osteomielite e artrite s ptica n.
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Osteomielite e Artrite séptica. Débora Cristiny Gomes- R2 Pediatria HRAS/SES/DF www.paulomargotto.com.br Brasília, 19 de julho de 2010. Osteomielite. Definição.

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osteomielite e artrite s ptica

Osteomielite e Artrite séptica

Débora Cristiny Gomes- R2 Pediatria

HRAS/SES/DF

www.paulomargotto.com.br

Brasília, 19 de julho de 2010

defini o
Definição
  • É um processo inflamatório do tecido ósseo causado por bactérias.
  • 1:5000 crianças <13anos apresenta um episódio de osteomielite na vida
  • 2,5meninos: 1menina
  • Associada ao trauma
defini o1
Definição
  • Acomete preferencialmente ossos longos, com predomínio nos membros inferiores.
  • Fêmur > tíbia> úmero
  • Acomete apenas 1 osso em 90% dos casos.
  • Diagnóstico precoce é essencial: evitar cronificação e sequelas.
etiologia
Etiologia
  • Mais frequente: S. aureus
  • Estreptococo do grupo A
  • Anemia falciforme: Salmonella
  • Imunodeprimidos, grande queimado e trauma de calcâneo: Pseudomonas
  • Recém-nascidos: Gram negativos e estreptococo do grupo B
fisiopatogenia
Fisiopatogenia

Pode atingir o osso por três vias:

  • Inoculação direta: trauma, cirurgias
  • Foco contíguo: celulite
  • Invasão hematogênica: é a mais comum em crianças
fisiopatogenia hematog nica
Fisiopatogenia- hematogênica
  • Principal localização: metáfise.
  • 1-16anos: vascularização da

epífise e metáfise é separada.

fisiopatogenia1
Fisiopatogenia
  • Metáfise tem capilares retos e

estreitos veias de maior calibre

diminui fluxo sanguíneo proliferação bacteriana formação de abscesso

fisiopatogenia2
Fisiopatogenia
  • Proliferação bacteriana provoca acúmulo de exsudatos e produtos bacterianos sob pressão contínua
  • Necrose óssea maciça sem reabsorção nas primeiras 48h
  • Exsudato sob pressão é drenado pelos canais de Havers até a medula ou pelos canais de Volkmann para dentro do córtex ósseo,

atingindo periósteo e fistulizando.

*criança tem periósteo menos aderido

fisiopatogenia3
Fisiopatogenia
  • Se metáfise intra-articular como no fêmur, úmero e quadril artrite séptica
quadro cl nico
Quadro clínico
  • Antecedente de infecção
  • Acomete apenas 1 osso
  • Febre de intensidade variável
  • Sem correlação entre clínica e gravidade
  • Pode ocorrer em ossos chatos:

-calota craniana: punção em couro cabeludo

-vértebras

quadro cl nico1
Quadro clínico
  • Recém nascidos:

-Intensa irritabilidade

-Dor à palpação

-Pseudoparalisia

*periósteo muito fino e pouco aderido

*artrite séptica de quadril

quadro cl nico2
Quadro clínico
  • Lactentes >1ano até pré-escolar:

-dor e impotência funcional

-edema e abscesso subperiostal

*córtex mais grosso e periósteo mais denso atuam como barreira à infecção

*placa epifisária: impede disseminação

quadro cl nico3
Quadro clínico
  • Escolar e adolescente:

-Sinais e sintomas focais

- Ponto doloroso bem circunscrito

-Lesão raramente ultrapassa córtex

diagn stico
Diagnóstico
  • Hemograma: quase sempre com desvio à esquerda
  • VHS e PCR elevadas
  • Hemocultura positiva em 40-50%
  • Punção óssea: cultura positiva em 70-80%

-sem uso prévio de antibiótico

diagn stico1
Diagnóstico
  • Raio X

- Só começa a alterar após 7-10dias

- Após 2 semanas aparece lesão periosteal e lítica

diagn stico2
Diagnóstico
  • Cintilografia

- Tecnécio ou Gálio

- Baixo custo, sem sedação

- É um exame de grande sensibilidade e especificidade varia de 70-96%

- Permite a visualização das lesões ósseas bem antes do 7º dia

- Aumento localizado da captação corresponde à área de osteomielite aguda

      • Pode estar presente em outras lesões
diagn stico3
Diagnóstico
  • Cintilografia Tecnécio-99

-1ª escolha

-Realizado em 3 fases:

1ª fase: 5 segundos a 1minuto após contraste

2ª fase: 5-15 minutos após

3ª fase: 2-3 horas após

*partes moles: aumenta nas 2 primeiras fases

*osteomielite: aumento intenso na fase tardia

diagn stico4
Diagnóstico
  • Cintilografia – Gálio

- 2ª escolha

- Marca bactérias e neutrófilos

- Não diferencia celulite de osteomielite, infecção aguda ou abscesso muscular

- Fica negativa no período de convalescença

diagn stico5
Diagnóstico
  • Ressonância Magnética (RNM)

-Capaz de delinear a localização e extensão do comprometimento ósseo.

-Útil quando a cintilografia é inconclusiva

-Localização na coluna e pelve

-A principal vantagem é que ela identifica com precisão coleções subperiosteal ou dos tecidos moles

diagn stico6
Diagnóstico
  • Tomografia computadorizada

-Mostra presença de gás intra-ósseo

-Realização demora menos tempo do que a RNM

-Em casos de osteomielite crônica, é superior à RNM na identificação de anormalidades nos ossos.

diagn stico diferencial
Diagnóstico diferencial
  • Febre reumática
  • Artrite séptica
  • Celulite
  • Sarcoma de Ewing
  • Infarto ósseo na anemia falciforme
tratamento
Tratamento
  • Cuidados gerais

- hidratação

- correção da anemia

- manutenção do equilíbrio protéico

- analgesia

- repouso

- imobilização: evitar fraturas

- antibioticoterapia por 4 a 6 semanas

tratamento1
Tratamento
  • Staphylococcus aureus

- oxacilina 200mg/Kg/dia , 6/6h

- Recém nascido: Oxacilina + amicacina 15mg/Kg/dia, 8/8h

- Anemia falciforme: Oxacilina + ceftriaxona 100mg/Kg/dia

*pode mudar de acordo com a cultura

tratamento2
Tratamento
  • Alternativa: clindamicina 30-50mg/Kg/dia, 6/6h
  • Resistência a oxacilina: vancomicina 50mg/Kg/dia, 6/6h

*O tempo de tratamento venoso depende da melhora clínica, da curva térmica e melhora do VHS.

tratamento3
Tratamento
  • Intervenção cirúrgica-ortopédica:

- após 48h de antibiótico sem melhora

- se há lesão óssea estabelecida

osteomielite cr nica
Osteomielite crônica
  • Sinais e sintomas presentes por mais de 2 semanas antes do início do antibiótico
  • Osteomielite prévia
  • Presença de fístula
  • Evidência de desvitalização óssea

*Duração inadequada de antibioticoterapia

osteomielite cr nica1
Osteomielite crônica
  • Tratamento
  • Cirurgia ortopédica:

desbridamento, enxerto ósseo

  • Antibioticoterapia por período prolongado
defini o2
Definição
  • Presença de bactéria no espaço articular

- inflamação sinovial

- derrame purulento

  • 65% dos casos ocorre em <20 anos
  • Predomínio de 2:1 no sexo masculino
  • Fatores de risco: cateterismo umbilical, cateter central, osteomielite, cirurgias
etiologia1
Etiologia
  • Principal agente: Staphyloccus aureus
  • Estreptococo grupo A e pneumococo
  • 6-36meses: S. aureus e H. influenzae
  • Anemia falciforme: salmonela
  • Recém nascido: S. aureus e gram negativos

- pensar em gonococo

fisiopatogenia4
Fisiopatogenia
  • Três vias:

- Inoculação direta

- Contiguidade: pouco comum na pediatria

- Hematogênica: preferencialmente em membros inferiores: joelho> coxofemural

*hematogênica é a mais comum

fisiopatogenia5
Fisiopatogenia
  • Ausência de membrana basal

-Facilidade para a bactéria atingir a sinóvia durante bacteremia

  • Degradação da cartilagem

-liberação de enzimas proteolíticas

-migração de leucócitos

-derrame sinovial

quadro cl nico4
Quadro clínico
  • Febre e queda do estado geral
  • Edema, calor, rubor e dor à movimentação
  • Monoarticular
  • RN e lactente jovem

- acomete quadril

- sinais flogísticos podem estar ausentes

- perna em abdução e rotação externa

diagn stico7
Diagnóstico
  • Hemograma: leucocitose com desvio à esquerda
  • VHS elevada(>60mm/h)
  • PCR
  • Hemocultura
diagn stico8
Diagnóstico
  • Toda suspeita de Artrite Séptica deve ser puncionada
  • Exame com diagnóstico imediato
  • Punção articular:

-exsudato

-80% de polimorfonucleares

-cultura positiva em 80% sem antibiótico prévio

diagn stico9
Diagnóstico
  • Raio X: alargamento do espaço articular

-luxação ou subluxação

- comparar com articulação simétrica

  • Ultrassom: evidencia líquido articular
  • RNM:

-melhor para diagnóstico precoce

-detalha envolvimento ósseo e partes moles

- mostra edema e aumento de líquido sinovial

tratamento4
Tratamento
  • Cuidados gerais, analgesia
  • Repouso da articulação acometida
  • Drenagem cirúrgica
  • Antibioticoterapia (mesma da osteomielite)
  • Fisioterapia