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A teoria clonal (I). A teoria clonal (III). Número de células de uma especificidade. Limite do nível de proteção. No. divisões celulares. Seleção clonal induz proliferação e aumenta a frequência das células efetoras. Remoção dos clones celulares autorreativos.

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sele o clonal induz prolifera o e aumenta a frequ ncia das c lulas efetoras

Número de células de uma especificidade

Limite do nível de proteção

No. divisões celulares

Seleção clonal induz proliferação e aumenta a frequência das células efetoras
slide4

Remoção dos clones celulares autorreativos

Remoção de células autorreativas

TOLERÂNCIA IMUNOLÓGICA

!!!!células para Ag. próprio!!!!

Células com receptores para auto-antígenos podem ser removidas do REPERTÓRIO antes da expansão clonal

estrutura das imunoglobulinas
Estrutura das Imunoglobulinas
  • Uma zona constante que determina a função efetora
  • Uma zona variável que determina a especificidade
estrutura das imunoglobulinas1
Estrutura das Imunoglobulinas
  • Cada zona é formada por 2 cadeias polipeptídicas unidas por pontes dissulfeto:
    • Cadeia Leve (L)

K ou l

    • Cadeia Pesada (H)

m,g,a,d ou e

estrutura das imunoglobulinas iv
Estrutura das Imunoglobulinas (IV)
  • Decomposição química das Ig
    • Fc
    • Fab
    • F(ab’)2
    • Cadeias L e H
classes das imunoglobulinas i
Classes das Imunoglobulinas (I)
  • A classe é determinada pelo isotipo da cadeia pesada
o dom nio da regi o vari vel
O domínio da região variável
  • Regiões hipervariáveis (HV)
    • Formam a zona de ligação ao antígeno (Complementary Determining Region) CDR
    • Situam-se nos “loops” entre as cadeias b
    • Flexíveis => modificações conformacionais após a ligação ao antígeno
o dom nio das regi es constantes
O domínio das regiões constantes
  • Região da dobradiça
    • Flexível
    • Faz com que os braços assumam ângulos variáveis, quando ligados ao antígeno
o dom nio das regi es constantes1
O domínio das regiões constantes
  • Cadeia paralela oligossacarídica
  • Mais acessível ao meio
  • Ativação do complemento (IgG,IgM)
propriedades das ig
Propriedades das Ig
  • IgG 80% da Ig sérica

Atravessam a placenta (dependendo da espécie)

Ativador do complemento

Ligam-se com alta afinidade ao receptor Fc, mediando a opsonização

  • IgA

10-15% da Ig sérica

Ig predominante nas secreções (leite, saliva, lágrimas, muco boncrial, do tracto geniturinário e digestivo)

propriedades das ig1
Propriedades das Ig
  • IgM

5-10% Ig sérica

1ª Ig produzida na resp. Imune

  • IgE Mediador da hipersensibilidade, RI parasitos
  • IgD maturação celular, função?
outros componentesa das ig
Outros componentesa das Ig
  • Cadeia J(J )
  • Componente Secretor
cadeia j j
Cadeia J(J )

Produzido pelos linfócitos

Função: unir os monômeros para formar e estabilizar os polímeros ( Ig A, IgM)

componente secretor
Componente Secretor

. Produzido pelas células da mucosa epitelial

. Liga ao dímero de IgA para formar a IgA secretada (SIg A)

. Função: proteger SIgA contra proteases da secreção.

componente secretor1
Componente Secretor

J chain

Secreted piece

slide21

Y

`

`

`

`

`

`

`

`

Y

Y

Y

Bloqueia ligação com células

Bloqueia a toxina

Previne toxicidade

Previne invasão

Mecanismos efetores da R.I. contra bactérias extracelulares e toxinas

NEUTRALIZAÇÃO

slide22

Bactéria extracelular

+

Ac

Ligação ao receptor Fc

OPSONIZAÇÃO

Fagocitose

Mecanismos efetores da R.I. contra bactérias extracelulares

OPSONIZAÇÃO

slide23

bactéria

+

AC &

COMPLEMENTO

Opsonização

Complemento &

Receptor Fc

Fagociytose

Mecanismos efetores da R.I. contra bactérias extracelularesCOMPLEMENTO

Lise