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Presentation Transcript

  1. FORMAÇÃO PARA CASAIS PILOTO SETORES A e B – SANTOS 2010

  2. ORAÇÃO DOS EQUIPISTAS AO ESPÍRITO SANTO. • Espírito Santo, Vós sois o alento do Pai e do Filho, na plenitude da eternidade. Vós nos fostes enviado por Jesus, para nos fazer compreender tudo o que Ele nos disse, e nos conduzir à verdade completa. Vós sois para nós, sopro de vida, sopro criador, sopro santificador. Vós sois quem renova todas as coisas. Vos pedimos humildemente, que nos deis vida e que habiteis em cada um de nós, em cada um de nossos lares, em cada uma de nossas Equipes, para que possamos viver o sacramento do matrimônio como lugar de amor, um projeto de felicidade e um caminho para a santidade. Amém!

  3. INTRODUÇÃO • A PILOTAGEM DENTRO DO CONTEXTO DAS EQUIPES DE NOSSA SENHORA

  4. Formação Casal Piloto • “Aquele que se retrai, perde-se;aquele que se dá, ganha-se. O dom de si é ao mesmo tempo criador, seja em cada uma das personalidades, seja da comunidade”. Pe. Henri Caffarel

  5. PILOTAGEM O porquê da pilotagem? O que é? Para quem é destinada?

  6. Objetivos 1) Levar aos casais e ao SCE os conhecimentos básicos sobre a proposta de vida do Movimento, seu método e sua história.

  7. Objetivos 2) Dando-lhes oportunidade de experimentar: • O diálogo – Caminho para o Dever de Sentar-se; • A Leitura e a reflexão Bíblica – Caminho para escuta da palavra e meditação; • A partilha dos esforços em comunidade; • A co-participação de suas vidas vivendo o auxílio mútuo.

  8. Objetivos Ainda... • Fazê-los perceber que a reunião de equipe não pode ser improvisada, daí a importância da reunião preparatória; • Incentivá-los a avaliarem mensalmente sua caminhada; • Conscientizá-los que a Equipe é o lugar especial para evangelização permanente do casal.

  9. Metodologia O método consiste em: • Aprender fazendo; • Verbalização da experiência; • Ajuda mútua; • Correção fraterna; • Conhecimento da história do movimento.

  10. Documentos da Pilotagem • Manual de Pilotagem; • 10 fascículos do “Vem e Segue-me”.

  11. Casal Piloto Três aspectos são fundamentais • Vocação e Missão • Atitudes do Casal Piloto • Formação

  12. Casal Piloto Vocação e Missão O que é um casal vocacionado para pilotagem? • É aquele que percebe que esta é uma proposta feita pelo mesmo Cristo que um dia o chamou para ser equipista.

  13. Casal Piloto Vocação e Missão O que é um casal vocacionado para pilotagem? • E principalmente: é aquele que pelo seu amor ao movimento se sente motivado a servir na formação de novas equipes.

  14. Casal Piloto Atitudes do Casal Piloto • Liderança e democracia Ter consciência da sua liderança, sabendo conduzir sem impor e ouvir sem interromper concluindo precipitadamente; Ter sempre sensibilidade e bom senso sem contudo, monopolizar e exercer sua função como professor!

  15. Casal Piloto Atitudes do Casal Piloto • Aceitação ao Chamado A decisão em aceitar ser Casal Piloto, deve sempre ser dos dois cônjuges. Se congregar numa pequena Comunidade Eclesial Doméstica, para percorrem juntos um caminho novo. Caminho de desenvolvimento espiritual do casal.

  16. Casal Piloto Atitudes do Casal Piloto • Testemunho Dar testemunho daquilo que pretende transmitir, ou seja, vivência da espiritualidade conjugal, auxílio mútuo e correção fraterna.

  17. Casal Piloto Atitudes do Casal Piloto • Clareza Transmitir com clareza os métodos propostos pelas ENS. (PCEs) Ter conhecimento e manter-se atualizado quanto aos documentos do movimento.

  18. Proposta pedagógica da pilotagem Reunião de Informação Reunião de Lançamento de Equipe

  19. Proposta pedagógica da pilotagem Trabalho conjunto do CP e SCE Motivação Partilhar o carisma Conscientização dos casais

  20. Método da reunião formal A Reunião Formal A Reunião Preparatória Casal Animador

  21. Reunião Preparatória Objetivo: • Prepara a reunião mensal da Equipe. Quem Participa? • Casal Animador, Casal Piloto e o SCE

  22. Reunião Preparatória Pontos Importantes: • Realizar a reunião na casa do Animador; • Se possível precedida por uma refeição onde participam o Casal Animador, sua família e o SCE; • Analisar e avaliar a reunião passada; • Prever o que for necessário para próxima reunião; • O CP deve ter em mãos as folhas de resposta ao tema; • O CP deve ajudar ao CA na elaboração do roteiro.

  23. Reunião Preparatória Pontos Importantes: • Realizar a reunião na casa do Animador; • Se possível precedida por uma refeição onde participam o Casal Animador, sua família e o SCE; • Analisar e avaliar a reunião passada; • Prever o que for necessário para próxima reunião; • O CP deve ter em mãos as folhas de resposta ao tema; • O CP deve ajudar ao CA na elaboração do roteiro.

  24. Providências do Casal Piloto Preparar pasta Escala Refeições Manual do SCE Acolhida CP sempre ao lado do SCE Pontualidade

  25. Formação Casal Piloto Disponibilidade do Casal Piloto Apresentação do Casal Ligação Guia das ENS Manual de Pilotagem Documentos Básicos

  26. “Queridos casais! Vocês são procurados com a mesma ânsia, com a mesma fome espiritual, com a mesma sede daqueles que procuravam Jesus e seus discípulos. Há muitos casais que vos querem conhecer, ouvir e ver. Buscaram o matrimônio para saciar a fome de felicidade, mas não encontraram o que procuravam. Estes precisam escutar de vocês, e, sobretudo, ver em vocês onde encontrar o que buscam com tanto esforço e sem êxito. Vocês são os enviados, os portadores desta luz. O rebanho sem pastor é cada dia maior. “O que vos digo às escuras, dizei-o à luz do dia, o que vos é dito aos ouvidos, proclamai-o sobre os telhados” (Mt 10,26). Precisamos mostrar o rosto feliz, porque é esta a identidade cristã. A lâmpada é para estar no candelabro e brilhar.” Pe. Frei Avelino Pertile 19 de julho de 2009

  27. Roteiro da reunião de lançamento – reunião zero • Apresentação formal do Casal Piloto • Invocação à Trindade Santa • Citação de Mt 18,20 • Oração das ENS ao Espírito Santo

  28. Roteiro da reunião de lançamento – reunião zero • Leitura de Jo 15, 12_16 • Reflexão • Participação do SCE

  29. Roteiro da reunião de lançamento – reunião zero • Escolha da invocação da Equipe • Distribuição das cédulas • Invocações já existentes no Setor • Votação individual, secreta • Apuração pelo SCE • Queima dos votos • Jaculatória da invocação pelo CP

  30. Roteiro da reunião de lançamento – reunião zero Presenças: Casal Piloto + Casal Expansão e/ou C R S Destaques na reunião zero: Resumo da Pilotagem: • Preparação para a equipe andar com suas próprias pernas, posteriormente. • Unidade da Grande Equipe de equipes - o Movimento. • Entender os objetivos da vida em comunidade proposta pelo Movimento. • Partilhar com todos os equipistas o carisma das Equipes de Nossa Senhora como um modo de ser verdadeiramente Igreja, a serviço da construção do Reino de Deus. • Primar pela fidelidade ao Carisma das Equipes de Nossa Senhora. • Fidelidade que assegura a unidade do Movimento, sinal de sua força e atualidade. Material para a 1ª reunião (próxima): • Unidade I do Vem e Segue-me • Textos de Apoio: A Escuta da Palavra O tema de estudo Impresso próprio das ENS para resposta ao tema

  31. Reuniões de pilotagem e suas motivações 1ª. Reunião: páginas brancas - Comunidade (mística) • Levar os casais à descoberta da mística do Movimento Enfoque • Toda equipe, é realmente uma comunidade cristã, uma igreja doméstica, pois tem o Cristo presente e que está no centro dela. • Todo casal se propõe a oferecer ajuda, bem como, a deixar-se ajudar pelos outros casais da equipe/movimento: Auxílio Mútuo • Todo casal compromete-se a não reter para si o que o Senhor faz em suas vidas, mas levar e TESTEMUNHAR ao mundo essas maravilhas • “A vida comunitária é o lugar onde se descobre a fraqueza profunda do ser e onde se aprende a assumi-la. Pode-se, então, começar a renascer” (J. Vanier)

  32. Reuniões de pilotagem e suas motivações 1ª. Reunião: páginas verdes – Origem do Movimento Complemento • Na época não havia a figura do casal cristão e sim, do indivíduo cristão. • A procura pelo Pe. Caffarel, por alguns casais, fez com que juntos, descobrissem, com o tempo, que na verdade, havia uma necessidade de se viver a espiritualidade cristã, em casal. • Esse 1º grupo (casais e Pe. Caffarel) pode ser comparado a um grão de mostarda: pequenino, mas que gera folhas enormes.

  33. Reuniões de pilotagem e suas motivações 1ª. Reunião: Enfoque prático Destaques nesta 1ª reunião: • A escuta da palavra • A reunião mensal • Carta Mensal Material para a 2ª reunião (próxima): • Unidade II do Vem e Segue-me • Textos de Apoio: A Meditação O casal animador

  34. Carta Mensal O Casal Piloto, deve mostrar alguns exemplares e avisar que em breve, cada casal, também estará recebendo o seu exemplar pelos correios. Deve ainda o Casal Piloto, motivá-los a leitura: POR QUE LER A CARTA MENSAL?

  35. Carta Mensal Objetivos • Ser um “alimento espiritual”, real e concreto para a vida de fé de todos os membros do movimento; • Ajudar a levar a diante reflexões e compreender melhor o espírito dos métodos e orientações que nos são propostos, de modo que sejam para nós “fonte de vida”; • Vivificar a “alma do movimento”, ressaltando a riqueza e o dinamismo que resultam do fato de pertencer a um grande corpo como as ENS.

  36. Carta Mensal Valorização da leitura • A equipe amadurece, a medida em que os casais se interessam pela leitura da Carta Mensal e co-participam uns com os outros dos artigos que julgarem mais interessantes na reunião formal.

  37. Reuniões de pilotagem e suas motivações 2ª. Reunião: páginas brancas - Espiritualidade conjugal (carisma) • Levar os casais a novas descobertas do “ser casal “ Enfoque • O matrimônio a serviço do amor: Amor humano semelhante ao amor de Deus. • O matrimônio a serviço da felicidade: Atitudes de doação, abnegação, perdão, querer o bem do outro.

  38. Reuniões de pilotagem e suas motivações 2ª. Reunião: páginas brancas - Espiritualidade conjugal (carisma) • Levar os casais a novas descobertas do “ser casal “ Enfoque • O matrimônio a serviço da santidade: Viver para o outro, doar e acolher, a comunhão dos dois leva à doação a outros. • Espiritualidade conjugal: Crescer no amor conjugal e mostrar ao mundo a imagem de Deus através dessa conjugalidade.

  39. Reuniões de pilotagem e suas motivações 2ª. Reunião: páginas verdes – propósito das ENS - SCE Complemento • Um projeto: “Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles” (Mt 18, 20) • Um rosto: Comunidade cristã de casais, sob a proteção de Maria • Um caminho para Cristo • Uma orientação de vida (PCE’s) • Uma vida de equipe

  40. Reuniões de pilotagem e suas motivações 2ª. Reunião: páginas verdes – propósito das ENS - SCE Complemento SCE: • União do sacramento da Ordem com o sacramento do Matrimônio • A figura de Cristo que orienta e ajuda os casais, no que diz respeito às coisas de Deus e da Igreja.

  41. Reuniões de pilotagem e suas motivações 2ª. Reunião: Enfoque prático Destaques nesta 2ª reunião: • A Meditação • O casal animador Material para a 3ª reunião (próxima): • Unidade III do Vem e Segue-me • Textos de Apoio: A oração conjugal

  42. Reuniões de pilotagem e suas motivações 3ª. Reunião: páginas brancas - Atitudes de vida • Levar os casais a descobrirem as 3 atitude Enfoque • “O amor e a vontade de Deus”: Saber escutar o que Deus tem a nos dizer, sempre, em todos os momentos de nossa vida, e, nos colocar dentro de Sua história • “Viver a verdade”: Descobrir e conhecer nossas limitações, nossos defeitos, nossas arestas, e buscar, com a ajuda dos irmãos da equipe e de Deus, nossa melhora, nossa conversão diária, para podermos viver a verdade, a liberdade.

  43. Reuniões de pilotagem e suas motivações 3ª. Reunião: páginas brancas - Atitudes de vida • Levar os casais a descobrirem as 3 atitude Enfoque • “Viver o encontro e a comunhão”: Abastecidos e cheios da vivência da verdade, da vontade e do amor de Deus, irmos ao encontro do outro, e dos outros, para buscarmos a comunhão fraterna, a partilha da vida.

  44. Reuniões de pilotagem e suas motivações 3ª. Reunião: páginas verdes – Expansão (estatutos) Complemento • Carta a casais jovens (1942) • Boletim “Grupo Nossa Senhora das Famílias” (1945) • Revista “L`Anneau dÓr”, cadernos de espiritualidade conjugal e familiar (1945) • Como criar uma regra que sintetizasse a intuição primeira e e os meios de colocá-la em prática? • Criaram-se os “Estatutos” (1947)

  45. Reuniões de pilotagem e suas motivações 3ª. Reunião: páginas verdes – Expansão (estatutos) Complemento • Os grupos são convidados a aderir aos Estatutos • Já adota-se uma Carta Mensal • Alguns casais não aderiram. Surgiram os “Casais de Cristandade”, que acabam-se em alguns anos. • Daí, inicia-se a expansão: Bélgica, Suíça (1947), Brasil, Luxemburgo (1950), Ilha Maurício (1953), Espanha e Canadá (1955), Inglaterra (1956), Portugal (1957), Alemanha e Estados Unidos (1958), Áustria e Itália (1959), Austrália e Colômbia (1961)....

  46. Reuniões de pilotagem e suas motivações 3ª. Reunião: Enfoque Prático Destaques nesta 3ª reunião: • A oração conjugal Material para a 4ª reunião (próxima): • Unidade IV do Vem e Segue-me • Textos de Apoio: O dever de sentar-se Regra de vida

  47. Reuniões de pilotagem e suas motivações 4ª. Reunião: páginas brancas - Orientações de vida • Sem essas orientações, torna-se difícil o caminho da felicidade e da santidade Enfoque • Como casal cristão nosso jeito de viver deve ser o jeito de Cristo • Para viver do jeito de Cristo, precisamos nos orientar por Ele, e para isso o movimento nos dá, continuadamente, meios (pela oração, pela escuta da palavra e pela meditação ) para descobrirmos quais serão as orientações a seguir, conforme as circunstâncias da vida de cada um.

  48. Reuniões de pilotagem e suas motivações 4ª. Reunião: páginas brancas - Orientações de vida • Sem essas orientações, torna-se difícil o caminho da felicidade e da santidade Enfoque • Mas, também, devemos nos orientar, por pequenas frases do evangelho, como: “Enviou-nos a proclamar o Reino de Deus” (Lc 9, 3); “Não leveis nada para o caminho” (Lc 9, 3); “É o Espírito do vosso pai que falará em vós” (Mt 10, 20)...........

  49. Reuniões de pilotagem e suas motivações 4ª. Reunião: páginas verdes – ENS no Brasil Complemento • Na época (1949) também no Brasil era priorizado o indivíduo cristão e não o casal. • Um grupo de casados “Departamento de Casados” da Congregação Mariana em São Paulo, soube do grupo de casais do Pe. Caffarel na França e se comunicou, através Pedro Moncau e sua esposa Dona Nancy. • Após várias correspondências trocadas surgiu a 1ª equipe no Brasil

  50. Reuniões de pilotagem e suas motivações 4ª. Reunião: páginas verdes – ENS no Brasil Complemento (trechos da 1ª carta do 1º casal ligação da França à 1ª equipe do Brasil) • “Desde o início estabeleça as relações entre equipistas num plano de grande simplicidade. Se for feita uma refeição em comum, que não haja nenhuma ostentação; cada qual receba em sua casa de acordo com seus hábitos, mas evitando toda preocupação mundana”. • “Cuide muito para que haja grande abertura entre os casais. É certo que o tempo ajudará muito, mas é preciso, pelo menos, dar orientações desde o início”. • “Saber pôr em comum as intenções, os problemas que se apresentam a cada um, na sua vida familiar, profissional. A equipe é feita para dar apoio a cada um, na sua marcha para Deus, e para ajudá-los a carregar os seus fardos, todos os seus encargos e responsabilidades. É preciso, pois, que cada qual saiba falar deles, muito simplesmente, a todos os outros”.