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Abordagem do Tabagismo

Abordagem do Tabagismo. Material do Curso para Capacitação de Profissionais de Saúde na Abordagem de Tratamento do Tabagista – SMS-RJ/INCA Agosto 2007. Tabagismo. Segundo a Organização Mundial de Saúde: Doença crônica transmissível, através da propaganda e publicidade;

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Presentation Transcript


  1. Abordagem do Tabagismo Material do Curso para Capacitação de Profissionais de Saúde na Abordagem de Tratamento do Tabagista – SMS-RJ/INCA Agosto 2007

  2. Tabagismo Segundo a Organização Mundial de Saúde: • Doença crônica transmissível, através da propaganda e publicidade; • Fator de risco para cerca de 50 doenças; • Maior causa isolada evitável de mortes precoces em todo o mundo; • Pandemia. • DEPENDÊNCIA À NICOTINA Grupo de transtornos mentais e de comportamento decorrentes do uso de substância psicoativa da CID 10ª revisão (F 17), OMS 1997.

  3. Nicotiana tabacum Aspirado Inalado Mascado Folha do tabaco • Cigarro • Cigarro de Bali • Charuto • Cachimbo • Fumo-de-rolo • Rapé

  4. Diferenças entre os derivados do tabaco Charutos e cachimbos: • Possuem as mesmas substâncias tóxicas da fumaça do cigarro. • O alcatrão e o monóxido de carbono são encontrados em concentrações maiores que na fumaça do cigarro. • O risco de desenvolver câncer de pulmão, doenças coronarianas e pulmonares é maior em fumantes de charuto/cachimbo do que em não- fumantes. • Comparado com o fumante de cigarro, o fumante de cachimbo/charuto tem o risco menor de desenvolver câncer de pulmão e o risco maior para câncer de boca.

  5. Diferenças entre os derivados do tabaco Charutos, cachimbos, fumo mascado e outros similares: • Cura da folha de tabaco ao ar livre - pH alcalino • Absorção pela mucosa da cavidade oral Cigarros, Cigarros de Bali,Cigarrilhas e outros similares : • Cura da folha de tabaco em fornos - pH ácido • Absorção no pulmão

  6. Quem fuma no mundo? Um terço da população adulta ou seja 1,2 bilhão de fumantes: • 800 milhões em países em desenvolvimento • 400 milhões nos países desenvolvidos • 2 bilhões de fumantes passivos • 2010: 1,6 bilhão de fumantes • OMS,2003

  7. Prevalência por Sexo Prevalência: 47% da população masculina e 12% população feminina no mundo Países em desenvolvimento: • 48% da população masculina • 7% da população feminina Países desenvolvidos a participação das mulheres mais do que triplica: • 42% dos homens • 24% das mulheres

  8. Tabagismo no Brasil • Cerca de 200 mil mortes/ano (OPAS, 2002) • Inquérito Domiciliar sobre Comportamentos de Risco e Morbidade Referida de Doenças e Agravos Não Transmissíveis , (INCA 2002 - 03) para > 15 anos, em 15 capitais brasileiras e no Distrito Federal Prevalência: • entre 12,9 a 25,2%; • homens > mulheres; • >em Porto Alegre e < em Aracaju; • maior entre as pessoas com menos de oito anos de estudo.

  9. Tabagismo em Jovens Vigescola - 12 capitais brasileiras ( 2002-2003 ) • Prevalência Experimentação: Masculino 36 a 58% Feminino 31 a 55% • Prevalência de Fumantes Atuais: Masculino 11 a 27% Feminino 9 a 24%

  10. Tabagismo no mundo *Atual *A partir de 2020 Países desenvolvidos 2 milhões 3 milhões Países em desenvolvimento 3 milhões 7 milhões países em desenvolvimento 3 milhões Total 5 milhões 10 milhões 7 * Estimativa de mortes anuais relacionadas ao tabagismo OMS,2003

  11. Estimativa de mortes anuaisrelacionadas ao tabagismo O TABAGISMO SOZINHO MATA MAIS QUE AIDS, COCAÍNA, HEROÍNA, ÁLCOOL, SUICÍDIOS, INCÊNDIOS E ACIDENTES DE TRÂNSITO EM CONJUNTO. OMS 2003

  12. Doenças Associadas ao Uso do Tabaco Doença coronariana (25%) • Angina e infarto do miocárdio Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica(85%) • Bronquite e enfisema pulmonar Câncer (30%) • Pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga, colo de útero, estômago e fígado Doença cerebrovascular (25%) • Derrame cerebral(AVC)

  13. Outras Doenças Associadas ao Uso do Tabaco • Tromboangeíte obliterante • Aterosclerose • Hipertensão arterial • Infecções respiratórias • Leucemia • Catarata • Menopausa precoce • Disfunção erétil • Úlcera péptica

  14. Comparação dos Riscos para Gestantes que Fumam em Relação com as Não Fumantes • Sofrer um aborto espontâneo é 1,7 vezes maior • Ter um bebê prematuro é 1,4 vezes maior • O bebê nascer com baixo-peso é 2 vezes maior • Morte perinatal é 1,3 vezes maior

  15. Tabagismo Passivo • Define-se como a inalação da fumaça de derivados do tabaco produtores de fumaça, por indivíduos não-fumantes, que convivem com fumantes em ambientes fechados. (OMS, 2001).

  16. Tabagismo Passivo • A poluição decorrente da fumaça dos derivados do tabaco em ambientes fechados, é denominada de poluição tabagística ambiental (PTA). • É a maior responsável pela poluição em ambientes fechados (OMS,2001). • Hoje estima-se que seja tabagismo passivo, a 3ª maior causa de morte evitável no mundo, subsequente ao tabagismo ativo e ao consumo excessivo de álcool(OMS,2001).

  17. Efeitos da Poluição Tabagística Ambiental Efeitos a curto prazo • Irritação nos olhos • Manifestações nasais • Tosse e cefaléia • Aumento dos problemas alérgicos e cardíacos

  18. Efeitos da Poluição Tabagística Ambiental Efeitos a médio e longo prazo • Redução da capacidade respiratória; • Risco aumentado em até 50% para infecções respiratórias em crianças; • Aumento do risco de aterosclerose; • Risco aumentado em 24% para infarto do miocárdio que os não-fumantes não expostos à PTA; • Risco aumentado em 30% para câncer de pulmão que os não-fumantes não expostos à PTA.

  19. Proteção contra a exposição à fumaça do tabaco Lei n.º 9.294/96 • Regulamentada pelo Decreto n.º 2.018/96. • Proíbe o uso de cigarros ou qualquer outro produto fumígeno derivado do tabaco, em recinto coletivo, privado ou público, tais como, repartições públicas, hospitais, salas de aula, bibliotecas, ambientes de trabalho, teatros e cinemas, exceto em fumódromos. • Fumódromo: área exclusiva destinada ao tabagismo, devidamente isolada e com arejamento conveniente. • Determina penalidades aos infratores.

  20. Regulamentação do conteúdo dos produtos do tabaco Lei Federal n.º 9.782 de 26/01/99 • Cria a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), - regulamentação, o controle e a fiscalização dos produtos derivados do tabaco. Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária n.º 46/2001 • Teores máximos permitidos: FEV/2002 SET/2002 Alcatrão 12 mg/cig 10 mg/cig Nicotina 1 mg/cig 1 mg/cig Monóxido carbono 12 mg/cig 10 mg/cig

  21. Embalagem e etiquetagem dos produtos de tabaco • Resolução da ANVISA n.º 46/01 • Proíbe a utilização, em embalagens ou material publicitário, de descritores, tais como, baixos teores, suave, light e outros que possam induzir o consumidor a uma interpretação equivocada quanto aos teores contidos nos cigarros. “ Este produto contem mais de 4.700 substâncias tóxicas, e nicotina que causa dependência física ou psíquica. Não existem níveis seguros para consumo destas substâncias”. • Medida provisória 2134-30/2001 + Resolução da ANVISA n.º 104/01 • Determina a inserção de advertências, acompanhadas de imagens e do número do telefone do Disque Pare de Fumar.

  22. Pesquisa realizada através do “Disque Pare de Fumar” Período: Março a Dezembro de 2002 com 89.305 entrevistados pelo telefone • 80% dos entrevistados fumantes. • 92% dos entrevistados apoiaram a medida. • 79% disseram que as fotos deveriam ser mais chocantes. • 90% conheceram o serviço “Disque Pare de Fumar” através dos maços de cigarro.

  23. Imagens nos Maços • No Brasil, uma pesquisa realizada em abril de 2002 pelo Instituto Data Folha, com 2.216 pessoas maiores de 18 anos em 126 municípios de todo país, revelou que: • 70% dos entrevistados acreditam que as imagens são eficientes para evitar a iniciação ao tabagismo; • 67% dos fumantes sentiram vontade de abandonar o fumo desde o início da veiculação das novas advertências; • 54% mudaram de idéia sobre os malefícios causados no organismo e estão preocupados com a saúde.

  24. Publicidade, promoção e patrocínio do tabaco Lei n.º 10.167/00 • Publicidade restrita à parte interna dos locais de venda, através de pôsteres, painéis e cartazes. • Patrocínio: Proibido em eventos esportivos nacionais e culturais desde 1º de janeiro de 2003. • Proíbe fumar nas aeronaves e demais veículos de transporte coletivo, a venda por via postal, a distribuição de amostra, a publicidade pela Internet, o merchandising e a comercialização em estabelecimento de ensino e saúde. • Majora o valor das multas e determina os órgãos competentes para fiscalizar o cumprimento da Lei n.º 9.294/96.

  25. Publicidade, promoção e patrocínio do tabaco Lei n.º 10.702/03 • Consolida mudanças previstas pela MP nº 118, que tratava do patrocínio de marcas de cigarros no Brasil. • Proíbe a venda de produtos do tabaco nos órgãos ou entidades da Administração Pública. • A transmissão de eventos esportivos internacionais realizados em países que ainda permitem o patrocínio de tabaco fica permitida até 30 de setembro de 2005, condicionada a veiculação, a cada 15 minutos, de advertências faladas e escritas sobre os malefícios causados pelo tabagismo. Além disso, a Lei exige a veiculação, na abertura e no encerramento da transmissão, de anúncio com duração não inferior a trinta segundos em cada inserção.

  26. Publicidade, promoção e patrocínio do tabaco Resolução da ANVISA n.º 15 • Define conceitos de propaganda de derivados do tabaco e pontos internos de venda. Resolução da ANVISA n.º 15/03 • Proíbe a venda de produtos derivados do tabaco na Internet.

  27. Medidas relacionadas a preços e impostos para reduzir a demanda de tabaco Instrução Normativa n.º 60/99 • Determina que os cigarros estão sujeitos ao Imposto sobre os Produtos Industrializados. Instrução Normativa n.º 2002 • Elevação de alíquota do IPI – fumo: gerou 11% de aumento nos preços dos cigarros brasileiros.

  28. Comércio Ilícito de Tabaco Decreto n.º 2.876/98 • Determina uma alíquota de 150% para os cigarros exportados para a América do Sul e Caribe. Decretos n.º 3646 e 3647/2000 • Estende a alíquota de exportação para folhas de tabaco, papel para manufatura de cigarros, cilindros e filtros para paises da América do Sul , Central e do Caribe exceto Argentina, Chile e Equador. Instrução Normativa n.º 95/01 • Estabelece normas para os selos de controle dos cigarros.

  29. Venda a Menores de Idade Estatuto da Criança e do Adolescente / 1990 • Proíbe a venda de produtos que causem dependência a menores de idade Resolução da ANVISA n.º 14/03 • Determina a impressão da seguinte frase nas embalagens dos produtos do tabaco: “Venda proibida a menores de 18 anos - Lei 8069/1990. PENA: detenção de seis meses a dois anos e multa.” Lei n.º 10.702/03 • Proíbe a venda de produtos fumígenos derivados do tabaco a menores de 18 anos.

  30. O Tabagismo como Dependência O que são drogas psicoativas ? • São substâncias naturais ou sintetizadas que ao serem ingeridas produzem alterações no SNC, modificando, assim, estado emocional e comportamental; • Por serem psicoativas produzem prazer, o que pode induzir ao abuso e dependência.

  31. O Tabagismo como Dependência O que é dependência à uma droga? • O uso e a necessidade, tanto física quanto psicológica, de uma substância psicoativa, apesar do conhecimento de seus efeitos prejudiciais à saúde; • Existência de um padrão de autoconsumo que, geralmente, resulta em tolerância, abstinência e comportamento compulsivo para consumir a droga. Fonte: OMS e Associação Americana de Psiquiatria

  32. O Tabagismo como Dependência • Forte desejo ou compulsão para consumir; • Dificuldade de controlar o uso em termos de início, término ou nível de consumo; • Na ausência ou diminuição surgem reações físicas como ansiedade, distúrbio do sono, depressão e convulsões (estado de abstinência fisiológico); • Necessidade de doses maiores (tolerância); • Abandono progressivo de outros prazeres e interesses e aumento de tempo para uso e/ou se recuperar dos efeitos; • Persistência no uso apesar das conseqüências.

  33. O Tabagismo como Dependência Compulsão: • Forte desejo de consumir uma substância. Tolerância: • Necessidade de doses cada vez maiores da substância para alcançar efeitos inicialmente conseguidos com doses menores. Síndrome de Abstinência: • Aparecimento de sintomas desagradáveis quando se pára o uso de uma substância.

  34. O Tabagismo como Dependência Ação das drogas no S.N.C. • Drogas Depressoras - diminuem a atividade mental. Afetam o cérebro, fazendo com que funcione de forma mais lenta. Essas drogas diminuem a atenção, a concentração, a tensão emocional e a capacidade intelectual. Ex. tranquilizantes, álcool, cola, morfina, heroína. • Drogas Estimulantes - aumentam a atividade mental. Afetam o cérebro, fazendo com que funcione de forma mais acelerada. Ex. nicotina, cafeína, anfetamina, cocaína, crack • Drogas Alucinógenas - alteram a percepção, provocando distúrbios no funcionamento do cérebro, fazendo com que ele passe a trabalhar de forma desordenada, numa espécie de delírio. Ex. LSD, ecstasy, maconha.

  35. O Tabagismo como Dependência A nicotina como droga: • Propriedades psicoativas; • Padrão de auto administração; • Compulsão; • Tolerância farmacológica; • Síndrome de abstinência. Grupo de transtornos mentais e de comportamento decorrentes do uso de substância psicoativa da CID 10ª revisão, OMS 1997

  36. O Tabagismo como Dependência Sinais e Sintomas: • Fissura; • Irritabilidade/Inquietação / Impaciência; • Dificuldade de concentração; • Ansiedade; • Depressão; • Fome/Aumento de peso; • Taquicardia.

  37. Bases para a Abordagem do Fumante • Ministério da Saúde - MS • Instituto Nacional de Câncer - INCA • Coordenação de Prevenção e Vigilância - Conprev • Divisão de Programas de Controle do Tabagismo e outros Fatores de Risco de Câncer

  38. Tabagismo – Enfoques do Tratamento • Lugar que a droga ocupa na vida do tabagista(Crenças); • A dependência do tabaco envolve riscos à vida do fumante, o que sugere uma intervenção breve; • Na dependência do tabaco, o indivíduo não “se submete” ao tratamento, participa do processo; • Deixar de fumar é o primeiro passo, o segundo é manter, e o que possibilita o alcance dessas metas é a mudança de comportamento.

  39. Abordagem Cognitiva Comportamental • Modelo de intervenção centrado na mudança de crenças e comportamentos que levam um indivíduo a lidar com uma determinada situação. • É o eixo central do tratamento, com ou sem o apoio medicamentoso

  40. Por Que Esta Abordagem No Tratamento Do Tabagista ? • Participação ativa do paciente e do profissional de saúde; • Orienta-se em metas que visam resolução do problema; • Utilizada com eficácia no tratamento de outras d. químicas; • Visa ter um tempo limitado; • As sessões são estruturadas; • Ajuda o paciente identificar, avaliar e reestruturar os pensamentos; • Não invalida que outros trabalhos sejam realizados em seguida, após intervenção na “crise”.

  41. Optar Por Atendimento Individual Nos Seguintes Casos: • Transtorno Psiquiátrico • Características de personalidade • Opção do paciente por individual

  42. Por Que Em Grupo? • O Programa usa a interação do grupo para incentivar e apoiar as mudanças, sem estimular a dependência.

  43. Características Do Tratamento Em Grupo • Tempo de vida pré-estabelecido; • Grupo temático e de reflexão; • Evita aspectos emocionais; • Conduzido, de preferência, por 2 pessoas; • Aborda pensamentos, comportamentos e sentimentos.

  44. Estrutura Das Sessões Do Grupo • - Atenção individual • - Estratégias e informações • - Revisão e discussão • - Tarefas

  45. Atenção Individual • Individualizar a atenção; • Estimular a participação; • Evitar o corte prematuro da discussão; • As questões pessoais após a sessão.

  46. Programa Consiste Em: 1º Mês: • Quatro sessões estruturadas: • Grupo de 12 à 15 pessoas; • Sentadas em círculo; • Uma vez por semana; • Duração de uma hora e meia

  47. Ao Final das Sessões Estruturadas • Deixar claro que o encerramento das 4 sessões não é o término do tratamento; • Valorizar sempre os benefícios obtidos e os que virão após parar de fumar; • Sublinhar que a continuidade do tratamento é fundamental; • Oferecer oportunidade para os participantes reverem a aprendizagem; • Encerrar o trabalho com um plano de ação.

  48. Programa Consiste Em: 2º MÊS: • Sessões quinzenais de manutenção: • Grupo de 12 a 15 pessoas; • duas sessões quinzenais; • uma hora de duração.

  49. Programa Consiste Em: 3º ao 12º MÊS: • Sessões mensais de manutenção: • uma sessão mensal; • uma hora de duração.

  50. Recomendações Para O Coordenador • Evitar que uma pessoa monopolize o grupo; • Ser acolhedor e gostar de trabalhar com grupos; • Mudar de assunto de maneira natural; • Individualizar a atenção; • Provocar perguntas; • Evitar anotações longas.

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