Cerimonial e protocolo
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Cerimonial e Protocolo . Prof.ª Fabiana Santos. Cerimonial e Protocolo . Histórico

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Cerimonial e protocolo

Cerimonial e Protocolo

Prof.ª Fabiana Santos


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Cerimonial e Protocolo

  • Histórico

    Para entendermos melhor a importância das normas protocolares, devemos examinar as suas origens. Nos tempos remotos, o homem já manifestava preocupação com o comportamento dos indivíduos em convívio com os seus semelhantes.


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Cerimonial e Protocolo

Inscrições nas pedras feitas por tribos antigas revelam papéis que cada um desempenhava em cerimônias religiosas, casamentos e funerais. Acrescentamos que, muito antes da descoberta do fogo e da roda, os homens já se organizavam em clãs, em que havia uma hierarquia a ser respeitada.

Geralmente, o homem mais idoso do clã tinha a precedência sobre os demais.


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Cerimonial e Protocolo

  • Cerimônias e protocolos presente entre povos antigos:

    Egito:

    No Egito, existiam muitos rituais e protocolos que regiam a vida dos Faraós e da corte, presentes em nascimentos, coroações, guerras e mortes. Para tudo existia um deus específico e um ritual a cumprir.


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Cerimonial e Protocolo

Como, por exemplo, a época do plantio e da colheita e a benção dada a uma criança ao nascer.

O relacionamento com outros países, como revelam alguns documentos descobertos, era regulado pelas normas protocolares utilizadas na época, para que as pessoas pudessem viver bem e usufruir da natureza e de seu trabalho.


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Cerimonial e Protocolo

Grécia e Roma

Inúmeros exemplos de cerimonial e etiqueta podem ser identificados entre filósofos, pensadores e tribunos do império romano. Eles viviam em castas e o papel de cada um era definido de acordo com as normas e os protocolos. O não cumprimento dessas determinações resultava em castigos severos.


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Cerimonial e Protocolo

Os cerimoniais também estavam incorporados ao cotidiano do povo: independentemente do nível social, todos os conheciam e praticavam. Os rapazes, por exemplo, ao passarem da fase da adolescência para a vida adulta, quando completavam 16 anos, realizavam a cerimônia da troca de bula para a toga, vestimenta utilizada pelo jovem da época.


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Cerimonial e Protocolo

China

Encontrou-se na China, com registro no século XII a.C., a primeira acerca de cerimonial e etiqueta, já com orientações sobre comportamento e filosofia. Elaborado por ChouKung, é considerado o documento mais antigo sobre o tema.


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Cerimonial e Protocolo

De fato, na China, o cerimonial fazia parte da formação do individuo, sem o peso religioso que se constatava no Egito, em Roma e na Grécia.


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Cerimonial e Protocolo

Europa

Na Idade Média, tanto nas cortes como nos feudos da Europa, havia a regra de comportamento nos palácios. Não se pode negar que a Igreja interferiu de maneira decisória na vida das pessoas, visto que a maioria dos cerimoniais da época eram baseados na liturgia, como coroações e saídas de cavaleiros para as batalhas.


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Cerimonial e Protocolo

Já na França, durante o reinados dos Luíses, a etiqueta começou a ser apurada e expandiu-se para outros países da Europa.

Neste período surgiu a heráldica, que consiste na formação de um fator de identidade, brasão ou escudo de armas para a identificação de famílias e clãs.


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Cerimonial e Protocolo

Essa denominação deriva do termo heraldo ou arauto, que era o proclamador, anunciador daquela família quando se apresentava em cerimônias na corte.

Seu brasão perpetuava a família por meio de atos honrosos.


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Cerimonial e Protocolo

Brasil

A corte de D. João VI, rei de Portugal, ao sair de Lisboa e ir para o Rio de Janeiro, encontrou um país de hábitos diferentes e teve de procurar manter seus costumes europeus, incorporando-os pouco a pouco aos costumes dos súditos brasileiros.


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Cerimonial e Protocolo

Durante esse período, houve a contribuição d e D. João VI na consolidação das práticas cerimoniais. Após o retorno da família real para a Europa, seus sucessores D. Pedro I e D. Pedro II, continuaram a seguir o protocolo e a etiqueta que lhes foram legados.