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Liga da Dor Curso Introdutório. Semiologia da Dor e Dor na Clínica Médica. Ana Claudia Tonelli de Oliveira Medicina: UFSM Medicina Interna : Santa Casa de Porto Alegre Especialização em Geriatria: PUCRS Prof Clínica Médica FFFCMPA. DOR. Sensação Subjetiva desagradável

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liga da dor curso introdut rio

Liga da DorCurso Introdutório

Semiologia da Dor e Dor na Clínica Médica

Ana Claudia Tonelli de Oliveira

Medicina: UFSM

Medicina Interna : Santa Casa de Porto Alegre

Especialização em Geriatria: PUCRS

Prof Clínica Médica FFFCMPA

slide3
DOR
  • Sensação Subjetiva desagradável
  • Pode assumir diferentes formas:

Pior sensação dolorosa

Desconforto

slide5
Estrutura orgânica sensível

+

Estímulo Adequado

=

Sensação dolorosa

dois grandes grupos
Estruturas muito sensíveis:

Estruturas pouco ou nada Sensíveis:

Dois Grandes Grupos:

Pele ( picada, calor, inflamação)

Dentina e polpa dentária (picada e inflamação)

Pleura parietal (inflamação e tração)

Peritônio parietal ( inflamação e compressão)

Cápsula Hepática ( distensão)

Músculo Cardíaco ( anóxia)

Sinóvia

Periósteo

Meninges

Ossos

Tecido Hepático

Superfícies articulares

Pleura visceral e parênquima pulmonar

Peritônio Visceral

Pericárdio visceral

Parênquima cerebral

recep o condu o e percep o
Recepção, Condução e Percepção
  • Um estímulo adequado atinge terminações sensitivas de uma estrutura,
  • Origina-se uma sucessão de fatos eletrofisiológicos (bradicininas),
  • O impulso percorre a via nervosa até as raízes dorsais da medula,
  • Neste nível passará para uma nova via de condução – feixes espino-talâmicos
  • Chega ao tálamo e córtex parietal
tipos de dor
Tipos de Dor
  • Dor Cutânea ou superficial
  • Dor Profunda
  • Dor visceral
  • Dor referida
  • Dor irradiada
dor cut nea ou superficial som tica
Dor Cutânea ou superficial (somática)
  • Provocada por:

Traumatismos, calor ou frio intensos, substâncias cáusticas e venenos.

  • Intensidade:

Depende muito do tipo e da intensidade do estímulo: é sentida no local exato do estímulo e a sensação tem qualidade própria para os diferentes estímulos.

tipos de dor1
Tipos de Dor
  • Dor Cutânea ou superficial
  • Dor Profunda
  • Dor visceral
  • Dor referida
  • Dor irradiada
dor profunda som tica
Dor Profunda (somática)
  • Sentida nos músculos, tendões, articulações e fáscias.
tipos de dor2
Tipos de Dor
  • Dor Cutânea ou superficial
  • Dor Profunda
  • Dor visceral
  • Dor referida
  • Dor irradiada
dor visceral
Dor Visceral
  • Provocada por:

Distensão, tração, inflamação, isquemia e contração espasmódica.

  • Qualidade:

Varia conforme a víscera:

Coração

Pleura

Vísceras ocas

Vísceras sólidas

dor visceral1
Dor Visceral
  • É percebida nas regiões que correspondem à sua origem embriológica

Coração – retroesternal

Intestino delgado – região umbilical

Apêndice - epigástrio

tipos de dor3
Tipos de Dor
  • Dor Cutânea ou superficial
  • Dor Profunda
  • Dor visceral
  • Dor referida
  • Dor irradiada
dor referida
Dor Referida
  • Profunda que se projeta à distância – metamérica.

Convergência das vias aferentes cutâneas e profundas de um mesmo segmento

dor referida1
Dor Referida
  • Não tem localização muito precisa e é contínua

Angina ou IAM

tipos de dor4
Tipos de Dor
  • Dor Cutânea ou superficial
  • Dor Profunda
  • Dor visceral
  • Dor referida
  • Dor irradiada
dor irradiada
Dor Irradiada
  • Provocada por: irritação direta de um nervo sensitivo ou misto. É sentida exatamente no território correspondente à raiz nervosa estimulada – superficial e profunda

Ex: Dor ciática: percepção da dor em território que é inervado pela raiz nervosa estimulada.

caracter sticas semiol gicas da dor
Características semiológicas da DOR
  • Localização
  • Irradiação
  • Caráter ou qualidade
  • Intensidade
  • Duração
  • Evolução
  • Relação com as funções orgânicas
  • Fatores desencadeantes ou agravantes
  • Fatores que aliviam
  • Manifestações concomitantes
1 localiza o
1.Localização
  • A melhor forma é pedir ao paciente que aponte com o dedo onde dói
  • Outros elementos podem ser retirados ao ver o paciente apontar: Ex: mão fechada retroesternal X ponta do dedo no precordio.
caracter sticas semiol gicas da dor1
Características semiológicas da DOR
  • Localização
  • Irradiação
  • Caráter ou qualidade
  • Intensidade
  • Duração
  • Evolução
  • Relação com as funções orgânicas
  • Fatores desencadeantes ou agravantes
  • Fatores que aliviam
  • Manifestações concomitantes
2 irradia o
2.Irradiação
  • Aplica-se os mesmos princípios anteriores

Ex.: cólica renal

caracter sticas semiol gicas da dor2
Características semiológicas da DOR
  • Localização
  • Irradiação
  • Caráter ou qualidade
  • Intensidade
  • Duração
  • Evolução
  • Relação com as funções orgânicas
  • Fatores desencadeantes ou agravantes
  • Fatores que aliviam
  • Manifestações concomitantes
3 car ter ou qualidade
3.Caráter ou Qualidade
  • Queimação: úlcera péptica
  • Em pontada ou Fincada: Dor pleurítica
  • Dor pulsátil: Alguns Tipos de cefaléia
  • Dor em cólica: intestinal, menstrual
  • Dor surda ( contínua, mas imprecisa eque não tem grande intensidade): –dor lombar
  • Dor constritiva/ aperto: IAM
  • Dor contínua: Pancreatite aguda
  • Dor do membro Fantasma: dor no membro amputado
caracter sticas semiol gicas da dor3
Características semiológicas da DOR
  • Localização
  • Irradiação
  • Caráter ou qualidade
  • Intensidade
  • Duração
  • Evolução
  • Relação com as funções orgânicas
  • Fatores desencadeantes ou agravantes
  • Fatores que aliviam
  • Manifestações concomitantes
4 intensidade
4.Intensidade

Atenção para a Relatividade!

intensidade
Intensidade
  • Leve
  • Moderada
  • Intensa
  • Muito intensa
graduar intensidade
Graduar intensidade
  • Zero = nenhuma dor
  • 10 = pior dor já sentida

0

10

caracter sticas semiol gicas da dor4
Características semiológicas da DOR
  • Localização
  • Irradiação
  • Caráter ou qualidade
  • Intensidade
  • Duração
  • Evolução
  • Relação com as funções orgânicas
  • Fatores desencadeantes ou agravantes
  • Fatores que aliviam
  • Manifestações concomitantes
5 dura o
5.Duração
  • Tempo decorrido entre o início da dor e o exame

Contínua

Cíclica ( periódica)

caracter sticas semiol gicas da dor5
Características semiológicas da DOR
  • Localização
  • Irradiação
  • Caráter ou qualidade
  • Intensidade
  • Duração
  • Evolução
  • Relação com as funções orgânicas
  • Fatores desencadeantes ou agravantes
  • Fatores que aliviam
  • Manifestações concomitantes
6 evolu o
6.Evolução
  • Pode intensificar-se progressivamente
  • Pode ser rítmica
  • Pode apresentar surtos periódicos ao longo da duração da doença
caracter sticas semiol gicas da dor6
Características semiológicas da DOR
  • Localização
  • Irradiação
  • Caráter ou qualidade
  • Intensidade
  • Duração
  • Evolução
  • Relação com as funções orgânicas
  • Fatores desencadeantes ou agravantes
  • Fatores que aliviam
  • Manifestações concomitantes
rela o com as fun es org nicas
Relação com as Funções Orgânicas
  • Leva em conta a localização da dor e os órgãos situados na área.

Ex: Tórax

retroesternal

cervical

epigástrica

lombar

baixo ventre

pernas

caracter sticas semiol gicas da dor7
Características semiológicas da DOR
  • Localização
  • Irradiação
  • Caráter ou qualidade
  • Intensidade
  • Duração
  • Evolução
  • Relação com as funções orgânicas
  • Fatores desencadeantes ou agravantes
  • Fatores que aliviam
  • Manifestações concomitantes
8 fatores desencadeantes ou agravantes
8.Fatores Desencadeantes ou Agravantes
  • Execução de esforço
  • Alimentação
  • Compressão do local
caracter sticas semiol gicas da dor8
Características semiológicas da DOR
  • Localização
  • Irradiação
  • Caráter ou qualidade
  • Intensidade
  • Duração
  • Evolução
  • Relação com as funções orgânicas
  • Fatores desencadeantes ou agravantes
  • Fatores que aliviam
  • Manifestações concomitantes
9 fatores que aliviam
9.Fatores que Aliviam
  • Também pode estar relacionados com as funções orgânicas
  • Posições antálgicas
  • Indução de vômito
  • Resposta a analgésicos já utilizados
caracter sticas semiol gicas da dor9
Características semiológicas da DOR
  • Localização
  • Irradiação
  • Caráter ou qualidade
  • Intensidade
  • Duração
  • Evolução
  • Relação com as funções orgânicas
  • Fatores desencadeantes ou agravantes
  • Fatores que aliviam
  • Manifestações concomitantes
10 manifesta es concomitantes
10.Manifestações Concomitantes
  • A própria dor, quando muito intensa pode provocar outros sintomas.

Cólicas: náuseas, vômitos, sudorese, palidez e mal-estar

É freqüente que a dor se acompanhe de manifestações relacionadas diretamente com sua causa. Ex.: cólica nefrética, enxaqueca clássica

slide48

Angina x Probabilidade pré-teste

Dor não-anginosa

Idade

Dor atípica

Dor típica

Probabilidade de lesões coronarianas (em %)

ACC/AHA Guidellines. www.acc.org

cefal ia e dor facial dor referida
Cefaléia e Dor Facial(Dor Referida)
  • Tecido Cerebral é insensível
  • Fossa anterior e média  anterior à sutura coronal
  • Fossa posterior  occipital e cervical superior
  • Esfenóide e Sela  Base
cefal ia tensional
Cefaléia Tensional
  • Síndrome mais comum de cefaléia
  • Episódica < 15 dias por mês
  • Crônica > 15 dias por mês
caracteristicas cefal ia tensional
Caracteristicas – Cefaléia Tensional
  • 30 minutos a 7 dias
  • Pressão ou peso
  • Dor leve a moderada
  • Localização variável, frequentemente bilateral
  • Náusea e vômitos São raros
enxaqueca
Enxaqueca
  • 17% das mulheres, 6% dos homens
  • Dor moderada a severa
  • Unilateral, pulsátil
  • 4 a 72 horas
  • Nausea, vômito, foto ou fonofobia
  • Com ou sem aura
causa o enxaqueca
Inflamação estéril dos vasos intracranianos – sistema trigeminovascular Serotonina (5-hydroxytryptamine) receptores

Fatores desencadeantes:

Stress

Menstruação

ACO

Infecção

Trauma

Vasodilatadores

Vinho

Queijos envelhecidos

Causação - Enxaqueca
cluster
Dor intensamente severa

Unilateral

Periorbital

15 a 180 minutos

Nausea e vômitos incomuns

Sem aura

Intolerância ao álcool

Predominância masculina

Hiperatividade autonômica:

Injeção conjuntival

Lacrimejamento

Congestão nasal

Ptose

Cluster
cluster2
Episodica

Dois episódios por ano a um a cada dois ou mais anos – sete dias no ano

Crônica

Fases de remissão menores do que 14 dias

Remissão prolongada ausente por mais de1 ano

Cluster
arterite temporal
Arterite Temporal
  • Dor unilateral moderada a severa,
  • Pacientes acima de 65 anos
  • Vasos do escalpo tortuosos
  • VSG elevado
  • Biópsia para diagnóstico definitivo
  • Tratamento com esteróides
  • Se não tratada complica com perda de visão
cefal ia cr nica di ria
Cefaléia Crônica Diária
  • 6 dias a uma semana em 6 meses
  • Bilateral, frontal ou occipital
  • Moderadamente severa
  • Devida a uso excessivo de analgésicos
  • ? Transformação de enxaqueca e Cefaléia tensional ?
neuralgia trigeminal
Neuralgia Trigeminal
  • Dor paroxistica – segundos a menos de 2 minutos
  • Distribuida ao longo do quinto par (trigêmio)
  • Assintomático entre os ataques
  • Pontos de gatilho
neuralgia p s herp tica
Neuralgia Pós-Herpética
  • Dor neurítica persistente por mais de 2 meses após erupção aguda
desordens temporomandibulares
Desordens Temporomandibulares
  • Sintomas
    • Cefaléia temporal
    • Dor de ouvido
    • Dor facial
    • Trismo
    • Barulho articular
  • 60% espontânea
slide62
Sensibilidade à palpação
  • Dor com movimento
  • Click audível