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Introdução ao MatLab Aula 4. Sistemas Multimédia 3º ano Engenharia Informática Universidade Católica de Angola. Ficheiros M. O MATLAB necessita que o ficheiro M seja armazenado ou na directoria de trabalho ou numa directoria que é especificado na sua directoria de trabalho.

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introdu o ao matlab aula 4

Introdução ao MatLabAula 4

Sistemas Multimédia

3º ano Engenharia Informática

Universidade Católica de Angola

ficheiros m
Ficheiros M
  • O MATLAB necessita que o ficheiro M seja armazenado ou na directoria de trabalho ou numa directoria que é especificado na sua directoria de trabalho.
  • Por exemplo considere a utilização do MatLab num PC com um ficheiro M definido pelo utilizador armazenado numa directoria chamada "\MATLAB\MFILES";.
  • Então, para aceder a esse ficheiro M tanto se pode mudar a directoria de trabalho com cd\matlab\mfiles da janela de comandos MATLAB ou adicionando esse directório ao percurso (path) do MATLAB.
  • Adição permanente ao percurso é conseguido editando o ficheiro \MATLAB\matlabrc.m.
  • Uma modificação temporária do percurso é feita teclando path(path,'\matlab\mfiles') a partir do MATLAB.
ficheiros m1
Ficheiros M
  • Os ficheiros que vêm com o MATLAB estão já em directorias adequadas e podem ser usadas a partir de qualquer directoria de trabalho.
fun es em ficheiros m
Funções em Ficheiros M
  • Como exemplo duma M-File que define uma função, crie na sua directoria de trabalho um ficheiro chamado yplusx.m que contenha os seguintes comandos:
    • function z = yplusx(y,x)
    • z = y + x;
  • Os seguintes comandos teclados no MATLAB demonstram este ficheiro M é usado
    • x = 2;
    • y = 3;
    • z = yplusx(y,x)
controlo de fluxo instru es ciclos e condicionais
Controlo de FluxoInstruções ciclos e condicionais
    • As instruções para ciclos e if existem mas devem se evitadas por serem computacionalmente ineficientes.
    • Um exemplo de uso da instrução for é

for k=1:10,

x(k) = cos(k);

end

Cria um vector de inteiros de inteiros positivos de 1 a 10.

  • Esta operação pode ser criada com o comando

k = 1:10;

x = cos(k);

  • Cria a função dum vector em vez do ciclo for
instru es condicionais
Instruções condicionais
  • Uma instrução if pode ser usada para definir instruções condicionais
  • Um exemplo é

if(a <= 2),

b = 1;

elseif(a >=4)

b = 2;

else

b = 3;

end

As comparações permitidas são >=, <=, <, >, ==, e ~=.

ciclos while controlo de fluxo
Ciclos While (controlo de fluxo)
  • O ciclo While executa um conjunto de comandos um número determinado de vezes
  • A forma geral do ciclo while é

while expression

commands…

end

Os comandos entre o while e o end são executados enquanto a expressão for verdadeira

Exemplo

>>num=0; EPS=1;

>>while (1+EPS)>1

EPS=EPS/2;

num=num+1;

end

>>num

num = 53.

>>EPS=2*EPS

EPS= 2.2204e-16

vari veis definidas pelo utilizador
Variáveis definidas pelo utilizador
  • Suponha por exemplo que deseja correr um ficheiro M com valores diferentes da variável T.
  • A linha de comando seguinte no ficheiro M define o valor

T = input('Introduza o valor de T: ')

  • Sempre que o comentário entre plicas for mostrado no ecrã, o utilizador deve teclar o valor apropriado
  • Use o help com os seguintes itens diary, save, load, who e whos.
simulink
Simulink
  • Capacidade gráfica para diagramas de blocos
    • Pode introduzir e remover componentes (chamados blocos)
  • Biblioteca extensiva de blocos
    • Uma é o conjunto de blocos para DSP
simullink
Simullink
  • Um ambiente para construção e simulação de modelos.
    • Sistemas contínuos, discretos e híbridos
    • Componentes lineares e não lineares
    • Pode simular eventos assíncronos
  • Integrada de forma harmoniosa com o MATLAB e as caixas de ferramentas
modelo simulink

Sumidouros

Sistemas

Fontes

  • Ondas sinusoidais
  • Geradores de funções
  • From MATLAB workspace
  • Ficheiros em disco
  • Displays scopes
  • FFT scopes
  • Para o MATLAB workspace
  • Para ficheiros em disco
  • Interligação de Blocos lineares e não lineares
Modelo Simulink
  • Um modelo simulink típico contém fontes, sistemas e sumidouros
biblioteca de blocos simulink

Sinks é uma bibloteca de

componentes

Biblioteca de Blocos Simulink
  • O Simullink contém bibliotecas que contêm componentes que podem ser usados para construir modelos
  • Uma bilioteca de blocos pode conter outras bibliotecas como blocos
constru o dum modelo
Construção dum modelo

Janela do modloe

Use o botão esquerdo do rato para arrastar blocos para a janela do modelo

Biblioteca de blocos

lineares

Biblioteca de Fontes

liga o de blocos
Ligação de blocos

Use o botão do lado esquerdo do rato para

Clicar numa porta e arrastar a lição

Use o botão do lado

Direito para fazer ligações

mais sobre o simulink
Mais sobre o Simulink
  • Clique duas vezes num bloco para abrir a sua caixa de diálogo. Os parâmetros para o boloco podem ser estabelecidos nessa caixa.
    • Exemplo: definir a amplitude, frequência, fase e frequência da fonte sinusoidal
  • Clique no botão de HELP da caixa de diálogo dum bloco para activar o browser web no ficheiro de ajuda desse componente.
  • Uma vez seleccionado, o bloco pode ser rodado e variado o seu tamanho
    • Objectivo: o tornar o diagrama de blocos mais legível
par metros de simula o
Parâmetros de simulação
  • O menu de simulação pode ser usado para definir os parâmetros da simulação
  • Pode-se especificar o solver adequado.
    • Para sistemas discretos de passo fixo usar o solver discreto de passo fixo
    • Para sistemas multi-taxa usar o solver discreto de passo variável
  • Pode-se também especificar variáveis que podem ser obtidas ou devolvidas ao espaço de trabalho MATLAB
subsistemas
Subsistemas
  • Pode seleccionar porções do modelo usando o rato e transformá-los em subsistemas
  • Pode mascarar subsistemas para esconder a complxidade do utilizador
  • .