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FACULDADE MORUMBI SUL

FACULDADE MORUMBI SUL. CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA. DISCIPLINA: DIDÁTICA III. AULA 06 – . PROFESSOR DA DISCIPLINA: PROF. MOREIRA COSTA. “O que é saber, senão um caminho para crescer e nunca descuidar que o outro também cresça.”. Guilherme Arantes. AS TEORIAS PEDAGÓGICAS.

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Presentation Transcript


  1. FACULDADE MORUMBI SUL CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA DISCIPLINA: DIDÁTICA III AULA 06 – PROFESSOR DA DISCIPLINA: PROF. MOREIRA COSTA

  2. “O que é saber, senão um caminho para crescer e nunca descuidar que o outro também cresça.” Guilherme Arantes

  3. AS TEORIAS PEDAGÓGICAS

  4. CONSTRUTIVISMO

  5. FREINET

  6. MONTESSORI

  7. INT. MÚLTIPLAS

  8. WALDORF

  9. PAPEL DO PROFESSOR

  10. O QUE FAZER COM ALUNOS APÁTICOS OU REBELDES

  11. COMO SE REALIZA A APRENDIZAGEM

  12. CONSTRUTIVISMO Ao professor, cabe argumentar com clareza, mostrando domínio sobre o conteúdo e não sobre o aluno. Crescer com ele. Ensinar aprendendo... E aprender ensinando, para aprimorar seu conhecimento. O relacionamento entre professor e aluno é horizontal. As crianças chamam o professor pelo nome. Essa postura no relacionamento estimula o estudante a argumentar com o professor, mesmo sabendo que este sabe mais, e garante respeito às pessoas dentro e fora da escola.

  13. Na busca de resultados, o papel do professor é único e consiste em organizar situações de aprendizagem para desafiar o aluno e elaborar um novo conhecimento. No construtivismo, o objetivo não é acertar, mas conhecer e entender o processo de acerto ou erro, não esquecendo de discutir os diferentes resultados.

  14. FREINET A educação como o lugar para atender às necessidades da criança. Falar em PEDAGOGIA FREINET é também falar em INCLUSÕES EDUCACIONAIS. É importante ressaltar que hoje a palavra inclusão tomou conta dos meios educacionais. Fala-se, discute-se e, de veladas formas, rejeita-se essa idéia. No máximo, admite-se uma integração capenga de alunos com necessidades especiais e, pior, muitos dos que assim o fazem assumem um ar de bondosa condescendência para esses diferentes.

  15. Mas o que o professor tem na sala de aula? Como é que ele vai atender a essas necessidades se os seus equipamentos são, quase sempre, a lousa e o giz? Aqui cabe uma reflexão sobre a importância dos INSTRUMENTOS PEDAGÓGICOS. A escola, como a conhecemos hoje, com carteiras enfileiradas e a lousa lá na frente, nem sempre foi assim. Foi um longo processo histórico fruto das lutas sociais para se chegar à organização desta escola que temos hoje, na qual se pratica o ENSINO SIMULTâNEO E FRONTALIZADO. SIMULTÂNEO, porque a lei dentro de muitas escolas é: todos fazem a mesma coisa, ao mesmo tempo, e FRONTALIZADO porque estão todos voltados para o professor.

  16. A sala de aula precisa tornar-se UM CANTEIRO DE OBRAS, COMO DIZIA FREINET. Isso não quer dizer necessariamente que é preciso contar com materiais caros ou equipamentos sofisticados. Significa uma outra maneira de organizar e utilizar os materiais disponíveis. Insisto no ponto de que as práticas da pedagogia Freinet nas escolas estão inseridas em um todo, que envolvem TRANSFORMAÇÃO DAS RELAÇÕES PROFESSOR /ALUNO, apoiando-nos em alguns eixos fundamentais dessa pedagogia como a COOPERAÇÃO, A AUTONOMIA, A LIVRE EXPRESSÃO E O TRABALHO.

  17. ATENDER AOS DIFERENTES RITMOS significa conceber uma classe heterogênea e não querer torná-la homogênea. Uma classe e um professor assim preocupam-se em fazer com que todos participem das atividades segundo suas próprias possibilidades. A inclusão e a participação são opções que nos obrigam a olhar o colorido da classe, olhar a diversidade e trabalhar com ela e não contra ela. E assim a educação, que é o lugar de encontro do novo e do velho, passa a ser o lugar de encontro de todos.

  18. “Freinet não dispensa as aulas teóricas para sistematizar os conhecimentos adquiridos nas atividades, que por sua vez também não ocupam todo o período escolar”. A diferença é priorizar a experiência, pois “estudar primeiro regras e leis é colocar o carro na frente dos bois”, diz uma das Invariantes. ”A criança precisa aprender a aprender e exercitar a socialização do seu pensamento, como queria Freinet”. Para isso contamos também com atividades com a Roda da Conversa que abre a cada aula, e a Roda da Avaliação, ao final.

  19. MONTESSORI Individualidade, atividade e liberdade do aluno são as bases da teoria, com ênfase para o conceito de indivíduo como, simultaneamente, sujeito e objeto do ensino. Montessori defendia uma concepção de educação que se estende além dos limites do acúmulo de informações. O objetivo da escola é a formação integral do jovem, uma “educação para a vida”. A filosofia e os métodos elaborados pela médica italiana procuram desenvolver o potencial criativo desde a primeira infÂncia, associando-o à vontade de aprender – conceito que ela considerava inerente a todos os seres humanos.

  20. O método Montessori é fundamentalmente biológico. Sua prática se inspira na natureza e seus fundamentos teóricos são um corpo de informações científicas sobre o desenvolvimento infantil. Segundo seus seguidores, a evolução mental da criança acompanha o crescimento biológico e pode ser identificada em fases definidas, uma mais adequada a determinados tipos de conteúdo e aprendizado. Ao defender o respeito às necessidades e aos interesses de cada estudante, de acordo com os estágios de desenvolvimento correspondentes às faixas etárias, Montessori argumentava que seu método não contrariava a natureza humana e, por isso, era mais eficiente do que os tradicionais. Os pequenos conduziram o próprio aprendizado e ao professor caberia acompanhar o processo e detectar o modo particular de cada um manifestar seu potencial.

  21. INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS A Teoria das Inteligências Múltiplas, de Howard Gardner (1985) é uma alternativa para o conceito de inteligência como uma capacidade inata, geral e única, que permite aos indivíduos uma performace, maior ou menor, em qualquer área de atuação. Sua insatisfação com a idéia de QI e com visões unitárias de inteligência, que focalizam sobre tudo as habilidades importantes para o sucesso escolar, levou Gardner a redefinir inteligência à luz das origens biológicas da habilidade para resolver problemas.

  22. Gardner estudou também: Psicólogo construtivista muito influenciado por Piaget, Gardner distingue-se de seu colega de Genebra na medida em que Piaget acreditava que todos os aspectos da simbolização partem de uma mesma função semiótica, enquanto que ele acredita que processos psicológicos independentes são empregados quando o indivíduo lida com símbolos lingüísticos, numéricos gestuais ou outros.

  23. Segundo Gardner, abrigamos em nossa mente oito inteligências, resumidamente caracterizadas por: • Inteligência lingüística ou verbal – marcante em poetas, escritores, advogados, atores e outros. • Inteligência lógico-matemática – manifesta pela capacidade e sensibilidade de discernir padrões lógicos ou numéricos e a capacidade de trabalhar com longas cadeias de raciocínio. • Inteligência espacial – está ligada a criatividade e à concepção, no plano espacial, de sólidos geométricos marcante em arquitetos, publicitários e inventores.

  24. Inteligência sonora ou musical: Associa-se a percepção do som não com um componente do ambiente, mas por sua unidade e linguagem. Marcante em pessoas como Mozart, Beethoven. • Inteligência cinestésico-corporal: é a inteligência do movimento. Associa-se a linguagem corporal e marca de forma expressiva a capacidade de comunicação de pessoas com mímicos, mágicos, bailarinos ou atletas. • Inteligência naturalista – está estruturalmente ligada à vida animal e vegetal. Manifesta-se pela perícia em se identificar membros de uma mesma espécie, reconhecer a existência de diferentes espécies e mapear relações entre elas.

  25. Inteligências pessoais - podem ser reparadas em: • Intrapessoal – ligada ao auto conhecimento, percepção de identidade e conseqüentemente à auto-estima e compreensão plena do eu. • Interpessoal – se associa a empatia, relação com o outro e sua plena descoberta. Gardner aprofunda pesquisas a essas oito para acrescentar a Inteligência que denomina: Existencial – ligada a capacidade da pessoa em situar-se ao alcance da compreensão integral do cosmos, do infinito e a infinitesimal.

  26. WALDORF As escolas Waldorf trabalham com base na pedagogia antroposófica de Rudolf Steiner. Nela, cada criança é vista e respeitada como uma individualidade, com talentos, capacidades e objetivos de vida a serem desvendados. Observar e desenvolver esses talentos e capacidades é a meta da escola.

  27. O esforço pedagógico busca fazer com que a criança vivencie as mais diversas situações, com todos os seus sentidos, para então chegar à reflexão e ao conhecimento. Também é meta da escola, despertar a sensibilidade artística e espiritual do aluno. Na educação infantil são desenvolvidas atividades onde as crianças podem conviver com a natureza. O ambiente das salas de aula propicia a expansão da fantasia e o trabalho do professor visa estimular a criatividade da criança e a prontidão para a aprendizagem.

  28. Todas as atividades trazem embutido o elemento artístico e através desse elemento procura-se desenvolver o conhecimento que atuará no pensar do aluno de forma geral, estimulando seu amor ao próximo e respeito pela natureza. O conteúdo de cada ano é adequado à idade dos alunos. O currículo proporciona ao aluno uma visão ampla das matérias, além de possibilitar a aquisição de conhecimentos gerais e preparar o jovem para o exercício da cidadania. Aulas regulares de música, eurritmia, atividades artísticas e trabalhos manuais fazem parte do currículo. A proposta pedagógica visa proporcionar ao jovem uma formação integral, desenvolvendo nele um pensar objetivo, uma concepção verdadeira do mundo, que o prepare para a vida.

  29. Nas escolas Waldorf o Ensino Fundamental tem a duração de 9 anos e durante oito anos cada classe tem um Professor de Classe responsável. Ele leciona determinadas matérias e acompanha o desenvolvimento da criança ao longo desses anos. No final do ano, o aluno recebe um boletim descritivo completo, detalhando os vários aspectos do desenvolvimento individual na vida escolar. No 9º ano do E. Fundamental e do 10º ao 12º ano (1ª. À 3ª. Série do Ensino Médio), este acompanhamento é feito por um Professor Tutor, em colaboração com os professores das várias matérias. O aluno do Ensino Médio, além do boletim descritivo, é avaliado através de provas, trabalhos individuais e de uma avaliação semestral que traz um panorama completo do seu aproveitamento.

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