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Deficiência Visual. Alunos: Aissatú Balde, Carolina Cângani de Araújo, Carolina Senra de Oliveira, Marcela Nery Gravina , Melisse Roberta Barbosa da Silva, Ricardo Rodrigues Alves Filho Orientadora: Professora Raquel Figueiró. Deficiência Visual. Relembrando.

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Presentation Transcript
defici ncia visual

DeficiênciaVisual

Alunos:

Aissatú Balde, Carolina Cângani de Araújo, Carolina Senra de Oliveira, Marcela Nery Gravina, Melisse Roberta Barbosa da Silva, Ricardo Rodrigues Alves Filho

Orientadora:

Professora Raquel Figueiró

defici ncia visual1
Deficiência Visual
  • Relembrando...

http://vilminha-deficinciaauditiva.blogspot.com/2009/02/vamos-ver-o-que-e-deficiencia-auditiva_16.html

principais fisiopatologias
Principais Fisiopatologias
  • Glaucoma
  • Catarata
  • Retinopatia diabética
  • Trauma
inclus o social
Inclusão social
  • Escolas
  • Vocabulário Braille
  • Leis e ementas para deficientes visuais
  • Adequação para os deficientes visuais
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Publicado em 05/03/2011 às 17h02:

Cego atropelado por trem de Metrô morre após ficar internado por 11 dias

Local onde aconteceu o acidente não tem de câmeras de segurança

Do R7

Texto: 

Publicidade

O deficiente visual Diógenes Ermelindo, que foi atropelado por um trem do Metrô no mês passado, morreu após permanecer 11 dias internado no Hospital Santa Casa de Misericórdia. O acidente aconteceu por volta das 9h45, na estação Santa Cecília, na linha 3-Vermelha do Metrô. Famíliares relataram que Ermelindo embarcou com a mulher na estação Dom Pedro. Ele desceu sozinho na estação da Sé e pegou um trem em direção à estação de Santa Cecília. O homem não estava no vagão destinado a portadores de deficiência.

A ex-esposa de Ermelindo, Maria Dolores Coelho Gumercindo, que também é deficiente visual, contou que a família quer ter certeza das causas da queda de Diógenes nos trilhos.

 - Não sabemos o que realmente aconteceu, só queremos ver o vídeo para ter certeza que ele caiu. Caso contrário, teremos que discutir isso com o Metrô. 

Entretanto, o boletim de ocorrência, divulgado pela SSP (Secretaria de Segurança Pública), relata que o local onde aconteceu o acidente não tem de câmeras de segurança.

Ermelindo tinha 63 anos e era aposentado. Ele viajava frequentemente de Metrô, pois vendia bilhetes de raspadinha na região dos bairros Santa Cecília e Marechal Deodoro.

Em nota, o Metrô informou que os deficientes podem optar por fazer sua rota pelas estações sozinho, com base nas sinalizações, ou podem pedir a ajuda dos funcionários da empresa.

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Cão guia

Metro Rio

Braille com as informações sobre as estações

o que
O que é ?
  • Adota-se como conceito de deficiência visual a presença de cegueira ou visão subnormal.
  • Visão subnormal (VSN) é definida também como uma perda acentuada da visão que não pode ser corrigida por tratamento clínico ou cirúrgico, nem com óculos convencionais. Também pode ser descrita como qualquer grau de enfraquecimento visual que cause incapacidade funcional e diminua o desempenho visual (2).
dificuldades
Dificuldades
  • No Brasil ainda predomina, em relação à deficiência, uma concepção assistencialista, permeada de barreiras sociais.
dificuldades1
Dificuldades
  • Após tantos avanços em relação à inclusão social dos deficientes, os deficientes visuais ainda permanecem excluídos parcial ou totalmente de uma vida social digna e satisfatória, tanto que é necessário legislarse para favorecer sua inclusão social, delegando à família, à escola e à sociedade o compromisso de proporcionar uma escola para todos.
o papel da fam lia
O papel da família
  • A família, base do desenvolvimento do ser humano, cabe a tarefa de oferecer ao portador de deficiência visual condições para seu crescimento como indivíduo, tornando-o capaz de ser feliz e produtivo, dentro de sua realidade.
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Prevenção
  • As causas de origem genética e familiar podem ser evitadas com aconselhamento genético;
  • Acompanhamento pré-natal adequado;
  • Vacinação de todas as mulheres em idade fértil, ou melhor ainda, no início da adolescência contra o vírus da rubéola;
  • Medidas eficientes de prevenção de saúde, como a detecção precoce das alterações visuais, triagem em berçário, creches e escolas.
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Prevenção
  • Saúde ocular no recém-nascido - Ainda na sala de parto, ocorre a primeira ação de saúde ocular no ser humano: logo após o nascimento, é pingada uma gota de nitrato de prata nos olhos do recém-nascido, que previne uma doença ocular grave, que pode causar cegueira.
  • Saúde ocular dos lactentes e pré-escolares - O adequado cumprimento do calendário de vacinação e dos cuidados gerais e de higiene previnem as oenças provocadas por agentes infecciosos. A introdução de uma alimentação rica em vitaminas, desde cedo, logo após o término do aleitamento materno, ajudará a manter uma boa saúde.
  • Saúde ocular dos adolescentes - Complementarmente, as noções de higiene e de educação alimentar também devem ser mantidas e reafirmadas com freqüência.
  • Saúde ocular no adulto - Todas as pessoas com mais de 35 anos de idade devem, sempre que possível, submeter-se ao exame de avaliação dos olhos e da visão, com o objetivo de detectar possíveis problemas e alterações.
  • Saúde ocular no idoso - É na faixa acima de 65 anos que ocorre a maioria dos casos de baixa acuidade visual e cegueira.
sexualidade
Sexualidade
  • Refletindo sobre o papel do enfermeiro, enquanto um educador em saúde, visualiza-se, nesse contexto do deficiente visual, a possibilidade de se diminuir os conflitos e inquietações que acompanham esses indivíduos e, dessa forma, auxiliá-los no exercício de uma sexualidade livre de preconceitos e mal-entendidos.
  • Faltam no Brasil programas de educação sexual adaptados ao deficiente visual. Já que esses indivíduos não podem aprender por imitação visual, o ideal seria que todos os movimentos lhes fossem demonstrados e com eles juntamente realizados, explorando-se, dessa forma, os sentidos remanescentes do deficiente visual, tato e audição, de modo a contribuir para o melhor entendimento das informações.
papel da enfermagem
Papel da enfermagem
  • Detecção precoce de problemas visuais nos pré-escolares e escolares, através do exame físico simplificado de saúde utilizando a Escala de Snellen;
  • Participar de atividades educativas nas unidades de saúde, escolas e nas comunidades visando prevenção de acidentes;
  • Fazer o acompanhamento pré-natal, observar a situação vacinal da gestante;
  • Orientar a participação da família em grupos de auto-ajuda;
  • Estimular a independência do deficiente visual nas suas atividades do cotidiano;
papel da enfermagem1
Papel da enfermagem
  • Apoiar e ressaltar as potencialidades, as habilidades, a criatividade, a independência e a iniciativa pessoal;
  • Incentivar a inserção no mercado de trabalho, promovendo igualdade de oportunidades;
  • Incentivar, encorajar e reforçar a participação da pessoa portadora de deficiência visual na vida familiar e comunitária;
  • Maximizar as potencialidades, as habilidades, a criatividade, a independência e a iniciativa pessoal;

Lembrando que cabe ao enfermeiro, portanto, como profissional de saúde que atua diretamente na promoção e educação em saúde da população, desenvolver estas estratégias com vistas ao empoderamento individual e coletivo e à melhora na qualidade de vida da clientela. Contudo, estas ações devem ser precedidas pela compreensão da realidade e das demandas específicas.

locais de refer ncia
Locais de Referência
  • A primeira Escola de Cegos na América do Sul, foi criada no Rio de Janeiro em 1854 com o nome de Instituto Real dos Jovens Cegos, sendo hoje conhecida pelo nome de Instituto Benjamin Constant (IBC)
considera es finais
Considerações finais
  • Em suma, espera-se propiciar aos profissionais de Enfermagem, que atuam na promoção da saúde, o desenvolvimento de ações práticas que permitam ao deficiente visual conquistar seu direito a saúde. Uma vez que há uma problemática da comunicação do profissional de saúde com o deficiente.
  • Desde a graduação não há preparo para as especificidades desta deficiência. Apesar de existir poucos estudos sobre a relação enfermeiro-deficiente visual, a relação dela com o processo comunicativo ainda tem lacunas. Este estudo se justifica pela necessidade do enfermeiro utilizar constantemente a comunicação verbal no procedimento de assistência e, para tanto, precisar conhecer os princípios e conceitos referentes ao processo comunicativo. Quando essa comunicação ocorre entre o enfermeiro e o deficiente visual, é importante ressaltar sua peculiaridade, no intuito de que o profissional desenvolva habilidades de para efetivar uma assistência de qualidade também.
refer ncias
Referências
  • 1. Thylefors B, Negrel AD, Pararajasegaram R, Dadzie KY. Global data on blindeness. Bull World Health Organ. 1995;73(1):115-21.
  • 2. Carvalho KMM, Gasparetto MERF, Venturini NHB, Melo HFR. Visão subnormal: orientações ao professor do ensino regular. 2a ed. Campinas: Editora da UNICAMP; 1994.
  • 3. Temporini ER. Pesquisa de oftalmologia em Saúde Pública: considerações metodológicas sobre fatores humanos. Arq Bras Oftalmol. 1991;54(6):279-81.
  • 4. Piovesan A, Temporini ER. Pesquisa exploratória: procedimento metodológico para o estudo de fatores humanos no campo da saúde pública. Rev SaúdePública. 1995;29(4):318-25.
  • 5. WHO Programme for the Prevention of Blindness. Management of low vision in children: report of a WHO consultation, Bangkok, 23-24 July 1992. Geneva: World Health Organization; 1992.
  • 6. World HealthOrganization. Social andbehaviouralaspectsofcomprehensiveeyecare: report. Brussels: Regional Office for Europe; 1994.
  • 7. TemporinI ER, Kara-José N. Níveis de prevenção de problemas oftalmológicos: propostas de intervenção. ArqBras Oftalmol. 1995;58(3):189-94.
  • 8. Kara-José N, Temporini ER. Cirurgia de catarata: o porquê dos excluídos. RevPanamSalud Publica. 1999;6(4):242-8.
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refer ncias1
Referências
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  • 15. CRISTINA BARROS DA CUNHA ANA*1, REGINA FIORIM ENUMO SÓNIA Desenvolvimento da criança com deficiência visual (DV) e interaçcão mã-criança:Algumas considerações. Acesso em 18/04/20011 as 22:21. Disponível em: http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/psd/v4n1/v4n1a03.pdf
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refer ncias2
Referências
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