Introdução a Soft Systems Methodology - PowerPoint PPT Presentation

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  1. Métodos de Estruturação de Problemas Introdução a Soft Systems Methodology Rocio Soledad Gutierrez Curo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) Maio 2011

  2. Métodos de Estruturação de Problemas Estado de Arte - Checkland Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  3. Métodos de Estruturação de Problemas Estado de Arte - Checkland Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  4. Métodos de Estruturação de Problemas Estado de Arte - Checkland Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  5. Métodos de Estruturação de Problemas Estado de Arte - Checkland Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  6. Métodos de Estruturação de Problemas Estado de Arte - Checkland Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  7. Métodos de Estruturação de Problemas Estado de Arte - Checkland Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  8. Métodos de Estruturação de Problemas Estado de Arte - Checkland Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  9. Soft Systems Methodology - Checkland • A metodologia de Sistemas Flexíveis ou Soft Systems Methodology (SSM) foi desenvolvida por Peter Checkland. • Checkland trabalhou na indústria durante vários anos usando métodos de PO Hard, e foi aí que percebeu que estes eram inadequadas para problemas complexos com componente social grande. • Foi assim que nos anos 60, começou pesquisar sobre os métodos de PO Soft na Universidade de Lancaster. • Assim, a SSM foi criada em base a pesquisas de um grande número de projetos na indústria. A aplicação e seu refinamento concluíram-se anos depois.

  10. Soft Systems Methodology - Checkland • Processo estreitamente ligado ao pensamento sistêmico. • Foi proposta como um sistema de aprendizagem e intervenção na realidade. • A metodologia trata de situações humanas onde as pessoas procuram tomar ações que lhes fazem sentido, de acordo com algum propósito declarado. • Propõe a idéia de modelar os sistemas de atividade humana como conjuntos de atividades conectadas.

  11. Pessoas que melhorariam a situação problemática Situação Problemática do Mundo real História Situação Sistemas relevantes A situação como uma cultura Modelos Análise da Intervenção Análise do “Sistema Social” Análise do “Sistema Político” Soft Systems Methodology - Checkland Atividades Resultados Diferenças entre modelos e o mundo real Mudanças sistemicamente desejáveis e culturalmente factíveis Ação para melhorar a situação Corrente de análise cultural Corrente de análise baseada na lógica

  12. Câmbios: Sistemicamente desejáveis e culturalmente factíveis Situação problema considerada problemática. Ação para Melhorar a situação problemática 1 7 6 2 Comparação dos modelos com o mundo real Situação problema expressada 5 Definições raízes Modelos conceptuais dos sistemas 4 3 Soft Systems Methodology - Checkland Mundo Real Pensamento sistêmico sobre o mundo real

  13. Soft Systems Methodology - Checkland • Este processo é um processo iterativo, onde às vezes se requerem várias iterações dos sete passos para conseguir bons resultados. • O processo é bastante adequado para tratar de forma explícita os aspectos subjetivos, onde a aprendizagem é ditada como a perspectiva da atividade de apóio à decisão. Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  14. Métodos de Estruturação de Problemas Reconfiguração da SSM - Georgiou Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  15. Métodos de Estruturação de Problemas Reconfiguração da SSM - Georgiou Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  16. Métodos de Estruturação de Problemas Reconfiguração da SSM - Georgiou De... ... A Traduzido de Georgiou (2011) Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  17. Métodos de Estruturação de Problemas Reconfiguração da SSM - Georgiou O prof. Ion Georgiou reconfigurou as 7 etapas em três fases: • Produção de conhecimento. • Definição do problema. • Planejamento sistêmico. Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  18. Reconfiguração da SSM- IonGeorgiou Traduzido de Georgiou (2011)

  19. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 1 – Produção de conhecimento • Produzir qualquer conhecimento contextual é possível dada uma situação problemática. • Para gerar conhecimento, Checkland sugere usar os Rich Pictures ou Desenhos Ricos. • Estes Desenhos Ricos são uma expressão resumida de uma situação problemática, os quais têm que ser graficamente atraentes, claras e compreensivas nos assuntos. Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  20. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 1 – Produção de conhecimento • Georgiou apresenta uma análise denominada “Análise 123” para gerar informação significante nesta primeira fase. Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  21. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 1 – Produção de conhecimentoAnálise 1 • Identificação dos agentes envolvidos na situação problemática. • Estes elementos envolvidos não são só pessoas físicas (Quem), senão também entidades abstratas (Que) que estão constituídas por pessoas físicas. • Por exemplo: • Quem: a equipe de trabalho, administradores, chefes de certa área, e todo aquele envolvido na situação problemática. • Que: intuições específicas públicas ou privadas, o Governo, universidades e toda aquela entidade envolvida na situação problemática. Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  22. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 1 – Produção de conhecimentoAnálise 2 • Identificação das dinâmicas socioculturais do contexto da situação problemática. • Alguns de estes aspectos poderiam ser explícitos. Por exemplo: a organização tem una tendência pelo controle hierárquico evidenciado por sua estrutura • Outros poderiam ser implícitos. Por exemplo: a cultura culpável que se impregna na cultura organizacional e no contexto do problema. Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  23. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 1 – Produção de conhecimentoAnálise 2 • Por exemplo, em uma organização poderiam existir algumas ou todas destas dinâmicas socioculturais: • Burocracia • Hierarquia organizacional • Desorganização • Metas orientadas • Cultura ameaçante • Cultura dependente • Manejo de dados • Cultura da otimização, etc.

  24. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 1 – Produção de conhecimentoAnálise 3 • Identificação das dinâmicas de poder do contexto da situação problemática. • Identifica-se esta dinâmica de poder para cada agente identificado na análise 1, descrevendo qual é o seu role frente à situação problemática. • Por exemplo: • Gerente Geral: Tem o poder de forçar as mudanças internas, o poder para impor ou para influenciar na situação. • O Governo: Tem o poder de forçar as mudanças do tipo econômico, social ou político. Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  25. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 1 – Produção de conhecimentoAnálise 3 • Algumas perguntas de utilidade para reconhecer as dinâmicas de poder são as seguintes: • Quem ou que tem o poder? • Como é manifestado esse poder? • O que tipo de poder: autocrático, autoritário, hierárquico, controle, … tem? • Quem ou o que tem menos ou não tem poder? • Quem ou o que pode influenciar e como? • Quem ou o que tem o poder direto o indireto? Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  26. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 1 – Produção de conhecimentoAnálise 123 • Dada uma situação problemática devemos saber quem e o que está envolvido (Análise 1). • Estar envolvido implica ter algum poder de envolvimento, que é descrito e talvez possa ser medível por meio de uma escala (Análise 3). • Assim, existe uma inter-relação entre a análise 1 e 3, onde todos os agentes da análise 1 deve ter descrito sua dinâmica de poder, na análise 3. • Ademais, todos estes estão envolvidos dentro de um contexto que pode ser caracterizado (Análise 2). Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  27. Reconfiguração da SSM- IonGeorgiou Traduzido de Georgiou (2011)

  28. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 2 – Definição do Problema • Esta é uma fase mais técnica e complicada. • O objetivo é prover uma descrição rigorosa, tanto quanto seja possível, de qual é o problemático na situação. • Definir um problema tão especificamente como seja possível significa resolvê-lo parcialmente. • Definir um problema especificamente requer particulares ferramentas conceituais. Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  29. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 2 – Definição do Problema • Esta fase está dividida em três análises inter-relacionadas: • Identificação das transformações. • Contextualizar cada transformação. • Resumir cada contextualização em forma de atividades de planejamento. Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  30. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 2 – Definição do problemaAnálise 1: Transformações • Uma situação problemática implica um estado não desejável que precisa ser transformado em um estado desejável. • SSM sugere que dever-se-ia focar na identificação das transformações evidentemente requeridos na situação problemática. • Para identificar estas transformações, propõe-se quatro regras: Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  31. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 2 – Definição do problemaAnálise 1: Transformações • Considerar só uma entrada e uma saída. • A entrada tem que estar presente na saída mas mudada. • Uma entrada intangível ou abstrata tem que resultar em uma saída intangível ou abstrata. • Uma entrada tangível ou concreta tem que resultar em uma saída tangível ou concreta. Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  32. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 2 – Definição do problemaAnálise 1: Transformações • O conjunto de transformações identificadas define o problema, porque se os estados desejáveis são alcançados, a situação é aliviada de seus aspectos problemáticos. • As entradas e saídas têm que responder às perguntas, respectivamente: • Qual é o problema a ser resolvido? • Qual poderia ser uma solução a este problema? Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  33. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 2 – Definição do problemaAnálise 1: Transformações • Exemplo de transformações: Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  34. Fase 2 – Definição do problemaAnálise 1: Transformações • Uma forma de poder eleger uma quantidade de transformações a ser consideradas nos demais cálculos é por meio de um mapa SODA, onde se consideram todas as transformações identificadas. • As transformações selecionadas serão aquelas que se encontrem no nível inferior, pois serão as causas primárias da situação problemática; ou aquelas que tenham um maior Implosion Grade, ou seja, a que tenha mais setas entrando a ele.

  35. Fase 2 – Definição do Problema Método SODA -> > Implosion Grade Tails -> Causas primárias

  36. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 2 – Definição do problemaAnálise 2: Contextualização • A contextualização de cada transformação está dada pela mnemotécnica CATWOE. • É importante ressaltar que as definições dos termos de CATWOE estão enfocados só ao contexto de SSM, sem relação de como estes podem ser entendidos em outros contextos. Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  37. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 2 – Definição do problemaAnálise 2: Contextualização ustomers C ctors A ransformation T eltanschauung W wners O nvironment E Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  38. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 2 – Definição do problemaAnálise 2: Contextualização • Os agentes identificados na análise 1 da fase 1 ajudarão identificar os C, A e O. • O CATWOE indica que a realização de uma transformação (T) não pode ser planejada antes de que seja entendido quem está envolvido e como (C, A y O), porque esta T deve ser feita (W) e as restrições a ser tomadas em conta para T (E). • A relevância do Weltanschaunng é o central no CATWOE. W é uma palavra em alemão traduzido em inglês como world-view. Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  39. Fase 2 – Definição do problemaAnálise 2: Contextualização

  40. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 2 – Definição do problemaAnálise 2: Contextualização • Em resumo, o que CATWOE disse é: Diga-me qual é sua transformação, quem está envolvido e como, o porque esta transformação deveria ser feita, provendo informações de restrições imediatas que deverão ser tomados em conta para analisar e planejar sobre esta transformação. Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  41. Fase 2 – Definição do problemaAnálise 2: Contextualização C ustomers: Demanda urgente, clientes de negócios A ctors: Pessoal / equipe ransformation: Lapso de tempo inaceitável para tratar a demanda urgente -> lapso de tempo aceitável T eltanschauung: Um lapso de tempo aceitável deve fazer crescer a qualidade do serviço de maneira que os efeitos prejudiciais para os clientes sejam reduzidos, e as expectativas da organização e dos clientes sejam resolvidas. W O wners: Organização, clientes nvironment: Roles de pessoal e itens do mercado, não coordenação para a provisão do serviço, capacidade, estratégia operacional E

  42. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 2 – Definição do problemaAnálise 2: Contextualização CATWOE1 Result1 W1 W2 T CATWOE2 Result2 Result3 CATWOE3 W3 Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  43. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 2 – Definição do problemaAnálise 3: Declarações do planejamento • O passo final da fase 2 é integrar todos os elementos listados no CATWOE. • A forma de integrar estes elementos está aberto a uma amplia gama de interpretações. • Para minimizar esta amplia gama de interpretações, para cada T, SSM requere uma afirmação integral simples dos elementos do CATWOE, esta afirmação é denominada definição raiz. Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  44. Fase 2 – Definição do problemaAnálise 3: Declarações do planejamento Definição raiz: Um sistema operado pelo pessoal que define e mantêm um lapso de tempo aceitável para a demanda urgente, de acordo às expectativas organizacionais e dos clientes, e dos roles do pessoal, com o propósito de assegurar a qualidade do serviço que não afete prejudicialmente os negócios dos clientes, em um ambiente onde não existe coordenação para a provisão do serviço, e onde a capacidade e estratégia operacional tem um rol importante.

  45. Reconfiguração do SSM- IonGeorgiou Traduzido de Georgiou (2011)

  46. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 3 – Planejamento Sistêmico • Todas as análises anteriores foram baseados no que pode ser congregado na situação. • No entanto, esta última fase concerne a um planejamento sistêmico para o futuro. • Envolvendo assim o conhecimento obtido nas duas fases anteriores para o planejamento sistêmico a curto prazo mas com benefícios de mediano ao longe prazo Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  47. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 3 – Planejamento Sistêmico O processo do planejamento sistêmico para cada transformação: • Listar as atividades requeridas para realizar a transformação. • Relacionar as atividades conceitualmente. • Estipular critérios de controle (denominado como um modelo conceitual ou sistema de atividade humana (HAS)) Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  48. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 3 – Planejamento Sistêmico • As relações devem realizar-se considerando as atividades iguais entre uma transformação e outra, integrando-as e formando uma atividade só. • Observa-se então uma apreciação holística de múltiples transformações e atividades. • Desde a dependência inter-transformativa explícita, só neste nível é quando um plano pode ser apreciado como verdadeiramente sistêmico. Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  49. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 3 – Planejamento Sistêmico Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011

  50. Métodos de Estruturação de Problemas Fase 3 – Planejamento Sistêmico Rocio Soledad Gutierrez Curo Maio 2011