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O SUS MUNICIPAL REDES ASSISTENCIAIS

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O SUS MUNICIPAL REDES ASSISTENCIAIS

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  1. UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁMESTRADO ACADÊMICO EM SAÚDE PÚBLICAORGANIZAÇÃO DOS SISTEMAS DE SERVIÇOS DE SAÚDE O SUS MUNICIPAL REDES ASSISTENCIAIS Carlos Eduardo Esmeraldo Filho Ana Paola Victor Chayb Clarissa Melo Ivani Cláudia

  2. FORTALEZA • 313,8 km² • 4ª cidade país • 2.458.545 habitantes (2007) • 53,2% Feminino • 40,4% 0 a 19 anos • 7,48% ≥ 60 anos • Pirâmide Populacional (1872, 1980, 2006) • ↑ População idosa • Eusébio, Aquiraz, Maracanaú, Pacatuba, Itaitinga e Caucaia

  3. “... transferência de responsabilidade para os municípios pela gestão do sistema municipal de saúde.” Processo de descentralização e municipalização do sistema de saúde em Fortaleza Portaria 2.023/GM 23/09/2004 • Cessa a habilitação e extingue-se a condição • Gestão Plena de Atenção Básica - GPAB • Gestão Plena de Sistema Municipal - GPSM • Gestão Plena de Atenção Básica Ampliada – GPAB-A NOB SUS 01/96 NOAS SUS 2002 Fortaleza, 2006

  4. CONFIGURAÇÃO ADMINISTRATIVA DESCENTRALIZADA Distrito de Nova divisão administrativa SER I SER II • Saúde • Educação • Meio Ambiente • Finanças • Assistência Social • Infra estrutura SER III SER IV SER V SER VI

  5. Modelo de Gestão e de Atenção Integral à Saúde:um processo em construção O modelo de gestão e atenção integral à Saúde do sistema Municipal de Saúde de Fortaleza organizado por meio de arranjos organizacionais de cinco Redes Assistenciais (RAs) Relatório de Gestão de 2005 (Fortaleza, 2006) Rede Assistencial da Estratégia Saúde da Família Rede Assistencial Ambulatorial Especializada Rede Assistencial da Urgência e Emergência Rede Assistencial Hospitalar Rede Assistencial da Saúde Mental

  6. Distribuição quantitativa das equipes de saúde da família

  7. Cobertura populacional da Estratégia Saúde da Família

  8. Políticas e Estratégias Ética do cuidado e humanização Participação social e gestão compartilhada Estratégia Saúde da Família Sistema municipal de Saúde Escola Gestão do Trabalho Cabe as Secretarias Estaduais de Saúde prestar apoio técnico a esses municípios para o aperfeiçoamento da atuação na saúde visando a descentralização.

  9. As reformas nos Centros de Saúde da Família (CSF) de 2005 continuaram em 2006 “ O desenvolvimento dessas políticas vem se dando de forma transversal em todo o sistema, assim como a política estratégica na área de saúde da mulher e de redução da morbimortalidade por acidente de trânsito (Fortaleza, 2006) Através de movimentos que garantiram a organização dessas unidades, em termos de adequação física, de recursos materiais, ambientação, além da materialização da política municipal de humanização (Fortaleza, 2006)

  10. Concurso (Secretaria Municipal de Saúde) 300 equipes 460 dentistas Estratégia SF 460 enfermeiros 460 médicos 15% 460 equipes de Saúde da Família (2005 a 2008) 43,44% 2006 - Centro de Saúde da Família

  11. Tipo de estabelecimento de saúde da esfera administrativa municipal Tipo de Unidade Qtde • Centro de Saúde / Unidade Básica 89 • Central de regulação 02 • Clínica especializada 15 • Hospital especializado 01 • Hospital geral 06 • Pronto socorro especializado 01 • Pronto socorro geral 01 • Unidade vigilância saúde 06 • Unidade móvel pré hospitalar 01 • Total 122 Fortaleza, 2006

  12. Número de equipes de Saúde da FamíliaEstratégia Saúde da Família • I 36 383.896 33 15 • II 38 351.965 38 11 • III 63 384.327 58 20 • IV 33 293.261 39 14 • V 64 511.143 44 14 • VI 70 492.327 50 14 SER No. Equipes População Cobertura % Antes concurso % Fortaleza, 2006

  13. Condições objetivas e subjetivas de produção de saúde. Quebra-se a perspectiva linear proposta pela epidemiologia tradicional de risco, da causalidade dos fenômenos. Micro áreas2.627 Área de Risco 1, 2, 3 e 4

  14. Com a identificação das micro áreas, bairro, número de pessoas residentes e classificação de risco, de posse dos mapas e das informações necessárias as equipes do SF redefiniram seu território e suas responsabilidades sanitárias e áreas de abrangência. 3º. Turno Atendimento noturno Final de Semana 35 Centros de Saúde oferecem o 3º. Turno

  15. REDE ASSISTENCIAL – ATENÇÃO PRIMÁRIA • Unidades Básicas de Saúde – 90 unidades • Cadastro • Horário de funcionamento: 7 às 17h (38 unidades funcionam até 21h e 13 unidades funcionam nos finais de semana de 7 às 19h) • Cartão SUS: controle de consultas, encaminhamentos, exames, medicamentos • Princípio geral: Jamais permitir que o paciente volte para casa sem ter o encaminhamento do seu caso

  16. REDE ASSISTENCIAL – ATENÇÃO PRIMÁRIA Acolhimento: PMH - enfermeiro, médico, dentista Evitar a distribuição de fichas Padronização do Acolhimento Consultas Médicas: 16 pacientes por período Consultas de Dentistas: 8 consultas diárias Especialidades Médicas Encaminhado pelas Unidades de Saúde - SAME Filas de espera – saúde da mulher e exames de imagem Encaminhamentos precipitados Encaminhamentos “políticos”

  17. REDE ASSISTENCIAL – ATENÇÃO PRIMÁRIA • Exames: • LACEN e CEMJA • Exames complexos - SAME • Medicamentos: • Farmácia da unidade • Receita prescrita por um médico da rede pública ou privada • 75 medicamentos • Vacinação: • Sala de vacinação

  18. REDE ASSISTENCIAL – ATENÇÃO PRIMÁRIA DST/AIDS: Ampliação do acesso aos preservativos Medicamentos para tratamento das DST Políticas de prevenção, diagnóstico, assistência, vigilância epidemiológica Cestas básicas – 150 cestas Serviço de Atendimento Especializado (SAE) Materno-infantil em HIV/Aids no Hospital Distrital Gonzaga Mota de Messejana

  19. REDE ASSISTENCIAL – ATENÇÃO PRIMÁRIA Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN): Monitoramento da situação alimentar e nutricional das crianças e gestantes incluídas Programa Bolsa Família: benefícios Básico: R$ 62,00 famílias consideradas extremamente pobres (RM até R$ 60,00 p/ pessoa) Variável: R$ 20,00 famílias pobres (RM até R$ 120,00 p/ pessoa desde que tenham crianças e adolescentes de até 15 anos. Cada família pode receber até três benefícios variáveis Variável Vinculado ao Adolescente: R$ 30,00 famílias com adolescentes de 16 e 17 anos freqüentando a escola. Cada família pode receber até dois benefícios variáveis vinculados ao adolescente Freqüência escolar, vacinação, monitoramento das crianças, pré-natal

  20. REDE ASSISTENCIAL – ATENÇÃO PRIMÁRIA Programa Bolsa Família Inscrição: Cadastro único - Distritos de Assistência Social nas sedes das Secretarias Executivas Regionais Cadastro suspenso Visitas domiciliares para confirmação dos dados Benefício pago pela Caixa Econômica Federal Programa de Saúde da Família Eixo estruturante do Sistema Municipal de Saúde Todo o histórico de saúde é acompanhado, da gestação ao nascimento e desenvolvimento da criança, como também o ciclo de vida familiar, valorizando a promoção da saúde e o processo preventivo.

  21. Programa de Saúde da Família Territorialização: Fortaleza foi subdividida 2627 microáreas classificadas em quatro níveis de risco, cujo número de equipes é proporcional ao universo de pobreza da população. Necessidade: 460 equipes do PSF, com médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e odontólogos, além de 2.700 agentes comunitários de saúde. Operação Fortaleza Bela na Saúde: Reformas nos Centros de Saúde da Família (CSF) Concurso Público Funcionamento atual: 312 equipes, 220 médicos, 300 enfermeiras, 248 dentistas, 250 ACD, 1263 ACS Cobertura: 43% REDE ASSISTENCIAL – ATENÇÃO PRIMÁRIA

  22. REDE ASSISTENCIAL – ATENÇÃO PRIMÁRIA

  23. REDE ASSISTENCIAL – ATENÇÃO PRIMÁRIA

  24. REDE ASSISTENCIAL – ATENÇÃO PRIMÁRIA Programa de Saúde da Família CONCEPÇÃO – O enfoque do PSF é sobre a família. As equipes assumem a responsabilidade sanitária sobre determinadas áreas de atuação, de acordo com a subdivisão do espaço territorial. Quanto maior o risco, maior o número de equipes. PRIMEIRO PASSO – O agente de saúde faz inicialmente o cadastramento dos moradores. Em seguida a equipe do PSF inicia o levantamento epidemiológico e estrutural da área. A organização do atendimento é feita a partir do planejamento participativo com os moradores da região.

  25. REDE ASSISTENCIAL – ATENÇÃO PRIMÁRIA Programa de Saúde da Família ATENDIMENTO – O paciente é atendido na unidade de saúde próxima a sua residência. Em caso de necessidade, a equipe realiza o atendimento residencial. AGENDAMENTO – A maioria das consultas do PSF são pré-agendadas, mas há sempre profissionais disponíveis para atender as necessidades mais urgentes de quem se dirige à unidade de saúde. LOCAIS DE ATUAÇÃO – Parte do trabalho é realizado nas unidades de saúde, enquanto a outra parte se desenvolve na própria comunidade.

  26. REDE ASSISTENCIAL – ATENÇÃO PRIMÁRIA Programa de Saúde da Família Dificuldades: - Equipes de Saúde da Família incompletas - Resistência dos funcionários antigos e dos especialistas - Filas de espera para atendimento - Medicações em falta - Estrutura física insuficiente, escassez de consultórios odontológicos e salas para realização de grupos - Avaliação do sistema e solução dos problemas ineficazes

  27. REDE ASSISTENCIAL – ATENÇÃO PRIMÁRIA Programa de Atenção Integrada à Criança com Asma - PROAICA Atende crianças de até14 anos que tiveram pelo menos três crises em menos de um ano ou um episódio muito violento. Objetivo: distribuir medicação e informação, conscientizando a família e o paciente sobre o tratamento Funciona em 11 unidades municipais de saúde em parceria com a UFC Há cerca de 1150 pacientes inscritos, sendo 700 só no Centro de Atenção à Criança (CAC).

  28. REDE ASSISTENCIAL – ATENÇÃO PRIMÁRIA Saúde Bucal Programa de Saúde da Família Tratamento agendado mais comodidade Procedimentos: restauração, limpeza e extração Consulta: através do SAME da unidade de saúde mais próxima da sua residência 87 unidades básicas de saúde do município realizam procedimentos odontológicos Dentistas: média de 8 consultas diárias, sendo seis delas agendadas anteriormente a partir do PSF e duas reservadas aos pacientes que necessitam de cuidados emergenciais.

  29. REDE ASSISTENCIAL – ATENÇÃO PRIMÁRIA Saúde Bucal Visitas em escolas: bochecho fluoretado semanal, escovação supervisionada com gel de flúor e, trimestralmente, evidenciação e retirada de placas bacterianas, além de distribuição de escovas de dente Usuário é encaminhado ao CEO (Centro de Especialidades Odontológicas): atualmente 03 CEO Procedimentos: canal, prótese unitária, removível ou total, cirurgia, endodontia e periodontia especializada. Serviço de ortodontia para os usuários de até 12 anos. O Instituto Dr. José Frota (IJF) faz cirurgia buco-maxilo-facial nos pacientes que sofreram traumatismo. Esse serviço também vem sendo estruturado no Frotinha da Parangaba

  30. REDE ASSISTENCIAL – ATENÇÃO PRIMÁRIA Programa de Órtese e Prótese com Reabilitação Física Centro de Saúde Carlos Ribeiro Acesso à cadeiras de rodas, muletas, botas ortopédicas, coletes de vários tipos, próteses de mama, membros superiores e inferiores Equipe multidisciplinar: dois médicos ortopedistas, duas terapeutas ocupacionais, cinco fisioterapeutas e três assistentes sociais Consulta com ortopedista – diagnóstico – solicitação da prótese – reabilitação – adaptação Fila de espera

  31. REDE ASSISTENCIAL – ATENÇÃO PRIMÁRIA Programa Nacional de Imunização Caxumba Poliomielite (paralisia infantil) Rubéola Sarampo Pneumonia Tuberculose Hepatite B Gripe Difteria Tétano Coqueluche Meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo B Febre amarela, raiva

  32. REDE ASSISTENCIAL – ATENÇÃO PRIMÁRIA Atenção ao Idoso Capacitação dos profissionais do Programa de Saúde da Família Equipe multiprofissional: geriatra, enfermeiro, auxiliar de enfermagem, terapeuta ocupacional, fisioterapeuta, educador físico, assistente social e fonoaudiólogo A rede municipal ainda não tem nenhum serviço diferenciado para o idoso, apenas atendimento priorizado Consultas: unidades básicas de saúde e, se necessário, é encaminhado ao Centro de Especialidades Médicas José de Alencar (Cemja), a unidade do município que oferece atendimento geriátrico Centro de Atenção ao Idoso (CAI) da UFC e vinculado ao governo federal

  33. O CENTRO DE SAÚDE CENTRO DE SAÚDE BENEDITO ARTUR DE CARVALHO – CS-BAC LOCALIZAÇÃO: Secretaria Executiva Regional II RUA: Jaime Leonel, 228 BAIRRO: Luciano Cavalcante ÁREA DE ABRANGÊNCIA: Guararapes, Salinas e Luciano Cavalcante

  34. O CENTRO DE SAÚDE – CSF-BAC Faz limite com a Regional VI População: 17.642 habitantes (2007) Horário de Funcionam.: noturno (até as 21 hs) Contém: 04 Equipes de Saúde da Família Turnos: Manhã e Tarde (02 Equipes) Turnos: Tarde e Noite(02 Equipes)

  35. O CENTRO DE SAÚDE– CSF-BAC AS EQUIPES DO PSF DEVEM SER COMPOSTAS: Médico (01) Enfermeira (01) Dentista (01) Auxiliar de Consultório Dentário(ACD) (01) Auxiliar de enfermagem (01) Agentes Comunitários de Saúde (4-6)

  36. NO CENTRO DE SAÚDE – CSF-BAC Além de outros funcionários como: 01 Coordenadora 01 DNI Especialistas (03 pediatras, 02 ginecologistas, 02 clínica-geral) 04 Enfermeiras (20 hs) 01 Dentista (20 hs) 01 Psicóloga 05 auxiliares administrativos (SAME) 04 Auxiliares de serviços gerais 03 Auxiliares de enfermagem (AE) 01 Posso ajudar? Funcionam quatro equipes do PSF, cada uma delas com 01 AE (reaproveitados do Centro de Saúde)

  37. EQUIPES DO PSF

  38. ESTRUTURA FÍSICA

  39. FUNCIONÁRIOS ANTIGOS X PSF Resistência dos funcionários antigos aos do PSF (2006) Resistência ao envolvimento com as mudanças (novo modelo) A dinâmica de encaminhamento dos usuários ainda centrada nos especialistas - bloqueio às atividades do PSF

  40. O ACESSO DO BAIRRO TEM CONSULTA VAGA NO DIA CENTRO ENCAMINHAM. DE P/ ESPECIALISTA SAÚDE Tem SAME Ñ Tem FORA (FILA VIRTUAL) DO BAIRRO NÃO TEM VAGA POSTO DO BAIRRO USUÁRIO ACOLHIMENTO

  41. ATIVIDADES DO PSF VISITAS DOMICILIARES (1ou 2 X por sem.) Médico Enfermeiro Auxiliares de Enfermagem Agentes de saúde(Todos os dias) CONSULTAS POR CICLO DE VIDA ( Médicos e Enfermeiros) Hipertenso Diabético Prevenção ginecológica(só por enfermeiros) Pré-natal Planejamento familiar Puericultura Demanda espontânea -(somente por médicos)

  42. ATIVIDADES DO PSF ATIVIDADES DE GRUPO Grupo de terapia comunitária (1X por semana) Grupo de gestantes (na Unid. de Ação Comunitária Inês Cals) Grupo de Tabagismo Grupo de adolescentes (Num abrigo) CAMPANHAS DE VACINAÇÃO Pontos de referência da comunidade

  43. RODA DE GESTÃO DIFICULDADES COM A RODA Não houve explicação nem capacitação sobre os Princípios e o Método da Roda (Reunião) Periodicidade Mensal ( Passavam mais de mês s/fazer) Interrupção da Roda durante 6 meses (Campanha contra Dengue) Continua sendo mensal (Alguns postos fazem semanal, outros quinzenal) No dia da Roda (Não havia atendimento) Os usuários nunca foram convidados a participar da Roda

  44. O CONSELHO LOCAL DE SAÚDE Passou um período desativado A Secretaria Regional II (SERII) solicitou a participação de um Profissional no Conselho As Reuniões não aconteciam com frequência (sem muita resolubilidade) Conselho local considerado não muito valorizado neste Centro

  45. DINAMICA DO USUÁRIO NO SERVIÇO DE SAÚDE O USUÁRIO CHEGA A UNIDADE E É ORIENTADO PARA SE DIRIGIR AO “POSSO AJUDAR”

  46. ELE RECEBE UMA SENHA E FICA AGUARDANDO SER CHAMADO PELO “POSSO AJUDAR”

  47. O “POSSO AJUDAR” PERGUNTA AO USUÁRIO QUAL A RUA DELE PARA IDENTIFICAR QUAL A SUA ÁREA E A SUA EQUIPE DE PSF

  48. EM TODAS AS DEPENDENCIAS DA UNIDADE É DISPONIBILIZADO A RELAÇÃO DAS RUAS POR EQUIPE

  49. O USUÁRIO SE DIRIGE AO ACOLHIMENTO ONDE SERÁ ATENDIDO POR UM PROFISSIONAL DE NIVEL SUPERIOR

  50. NESTA SALA O USUÁRIO SERÁ ACOLHIDO ATRAVÉS DE UMA ESCUTA QUALIFICADA FICHA VERMELHA FICHA AMARELA FICHA VERDE