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Dra. Gilca Starling Diniz

QUALIDADE DE VIDA X SERVIÇO PÚBLICO UM DESAFIO POSSÍVEL. Dra. Gilca Starling Diniz. -        Noção dicotômica  saúde como mera ausência de doença.

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  1. QUALIDADE DE VIDA X SERVIÇO PÚBLICO UM DESAFIO POSSÍVEL Dra. Gilca Starling Diniz

  2. -        Noção dicotômica  saúde como mera ausência de doença. -        Definição da OMS (1947): “saúde é o estado de mais completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de enfermidade”. -         Avanços e criticas ao conceito da OMS. -         Áreas do conhecimento x conceito  cada área formula e adota o conceito que mais lhe agrada. O conceito de saúde

  3. “A percepção do indivíduo de sua posição na vida, no contexto da cultura e sistema de valores nos quais ele vive, e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações”. (OMS) Para a compreensão dessa percepção faz-se necessário considerar a configuração total do campo em que é produzido, campo este onde agem as diferentes dimensões: saúde física, saúde psicológica, relações sociais e meio ambiente. Destacamos os fatores dessas dimensões que estão associados diretamente à qualidade de vida, são eles: saúde física, saúde mental, longevidade, satisfação no trabalho, relações familiares, disposição, produtividade, dignidade e espiritualidade. QUALIDADE DE VIDA

  4. O Poder do Diálogo “As relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar.” (Nietzsche)

  5. gestão participativa poder do conhecimento aprendizagem ativa liderança compartilhada valorização ética responsabilidade social princípios

  6. time é balaio de gatos [multidisciplinar] pau pra toda obra [multifuncional] só pensam naquilo [objetivo comum] concentração [resultado coletivo] deixa comigo [senso de cobertura] arranca rabo [conflito sem censura] o time ganha [responsabilidade do time] o time decide [tá decidido]

  7. DIRQS UM POUCO DA HISTÓRIA

  8. ESTRUTURA PROCESSO RESULTADO Gestão Institucional Gestão do Negócio GESTÃO DA PROREH/DIRQS

  9. Gestão • Organização • Direção • Planejamento • Controle • Avaliação

  10. Organização Ausculta de todas as gerências e setores de todas as diretorias em conjunto com os 3 diretores e o pro - reitor Organização dos setores e gerências norteada pelo processo de trabalho

  11. METODOLOGIA DA AUSCULTA GESTÃO À VISTA

  12. Organização Realizada a proposta de reforma administrativa da PROREH, em discussão

  13. 5 ORGÃOS COM STATUS DIRETORIA ANTES

  14. PRÓ-REITORIA DE RECURSOS HUMANOS

  15. ANTES

  16. DIRETORIA DE QUALIDADE DE VIDA E SAÚDE DO SERVIDOR 2 ORGÃOS COM STATUS DIVISÃO (GÊRENCIA) 5 SETORES estrutura em 2005-2006

  17. PES 2005-2008 PROREH REPENSANDO ESTRATÉGIAS PARA A GESTÃO POIS...

  18. P G C PROJETO DE GOVERNO Carta programa TRIÂNGULO DE GOVERNO EU TU CAPACIDADE DE GOVERNO GOVERNABILIDADE DO SISTEMA

  19. Nós Críticos • - Eliminando ou diminuída a carga negativa, teremos um impacto significativo • - Centro prático da ação • Deve ser politicamente • oportuno agir sobre • a causa identificada

  20. P L A N E J A M E N T O E S T R A T É G I C O • Análise de cenários • PONTOS FORTES  OPORTUNIDADES •  PONTOS FRACOS  AMEAÇAS • IDENTIFICAR OS DESAFIOS ESTRATÉGICOS •   O QUE - PORQUE - QUEM  • PLANO DE AÇÃO definição no nível gerencial • Onde  • Como  • Quando  • Em qual prazo  • Com qual recurso 

  21. 17 5 PROGRAMAS PROJETOS

  22. 1. Introdução 2. Missão da PROREH: “ Promover e gerenciar o desenvolvimento de competências e habilidades das pessoas, contribuindo para a construção da excelência da UFU” 3. Visão da PROREH: “ Ser referência nacional em gestão de pessoas” 4. Princípios 5. Diretrizes 6. Dificuldades ELABORAÇÃO DO PLANO DE GESTÃO DA UFU

  23. QUALIDADE DE VIDA -SAÚDE DO SERVIDOR MÚLTIPLOS OLHARES

  24. Saúde do Servidor das Instituições Federais de Ensino Superior Total de IFES entrevistadas: 29 instituições

  25. MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃOSECRETARIA DE RECURSOS HUMANOSDECRETO Nº 5.961, DE 13 DE SETEMBRO DE 2006- SISOSP PORTARIA Nº 1.675, DE 6 DE OUTUBRO DE 2006 PORTARIA Nº 1.983, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2006

  26. DIRQS- REFLEXÕES MUDANÇAS

  27. crescimento valorparaocidadão pelomenorvalor talento informação resultados inovação conhecimento liderança

  28. CRISE PARADIGMÁTICA – MODELO CARTESIANO – EXPURGO DO SUBJETIVO E DIVISÃO CONHECIMENTO BUSCA DE NOVOS CENÁRIOS PARA PRODUÇÃO E CONSTRUÇÃO DO SABER E PRATICAS EMANCIPATÓRIAS TEORIA EPISTEMOLOGICA , PARADIGMA DA COMPLEXIDADE DIRQS- REFLEXÕES

  29. PENSAMENTO COMPLEXO ( ordem- desordem-interação-organização) E TRANSDISCIPLINARIDADE( unidade do conhecimento) NOSSA VISÃO HABITUAL DISCIPLINAR, COORPORATIVA, UNIDIRESIONAL TENDE A DEFORMAR A NOSSA VISÃO DE MUNDO SETOR SAÚDE – FRONTEIRAS IMPRECISAS DIRQS- REFLEXÕES

  30. DIMENSÕES DO SETOR SAÚDE MUNDO REAL ECOLÓGICA ÉTICA EPIDEMIOLOGICA TRANSCENDENTAL SETOR SAÚDE ESTRATÉGICA PSICO-SOCIAL CULTURA ECONÔMICA E POLÍTICA EDUCACIONAL REALIDADE TRANSETORIAL

  31. DIRQS MUDANÇAS Diretoria de Qualidade de Vida e Saúde do Servidor Gerência de Saúde do Trabalhador Gerência de Qualidade de Vida AMBULATÓRIO DO SERVIDOR ASSER SISTEMA INTEGRADO DE SAÚDE OCUPACIONAL DO SERVIDOR PÚBLICO SISOSP SETOR DE AÇÕES PSICOSSOCIAIS SIAPS SETOR INTEGRADO DE ATENÇÃO ÀS COMPULSÕES SEACS SETOR DE ENGENHARIA E SEGURANÇA OCUPACIONAL SETOR DE SAÚDE OCUPACIONAL JUNTA MÉDICA OFICIAL- JUMOF COMISSÃO DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE - COIPE

  32. DIRQS SISOSP

  33. “Todas as coisas já foram ditas. Mas como ninguém escuta, é preciso sempre recomeçar.” (André Gide)

  34. Boas condições de vida, viver em processos sociais de inclusão Ser alguém singular com direito a diferenças, ser sujeito de direito e cidadão, ser igual, ser nominal, ser respeitado por suas necessidades “especiais”, ser incluído Garantia de acesso a todas as tecnologias que melhoram e prolongam a vida, consumir serviços de saúde que possam impactar e qualificar seu modo de andar na vida Necessidades de saúde de indivíduos ou grupos MERHY, 2004

  35. Necessidades de saúde de indivíduos ou grupos • Ser acolhido e ter vínculo com um profissional ou equipe, sujeitos em relação • Autonomia e Autocuidado(construção do sujeito):ser tratado como sujeito do saber e do fazer, em produção, que irá a cada momento “operar” seu próprio modo de andar na vida MERHY, 2004

  36. DIRQS Diferenciação definição clientela Essencialidade PRESUPOSTOS trabalho interdisciplinar Financiamento GESTÃO Planejamento Controle Avaliação integralidade cuidado equidade Integração com rede

  37. DIRQS - DESAFIOS

  38. DIRQS- DESAFIOS

  39. MUDAR O CONTEXTO DO TRABALHO • CARÁTER MULTIPROFISSIONAL E INTERDISCIPLINAR • REORGANIZAÇÃO DO PROCESSO DE TRABALHO, DESLOCANDO-SE DO EIXO CENTRAL DO MÉDICO PARA UMA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL – A EQUIPE DE ACOLHIMENTO – A QUAL SE ENCARREGA DA ESCUTA DO USUÁRIO, COMPROMETIDA COM O SEU PROBLEMA E SAÚDE; • COMPLEXIDADE DOS VÍNCULOS AFETIVOS HUMANOS

  40. MUDAR O CONTEXTO DO TRABALHO • QUALIFICAÇÃO DA RELAÇÃO TRABALHADOR-USUÁRIO BASEADA EM PARÂMETROS HUMANITÁRIOS DE SOLIDARIEDADE E CIDADANIA". • NECESSIDADE DE “ UM PROCESSO DE TRABALHO NA DIRQS QUE SEJA USUÁRIO-CENTRADO”( PODER POR SUAS RAZÕES EM JOGO). • RESPONSABILIZAÇÃO E COMPARTILHAMENTO DOS SABERES ENTRE USUÁRIOS E TRABALHADORES • VALORIZAÇÃO DOS FATORES DE COMPETÊNCIA E PROTEÇÃO DOS SUJEITOS E MENOR FOCO NOS PROBLEMAS

  41. MUDAR O CONTEXTO DO TRABALHO • HOMENS E MULHERES: CONSTRUÇÃO IDENTITÁRIA DIFERENTE, LEVAR EM CONTA AS DIFERENÇAS • O DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES EMOCIONAIS PODE SER ENSINADO • NECESSIDADE DE AMPLIAR A QUALIFICAÇÃO DOS TRABALHADORES EM SAÚDE, TANTO NA DIMENSÃO TEÓRICA, TÉCNICA QUANDO NA DIMENSÃO ÉTICO-POLÍTICA, COMUNICACIONAL E DE INTER-RELAÇÕES PESSOAIS.

  42. NOVAS FORMAS DE CONSTRUIR MODELOS DE ATENÇÃO GESTOR USUÁRIOS TRABALHADOR Gestão participativa Mecanismos organizacionais Publicizar Ato de cuidar Trabalho vivo em ato Necessidades

  43. NOVAS FORMAS DE CONSTRUIR MODELOS DE ATENÇÃO TRANSIÇÃO DE CUIDADOS PREVENÇÃO • UNIVERSAL • SELETIVA • INDICADA PRÉ-CLÍNICA CLÍNICA • CONSTRUIR FOCO • LIMITAÇÃO DO SERVIÇO REDE DE CUIDADOS

  44. CONSTRUIR AÇÕES INTEGRADAS E MATRICIAIS DIRQS- DESAFIOS QUALIDADE VIDA SISOSP SAÚDE SUPLEMENTAR

  45. MUDANÇA DA FORMAÇÃO EM SAÚDE CONSTRUÇÃO DE UM NOVO FATOR DE EXPOSIÇÃO Necessidades Bio-psico-sociais de Saúde dos indivíduos e da comunidade • Acolher • Compreender e dar significado • Vincular e se Responsabilizar • Intervir • Resolver

  46. Gerência de Qualidade de Vida Missão: Desenvolver massa crítica voltada para ampliar as possibilidades de melhoria da qualidade de vida dos servidores da instituição

  47. Atender aos trabalhadores a partir de ações integradas das áreas de Serviço Social, Psicologia, Administração e Educação. Serviços oferecidos: Atendimento Individual Psicoterapia de Curta Duração SIAPS –Setor de Ações Psicossociais

  48. Serviços oferecidos: Psicoterapia de Grupo Grupo Terapêutico: Grupo MAIS – pessoas com idade a partir de 50 anos Administrando o estresse Reinventando a vida Desenvolvendo a auto-estima Cuidando do Cuidador SIAPS –Setor de Ações Psicossociais

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