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CS-PLC1

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Presentation Transcript

  1. CS-PLC1 Curso Básico Autómatos Programáveis APRESENTAÇÃO O formador: João Mealhas

  2. O Curso O presente curso tem como publico alvo, todas as pessoas que trabalham no âmbito da AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL, seja directamente na manutenção/desenvolvimento ou indirectamente no ensino desta matéria. Tratando-se de um CURSO BÁSICO, o seu objectivo é transmitir os conhecimentos necessários para se entrar no mundo da programação de autómatos OMRON. Obtendo os conhecimentos necessários para poder evoluir nesta matéria, tenha ou não já conhecimentos neste sentido.

  3. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA OBJECTIVOS Breve apresentação da OMRON Passar frente

  4. Apresentação da empresa América do Norte/Sul : 12 Escritórios 1 Centro Técnico 3 Fábricas Ásia Pacifico : 14 Escritórios 1 Centro Técnico 8 Fábricas Europa : 20 Escritórios 2 Centros Técnicos 3 Fábricas Japão : 63 Escritórios 5 Centros Técnicos 21 Fábricas

  5. Apresentação da empresa Produtos Especiais Automatização Industrial Electromedicina Transferência Electrónica de Fundos Sistemas Abertos Informação Pública e Controlo de Tráfego

  6. Apresentação da empresa Escritórios em :20 países da Europa Colaboradores :1.313 Volume Global de Negócios :90 Milhões de contos Fábricas : Alemanha Grã Bretanha Holanda

  7. INTRODUÇÃO À AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL OBJECTIVOS Automação industrial – história Familiarização com alguns conceitos e técnicas utilizadas na automação Passar frente

  8. Introdução à automação industrial TÉCNICAS DE AUTOMATIZAÇÃO • Mecânica • Pneumática • Hidráulica • Eléctrica • Electrónica A chegada da electrónica à industria foi uma perfeita revolução. Permitiu à automação industrial dar uma passo gigante

  9. Introdução à automação industrial AUTOMATIZAÇÃO ELECTRÓNICA • Circuitos electrónicos dedicados • Sistemas electrónicos standard (ex.:controlo numérico) • Autómatos programáveis • Micro e minicomputadores

  10. Introdução à automação industrial AUTÓMATO PROGRAMÁVEL(VANTAGENS...) • Muito fiável - número de componentes mecânicos e de ligações é mínimo • O desenvolvimento do programa pode ser feito em paralelo com a montagem dos equipamentos • As alterações do automatismo só implicam alterações no programa • O espaço ocupado pelo autómato é constante e independente da complexidade da lógica do automatismo • Não requer stocks de equipamento de reserva tão elevados como nos sistemas por lógica cablada.

  11. Introdução à automação industrial COMANDOS INFORMAÇÃO SINALIZAÇÕES ACTUAÇÃO OPERADOR ESTRUTURA DE UM AUTOMATISMO PARTE OPERATIVA SENSORES ACTUADORES PARTE DE COMANDO ENTRADAS SAÍDAS ENTRADAS SAÍDAS

  12. AUTÓMATOS - HARDWARE OBJECTIVOS OBTENÇÃO DE CONHECIMENTOS ESSENCIAIS DA ESTRUTURA INTERNA DE UM AUTÓMATO PROGRAMÁVEL

  13. Autómatos - hardware CONCEITO DE PLC Um autómato programável industrial (PLC: Programmable Logic Controller) É um equipamento electrónico, Programável em linguagem não informática, Concebido para controlar em tempo real processos sequenciais

  14. Autómatos - hardware ESTRUTURA DE UM AUTÓMATO PROGRAMÁVEL • Os Controladores Lógicos Programáveis (PLC's) podem apresentar aspectos físicos diferentes, diferentes performances e custos muito díspares; no entanto, os seus elementos constituintes são fundamentalmente os mesmos.

  15. Autómatos - hardware ENTRADAS Por relé Por transístor Por acopulador óptico

  16. Autómatos - hardware SAÍDAS Por relé Por transístor Por triac

  17. Autómatos - hardware MEMÓRIA É na memória que se encontra o programa a ser executado pelo autómato. Quanto à sua tecnologia podem ser : • RAM (Random Access Memory) • EPROM (Erasable Programable Read Only Memory) • EEPROM (Electrically Erasable Programmable Read Only Memory) • FLASHRAM

  18. Autómatos - hardware FONTE DE ALIMENTAÇÃO • A fonte de alimentação tem por função fornecer as tensões adequadas ao funcionamento do CPU • Encontramos com grande frequência a equipar os autómatos, fontes de alimentação comutadas. Estas fontes reúnem entre outras as seguintes características: • Elevado rendimento • Ocupam um pequeno volume • Aceitam grandes variações na entrada

  19. SELECÇÃO DE UM AUTÓMATO PROGRAMÁVEL OBJECTIVOS Como seleccionar um autómato programável

  20. Selecção de um autómato programável SELECÇÃO DE UM AUTÓMATO Quando se refere um autómato programável, é normal caracterizá-lo pelo número de Entradas+Saídas lógicas que este pode controlar.

  21. Selecção de um autómato programável Compacto Modular APRESENTAÇÃO DE UM AUTÓMATO

  22. AUTÓMATOS - SOFTWARE OBJECTIVOS Conhecer claramente as diferentes áreas de memória de um autómato programável, e suas características

  23. Autómatos - software Ao conjunto de 16 bits chama-se WORD (por vezes também se designa por CANAL). CONCEITO DE BIT/WORD BITS - Não são mais do que posições de memória nas quais é possível reter uma informação lógica; ligado/desligado, verdadeiro/falso, ON/OFF ou 1/0.

  24. Autómatos - software ENDEREÇAMENTO Nos autómatos OMRON os bits são endereçados pelo número da word em que se encontram e pela posição que ocupam nessa word

  25. Autómatos - software RELÉS ESPECIAIS Os autómatos programáveis tem uma dada área de memória dedicada a relés especiais. Dadas as funcionalidades destes são bastante utilizados na maioria dos programas. Alguns dos relés especiais mais relevantes:

  26. INICIAÇÃO À PROGRAMAÇÃO DE AUTÓMATOS OBJECTIVOS Primeiro contacto com instruções elementares de tratamento lógico Identificação de diferentes blocos lógicos, num programa

  27. Iniciação à programação de autómatos INSTRUÇÕES DE TRATAMENTO LÓGICO Num esquema de contactos, temos a possibilidade de: • colocar relés em série • em paralelo • operar com relés negados • combinações entre estas hipóteses

  28. Iniciação à programação de autómatos Transfere o resultado das condições lógicas que antecedem esta instrução para o bit especificado. LD OUT Iniciar uma linha lógica ou bloco END Indica o fim do programa INSTRUÇÕES BÁSICAS (LD, OUT, END )

  29. Iniciação à programação de autómatos LINGUAGEM DE CONTACTOS LISTA DE INSTRUÇÕES Exemplo Imaginemos um circuito controlado por um autómato cuja lógica pretendida é a seguinte: - O estado da saída 10.00 é dado pelo estado directo da entrada 0.00

  30. Iniciação à programação de autómatos OR AND Realiza um OU lógico com o bit especificado Realiza um E lógico com o bit especificado NOT Nega o estado do bit ao qual está associado INSTRUÇÕES (AND, OR, NOT)

  31. Iniciação à programação de autómatos LINGUAGEM DE CONTACTOS LISTA DE INSTRUÇÕES Exemplo Pretende-se implementar um circuito lógico que activa a saída 10.00 do autómato, só se as entradas 0.00 e 0.01 e 0.02 estiverem activas (ON)

  32. Iniciação à programação de autómatos LINGUAGEM DE CONTACTOS LISTA DE INSTRUÇÕES Exemplo Pretende-se implementar um circuito lógico que active a saída 10.03 quando a entrada 0.01 estiver a OFF ou quando as entradas 0.02 ou 0.03 estiverem a ON

  33. Iniciação à programação de autómatos INSTRUÇÕES (AND LOAD, OR LOAD) AND LOAD A instrução AND LOAD permite colocar em série dois blocos lógicos, ou seja, permite realizar um E lógico entre dois blocos. OR LOAD A instrução OR LOAD permite colocar em paralelo dois blocos lógicos, ou seja, permite realizar um OU lógico entre dois blocos.

  34. Iniciação à programação de autómatos AND LOAD

  35. Iniciação à programação de autómatos OR LOAD NOTA:Uma instrução AND LD ou OR LD junta só dois blocos lógicos.

  36. Iniciação à programação de autómatos EXEMPLO DE APLICAÇÃO(uso de TR´s) Aplicar o conceito de TR´s ao programa abaixo descrito. TR0 TR1

  37. Iniciação à programação de autómatos EXERCÍCIO1 Descrição do pretendido: À ordem de arranque (On), o tapete deverá iniciar o seu movimento ( MT). Este deve manter-se em funcionamento até ordem de paragem (Off).

  38. CONSOLA DE PROGRAMAÇÃO OBJECTIVOS Obter noções básicas sobre o manuseamento da consola de programação

  39. Consola de programação CONSOLA DE PROGRAMAÇÃO A consola de programação é cada vez mais uma ferramenta do passado, utilizada apenas em intervenções pouco complexas, no local da máquina. • Conforme a sua natureza, poderá permitir a programação: • Em linguagem mnemónica • Linguagem de contactos, • Logigrama • Etc.. • Há consolas mais sofisticadas que permitem guardar e ler programas gravados em suportes magnéticos, e/ou programar memórias EPROM.

  40. SOFTWARE PARA PROGRAMAÇÃO DE PLC´S Objectivos Introdução ao software de programação (cx- programmer)

  41. Software para programação de plc´s Software de Programação de Autómatos Componente do CX Automation Suite Conjunto de Softwares que recorrem ao mesmo “núcleo” de Comunicações: - O CX-Server O CX-Server gere as comunicações entre os diversos Softwares e o Hardware (ex. PLCs) PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS

  42. Software para programação de plc´s PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS • Suporta os Autómatos: • C1000H, C2000H • C200H, C200HS, C200Halpha • CQM1, CQM1H • CPM1, CPM1A • CPM2A, CPM2C • CV • SRM1 • CJ1H, CJ1G, CJ1M • CS1H, CS1G

  43. Software para programação de plc´s REQUISITOS MÍNIMOS • Sistema operativo • Windows 95, Windows 98, Windows NT 4.0 • Hardware • Processador: Pentium 133 MHz ou superior. • Memória: 32 Mb mínimo. • Disco duro: mínimo 100 Mb de espaço livre. • Leitor de CD-ROM • Placa Gráfica: resolução mínima de 800x600 pixeis (SVGA). • Sistema operativo • Windows 2000, Windows ME • Hardware • Processador: Pentium 150MHz ou superior. • Memória: 64 Mb mínimo. • Disco duro: mínimo 100 Mb de espaço livre. • Leitor de CD-ROM • Placa Gráfica: resolução mínima de 800x600 pixeis (SVGA).

  44. Software para programação de plc´s INTRODUÇÃO AO CX-PROGRAMMER Como qualquer outra aplicação do Windows, para executar o CX-Programmer é utilizado o menu Start.

  45. Software para programação de plc´s INTRODUÇÃO AO CX-PROGRAMMER Como qualquer outra aplicação do Windows, para executar o CX-Programmer é utilizado o menu Start. Ambiente de Trabalho Para aceder à área de trabalho é necessário criar um novo projecto ou abrir um já criado.

  46. Software para programação de plc´s INTRODUÇÃO AO CX-PROGRAMMER BARRA DE MENU BARRA DE ÍCONES ÁREA DE EDIÇÃO JANELA DE PROJECTO RESULTADO DA COMPILAÇÃO OU BUSCA (JANELA DE RESULTADO) VISUALIZAÇÃO DO CONTEÚDO DAS VARIÁVEIS (JANELA DE VISUALIZAÇÃO)

  47. Software para programação de plc´s Propriedades do PLC Informação do projecto Editor da Tabela de E/S Editor de Variáveis Globais Gestão dos Módulos de memória (só CV e CS1) Configuração do PLC Visualização de erros Editor/Monitor das áreas de memória Informação da tarefa Editor de Variáveis Locais JANELA DE PROJECTO

  48. Iniciação à programação de autómatos EXERCÍCIO2 • Descrição do pretendido: • Utilizando a ferramenta de programação Cx-Programmer, editar o programa feito no exercício anterior. • Fazer a sua passagem para o autómato programável (PLC) • Testar o seu funcionamento

  49. Software para programação de plc´s Exemplo: 1º Passo – Criação de um novo projecto

  50. Software para programação de plc´s Exemplo: 2º Passo – Inserção dos contactos