e desenvolvimento de t√©cnicas de produ√ß√£o para a agricultura e a pecu√°ria brasileira.

  • Tem como miss√£o viabilizar solu√ß√Ķes para o desenvolvimento sustent√°vel do espa√ßo rural, com foco no agroneg√≥cio, por meio da gera√ß√£o, adapta√ß√£o e transfer√™ncia de conhecimentos e tecnologias, em benef√≠cio dos diversos segmentos da sociedade brasileira.

  • Atua com um sistema composto de 38 Centros de Pesquisa, tr√™s servi√ßos e onze unidades centrais, estando presente em quase todos os Estados da Federa√ß√£o, com 8.619 empregados, dos quais 2.221 s√£o pesquisadores, e um or√ßamento acima de 1 bilh√£o de reais anuais.

  • Est√° sob a sua coordena√ß√£o o Sistema Nacional de Pesquisa Agropecu√°ria-SNPA, constitu√≠do por institui√ß√Ķes p√ļblicas federais, estaduais, universidades, empresas privadas e funda√ß√Ķes, que, de forma cooperada, executam pesquisas nas diferentes √°reas geogr√°ficas e campos do conhecimento cient√≠fico.

  • Em termos de coopera√ß√£o internacional, a Empresa mant√©m 68 acordos bilaterais de coopera√ß√£o t√©cnica com 37 pa√≠ses e 64 institui√ß√Ķes, bem como acordos multilaterais com 20 organiza√ß√Ķes internacionais, envolvendo principalmente a pesquisa em parceria. Mant√©m ainda laborat√≥rios para o desenvolvimento de pesquisa em tecnologia de ponta nos Estados Unidos, Fran√ßa e Holanda, al√©m de um escrit√≥rio em Gana para compartilhar conhecimento cient√≠fico e tecnol√≥gico com o continente africano


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FGTS modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • O Fundo de Garantia do Tempo de Servi√ßo (FGTS) √© constitu√≠do pelo total dos dep√≥sitos mensais que os empregadores depositam nas contas FGTS abertas na Caixa Econ√īmica Federal em nome dos seus empregados, cuja finalidade √© dar suporte financeiro aos trabalhadores, principalmente na hip√≥tese de demiss√£o sem justa causa, mas tamb√©m em outra situa√ß√Ķes espec√≠ficas.

  • Os recursos do FGTS s√£o destinados ainda para aplica√ß√Ķes nas √°reas de habita√ß√£o, saneamento e infra-estrutura.


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PIS/PASEP modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • Programa de Integra√ß√£o Social, mais conhecido como PIS, √© uma contribui√ß√£o social de natureza tribut√°ria, devida pelas pessoas jur√≠dicas, com objetivo de financiar o pagamento do seguro-desemprego e do abono para os trabalhadores que ganham at√© dois sal√°rios m√≠nimos.

  • Quando foi institu√≠do, o PIS tinha a finalidade de promover a integra√ß√£o do empregado na vida e no desenvolvimento das empresas, viabilizando melhor distribui√ß√£o da renda nacional.

  • Atualmente o abono do PASEP (funcion√°rios p√ļblicos) √© pago no Banco do Brasil, enquanto que o abono do PIS (funcion√°rios de empresas privadas) √© feito na Caixa Econ√īmica Federal.


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POL√ćCIA FEDERAL moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • O Departamento de Pol√≠cia Federal (tamb√©m chamada de DPF ou PF) √© um √≥rg√£o subordinado ao Minist√©rio da Justi√ßa, cuja fun√ß√£o √©, de acordo com a Constitui√ß√£o de 1988, exercer a seguran√ßa p√ļblica para a preserva√ß√£o da ordem p√ļblica e da incolumidade das pessoas e do patrim√īnio.

  • DATA DA DENOMINA√á√ÉO: 1967


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EMBRAER modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • A Embraer nasceu como uma iniciativa do governo brasileiro dentro de um projeto estrat√©gico para implementar a ind√ļstria aeron√°utica no pa√≠s, em um contexto de pol√≠ticas de substitui√ß√£o de importa√ß√Ķes.

  • Foi fundada no ano de 1969, e seu primeiro presidente foi o engenheiro Ozires Silva, que havia liderado o desenvolvimento do avi√£o Bandeirante.

  • Inicialmente, a maior parte de seu quadro de pessoal formou-se pelo Instituto Tecnol√≥gico de Aeron√°utica (ITA) do Centro T√©cnico Aeroespacial (CTA). De certa maneira, a Embraer nasceu dentro do CTA.

  • No ano de 1980, houve uma fus√£o com a Ind√ļstria Aeron√°utica Neiva, que se tornou sua empresa subsidi√°ria.

  • Durante as d√©cadas de 70 e 80, a Embraer conquistou importante proje√ß√£o nacional e internacional com os avi√Ķes Bandeirante, Xingu e Bras√≠lia.

  • Atualmente a empresa encontra-se em ascend√™ncia, com muitos contratos de venda, e expandindo-se n√£o somente em espa√ßo f√≠sico, mas tamb√©m em n√ļmero de empregados, contando hoje cerca de 20.000 funcion√°rios, dois quais aproximadamente doze mil s√£o diretos e oito mil indiretos.


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BANCO CENTRAL DO BRASIL modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • O Banco Central do Brasil √© autarquia federal integrante do Sistema Financeiro Nacional, sendo vinculado ao Minist√©rio da Fazenda do Brasil. Assim como os outros bancos centrais do mundo, o brasileiro √© a autoridade monet√°ria principal do pa√≠s, tendo recebido esta compet√™ncia de tr√™s institui√ß√Ķes diferentes: a Superintend√™ncia da Moeda e do Cr√©dito (SUMOC), o Banco do Brasil e o Tesouro Nacional.

  • O Banco Central foi criado em 31 de dezembro de 1964, com a promulga√ß√£o da Lei n¬ļ 4.595.

SEDE DO BRANCO CENTRAL - DF


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BANCO DA AMAZ√ĒNIA S/A moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • Fundado durante a II Guerra Mundial por Get√ļlio Vargas sob o nome de Banco de Cr√©dito da Borracha, o Banco da Amaz√īnia S.A tinha como principal finalidade financiar o reaquecimento da extra√ß√£o de l√°tex no Estado do Par√° (O Segundo Ciclo da Borracha).

  • Em 1966 o governo militar muda seu nome para Banco da Amaz√īnia S.A. ou simplesmente BASA. √Č a principal institui√ß√£o financeira federal de fomento com a miss√£o de promover o desenvolvimento da regi√£o amaz√īnica. Possui papel relevante tanto no apoio √† pesquisa quanto no cr√©dito de fomento, respondendo por mais de 60% do cr√©dito de longo prazo da Regi√£o. Presente principalmente nos estados da Amaz√īnia Legal, cerca de 59% do territ√≥rio nacional, possuindo tamb√©m ag√™ncias nas seguintes capitais: Bras√≠lia, S√£o Paulo, Rio de janeiro e Porto Alegre. √Č um banco estatal pertencente ao governo federal, com pap√©is sendo negociados na Bovespa. Opera com exclusividade o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) e ainda atende com outras fontes como: BNDES, Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), Fundo da Marinha Mercante, Fundo de Desenvolvimento da Amaz√īnia (FDA), Or√ßamento Geral da Uni√£o e recursos pr√≥prios. Sua sede √© situada na Avenida Presidente Vargas, em Bel√©m do Par√°.


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SUDAM modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • O Sudam, √© uma Superintend√™ncia de Desenvolvimento da Amaz√īnia. √Č uma extinta autarquia do governo federal do Brasil, criada no governo de Castelo Branco em 1966, com a finalidade de promover o desenvolvimento da regi√£o amaz√īnica, criando incentivos fiscais e financeiros especiais para atrair investidores privados, nacionais e internacionais.

  • A SUDAM veio a substituir uma outra autarquia denominada Superintend√™ncia do Plano de Valoriza√ß√£o Econ√īmica da Amaz√īnia (SPVEA), criada por Get√ļlio Vargas em 1953. Tamb√©m tinha o objetivo de desenvolver a regi√£o amaz√īnica.

  • Em 24 de agosto de 2001, o presidente Fernando Henrique Cardoso, na medida provis√≥ria n¬ļ. 2.157-5, criou a Ag√™ncia de Desenvolvimento da Amaz√īnia (ADA), e extinguiu a Superintend√™ncia do Desenvolvimento da Amaz√īnia (SUDAM), devido √†s in√ļmeras den√ļncias de corrup√ß√£o envolvendo a organiza√ß√£o.

  • Esta decis√£o foi tomada ap√≥s v√°rias cr√≠ticas quanto √† efici√™ncia desta autarquia, passando a ser a respons√°vel pelo gerenciamento dos programas relativos √† Amaz√īnia Legal.


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REDE FERROVI√ĀRIA FEDERAL moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • A Rede Ferrovi√°ria Federal Sociedade An√īnima (RFFSA) foi uma empresa estatal brasileira de transporte ferrovi√°rio, que cobria boa parte do territ√≥rio brasileiro.

  • dissolvida de acordo com o estabelecido no Decreto n¬ļ 3.277, de 7 de dezembro de 1999, alterado pelo Decreto n¬ļ 4.109, de 30 de janeiro de 2002, pelo Decreto n¬ļ 4.839, de 12 de setembro de 2003, e pelo Decreto n¬ļ 5.103, de 11 de junho de 2004, reunia 18 ferrovias regionais, e tinha como intuito promover e gerir o desenvolvimento no setor de transportes ferrovi√°rios. Seus servi√ßos estenderam-se por 40 anos antes de sua desestatiza√ß√£o, operando em quatro das cinco regi√Ķes brasileiras, em 19 unidades da federa√ß√£o.

  • A RFFSA existiu por 50 anos e 76 dias, sendo oficialmente extinta por for√ßa da MP n¬ļ 353, de 22 de janeiro de 2007, convertida na Lei Federal n¬į 11.483, de 31 de maio de 2007.

ANTIGA SEDE DA RFFSA EM JUIZ DE FORA-MG


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MOBRAL modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • O Movimento Brasileiro de Alfabetiza√ß√£o (MOBRAL) foi um projeto do governo brasileiro, criado pela Lei n√ļmero 5.379, de 15 de dezembro de 1967, e propunha a alfabetiza√ß√£o funcional de jovens e adultos, visando "conduzir a pessoa humana (sic) a adquirir t√©cnicas de leitura, escrita e c√°lculo como meio de integr√°-la a sua comunidade, permitindo melhores condi√ß√Ķes de vida". Este movimento, mantido pelo governo federal durante a ditadura militar, visava a instrumentalizar o cidad√£o e torn√°-lo capaz de exercer sua cidadania. No entanto, o MOBRAL se limitou a alfabetizar de maneira funcional, n√£o oferecendo uma forma√ß√£o mais abrangente, que capacitasse ao verdadeiro exerc√≠cio da cidadania. Durante anos, jovens e adultos frequentaram as aulas do MOBRAL, sem atingir um n√≠vel aceit√°vel de alfabetiza√ß√£o ou letramento. A recess√£o econ√īmica iniciada nos anos oitenta inviabilizou a continuidade do MOBRAL que demandava altos recursos para se manter. Seus Programas foram assim incorporados pela Funda√ß√£o Educar.


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RODOVIA TRANSAMAZ√ĒNICA moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • A Rodovia Transamaz√īnica (BR-230), projetada pelo general Em√≠lio Garrastazu M√©dici (ditador de 1969 a 1974) sendo uma das chamadas "obras fara√īnicas" devida as suas propor√ß√Ķes gigantescas, realizadas pelo regime militar, √© a terceira maior rodovia do Brasil, com 2,300 km de comprimento, cortando os estados brasileiros de Par√° e Amazonas, nasce na cidade de Cabedelo na Paraiba. √Č classificada como rodovia transversal. Em grande parte, a rodovia n√£o √© pavimentada.

  • Planejada para integrar melhor o Norte brasileiro com o resto do pa√≠s, foi inaugurada em 30 de agosto de 1972. Inicialmente projetada para ser uma rodovia pavimentada com 8 mil quilometros de comprimento, conectando as regi√Ķes Norte e Regi√£o Nordeste do Brasil com o Peru e o Equador, n√£o sofreu maiores modifica√ß√Ķes desde sua inaugura√ß√£o.


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RODOVIA PRESIDENTE DUTRA modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • A Rodovia Presidente Dutra (BR-116, tamb√©m SP-60 no estado de S√£o Paulo) faz a liga√ß√£o entre as cidades do Rio de Janeiro e S√£o Paulo.

  • Possui extens√£o total de 402 km, no iniciando-se no Trevo das Margaridas, no Rio de Janeiro e terminando no acesso √† Marginal Tiet√™, em S√£o Paulo.

  • No estado do Rio de Janeiro, a rodovia tem extens√£o de 171 km, e no estado de S√£o Paulo, 231 km.

  • A Via Dutra √© considerada a rodovia mais importante do Brasil, n√£o s√≥ por ligar as duas metr√≥poles nacionais, mas bem como atravessar uma das regi√Ķes mais ricas do pa√≠s, o Vale do Para√≠ba e ser a principal liga√ß√£o entre o Nordeste e o Sul do Brasil.

  • Durante a d√©cada de 1960 a pista √© duplicada em v√°rios trechos. Em 1967 √© entregue a via duplicada em toda extens√£o, tornando-se a principal autopista brasileira.

  • Na d√©cada de 1970 o tr√°fego na Dutra √© aliviado pela constru√ß√£o, pelo governo paulista, de uma via expressa entre S√£o Paulo e Itaquaquecetuba, denominada de Rodovia dos Trabalhadores, ou Rodovia Ayrton Senna. Esta via √© prolongada na d√©cada de 1990 at√© a cidade de Taubat√©, sob o nome de Rodovia Governador Carvalho Pinto.


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ZONA FRANCA DE MANAUS modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • A Zona Franca de Manaus (ZFM) √© um modelo de desenvolvimento econ√īmico implantado pelo governo brasileiro objetivando viabilizar uma base econ√īmica na Amaz√īnia Ocidental, promover a melhor integra√ß√£o produtiva e social dessa regi√£o ao pa√≠s, garantindo a soberania nacional sobre suas fronteiras. A mais bem-sucedida estrat√©gia de desenvolvimento regional, o modelo leva √† regi√£o de sua abrang√™ncia (estados da Amaz√īnia Ocidental: Acre, Amazonas, Rond√īnia e Roraima e as cidades de Macap√° e Santana, no Amap√°) desenvolvimento econ√īmico aliado √† prote√ß√£o ambiental, proporcionando melhor qualidade de vida √†s suas popula√ß√ĶesO primeiro teve maior ascens√£o at√© o final da d√©cada de 80, quando o Brasil adotava o regime de economia fechada. O industrial √© considerado a base de sustenta√ß√£o da ZFM. O P√≥lo Industrial de Manaus possui mais de 500 ind√ļstrias de alta tecnologia gerando mais de meio milh√£o de empregos, diretos e indiretos. O P√≥lo Agropecu√°rio abriga projetos voltados √† atividades de produ√ß√£o agroind√ļstria, piscicultura, turismo, beneficiamento de madeira, entre outras.

  • .


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O moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus); PA√ćS SOB O REGIME DEMOCR√ĀTICO

TORNOU-SE O MAIOR COBRADOR DE IMPOSTOS DO MUNDO E INFECTADO DE TODOS OS TIPOS DE ESC√āNDALOS


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IMPOSTOS FEDERAIS modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • II - Imposto sobre a importa√ß√£o de produtos estrangeiros

  • IE - Imposto sobre a exporta√ß√£o de produtos nacionais ou nacionalizados

  • IR - Imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza

  • IPI - Imposto sobre Produtos Industrializados

  • IOF - Imposto sobre Opera√ß√Ķes de Cr√©dito, C√Ęmbio e Seguro ou relativas a T√≠tulos ou Valores Mobili√°rios

  • ITR - Imposto Territorial Rural

  • IGF - Imposto sobre Grandes Fortunas (Inexistente em virtude de falta de regulamenta√ß√£o infraconstitucional)


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IMPOSTOS ESTADUAIS modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • ICMS - Imposto sobre Circula√ß√£o de Mercadorias e Servi√ßos

  • IPVA - Imposto sobre Propriedade de Ve√≠culos Automotores

  • ITCMD - Imposto sobre Transmiss√Ķes Causa Mortis e Doa√ß√Ķes de Qualquer Bem ou Direito.


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IMPOSTOS MUNICIPAIS modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • IPTU - Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana

  • ITBI - Imposto sobre Transmiss√£o Inter Vivos de Bens e Im√≥veis e de Direitos Reais a Eles Relativos

  • ISSQN - Impostos sobre Servi√ßos de Qualquer Natureza


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TAXAS modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • Taxa de Autoriza√ß√£o do Trabalho Estrangeiro

  • Taxa de Avalia√ß√£o in loco das Institui√ß√Ķes de Educa√ß√£o e Cursos de Gradua√ß√£o - Lei 10.870/2004

  • Taxa de Classifica√ß√£o, Inspe√ß√£o e Fiscaliza√ß√£o de produtos animais e vegetais ou de consumo nas atividades agropecu√°rias - Decreto Lei 1.899/1981

  • Taxa de Coleta de Lixo

  • Taxa de Combate a Inc√™ndios

  • Taxa de Conserva√ß√£o e Limpeza P√ļblica

  • Taxa de Controle e Fiscaliza√ß√£o Ambiental ‚Äď TCFA - Lei 10.165/2000

  • Taxa de Controle e Fiscaliza√ß√£o de Produtos Qu√≠micos - Lei 10.357/2001, art. 16

  • Taxa de Emiss√£o de Documentos (n√≠veis municipais, estaduais e federais)

  • Taxa de Fiscaliza√ß√£o CVM (Comiss√£o de Valores Mobili√°rios) - Lei 7.940/1989

  • Taxa de Fiscaliza√ß√£o de Vigil√Ęncia Sanit√°ria - Lei 9.782/1999, art. 23

  • Taxa de Fiscaliza√ß√£o dos Produtos Controlados pelo Ex√©rcito Brasileiro - TFPC - Lei 10.834/2003


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TAXAS modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • Taxa de Fiscaliza√ß√£o e Controle da Previd√™ncia Complementar - TAFIC - art. 12 da MP 233/2004

  • Taxa de Licenciamento Anual de Ve√≠culo

  • Taxa de Licenciamento para Funcionamento e Alvar√° Municipal

  • Taxa de Pesquisa Mineral DNPM - Portaria Ministerial 503/1999

  • Taxa de Servi√ßos Administrativos ‚Äď TSA ‚Äď Zona Franca de Manaus - Lei 9960/2000

  • Taxa de Servi√ßos Metrol√≥gicos - art. 11 da Lei 9933/1999

  • Taxas ao Conselho Nacional de Petr√≥leo (CNP)

  • Taxas de Outorgas (Radiodifus√£o, Telecomunica√ß√Ķes, Transporte Rodovi√°rio e Ferrovi√°rio, etc.)

  • Taxas de Sa√ļde Suplementar - ANS - Lei 9.961/2000, art. 18

  • Taxa de Utiliza√ß√£o do SISCOMEX

  • Taxa de Utiliza√ß√£o do MERCANTE - Decreto 5.324/2004

  • Taxa Adicional ao Frete para a Renova√ß√£o da Marinha Mercante (AFRMM)

  • Taxas do Registro do Com√©rcio (Juntas Comerciais)

  • Taxa Processual Conselho Administrativo de Defesa Econ√īmica - CADE - Lei 9.718/1998


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CONTRIBUI√á√ēES TRABALHISTAS OU SOBRE A FOLHA DE PAGAMENTO moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • INSS (contribui√ß√£o)

  • FGTS - Fundo de Garantia do Tempo de Servi√ßo

  • PIS/PASEP (contribui√ß√£o)


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CONTRIBU√á√ēES SOBRE O FATURAMENTO OU SOBRE O LUCRO moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • CONFINS - Contribui√ß√£o Social para o Financiamento da Seguridade Social

  • CSLL - Contribui√ß√£o Social sobre o Lucro L√≠quido


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CONTRIBUI√á√ēES SISTEMA ‚ÄúS‚ÄĚ moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • Contribui√ß√£o ao Servi√ßo Brasileiro de Apoio a Pequena Empresa (Sebrae) - Lei 8.029/1990

  • Contribui√ß√£o ao Servi√ßo Nacional de Aprendizado Comercial (SENAC) - Lei 8.621/1946

  • Contribui√ß√£o ao Servi√ßo Nacional de Aprendizado dos Transportes (SENAT) - Lei 8.706/1993

  • Contribui√ß√£o ao Servi√ßo Nacional de Aprendizado Industrial (SENAI) - Lei 4.048/1942

  • Contribui√ß√£o ao Servi√ßo Nacional de Aprendizado Rural (SENAR) - Lei 8.315/1991

  • Contribui√ß√£o ao Servi√ßo Social da Ind√ļstria (SESI) - Lei 9.403/1946

  • Contribui√ß√£o ao Servi√ßo Social do Com√©rcio (SESC) - Lei 9.853/1946

  • Contribui√ß√£o ao Servi√ßo Social do Cooperativismo (SESCOOP)

  • Contribui√ß√£o ao Servi√ßo Social dos Transportes (SEST) - Lei 8.706/1993


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OUTRAS CONTRIBUI√á√ēES moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • Contribui√ß√Ķes aos √ďrg√£os de Fiscaliza√ß√£o Profissional (OAB, CRC, CREA, CRECI, CORE, CRQ, etc)

  • Contribui√ß√£o √† Dire√ß√£o de Portos e Costas (DPC) - Lei 5.461/1968

  • Contribui√ß√£o ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Cient√≠fico e Tecnol√≥gico - FNDCT - Lei 10.168/2000

  • Contribui√ß√£o ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educa√ß√£o (FNDE), tamb√©m chamado "Sal√°rio Educa√ß√£o"

  • Contribui√ß√£o ao Funrural

  • Contribui√ß√£o ao Instituto Nacional de Coloniza√ß√£o e Reforma Agr√°ria (INCRA) - Lei 2.613/1955

  • Contribui√ß√£o ao Seguro Acidente de Trabalho (SAT)

  • Contribui√ß√£o Confederativa Laboral (dos empregados)

  • Contribui√ß√£o Confederativa Patronal (das empresas)


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OUTRAS CONTRIBUI√á√ēES moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • Contribui√ß√£o de Interven√ß√£o do Dom√≠nio Econ√īmico ‚Äď CIDE Combust√≠veis - Lei 10.336/2001

  • Contribui√ß√£o para Custeio do Servi√ßo de Ilumina√ß√£o P√ļblica - Emenda Constitucional 39/2002

  • Contribui√ß√£o para o Desenvolvimento da Ind√ļstria Cinematogr√°fica Nacional ‚Äď CONDECINE - art. 32 da Medida Provis√≥ria 2228-1/2001 e Lei 10.454/2002

  • Contribui√ß√£o Sindical Laboral (n√£o se confunde com a Contribui√ß√£o Confederativa Laboral, vide coment√°rios sobre a Contribui√ß√£o Sindical Patronal)

  • Contribui√ß√£o Sindical Patronal (n√£o se confunde com a Contribui√ß√£o Confederativa Patronal, j√° que a Contribui√ß√£o Sindical Patronal √© obrigat√≥ria, pelo artigo 578 da CLT, e a Confederativa foi institu√≠da pelo art. 8¬ļ, inciso IV, da Constitui√ß√£o Federal e √© obrigat√≥ria em fun√ß√£o da assembl√©ia do Sindicato que a instituir para seus associados, independentemente da contribui√ß√£o prevista na CLT)

  • Contribui√ß√£o Social Adicional para Reposi√ß√£o das Perdas Inflacion√°rias do FGTS - Lei Complementar 110/2001.


Opera es da pol cia federal no per odo de 2003 a 2007 l.jpg

OPERA√á√ēES DA POL√ćCIA FEDERAL NO PER√ćODO DE 2003 A 2007 moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

√Č A √öNICA INSTITUI√á√ÉO QUE SE SOBRESSAIU NESSE PER√ćODO


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DESBARATANDO RATOS modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);


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  • Opera√ß√£o 3 por 1 moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • Opera√ß√£o Afrodite

  • Opera√ß√£o Agreste

  • Opera√ß√£o √Āguas Profundas

  • Opera√ß√£o √Āguas Seguras

  • Opera√ß√£o Aguia

  • Opera√ß√£o Aguia II

  • Opera√ß√£o Ajuste Fiscal

  • Opera√ß√£o Albatroz

  • Opera√ß√£o Al Capone

  • Opera√ß√£o Cambio

  • Opera√ß√£o Campo Fertil

  • Opera√ß√£o Cana

  • Opera√ß√£o Cangaco

  • Opera√ß√£o Capitao Gancho II

  • Opera√ß√£o Carranca

  • Opera√ß√£o Carrossel

  • Opera√ß√£o Castelo

  • Opera√ß√£o Castelhana

  • Opera√ß√£o Cavalo de Tr√≥ia II


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  • Opera√ß√£o Alcaides moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • Opera√ß√£o Anaconda

  • Opera√ß√£o Anos Dourados

  • Opera√ß√£o Ant√≠dodo 1 e 2

  • Opera√ß√£o √Āraripe

  • Opera√ß√£o Argus

  • Opera√ß√£o Azahar

  • Opera√ß√£o Barrilha

  • Opera√ß√£o Bengala

  • Opera√ß√£o Bicho do Mato

  • Opera√ß√£o Big Brother

  • Opera√ß√£o Brother

  • Opera√ß√£o Cartas Marcadas

  • Opera√ß√£o Caixeiro Viajante II

  • Opera√ß√£o Capela

  • Opera√ß√£o Carbono

  • Opera√ß√£o Caso Unai

  • Opera√ß√£o Cataratas

  • Opera√ß√£o Catuaba

  • Opera√ß√£o Cavalo de Aco

  • Opera√ß√£o Cegonha

  • Opera√ß√£o Cerol

  • Opera√ß√£o Cevada

  • Opera√ß√£o Chacal


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  • Opera√ß√£o Cidade Nova moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • Opera√ß√£o Clone

  • Opera√ß√£o Cola

  • Opera√ß√£o Companhia do Exterm√≠nio

  • Opera√ß√£o Concha Branca

  • Opera√ß√£o Confraria

  • Opera√ß√£o Coqueiros

  • Opera√ß√£o Corvina

  • Opera√ß√£o Cruz Vermelha

  • Opera√ß√£o Curupira

  • Opera√ß√£o Decadencia total

  • Opera√ß√£o Dil√ļvio

  • Opera√ß√£o Gal√°ticos

  • Opera√ß√£o Galileia

  • Opera√ß√£o Game Over

  • Opera√ß√£o Garca

  • Opera√ß√£o Girino

  • Opera√ß√£o Good Vibes

  • Opera√ß√£o Guabiru

  • Opera√ß√£o Helios

  • Opera√ß√£o Hemostasia

  • Opera√ß√£o Hercules

  • Opera√ß√£o Hidra

  • Opera√ß√£o Hurricane


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  • Opera√ß√£o Domin√≥ moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • Opera√ß√£o Drake

  • Opera√ß√£o Esfinge

  • Opera√ß√£o Drake

  • Opera√ß√£o Esfinge

  • Opera√ß√£o Fara√≥

  • Opera√ß√£o Faroeste

  • Opera√ß√£o Farol da Colina

  • Opera√ß√£o Farrapos

  • Opera√ß√£o Fenix

  • Opera√ß√£o Fox

  • Opera√ß√£o Fraude Zero

  • Opera√ß√£o Furac√£o

  • Opera√ß√£o Iara

  • Opera√ß√£o Icaro

  • Opera√ß√£o Ilha da Fantasia

  • Opera√ß√£o Jaleco

  • Opera√ß√£o Kaspar I

  • Opera√ß√£o Kaspar II

  • Opera√ß√£o Jaleco Branco

  • Opera√ß√£o Lion-Tech

  • Opera√ß√£o Lince

  • Opera√ß√£o Lince II

  • Opera√ß√£o Macuna√≠ma

  • Opera√ß√£o Mamore

  • Opera√ß√£o Mandrake


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  • Opera√ß√£o M√£o-De-Obra moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • Opera√ß√£o Mapinguaribi

  • Opera√ß√£o Mascastes

  • Opera√ß√£o Mar Azul

  • Opera√ß√£o Mar Egeu

  • Opera√ß√£o Matusal√©m

  • Opera√ß√£o Medusa

  • Opera√ß√£o Mentolada

  • Opera√ß√£o Metastase

  • Opera√ß√£o Midas

  • Opera√ß√£o Milagre Economico

  • Opera√ß√£o Moeda Verde

  • Opera√ß√£o Monte √Čden

  • Opera√ß√£o Mucuripe

  • Opera√ß√£o Muro de Fogo

  • Opera√ß√£o Paz No Campo

  • Opera√ß√£o Predador

  • Opera√ß√£o Pucuma

  • Opera√ß√£o Rapina

  • Opera√ß√£o Rede Marginal

  • Opera√ß√£o Repique

  • Opera√ß√£o Replicante

  • Opera√ß√£o Rodin

  • Opera√ß√£o Rosa dos Ventos

  • Opera√ß√£o Saia Justa

  • Opera√ß√£o Scan

  • Opera√ß√£o Sanguessuga

  • Opera√ß√£o S. J. dos Campos

  • Opera√ß√£o Selo Opera√ß√£o Setembro Negro


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  • Opera√ß√£o Navalha moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

  • Opera√ß√£o Nicotina II

  • Opera√ß√£o Oitava Prag

  • Opera√ß√£o OrcrimEsa

  • Opera√ß√£o Pandora

  • Opera√ß√£o Pardal

  • Opera√ß√£o Pensacola

  • Opera√ß√£o Perseu

  • Opera√ß√£o Persona

  • Opera√ß√£o Petisco

  • Opera√ß√£o Pindorama

  • Opera√ß√£o Plata

  • Opera√ß√£o Planador

  • Opera√ß√£o Poeira no Asfalto

  • Opera√ß√£o Pombo Correio

  • Opera√ß√£o Pororoc

  • Opera√ß√£o Praga do Egito

  • Opera√ß√£o Sentinela

  • Opera√ß√£o Shogun

  • Opera√ß√£o Soro

  • Opera√ß√£o Sucuri

  • Opera√ß√£o TM

  • Opera√ß√£o Tamar

  • Opera√ß√£o Tango

  • Opera√ß√£o Taturana

  • Opera√ß√£o Tempestade no Oeste

  • Opera√ß√£o Tic-Tac

  • Opera√ß√£o Toca

  • Opera√ß√£o Toga

  • Opera√ß√£o Transito Livre

  • Opera√ß√£o Vampiro

  • Opera√ß√£o Voto Livre

  • Opera√ß√£o Xeque-Mate

  • Opera√ß√£o Zaqueu

  • Opera√ß√£o Zumbi


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BRAVO ZULU PARA VOCÊS modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus); !!!


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PRIVATIZA√á√ēES NESSE PER√ćODO moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);


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  • No per√≠odo de moderniza√ß√£o dos aeroportos brasileiros (Gale√£o, Guarulhos, Bras√≠lia, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus); 1991 a maio de 2000, ocorreu no Brasil a privatiza√ß√£o de 65 empresas e participa√ß√Ķes acion√°rias estatais federais, nos seguintes setores: el√©trico, petroqu√≠mico, de minera√ß√£o, portu√°rio, financeiro, de inform√°tica e de malhas ferrovi√°rias. Muitos Estados e Munic√≠pios foram compelidos pelo Governo Federal, mediante condicionamentos financeiros, a privatizar seus ativos; assim foram privatizados em S√£o Paulo a Fepasa e o Banespa, este √ļltimo sob protestos do ent√£o governador M√°rio Covas.

  • At√© maio de 2000, o conjunto de privatiza√ß√Ķes, inclu√≠das as empresas constantes do PND, o setor de telecomunica√ß√Ķes e empresas estatais dos Estados, gerou receita total de 91,1 bilh√Ķes de d√≥lares, inclusive d√©bitos transferidos.


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EMPRESAS PRIVATIZADAS modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

A MAIOR DOA√á√ÉO DO PATRIM√ĒNIO BRASILEIRO


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  • OS LEIL√ēES, FUNCIONAVAM COMO UMA VERDADEIRA FESTA DE AMIGOS, COM DIREITO A CHAMPAGNHE, ABRA√áOS, APERTOS DE M√ÉO E AL√ČM DAS SONORAS GARGALHADAS DO COMPRADORES, AO FIM DO PREG√ÉO, COM RAZ√ÉO, - POIS ADQUIRIAM A PRE√áO DE BANANA, AT√Č PAGANDO EM ALGUNS CASOS, COM FINANCIAMENTO DO PR√ďPRIO BNDES ‚Äď E DOS ELEMENTOS DO GOVERNO QUE VENDIAM AS EMPRESAS QUE N√ÉO FORAM CONSTRUIDAS E NEM A ELES PERTENCIAM, MAS AO POVO BRASILEIRO. S√ď PARA SE TER UMA ID√ČIA A VALE DO RIO DOCE FOI ADQUIRIDA, NA √ČPOCA, POR 3.6 BILH√ēES E HOJE VALE 270 BILH√ēES, FORA OUTROS ...


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ESC√āNDALOS INESQUEC√ćVEIS AMIGOS, COM DIREITO A CHAMPAGNHE, ABRA√áOS, APERTOS DE M√ÉO E AL√ČM DAS SONORAS GARGALHADAS DO COMPRADORES, AO FIM DO PREG√ÉO, COM RAZ√ÉO, - POIS ADQUIRIAM A PRE√áO DE BANANA, AT√Č PAGANDO EM ALGUNS CASOS, COM FINANCIAMENTO DO PR√ďPRIO BNDES ‚Äď E DOS ELEMENTOS DO GOVERNO QUE VENDIAM AS EMPRESAS QUE N√ÉO FORAM CONSTRUIDAS E NEM A ELES PERTENCIAM, MAS AO POVO BRASILEIRO. S√ď PARA SE TER UMA ID√ČIA A VALE DO RIO DOCE FOI ADQUIRIDA, NA √ČPOCA, POR 3.6 BILH√ēES E HOJE VALE 270 BILH√ēES, FORA OUTROS ...


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ANOS 70 AMIGOS, COM DIREITO A CHAMPAGNHE, ABRA√áOS, APERTOS DE M√ÉO E AL√ČM DAS SONORAS GARGALHADAS DO COMPRADORES, AO FIM DO PREG√ÉO, COM RAZ√ÉO, - POIS ADQUIRIAM A PRE√áO DE BANANA, AT√Č PAGANDO EM ALGUNS CASOS, COM FINANCIAMENTO DO PR√ďPRIO BNDES ‚Äď E DOS ELEMENTOS DO GOVERNO QUE VENDIAM AS EMPRESAS QUE N√ÉO FORAM CONSTRUIDAS E NEM A ELES PERTENCIAM, MAS AO POVO BRASILEIRO. S√ď PARA SE TER UMA ID√ČIA A VALE DO RIO DOCE FOI ADQUIRIDA, NA √ČPOCA, POR 3.6 BILH√ēES E HOJE VALE 270 BILH√ēES, FORA OUTROS ...

  • Caso Wladimir Herzog (outubro de 1975)

  • Caso Lutfalla

  • Caso Atalla

  • Caso Abdalla

  • Cassa√ß√Ķes dos Parlamentares no Governo Geisel (1975-1977)

  • Caso Manuel Fiel Filho (janeiro de 1976)

  • Primeiro Caso Econ√īmico (Ministro √āngelo Calmon de S√° acusado de passar um gigantesco cheque sem fundos)

  • Lei Falc√£o (1976)

  • Pacote de Abril (1977)

  • Grandes Mordomias dos Ministros no Governo Geisel

  • Caso Halles

  • Caso BUC

  • Caso Eletrobr√°s

  • Caso √Āurea

  • Caso UEB/Rio-Sul

  • Caso Lume

  • Caso Ipiranga

  • Caso Dow Qu√≠mica

  • Caso Nigeriano

  • Caso Tama

  • Caso Cobec

  • Caso Coscaf√©


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ANOS 80 AMIGOS, COM DIREITO A CHAMPAGNHE, ABRA√áOS, APERTOS DE M√ÉO E AL√ČM DAS SONORAS GARGALHADAS DO COMPRADORES, AO FIM DO PREG√ÉO, COM RAZ√ÉO, - POIS ADQUIRIAM A PRE√áO DE BANANA, AT√Č PAGANDO EM ALGUNS CASOS, COM FINANCIAMENTO DO PR√ďPRIO BNDES ‚Äď E DOS ELEMENTOS DO GOVERNO QUE VENDIAM AS EMPRESAS QUE N√ÉO FORAM CONSTRUIDAS E NEM A ELES PERTENCIAM, MAS AO POVO BRASILEIRO. S√ď PARA SE TER UMA ID√ČIA A VALE DO RIO DOCE FOI ADQUIRIDA, NA √ČPOCA, POR 3.6 BILH√ēES E HOJE VALE 270 BILH√ēES, FORA OUTROS ...

  • Caso Capemi

  • Caso do Grupo Delfim

  • Caso Baumgarten

  • Esc√Ęndalo da Mandioca

  • Esc√Ęndalo da Brasilinvest

  • Esc√Ęndalo da Proconsult

  • Esc√Ęndalo das Polonetas

  • Esc√Ęndalo do Instituto Nacional de Assist√™ncia M√©dica do INAMPS

  • Caso Morel

  • Crime da Mala

  • Caso Coroa-Brastel

  • Esc√Ęndalo das J√≥ias

  • Esc√Ęndalo do Minist√©rio das Comunica√ß√Ķes (grande n√ļmero de concess√Ķes de r√°dios e TVs para pol√≠ticos aliados ou n√£o ao Sarney. A concess√£o √© em troca de cargos, votos ou apoio ao presidente)

  • CPI da Corrup√ß√£o (1988)

  • Caso Chiarelli (Dossi√™ do Ant√īnio Carlos Magalh√£es contra o senador Carlos Chiarelli ou "Dossi√™ Chiarelli") (1988)

  • Caso Vale

  • Caso Imbraim Abi-Ackel

  • Esc√Ęndalo da Administra√ß√£o de Orestes Qu√©cia

  • Esc√Ęndalo do Contrabando das Pedras Preciosas


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ANOS 90 AMIGOS, COM DIREITO A CHAMPAGNHE, ABRA√áOS, APERTOS DE M√ÉO E AL√ČM DAS SONORAS GARGALHADAS DO COMPRADORES, AO FIM DO PREG√ÉO, COM RAZ√ÉO, - POIS ADQUIRIAM A PRE√áO DE BANANA, AT√Č PAGANDO EM ALGUNS CASOS, COM FINANCIAMENTO DO PR√ďPRIO BNDES ‚Äď E DOS ELEMENTOS DO GOVERNO QUE VENDIAM AS EMPRESAS QUE N√ÉO FORAM CONSTRUIDAS E NEM A ELES PERTENCIAM, MAS AO POVO BRASILEIRO. S√ď PARA SE TER UMA ID√ČIA A VALE DO RIO DOCE FOI ADQUIRIDA, NA √ČPOCA, POR 3.6 BILH√ēES E HOJE VALE 270 BILH√ēES, FORA OUTROS ...

  • Esc√Ęndalo da Aprova√ß√£o da Lei da Privatiza√ß√£o das Estatais

  • Programa Nacional de Desestatiza√ß√£o

  • Esc√Ęndalo do INSS (ou Esc√Ęndalo da Previd√™ncia Social)

  • Esc√Ęndalo do BCCI (ou caso S√©rgio Corr√™a da Costa)

  • Esc√Ęndalo da Ceme (Central de Medicamentos)

  • Esc√Ęndalo da LBA

  • Esquema PP

  • Esquema PC (Caso Collor)

  • Esc√Ęndalo da Eletronorte

  • Esc√Ęndalo do FGTS

  • Esc√Ęndalo da A√ß√£o Social

  • Esc√Ęndalo do BC

  • Esc√Ęndalo da Merenda

  • Esc√Ęndalo das Estatais

  • Esc√Ęndalo das Comunica√ß√Ķes

  • Esc√Ęndalo da Vasp

  • Esc√Ęndalo da Aeron√°utica

  • Esc√Ęndalo do Fundo de Participa√ß√£o

  • Esc√Ęndalo do BB

  • Centro Federal de Intelig√™ncia (Cria√ß√£o da CFI, primeira Medida Provis√≥ria do governo Itamar Franco para combater corrup√ß√£o em todas as esferas do governo federal) (1992)

  • Caso Edmundo Pinto (1992)

  • Esc√Ęndalo do DNOCS (Departamento Nacional de Obras contra a Seca) (ou caso Inoc√™ncio Oliveira)

  • Esc√Ęndalo da IBF (Ind√ļstria Brasileira de Formul√°rios)

  • Esc√Ęndalo do INAMPS (Instituto Nacional de Assist√™ncia Previd√™ncia Social)

  • Irregularidades no Programa Nacional de Desestatiza√ß√£o

  • Caso Nilo Coelho

  • Caso Eliseu Resende

  • Caso Queiroz Galv√£o (em Pernambuco)

  • Esc√Ęndalo da Telemig (Minas Gerais)

  • Jogo do Bicho (ou Caso Castor de Andrade) (no Rio de Janeiro)

  • Caso Ney Maranh√£o

  • Esc√Ęndalo do Paubrasil (Paubrasil Engenharia e Montagens)

  • Esc√Ęndalo da Administra√ß√£o de Roberto Requi√£o

  • Esc√Ęndalo da Cruz Vermelha Brasileira

  • Caso Jos√© Carlos da Rocha Lima

  • Esc√Ęndalo da Colac (no Rio Grande do Sul)

  • Esc√Ęndalo da Funda√ß√£o Padre Francisco de Assis Castro Monteiro (em Ibicuitinga, Cear√°)

  • Esc√Ęndalo da Administra√ß√£o de Ant√īnio Carlos Magalh√£es (Bahia)

  • Esc√Ęndalo da Administra√ß√£o de Jaime Campos (Mato Grosso)

  • Esc√Ęndalo da Administra√ß√£o de Roberto Requi√£o (Paran√°)

  • Esc√Ęndalo da Administra√ß√£o de Ottomar Pinto (em Roraima)

  • Esc√Ęndalo da Sudene de Pernambuco

  • Esc√Ęndalo da Prefeitura de Natal (no Rio Grande do Norte)

  • CPI do Detran (em Santa Catarina)

  • Caso Restaurante Gulliver (tentativa do governador Ronaldo Cunha Lima matar o governador antecessor Tarc√≠sio Burity, por causa das den√ļncias de Irregularidades na Sudene de Para√≠ba)

  • CPI do P√≥ (em Para√≠ba)

  • Esc√Ęndalo da Estacom (em Tocantins)

  • Esc√Ęndalo do Or√ßamento da Uni√£o (ou Esc√Ęndalo dos An√Ķes do Or√ßamento ou CPI do Or√ßamento)

  • Compra e Venda dos Mandatos dos Deputados do PSD

  • CPI da TV Jovem Pan (investiga√ß√Ķes sobre a compra da emissora que deve ao governo federal) (tamb√©m conhecido como Caso TV Jovem Pan)


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ANOS 90 (Cont.) AMIGOS, COM DIREITO A CHAMPAGNHE, ABRA√áOS, APERTOS DE M√ÉO E AL√ČM DAS SONORAS GARGALHADAS DO COMPRADORES, AO FIM DO PREG√ÉO, COM RAZ√ÉO, - POIS ADQUIRIAM A PRE√áO DE BANANA, AT√Č PAGANDO EM ALGUNS CASOS, COM FINANCIAMENTO DO PR√ďPRIO BNDES ‚Äď E DOS ELEMENTOS DO GOVERNO QUE VENDIAM AS EMPRESAS QUE N√ÉO FORAM CONSTRUIDAS E NEM A ELES PERTENCIAM, MAS AO POVO BRASILEIRO. S√ď PARA SE TER UMA ID√ČIA A VALE DO RIO DOCE FOI ADQUIRIDA, NA √ČPOCA, POR 3.6 BILH√ēES E HOJE VALE 270 BILH√ēES, FORA OUTROS ...

  • Caso Rubens Ricupero (tamb√©m conhecido como "Esc√Ęndalo das Parab√≥licas").

  • Esc√Ęndalo do Banco Econ√īmico (ou Segundo Caso Econ√īmico)

  • Esc√Ęndalo do Sivam (Primeira grave crise do governo FHC)

  • Esc√Ęndalo da Pasta Rosa

  • Esc√Ęndalo da CONAN

  • Esc√Ęndalo dos Gafanhotos (ou M√°fia dos Gafanhotos)[1]

  • Esc√Ęndalo da Administra√ß√£o de Paulo Maluf (na cidade de S√£o Paulo)

  • Esc√Ęndalo do BNDES (verbas para socorrerem ex-estatais privatizadas)

  • Esc√Ęndalo da Telebr√°s

  • Caso PC Farias

  • Esc√Ęndalo da Compra de Votos Para Emenda da Reelei√ß√£o

  • Esc√Ęndalo da Venda da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD)

  • Esc√Ęndalo da Previd√™ncia

  • Esc√Ęndalo da Administra√ß√£o do PT (primeira den√ļncia contra o Partido dos Trabalhadores desde a funda√ß√£o em 1980, feito pelo militante do partido Paulo de Tarso Venceslau)

  • Esc√Ęndalo dos Precat√≥rios

  • Esc√Ęndalo do Banestado

  • Esc√Ęndalo da Encol

  • Esc√Ęndalo da Mesbla

  • Esc√Ęndalo do Banespa

  • Esc√Ęndalo dos Medicamentos (grande n√ļmero de den√ļncias de rem√©dios falsificados ou que n√£o curaram pacientes)

  • Esc√Ęndalo da Desvaloriza√ß√£o do Real

  • Esc√Ęndalo dos Fiscais de S√£o Paulo (ou M√°fia dos Fiscais)

  • Esc√Ęndalo da Mappin

  • Esc√Ęndalo do Banco Marka (ou Caso Salvatore Cacciola)

  • Dossi√™ Cayman (ou Esc√Ęndalo do Dossi√™ Cayman ou Esc√Ęndalo do Dossi√™ Caribe

  • Esc√Ęndalo dos Grampos Contra FHC e Aliados

  • Esc√Ęndalo do Judici√°rio (ou CPI do Judici√°rio)

  • Esc√Ęndalo dos Bancos

  • CPI do Narcotr√°fico

  • CPI do Crime Organizado

  • Esc√Ęndalo da Banda Podre (no Rio de Janeiro)

  • Quebra do Monop√≥lio do Petr√≥leo (cria√ß√£o da ANP)

  • Esc√Ęndalo da Transbrasil

  • Esc√Ęndalo da Pane DDD do Sistema Telef√īnico Privatizado (o "Calad√£o")

  • Esc√Ęndalo dos Desvios de Verbas do TRT-SP (Caso Nicolau dos Santos Neto, o "Lalau")

  • Esc√Ęndalo da Administra√ß√£o da Roseana Sarney (no Maranh√£o, 1995-2002)

  • Corrup√ß√£o na Prefeitura de S√£o Paulo (ou Caso Celso Pitta, 1997-2000)

  • Esc√Ęndalo da Sudam

  • Esc√Ęndalo da Sudene

  • Esc√Ęndalo do Banpar√°

  • Esc√Ęndalo da Administra√ß√£o de M√£o Santa (no Piau√≠, 1999-2001)

  • Acidentes Ambientais da Petrobr√°s

  • Abuso de Medidas Provis√≥rias (5.491)

  • Esc√Ęndalo do Abafamento das CPIs no Governo do FHC

  • Esc√Ęndalo de Corrup√ß√£o dos Ministros no Governo FHC

  • CPI do Banestado

  • Esc√Ęndalo do Proer

  • Caso Marka/FonteCindam


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D√ČCADA DE 2000 AMIGOS, COM DIREITO A CHAMPAGNHE, ABRA√áOS, APERTOS DE M√ÉO E AL√ČM DAS SONORAS GARGALHADAS DO COMPRADORES, AO FIM DO PREG√ÉO, COM RAZ√ÉO, - POIS ADQUIRIAM A PRE√áO DE BANANA, AT√Č PAGANDO EM ALGUNS CASOS, COM FINANCIAMENTO DO PR√ďPRIO BNDES ‚Äď E DOS ELEMENTOS DO GOVERNO QUE VENDIAM AS EMPRESAS QUE N√ÉO FORAM CONSTRUIDAS E NEM A ELES PERTENCIAM, MAS AO POVO BRASILEIRO. S√ď PARA SE TER UMA ID√ČIA A VALE DO RIO DOCE FOI ADQUIRIDA, NA √ČPOCA, POR 3.6 BILH√ēES E HOJE VALE 270 BILH√ēES, FORA OUTROS ...

  • 2001

  • Caso Lu√≠s Est√™v√£o

  • Esc√Ęndalo da Quebra do Sigilo do Painel do Senado (envolvendo os presidentes do Senado, Ant√īnio Carlos Magalh√£es e Jader Barbalho)

  • Esc√Ęndalos no Senado em 2001

  • Caso Toninho do PT

  • 2002

  • Caso Celso Daniel

  • Caso Lunus (ou Caso Roseana Sarney)

  • 2003

  • Irregularidades no Fome Zero[carece¬†de fontes?]

  • Opera√ß√£o Anaconda

  • Caso Jos√© Eduardo Dutra

  • 2004

  • Esc√Ęndalo dos Bingos(ou Caso Waldomiro Diniz)

  • Caso Luiz Augusto Candiota

  • Caso C√°ssio Caseb

  • Caso Kroll

  • Esc√Ęndalo dos Vampiros

  • Irregularidades na Bolsa-Fam√≠lia


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D√ČCADA DE 2000 AMIGOS, COM DIREITO A CHAMPAGNHE, ABRA√áOS, APERTOS DE M√ÉO E AL√ČM DAS SONORAS GARGALHADAS DO COMPRADORES, AO FIM DO PREG√ÉO, COM RAZ√ÉO, - POIS ADQUIRIAM A PRE√áO DE BANANA, AT√Č PAGANDO EM ALGUNS CASOS, COM FINANCIAMENTO DO PR√ďPRIO BNDES ‚Äď E DOS ELEMENTOS DO GOVERNO QUE VENDIAM AS EMPRESAS QUE N√ÉO FORAM CONSTRUIDAS E NEM A ELES PERTENCIAM, MAS AO POVO BRASILEIRO. S√ď PARA SE TER UMA ID√ČIA A VALE DO RIO DOCE FOI ADQUIRIDA, NA √ČPOCA, POR 3.6 BILH√ēES E HOJE VALE 270 BILH√ēES, FORA OUTROS ...

  • 20005

  • Esc√Ęndalo dos Correios (Tamb√©m conhecido como Caso Maur√≠cio Marinho)

  • Esc√Ęndalo do IRB

  • Esc√Ęndalo da Novadata

  • Esc√Ęndalo da Usina de Itaipu ou Opera√ß√£o Castores

  • Esc√Ęndalo das Furnas

  • Esc√Ęndalo do Mensal√£o

  • Esc√Ęndalo do Le√£o & Le√£o

  • Esc√Ęndalo da Secom

  • Esc√Ęndalo do Brasil Telecom (tamb√©m conhecido como Esc√Ęndalo do Portugal Telecom ou Esc√Ęndalo da It√°lia Telecom)

  • Esc√Ęndalo da CPEM

  • Mensal√£o Tucano

  • Esc√Ęndalo dos D√≥lares na Cueca

  • Esc√Ęndalo do Banco Santos

  • Esc√Ęndalo Daniel Dantas - Grupo Opportunity (ou Caso Daniel Dantas)

  • Esc√Ęndalo do Banco BMG (Empr√©stimos para aposentados)

  • Esc√Ęndalo dos Fundos de Pens√£o

  • Esc√Ęndalo dos Grampos na Abin

  • Esc√Ęndalo do Foro de S√£o Paulo [carece¬†de fontes?]

  • Esc√Ęndalo do Mensalinho

  • 2006

  • Caso Toninho Barcelona

  • Doa√ß√£o de Roupas da Lu Alckmin (esposa do Geraldo Alckimin)

  • Esc√Ęndalo da Nossa Caixa

  • Esc√Ęndalo da Quebra do Sigilo Banc√°rio do Caseiro Francenildo (Tamb√©m conhecido como Caso Francenildo Santos Costa)

  • Esc√Ęndalo das Cartilhas do PT

  • 69 CPIs Abafadas pelo Geraldo Alckmin (em S√£o Paulo)

  • Esc√Ęndalo dos Gastos de Combust√≠veis dos Deputados

  • Esc√Ęndalo das Sanguessugas (Inicialmente conhecida como Opera√ß√£o Sanguessuga e Esc√Ęndalo das Ambul√Ęncias)

  • Opera√ß√£o Confraria

  • Opera√ß√£o Domin√≥

  • Opera√ß√£o Sa√ļva

  • Esc√Ęndalo do Vazamento de Informa√ß√Ķes da Opera√ß√£o M√£o-de-Obra

  • Mensalinho nas Prefeituras do Estado de S√£o Paulo

  • Esc√Ęndalo do Dossi√™

  • Esc√Ęndalo da Renascer em Cristo


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D√ČCADA DE 2000 AMIGOS, COM DIREITO A CHAMPAGNHE, ABRA√áOS, APERTOS DE M√ÉO E AL√ČM DAS SONORAS GARGALHADAS DO COMPRADORES, AO FIM DO PREG√ÉO, COM RAZ√ÉO, - POIS ADQUIRIAM A PRE√áO DE BANANA, AT√Č PAGANDO EM ALGUNS CASOS, COM FINANCIAMENTO DO PR√ďPRIO BNDES ‚Äď E DOS ELEMENTOS DO GOVERNO QUE VENDIAM AS EMPRESAS QUE N√ÉO FORAM CONSTRUIDAS E NEM A ELES PERTENCIAM, MAS AO POVO BRASILEIRO. S√ď PARA SE TER UMA ID√ČIA A VALE DO RIO DOCE FOI ADQUIRIDA, NA √ČPOCA, POR 3.6 BILH√ēES E HOJE VALE 270 BILH√ēES, FORA OUTROS ...

  • 2007

  • Opera√ß√£o Testamento

  • CPI da Crise A√©rea (Senado Federal e C√Ęmara dos Deputados)

  • Opera√ß√£o Hurricane (tamb√©m conhecida Opera√ß√£o Furac√£o)

  • Opera√ß√£o Octopus

  • Opera√ß√£o Navalha

  • Opera√ß√£o Carranca[carece¬†de fontes?]

  • Opera√ß√£o Xeque-Mate

  • Opera√ß√£o Moeda Verde

  • Caso Renan Calheiros

  • Esc√Ęndalo das Concess√Ķes (Concess√Ķes de Emissoras de R√°dio e TV no Caso Renan Calheiros}

  • Opera√ß√£o S√©timo C√©u

  • Opera√ß√£o Hurricane II (tamb√©m conhecida Opera√ß√£o Furac√£o II)

  • Caso Joaquim Roriz (ou Opera√ß√£o Aquarela)

  • Opera√ß√£o Babil√īnia

  • Opera√ß√£o Firula

  • Esc√Ęndalo do Corinthians (ou caso MSI)

  • Caso de Fraudes em Exames da OAB

  • Opera√ß√£o √Āguas Profundas (tamb√©m conhecida como Caso Petrobras)

  • Caso C√°ssio Cunha Lima (em Para√≠ba)

  • Opera√ß√£o Nove

  • Opera√ß√£o Casulo[carece¬†de fontes?]

  • Esc√Ęndalo das Estradas Fantasmas[carece¬†de fontes?]

  • Opera√ß√£o Ananias[carece¬†de fontes?]

  • Opera√ß√£o Ant√≠doto (fraudes em licita√ß√Ķes para compras de rem√©dios)[carece¬†de fontes?]

  • Opera√ß√£o Rapina [carece¬†de fontes?]

  • Opera√ß√£o Selo[carece¬†de fontes?]

  • Opera√ß√£o Persona[carece¬†de fontes?]

  • Opera√ß√£o Ouro Branco[carece¬†de fontes?]

  • 2008


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D√ČCADA DE 2000 AMIGOS, COM DIREITO A CHAMPAGNHE, ABRA√áOS, APERTOS DE M√ÉO E AL√ČM DAS SONORAS GARGALHADAS DO COMPRADORES, AO FIM DO PREG√ÉO, COM RAZ√ÉO, - POIS ADQUIRIAM A PRE√áO DE BANANA, AT√Č PAGANDO EM ALGUNS CASOS, COM FINANCIAMENTO DO PR√ďPRIO BNDES ‚Äď E DOS ELEMENTOS DO GOVERNO QUE VENDIAM AS EMPRESAS QUE N√ÉO FORAM CONSTRUIDAS E NEM A ELES PERTENCIAM, MAS AO POVO BRASILEIRO. S√ď PARA SE TER UMA ID√ČIA A VALE DO RIO DOCE FOI ADQUIRIDA, NA √ČPOCA, POR 3.6 BILH√ēES E HOJE VALE 270 BILH√ēES, FORA OUTROS ...

  • 2008

  • Esc√Ęndalo dos cart√Ķes corporativos

  • Esc√Ęndalo da Bancoop

  • 2009

  • Esc√Ęndalos das passagens a√©reas

  • Esc√Ęndalos dos deputados cara-de-pau, etc.


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DITADURA MILITAR? AMIGOS, COM DIREITO A CHAMPAGNHE, ABRA√áOS, APERTOS DE M√ÉO E AL√ČM DAS SONORAS GARGALHADAS DO COMPRADORES, AO FIM DO PREG√ÉO, COM RAZ√ÉO, - POIS ADQUIRIAM A PRE√áO DE BANANA, AT√Č PAGANDO EM ALGUNS CASOS, COM FINANCIAMENTO DO PR√ďPRIO BNDES ‚Äď E DOS ELEMENTOS DO GOVERNO QUE VENDIAM AS EMPRESAS QUE N√ÉO FORAM CONSTRUIDAS E NEM A ELES PERTENCIAM, MAS AO POVO BRASILEIRO. S√ď PARA SE TER UMA ID√ČIA A VALE DO RIO DOCE FOI ADQUIRIDA, NA √ČPOCA, POR 3.6 BILH√ēES E HOJE VALE 270 BILH√ēES, FORA OUTROS ...

Jornalista PAULO MARTINS

GAZETA DO PARAN√Ā


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  • Est√° a√≠ uma ditadura pior do que aquela que hoje insistem em apelidar de "ditadura militar". Como nos dias de hoje, naquele per√≠odo fui tamb√©m um cr√≠tico. N√£o lembro de ter sido perseguido, como insistem em afirmar que era o h√°bito da √©poca aqueles que, por falta de argumento para uma ret√≥rica razo√°vel, apelam sem disfarces para o desvirtuado e corrosivo "ouvi dizer". Que ditadura era aquela que me permitia votar ? Que nunca me proibiu de tomar uma cervejinha num desses bares da vida ap√≥s as vinte e tr√™s horas ? Ou num restaurante de beira de estrada ? Que ditadura era aquela que (eu n√£o fumo) nunca proibiu quem quer que seja de fumar ?¬†Que ditadura era aquela que nunca usou cart√£o corporativo para as primeiras damas colocarem at√© botox no rosto ou para outros roubarem milh√Ķes de reais do povo brasileiro ? Vi, sim, persegui√ß√Ķes, por√©m contra elementos de alta periculosidade √† √©poca, como o eram os Z√©s Dirceus, Z√© Genoino, Dilma Rousseof ‚Äď a Estela ‚Äď Marco Aur√©lio Garcia, Di√≥genes, o assassino do Capit√£o Schandler, como os que colocaram bombas em lugares p√ļblicos, como aquela no aeroporto de Guararapes, cujo resultado foi a morte de gente inocente, a√ß√Ķes de subversivos que desejavam implantar no Brasil um regime comunista, e para tal seguiam planos de formar nas selvas o que hoje, na Col√īmbia, chamam de FARCs.


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  • Que ditadura era aquela que permitia que a oposi√ß√£o combatesse o governo, como ocorria com deputados como Ulisses Guimar√£es, apenas para se citar um nome? Que ditadura era aquela que jamais sequer pensou em proibir a popula√ß√£o de usar armas para se defender, como hoje criminosamente pretendem ? Que ditadura era aquela que em nome da democracia, jamais admitiu invas√£o de propriedades e jamais sustentou bandidos com cestas b√°sicas em acampamentos e jamais impediu a policia de agir, como a ditadura de hoje ? Que ditadura engra√ßada aquela que chegou a criar at√© partido de oposi√ß√£o! Curiosa essa democracia de agora, em compara√ß√£o ao que chamam de "ditadura militar", "democracia que permite que ladr√Ķes do dinheiro p√ļblico continuem ocupando cadeiras no parlamento e cargos no governo e tolera at√© mesmo um presidente alegar que "n√£o sabia", para fugir de sua responsabilidade para com a causa p√ļblica. Que ditadura militar era aquela que jamais deu dinheiro de m√£o beijada para governantes comunistas, amigos¬†de presidente, como ocorre com a ditadura de hoje e, contra a qual n√£o nos permitem sequer contesta√ß√£o ? Que ditadura era aquela que jamais proibiu a revela√ß√£o das fu√ßas de bandidos em foto e TV como ocorre na "democracia" de hoje, numa gritante e vergonhosa prote√ß√£o do meliante, agressor da sociedade ? Escuta telef√īnica, eis mais uma a√ß√£o da "democracia" de hoje e proibida √† √©poca "daquela ditadura militar".


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  • Ah...√© verdade...Aquela ditadura proibia casamento de homem com homem, sexo expl√≠cito na TV alcan√ßando crian√ßas, proibia a pouca vergonha e n√£o dava folga para corruptos que eram cassados quando prevaricavam, sem permitir que a sociedade fosse punida com a perman√™ncia no palco da corrup√ß√£o dos delinq√ľentes, que hoje fazem CPIs para tapearam a sociedade e se escalam √†s mesmas como raposas cuidando do galinheiro.¬†Caetano Veloso est√° quieto em rela√ß√£o a essa ditadura que hoje a√≠ est√°. Apostasia de "seu ideal"? √Ä √©poca lan√ßou a m√ļsica "√Č proibido proibir". Hoje se cala. O que ajudou a promover, junto com Chico Buarque, Gilberto Gil e outros, est√° no poder. Que pelo menos altere o nome da m√ļsica para os dias de hoje para: "√Č permitido proibir". E que v√° se catar.


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PORTANTO, OS FATOS FORAM EXPOSTOS SUPERCIALMENTE, MAS S√ÉO REAIS E ESPERO QUE POSSAM CONTRIBUIR PARA SE JULGAR MELHOR ESSE PER√ćODO E NOS DAR EXPECTATIVA DE QUE O NOSSO PA√ćS RECOMECE A TRILHAR O CAMINHO CORRETO, SEM REVANCHISMO, COM O OBJETIVO DE SE TORNAR UMA GRANDE NA√á√ÉO, COMO ELE O √Č PELA SUA PR√ďPRIA NATUREZA F√ćSICA. QUE DEUS NOS PROTEJA!


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CR√ČDITOS REAIS E ESPERO QUE POSSAM CONTRIBUIR PARA SE JULGAR MELHOR ESSE PER√ćODO E NOS DAR EXPECTATIVA DE QUE O NOSSO PA√ćS RECOMECE A TRILHAR O CAMINHO CORRETO, SEM REVANCHISMO, COM O OBJETIVO DE SE TORNAR UMA GRANDE NA√á√ÉO, COMO ELE O √Č PELA SUA PR√ďPRIA NATUREZA F√ćSICA. QUE DEUS NOS PROTEJA!

  • FOTOS E TEXTOS: INTERNET.

  • M√öSICA: ‚ÄúAquarela do Brasil‚ÄĚ ‚Äď BANDA SINF√ĒNICA DO CORPO DE FUZILEIROS NAVAIS.

  • FORMATA√á√ÉO: geordandi2008@gmail.com