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A Guerra Oculta De Cabinda

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A Guerra Oculta De Cabinda

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  1. A Guerra Oculta De Cabinda

  2. A Guerra Oculta de Cabinda Ha mais de 35 anos que o sufoco dos Cabindas tem sido ocultado. Aviso: Algumas imagens são excessivamente crueis para ver, mas a veracidade dos factos nos obriga apresenta-las. Desculpe! Perdoe-nos por isso.

  3. Cidadãos do mundodenunciem este sufoco que dura mais de 35 anos : Nãodigasobretudo que nuncasoube. Você étestemunhaperante o povo. A Guerra Oculta de Cabinda Observa atentamente o que segue...

  4. Um genocidio em silencio A Guerra Oculta de Cabinda

  5. No Comment

  6. No Comment

  7. No Comment No comment

  8. No Comment

  9. José Eduardo Dos Santos metemedo Graçasàsmulheres, Cabinda continua de pé, apesar do alto preço. Dos Santos

  10. No Comment

  11. Toda a sua família foi dizimada Apesar disso ela continua o seu combate, se bem que nenhum país ou instância internacional diz sequer uma palavra . Mas…de facto porquê este silêncio?

  12. Até as mulheres grávidas são eliminadas assassinada sem qualquer motivo, mas Angola(MPLA) serão 2 pessoas a menos ! Crime contra a humanidade

  13. As forças angolanas em acção : esta jovem acabará por ser torturada e depois assassinada . Estes são actos terroristas correntes em Cabinda que a comunidade internacional e os médias deviam denunciar, mas sempre silenciado a preço do petróleo de Cabinda. Terrorismo de estado Façam alguma coisa,senão o nosso povo será exterminado : é o objectivo pretendido por Angola (MPLA).

  14. Dos santos e os seus assassinos Dos Santos Presidente de Angoa Um agrupamento das forças angolanas em acção em Cabinda Eles fazem muito melhor que os seus mestres, eles recortam os cabindas em pedaços depois de um ritual de tortura sem limites.

  15. Portugal O povo cabindês está em vias de desaparecimento mas as instâncias e os países do mundo olham algures ! • Porquê este silêncio que mata mais… Nós, filhos de Cabinda esperamos pela vossa ajuda, agora que sabeis tudo, sóis a nossa única esperança !

  16. Conclusões • Angola pretende provocar uma amálgama entre os termos resistência e terrorismo. Na sua propaganda, quando se refere aos desertores chama-lhes antigos guerrilheiros, mas quando se refere aos actuais guerrilheiros fala em abandonar o terrorismo. • Esta amálgama é claramente deliberada e esconde nela a pretensão angolana de associar a resistência ao terrorismo para legitimar internacionalmente a sua acção belicista em Cabinda, excluindo a hipótese de uma verdadeira negociação para a solução pacífica do conflito. • O mais chocante é o facto de ver Angola que foi vítima dos métodos dos colonialistas portugueses, utilizar, hoje, os mesmos métodos e muito mais aperfeiçoados contra um povo irmão africano para perpetuar o seu neocolonialismo em Cabinda em vez de buscar uma coexistencia pacifica com eles. • Os métodos e os argumentos são exactamente os mesmos. Por outro lado, este tipo de propaganda demonstra que Angola não tem nenhuma intenção de négociar a questão de Cabinda .

  17. Conclusões • Se a história tem momentos de extravio, ela pode se reservar também momentos de reparação. É assim que a humanidade pude corrigir certas injustiças berrantes. • O caso de Cabinda é tão claro como o caso da Erytreia e de Timor-Leste. • Porquê dois pesos duas medidas ?

  18. Nós pedimos à Comunidade Internacional de : • - Pressionar o governoangolano e apelar a Portugal para que possamaceitar e abraçarnegociaçõesinclusivas, sinceras e transparentes com os representantes de Cabinda escolhidospeloseupovo, nãopor Angola, para discutir a possivelsolução da questção de Cabinda. • - Reconhecer o direito do povo de Cabinda à emancipação e apoiar abertamente o esforço de diálogo inclusivo entre Cabindas e depois com o governo angolano acompanhado de perto por observadores internacionais para solucionar a questão de Cabinda. • -Pressionar Angola para a retirada gradual das forças armadas angolanas desdobradas em Cabinda e desmilitarizar Cabinda para criar uma nova atmosfera que favoreça a paz. • - Assumir as suas responsabilidades com a intenção de organizar o referendo para a autodeterminação de Cabinda. • - Reconhecer e apoiar o esforço genuíno do povo Cabinda e do Fórum Liberal para a Emancipação de Cabinda para encontrar uma solução definitiva para Cabinda.